Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

quinta-feira, 31 de julho de 2014

A sapucaia da Paz

(foto Chico)

Existe uma árvore majestosa plantada na esquina da Rua Moraes Barros com a Avenida Independência. Pertence à família das Lecitidáceas, uma das mais importantes famílias de espécies florestais. Seu nome cientifico é Lecythis pisonis – e ocorre em florestas da Mata Atlântica e do Planalto, do estado de São Paulo até as regiões norte e nordeste do país. A ela foram dados muitos nomes populares, regionais, e entre eles, Sapucaia, Castanha Sapucaia, Cumbuca de Macaco e muitos outros; seus frutos servem para alimentar aves e alguns mamíferos – especialmente apreciados por papagaios e macacos.
Ao lado, porém, de sua importância botânica e ambiental, chama a atenção de qualquer pessoa mais ligada à Natureza pelo seu porte grandioso e pela alteração das cores de suas folhas e flores; nos meses de agosto, setembro as novas folhas são de cores rósea ou lilás, que também são as cores das flores que começam a abrir, indicando o início da Primavera.
Em nossa região, porém, existem poucos exemplares dessa espécie, apenas em reservas naturais, parques, alguns jardins – especialmente no campus da ESALQ. Quase foi levada à extinção por sua madeira pesada, resistente e muito dura, ter grande utilidade na indústria.
Como se vê, só por sua importância botânica e ambiental, a Sapucaia da Rua Moraes Barros já seria de grande valor para todos.

Mas, especialmente essa sapucaia, conhecida por muitos como Sapucaia da Paz, tem uma linda origem que se une à história da família Caprânico em Piracicaba. Essa história ficou no seio da nossa família por muito tempo, mas pedimos licença a todos para publicá-la.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Convite


A VIDA EM SEQUÊNCIA

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  

Durante a juventude, tão passageira, muitos sonhos ficam sublimados, porque nem sempre se consegue realizar o que se almeja. Depois do casamento vem o sonho da casa própria, bem decorada, com jardim, cujas dimensões dependem da condição econômica de cada um. Sonhar ansiosamente com filhos, e quando eles nascem desejar que cresçam logo porque, longe de trazerem somente alegrias, trazem também bastante trabalho e preocupação, que passam para um patamar mais externo.
Mesmo com a violência que nos assusta, e os perigos na sociedade moderna, os jovens não param em casa, pois estão preocupados em frequentar as baladas com os amigos, namorar, beber e se divertir, enquanto resta aos pais ansiosos as noites mal-dormidas, ligações para celular, que nem sempre são atendidas, e o incômodo de vê-los chegar sempre com o sol alto para dormirem até duas horas da tarde!
De repente, os pais descobrem sua verdadeira incompetência, quando não conseguem acompanhar os estudos, os modismos, nem o linguajar dos rackers que têm em casa, especialistas em computadores, que pensam numa velocidade tão alta que ter um bom diálogo com eles torna-se impossível, afinal, quem disse que eles têm tempo, ou estão interessados nisso? Resta aos pais chorosos, despedirem-se deles na noite do domingo, quando, às pressas, voltam para suas faculdades, às vezes, em cidades distantes, ou em outro país.
Certo dia, sem que os pais se deem conta, acabam os telefonemas, as noites mal-dormidas, as malas de roupa suja para lavar, a saudade constante por causa da ausência repetida, e eles casam e vão viver suas vidas. Assim, aquele tempo que os pais sonhavam ter somente para si está disponível, mas num dia-a-dia misturado com a solidão, com um gostinho de monotonia e abandono, e aquela certeza de que a família está se desintegrando pouco a pouco.
A vida segue a sua sequencia, vagarosamente, e por um espaço de tempo muito curto, os velhos pais curtem o tempo que lhes sobra exercitando a sua individualidade, cultivando as coisas do intelecto e do espírito e a prática de esportes. Longe daquele trabalho diário de doação, longe dos deveres paternos, que eles nem percebem que jamais foram atingidos, voltam-se para o convívio dos amigos, para a leitura e para cultivar as artes, viajar, e realizar tudo aquilo que tinha sido apenas sonho sublimado da juventude.

Os netos, possivelmente, irão preencher e alegrar seus corações, mas eles terão a certeza de que, apesar de tudo, saberão usar o tempo dilatado, à sua disposição, que afinal, foi tão esperado, em seu próprio proveito! Cada fase da vida traz muitos problemas, dissabores e complicações, mas todas elas têm sua dose de felicidade. Chegou a vez de eles usarem e dispor desta felicidade!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Milho de Pipoca - Rubem Alves



Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro:O Amor que Acende a Lua

terça-feira, 22 de julho de 2014

Comemoração do Dia Nacional do Escritor - 2014

Em comemoração ao Dia Nacional do Escritor, os grupos literários de Piracicaba junto com a Biblioteca Municipal, vão organizar um evento na área de lazer da rua do Porto, a partir das 9h, domingo, 27 de Julho.
Participam do evento o Centro Literário de Piracicaba (CLIP), Grupo Oficina Literária de Piracicaba (GOLP), Academia Piracicabana de Letras (APL), Clube dos Escritores e Sarau Literário Piracicabano.
Haverá números musicais, varal de poesias, declamação, contação de histórias, atividades para crianças e distribuição de livros, entre outras atrações.
Em caso de chuva, o evento será cancelado e adiado para o domingo seguinte.




segunda-feira, 21 de julho de 2014

Venceu o melhor

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade


     Quase sempre, para amenizar os ânimos e deixar que um determinado resultado seja justo, dizemos “que vença o melhor”. Nesta Copa do Mundo de 2014, o melhor dos times já despontava, porque ouvíamos e líamos sobre tudo o que a seleção da Alemanha havia feito lá em Santa Cruz Cabrália, na Bahia, com o objetivo de vencer este Mundial.
     Os alemães construíram um complexo hoteleiro, um Centro de Treinamento aqui no Brasil e treinavam à uma hora da tarde, com sol a pino, para se adaptar bem ao clima tropical. Pavimentaram estradas próximas ao local, souberam conviver com os índios pataxós, encantando-se com a exuberante beleza nativa.
     Até a grama do campo onde treinavam era da mesma qualidade das arenas oficiais, em que as partidas seriam disputadas na base do suor e sangue, como vimos na final, durante o emocionante jogo realizado domingo no Maracanã.
     Se houve um senão na trajetória alemã, foi o empate com Gana na fase inicial. O time de Gana não é superior à seleção do Brasil. Mas a partida no Estádio Castelão de Fortaleza terminou em 2 X 2. Gana enfrentou bem a Alemanha e lhe deu um certo trabalho.
     Já lemos de tudo, já ouvimos o suficiente sobre a fragorosa derrota brasileira e o inacreditável placar de 7 X 1. De fato, uma seleção pentacampeã jamais poderia perder um jogo com esse número de gols. É absolutamente humilhante, senão desmoralizante.
     Ninguém entende o que houve. O tal “apagão” deixou uma nação literalmente em trevas. Por que nosso meio de campo estava vazio? Por que o técnico não reagia, não pensava numa substituição? E David Luiz jogando numa posição diferente, o “banco” atônito, uma passividade inaceitável.
Aprender com os erros é uma lição maravilhosa. Argumenta-se que nossos "craques" não jogam aqui no Brasil, encontram-se um ano antes em função da Copa e o entrosamento em equipe é complicado. Já os alemães vêm jogando juntos há uns oito anos e prepararam-se técnica e taticamente para ganhar esta Copa do Mundo.
No fatídico jogo de terça-feira passada, era possível ver claramente a falta de esquema tático, além da escalação errada. Todos nos perguntávamos onde Felipão estava com a cabeça. Os alemães partiram para o ataque, limpidamente superiores, encontrando espaço de sobra para os gols. Com o orgulho ferido, hoje vemos os germânicos, aparentemente frios, jogando um futebol caloroso e inteligente, como os nossos craques já jogaram um dia. Em priscas eras...
Foi um mundial digno. Derrubou-se o estigma de que aqui as coisas são feitas ao acaso, na base do famoso “jeitinho” e temia-se pelo fracasso da Copa. Os brasileiros foram receptivos, souberam receber os estrangeiros e, aos nossos olhos, tudo transcorreu como nos demais países que sediaram uma Copa. Nem mais, nem menos. Dentro do padrão Fifa.
Contudo, fica o gosto amargo da derrota, da vergonha, da inferioridade da nossa qualidade técnica e a necessidade de mudanças na confederação dirigente. Aventou-se até mesmo uma “intervenção” no futebol brasileiro, rapidamente repelida pelos cartolas de plantão.
E la nave va...

terça-feira, 15 de julho de 2014

Amorosa consciência

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade
  
     Costumo cultivar uma tese relevante: a de que as coisas não devem ser tão facilmente descartadas. Muitas pessoas se cansam logo do que possuem e se atiram, irrefletidamente, à troca de tudo o que é passível de substituição. Fazem decoração nova na casa a cada ano, renovam também o guarda-roupa, compram e consomem de forma quase irracional, pondo de lado objetos e peças em perfeito estado de uso. Talvez por modismo, ou por pura veleidade.
Hoje, a ordem é reciclar e aproveitar tudo o que pode ser reutilizado. Vivemos tempos críticos, onde a questão do aquecimento global tem inspirado alguns líderes políticos na cruzada em defesa do planeta. O consumo desmedido e irresponsável deverá ser repensado, pois ele tem sua parcela na contribuição ao aquecimento. Será necessária uma revisão dos nossos hábitos e estilos de vida, da cultura da abundância e do desperdício, por meio da conscientização de que devemos extrair da Terra o suficiente para a nossa sobrevivência.
     Vemos em toda parte uma brutal incitação ao consumo. Todos nós precisamos adquirir o necessário para o bem estar do dia-a-dia, consumindo o que está ao nosso alcance. Contudo, a febre de comprar pode se transformar numa armadilha perigosa. Os desavisados caem fácil nesta rede sutil, sem considerar muito bem a razão de se gastar uma pequena fortuna em algo dispensável. Quanta coisa inútil se compra no apelo de um impulso e logo depois descartada. Se ao menos as pessoas se lembrassem de doar, de repartir com quem nada tem.
Diz um leitor que, nos dias de hoje, até mesmo os casamentos são “descartáveis”, as uniões acabam em pouco tempo. E por que isso está ocorrendo em escala assustadora? Mudou o casamento ou mudaram as pessoas? Minha mãe dizia que, para casar, uma pessoa precisa ter uma virtude primordial: a paciência. Paciência para a vida a dois, paciência para criar os filhos.
     Os pais de hoje, embora se esforcem, devem estar inseguros e confusos no quesito “educação”. E quando os jovens cometem toda sorte de delitos, culpam-se os pais. Na tevê, o pai de família reage assustadíssimo, atônito, ao saber que o filho participou de um roubo, de um crime.
A sociedade está vivendo um momento de grande desequilíbrio, os valores estão se invertendo de uma forma cruel. A crônica policial da vida é extensa e os casos são aterradores. O que haverá por trás de cada um deles? Certamente, falta de amor, falta de Deus.
     Ninguém mata, se tem Deus no coração. Ninguém manda matar, se ama e se é amado, se conheceu um dia a grandeza do amor e da proteção. Cresce feliz e saudável aquele que abraçou e foi abraçado, ainda que seja na pobreza ou na posse de poucos bens.
     É feliz a família cujos membros se respeitam, onde os filhos podem contar com pais que os ouvem. Grandiosa é a bênção da paz e da harmonia no lar, quando se reconhece a autoridade paterna. Quão importante é a confiança, o colo da mãe, o ombro do pai, a força do relacionamento franco, equilibrado e amoroso. É esta disponibilidade, esta aproximação de afetos que fazem bater mais forte o coração da vida.



quinta-feira, 10 de julho de 2014

Enquanto o sono tarda

João Baptista de Souza Negreiros Athayde 
Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira

Gosto de poetar sem compromisso, às vezes
quando essas horas caem vagarosas, mortas
e no espaço deriva o pensamento vago
e as musas, flutuando, vêm bater à porta.

O êxtase, talvez, do verso em desalinho
O silêncio, talvez, a despertar a musa
Talvez a lembrança de um passado extinto
Uma ideia, talvez, da mente já confusa.

Não sei. Mas as estrofes simplesmente nascem
nesses momentos largos, de cismar tristonho
Vultos e castelos perpassam mudos, trêmulos
e se esvaem após, como se fossem sonho.

E as horas vão passando, vagarosas, lassas
E o cérebro fervilha no pensar sem fim
Vultos e castelos desmaiam lentamente
enquanto o sono chega...e adormeço, enfim

terça-feira, 8 de julho de 2014

Um brado retumbante





Marisa Bueloni

    Sim, é cantando o Hino Nacional que o povo brasileiro vem dando um brado retumbante. Dei uma passada no Aurélio do computador para traduzir melhor o verbo “retumbar”, que significa “refletir com estrondo; estrondear, ecoar, ressoar, ribombar”.
     Este belo som tem chegado aos nossos ouvidos de muitas formas, por meio dos torcedores apaixonados nas arenas e estádios; no som das cornetas de jovens e crianças que festejam este momento histórico, ou mesmo nos rojões retumbantes após cada vitória da seleção brasileira.
     Hoje é dia de jogo. Deus Pai! Prepare o seu coração. Acerte o seu aí, que eu acerto o meu aqui, diz Silvio Luiz, nas suas folclóricas transmissões, marcando o relógio. Famoso também é o seu “olho no lan-cê!”. Osmar Santos costumava dizer “pimba na gorduchinha”. Grande locutor! Que um dia ele possa retornar ao trabalho esportivo. “Linda, linda, linda”, exclamava Geraldo José de Almeida, quando a jogada era de mestre, e a bola entrava redonda na rede. Fiori Gigliotti ficou famoso com o seu bordão desesperado “o teeeempo passa”, deixando todo mundo nervoso, à beira de um colapso. 
    Ari Barroso, o grande compositor de “Aquarela do Brasil”, também atuou como locutor esportivo. Seu time do coração era o Flamengo e quando a coisa ficava confusa na pequena área, ele dizia quase enfartando: “Eu não quero nem olhar!”.
Mas hoje, todos nós vamos olhar. Nossos olhos desejam ver de novo os bravos heróis das arenas em fileira, em mais um brado retumbante saído do fundo da alma. Não podemos perder este jogo de hoje, Brasil X Alemanha, nas semifinais desta Copa do Mundo de 2014. Esta será, de fato, uma partida inesquecível, porque estará ausente o jovem Neymar, o atacante da camisa 10, ídolo de uma geração que o copia até nos extravagantes cortes de cabelo.
Os ídolos lançam moda, como foi com Ronaldo e aquela mini-franjinha engraçada. E agora, Neymar consegue arrastar uma leva de meninos aos salões para um corte de cabelo não muito fácil de ser executado. Haja talento para acertar na cabeleira da moçada.
É curiosa a evolução dos tempos. Vemos as fotos dos atletas na Copa de 70, por exemplo, e os cabelos eram bem comportados, ninguém de brinco, as chuteiras eram todas pretas e nenhuma ousadia no visual. Jogador de seleção tinha de entrar em campo na maior compostura, despojado de tudo, era o uniforme e só. Hoje, é um festival de adereços, tiaras, rabos de cavalo, brincos, chuteiras coloridas, cabeleiras cacheadas, cabelos eriçados em estilo moicano, cuja releitura nos diverte. Uma das mais célebres cabeleiras é a de Valderrama, o famoso goleiro da Colômbia.
E o nosso craque Neymar? Teve a infelicidade de topar com um Zuñiga abestado, que o atacou sem piedade pelas costas, sofrendo uma agressão física das mais violentas, a ponto de ter fraturado a terceira vértebra da coluna lombar.
Hoje, vamos enfrentar os alemães e seus canhões, não é Chico? E que no apito final, o chope da festa seja regado pela boa cerveja brasileira. Quem sabe? Em possível homenagem a Neymar. Gesundheit!(Saúde!).

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Feira do Livro - Lar dos Velhinhos


A primeira edição do sebo de livros foi um sucesso! 
Gente levando doações e gente comprando. 
Voluntários chegando e pessoas que foram só para conhecer, conversar e dar sugestões.
Dia 2 de agosto tem mais!

(fotos João Nassif e Ivana Negri)
Esse levou muitos livros!
O mais gostoso era garimpar títulos legais!
E valia até sentar no chão para poder escolher melhor
O diretor do Instituto Histórico e Geográfico Vitor Vencovsky prestigiou o evento
Carmen Pilotto e Vera Nassif com as sacolinhas/brinde com poemas confeccionadas pela Carmen  para a ocasião


Escritores prestigiando: Silvia Oliveira e Irineu Volpato


Tanta gente que chegou a formar fila!
João Nassif, Ivana Negri, Dulce Ana Fernandez, sua irmã, Carmen Pilotto e Vera Nassif



sábado, 5 de julho de 2014

Brechó de livros no Lar dos Velhinhos de Piracicaba



SEBO LAR DOS VELHINHOS 
05/07/14 (sábado) 8:00 às 14:00. 
*** Toda a renda obtida será doada ao Lar ***
Participem!

Organizado pelo acadêmico João Umberto Nassif 



Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz