Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sábado, 29 de junho de 2013

Momentos do lançamento da Revista número 7

Rosaly de Almeida Leme, Gustavo Alvim, Maria Helena Corazza, Antonio Carlos Fuzatto e Waldemar Romano

Rosaly, Leda Coletti e Aracy Duarte Ferrari
Valdizete Caprânico, Clara Françoso e Valdiza Caprânico
Carmem Pilotto, Cassio e Ivana Negri
Ivan Rizzi Grecchi, Silvia Rizzi, Maria Carolina e Darci Redi
Ivana Negri, Elda Silveira, Valdiza  e Valdizete Caprânico 
André Bueno Oliveira
Luis Abrahão, Maria Helena Corazza, Ivani e Evaristo Marzabal Neves
Marly Germano Perecin, Maria Helena Corazza e Myria Machado Botelho
Silvia Oliveira
Vera Lucia e João Athayde
Vera e Gustavo Alvim
Toshio Icizuca e Eleine Bonazzi
Felisbino de Almeida Leme
Monica Corazza Stefani e Maria Helena Corazza
Ivana Negri, Leda Coletti e Carmen Pilotto
Leda Coletti
Ivana Negri
Aracy Ferrari, Maria Carolina e Darci Redi



sexta-feira, 28 de junho de 2013

Lançamento da Revista da APL - hoje


Acontece hoje, na Biblioteca Municipal, às 19h30, o lançamento da sétima edição da Revista da Academia Piracicabana de Letras com textos dos 40 integrantes, notícias e homenagens.
O editor responsável  é o jornalista, escritor  e acadêmico Armando Alexandre dos Santos, cadeira no 10 que tem como patrono Brasílio Machado

quarta-feira, 26 de junho de 2013

ENSAIOS

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior

Nossas vidas ensaiadas
Desde a mais tenra idade,
Abre o palco e fecha o palco,
Esquecemos o script.
Decoramos  novamente
E tentamos salientar,
Mas...falta o som, o cenário.

Falta algo pelo ar...
Luzes, câmeras, plateia?
Contracenando na vida                                                                                                                                                                             
Esquecemos que personagens
Não vivem, são efêmeros.
Basta fechar a cortina,

Acabou o espetáculo!

domingo, 23 de junho de 2013

Viena, capital da música

Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33
Patrono: Fernando Ferraz de Arruda

Segundo o poeta Quintana, “viajar é mudar a alma de casa”. Concordo e acrescento: viajar é arejar o espírito e ver a História ao vivo e em cores.
Visitando as capitais imperiais no leste europeu, nos extasiamos com as belezas, arte e cultura. Algumas cidades são verdadeiros museus a céu aberto como Viena, Budapeste, Praga e Cracovia. Varsóvia e Berlim, semidestruídas na guerra, foram reconstruídas, por isso apesar de muito belas, possuem poucos monumentos originais.
Em Viena respira-se música. Ela está no ar, nos bancos musicais das praças, nas caixas de bombons em forma de violinos ou pianos, e também nas vaporosas echarpes e guarda-chuvas com estampas de notas musicais.
Nessa encantadora cidade viveram grandes compositores como Mozart, Chopin, Beethoven, Strauss Junior, Franz Schubert, entre outros gênios da música clássica.
O centro histórico da cidade é patrimônio mundial da humanidade, tombado pela UNESCO. Com mais de dois mil anos de história, Viena é cortada pelo famoso rio Danúbio, imortalizado por Strauss  na valsa Danúbio Azul.
Esse rio, o maior da Europa, com 2.800 km de extensão, nasce na floresta negra da Alemanha e percorre inúmeras capitais europeias. Fazer um cruzeiro em seu leito navegável é algo maravilhoso e  inesquecível.
A Ópera de Viena, fundada em 1869, é um edifício suntuoso. Apresenta até dois espetáculos diários durante o ano inteiro. Os teatros lotam e os ingressos para as temporadas chegam a ser vendidos com um ano de antecedência.
As crianças são apresentadas à música clássica desde tenra idade e levadas aos concertos. O estudo da música é matéria obrigatória na grade de ensino das escolas. Quando adultas, essas crianças, que cresceram acostumadas a ouvir e a entender o repertório clássico, e que aprenderam a tocar instrumentos diversos, sentem necessidade da música, hábito que as acompanhará pelo resto da vida.  O grupo dos “Meninos Cantores de Viena” é a mais antiga instituição musical do mundo, fundado em 1498.
Outras artes também são amadas e incentivadas. Centenas de companhias de balé, quartetos de cordas, cantores líricos, se apresentam nas óperas, nos cafés, restaurantes típicos, nas praças e  nas igrejas.
Outra paixão do povo vienense é a imperatriz Sissi, idolatrada desde a época em que reinou, e o encanto perdura até hoje. Quem entra no maravilhoso castelo de Schonbrunn, pode participar um pouco de sua história através dos quadros, roupas e objetos pessoais. Sua beleza passou para a posteridade, sendo que era vaidosa ao extremo. Havia uma balança em seu quarto onde ela se pesava várias vezes ao dia. Usava espartilho de couro molhado, que ao secar, encolhia e apertava mais ainda. Tudo para manter a cintura de 48 cm. Me decepcionei um pouco com seus retratos. Assisti ao filme “Sissi, Imperatriz” e tinha a imagem da bela Romy Schneider no papel da princesa. Mas a verdadeira não chega aos pés da atriz.
Uma curiosidade, na Áustria, mulheres grávidas após parirem seus bebês, têm direito a licença de 2 anos, ganhando sem trabalhar. E as empregadas domésticas, artigo raro, ganham perto de 3 mil euros mensais (cerca de 9 mil reais).
Outra observação interessante, mendigos tocam instrumentos musicais nas esquinas e praças para angariar moedas. Vi vários tocando sax, flauta e até violino!
Esta foi uma leve e musical crônica sobre Viena, na próxima abordarei Auchiwitz,  Polônia, e contarei minhas impressões sobre esse lado negro da história.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

SEMAC divulga selecionados no Mapa Cultural Paulista

Selecionados

Mapa Cultural já tem selecionados na modalidade Literatura


NEWMAN SIMÕES
Piracicaba já tem trabalhos selecionados para a fase regional do Mapa Cultural Paulista 2013/2014 em Literatura. A seletiva municipal da modalidade aconteceu na última semana Teatro Municipal Dr. Losso Netto. Foram selecionados três poemas (de autoria de Caio Carmacho, Ivana Negri e Newman Simões), três crônicas (escritas por Carmen Pilotto, Ivana Negri e Raquel Delvaje) e três contos (Luzzia Stocco, Leda Coletti e Camilo Quartarollo).


IVANA NEGRI
No total, a seletiva contou com onze artistas inscritos, autores de  21 obras, sendo sete poemas,  oito contos e seis crônicas. O júri foi formado por Carmelina Toledo Piza, Leila Seleguini e Silvia Delazari Ferreira.
TRABALHOS SELECIONADOS:
POEMAS:
Para um coração colado com durepoxi, de Caio Carmacho.
Reflexos, de Ivana Negri.
1968: um lugar; maria antónia: um tempo, de Newman Simões.

CRÔNICAS:
Confluências de Abril, de Carmen Pilotto.
Branco, de Ivana Negri.
Eu me irritei, de Raquel Delvaje.

CONTOS:
Torradas não se despedaçam, de Luzia Stocco.
Turbilhão, de Leda Coletti.
Morte certa, de Camilo Quartarollo.


LEDA COLETTI
MAPA CULTURAL PAULISTA
O Mapa Cultural Paulista é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura, realizado pela Abaçaí Cultura e Arte – Organização Social de Cultura, que objetiva identificar, valorizar e promover o intercâmbio da produção cultural no Estado de São Paulo e ao mesmo tempo estimular a participação de seus municípios em atividades culturais.
Foi criado em 1995, tem o objetivo de fomentar as produções culturais do interior, revelando valores em segmentos que não teriam acesso aos meios de comunicação e com pouca visibilidade no meio cultural.Teatro, Dança, Artes Visuais, Canto Coral, Música Instrumental, Literatura e Vídeo são as expressões artísticas contempladas neste projeto, que juntos revelam o mapeamento cultural de São Paulo.
Durante a realização do evento, são selecionados artistas de 13 regiões administrativas do Governo do Estado para participar de atividades culturais distribuídas em quatro fases. Em todas elas os artistas que se destacam apresentam seus trabalhos, primeiro no município de origem, depois na região em que está inserido e, ao final, na fase estadual, apresentam-se na capital paulista.
A Fase Regional acontecerá no segundo semestre de 2013 e a Fase Estadual está agendada para o primeiro semestre de 2014. Já a Fase de Circulação acontecerá no segundo semestre de 2014.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Diferenças

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior

As horas tardias, em decrescência, foram transmutando a cor do aposento, antes moldado pela penumbra da noite. A luz solar, coada nas tramas da cortina de voile transparente, foi transformando o ambiente em lindo dia de sol e insolente foi despertando a linda jovem ainda insone que, abrindo os olhos sonolentos contra a claridade, sorriu. Um sentimento de felicidade invadiu sua alma ao constatar que esse seria mais um dia pleno, na somatória de sua vida, pois ao receber de Deus o presente do sol, ganhou de brinde um friozinho para se aconchegar nas cobertas de lã de carneiro, nos lençóis perfumados de lavanda e uma mesa farta de iguarias à sua espera. O cheirinho de café coado impregnou suas narinas e aguçou seu paladar. Tudo lhe vinha de graça sem esforço nenhum, como dádivas merecidas, mas na verdade, porque merecidas? Saindo das cobertas, e tomando seu lauto café da manhã começou a pensar: -- O que farei de útil nessa minha vida que passa insípida e sem valor para ninguém, pois sou como água desperdiçada escoando de uma jarra de cristal? Estou me sentindo inútil! Esse viver foi-me dado por alguma razão!
Que diferença entre o viver dela e o viver de outras moças, que fazem da rua sua moradia, negociando seus corpos, outras ou outros usando jornais como cobertor para enfrentarem o frio, que vai enregelando, não só seus membros, mas também suas almas. São muito diferentes dela, que não espera nem um minuto para saciar a fome, estar agasalhada e nem espera para receber amor. Tudo vem de graça, sem esforço nenhum, como presentes divinos.
-- Meu Deus! Por que as pessoas têm vidas tão diferentes? O que teria acontecido para seguirem por caminhos tão diversos? Por que uns já nascem com privilégios e recebem dos familiares carinho, afeto e amor, enquanto outros nascem para sofrer?
Ela começou a chorar, e uma serviçal querendo consolá-la foi dizendo:
-- Todos têm que evoluir na escala espiritual: uns estão permeando “caminhos nunca dantes navegados”, outros, pelos seus merecimentos, já galgaram uma posição espiritual melhor e têm outros tipos de desafios para moldar seu espírito. A meta é alcançar o divino, porque todos podem ser santos e a vida é muito breve. Vale a pena! Afinal, a vida não finda com a morte, continua num outro plano espiritual.
-- Diga-me o que devo fazer? – respondeu a moça - Agradeço a Deus por essa minha vida, mas Ele deve esperar que eu tenha um objetivo mais condizente com o que Ele espera de mim. Ele me deu tantas condições materiais boas, e, portanto, tenho tempo para dedicar-me aos outros. Sou muito instruída e prendada, você sabe, devo empregar esses talentos para uma vida mais pratica, porque para mim só servem de verniz, para ser elogiada por todos e provocar o aumento do meu ego.
A serviçal a abraçou com ternura, pois a conhecia desde pequena e sorrindo disse-lhe:
-- Quando você der amor, o amor virá ao seu encontro. Não espere mais, procure onde seu coração se contentará, pois “é dando que se recebe”. Deus lhe deu talentos para serem usados, da forma como preferir.
Essas palavras nortearam sua vida, e ela foi se sentindo útil.

sábado, 15 de junho de 2013

Convite


Lançamento da Revista Literária ARCA da Academia de Letras de São João da Boa Vista
 
Dia 24 de junho de 2013 - à 18 hs - na sede da Academia de Letras - Largo da Estação

 
ACADEMIA DE LETRAS
de São João da Boa Vista/SP
Rua Romeu Nhola, 155 - Colinas da Mantiqueira 
São João da Boa Vista/SP - Brasil
CEP: 13874-377  Fone: 19 8436 2417
Acesse nosso site: 
www.alsjbv.com.br

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Um estranhável conselho

Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                       

Carnaval vem, Carnaval vai. A vida passa, nascem e morrem novos seres humanos, sucedem-se governos, mudam-se os legislativos, as nações fazem guerras e assinam a Paz, os astros prosseguem em suas órbitas celestiais, casa-se e divorcia-se, as gerações de acendem e se apagam, tudo porque é razão do tempo, tudo porque está traçado pelos desígnios da vida. Só Deus não muda.
E se Deus é imutável, imutáveis são seus mandamentos. Imutável é a moral, imutável é o pecado, imutável é a recompensa do Céu, imutável o castigo do Inferno.
O pecado, isto é, a transgressão ou desobediência aos mandamentos divinos, tem o mesmo conceito estabelecido desde o Éden, refugado por nossos primeiros pais, até hoje. É sempre ofensa grave a Deus, repudiada pela Fé, pelas religiões, pelas Igrejas, pelos homens e mulheres de Bem. Nunca por qualquer coisa ou causa humanas, a coisa e a causa divinas poderão ser colocadas por baixo daquelas, poderão servir de justificativa para se ignorar a moral, ignorar o bom, ignorar a criatura as determinações eternas do Criador.
O Carnaval, embora não se insira como pecado, é, contudo, uma grande ocasião de pecado. Em seu nome e por seu motivo, praticam-se as maiores infrações à Lei de Deus, entre as quais pontificam as provenientes do sexo, da luxúria, da carne, como o próprio nome indica: Carne... val: exaltação da carne.
Ninguém ignora que durante os três dias de enaltecimento à parte carnal do ente homem, os instintos (de modo mais intenso e representativo, os sexuais) são acirrados, usados e abusados por qualquer dos sexos humanos, masculino ou feminino. Concorrem assim para o pecado do desvirginamento, da traição conjugal e, de modo especial, da gravidez precoce ou não desejada, resultados estes que, embora de consequências irrefutáveis, não são bem recebidos pela turbamulta que forma as legiões carnavalescas, quer disfilando pelas ruas, quer acoitadas no recesso dos salões ou na expansão das praias. E aí, como âncora salvadora, inventou-se o uso do condom, com a desculpa primeira de que é para evitar doenças venéreas, mas é fácil se acreditar que é para se resguardarem: a mulher, de uma gravidez extraconjugal; o homem, de uma paternidade fora de casa, denunciadora de um relacionamento pecaminoso e  condenável.
Dito isto, vamos ao que denuncia o título deste trabalho: “um estranhável conselho”. Provém ele de um de nossos poderes públicos – o legislativo – e foi publicado dias seguidos nos jornais da cidade, como informação e letras em destaque – negrito – dizendo: “Neste Carnaval, faça sexo seguro – Use camisinha”. Do fraseado se deduz indubitavelmente que o sexo é o principal do Carnaval.
Cordões, fantasias, máscaras, vestimentas, carros alegóricos, hinos e músicas, saracoteios, bailados, conjuntos, nada significa para aquele conselho, pois o que vale “neste Carnaval” é o “sexo seguro”, garantido por essa mundial inimiga da reprodução da espécie humana (e não doenças), a camisinha.
Achei infeliz e fora de propósito a recomendação ser feita por um poder legislativo, pois implica, como disse eu, em profundos conceitos de moral, de religião, de medicina, de socialismo, de consciência, todos envolvidos nessa angustiosa falência terrível para a qual caminha a humanidade, que não quer mais assumir o direito de nascer e de viver de novos seres humanos, num gesto de egoísmo infernal, pois o aumento da espécie humana apavora os observadores, as autoridades, os escritores, os poetas, os países ricos e pobres. E como medida salvadora oferecem o preservativo, processo diabólico que responde plenamente a esses propósitos de extinção da espécie humana.
Carnaval já divertiu muito, já foi bonito, já festejou deveras. Hoje, entretanto, graças aos errôneos conceitos que o modificaram, inseriu-se nele o pecado, a imoralidade, a irresponsabilidade social, religiosa e mexeu com a intangibilidade da consciência. Vale tudo, então, a ponto de provocar a manifestação acima referida, que nos dá a entender que o principal da festa é mesmo o sexo.

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz