Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

quinta-feira, 30 de julho de 2015

NO OLHAR DE JESUS

Felisbino de Almeida Leme
Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Neto

No seu olhar Jesus ,
Abençoe minha vida .
Tudo me conduz ,
A esta paz prometida.

Neste olhar santo,
Elevo minha alegria.
Enxugo meu pranto,
Na emoção deste dia.

Nesta prece em glórias ,
De divina e sublime luz.
Vem do alto vitórias ,
No olhar sereno  de Jesus .

sábado, 25 de julho de 2015

Escrever por quê?


Ivana Maria França de Negri

            Por que e para quem os escritores e poetas escrevem? E por quais motivos? O que move suas mãos para a pena que, enlouquecida, não pára de deslizar no papel? Enquanto tentam coordenar os pensamentos que surtam como pipocas estourando uma após outra, os dedos percorrem os teclados procurando avidamente as letras que formarão as palavras que irão traduzir seus pensamentos.
É um momento mágico, sublime! Só os que já passaram madrugadas insones com as ideias latejando na cabeça sabem do que eu estou falando.  É uma espécie de febre gostosa , é sentir  o espírito verdejante e a alma florida. Aprende-se a ouvir o silêncio e a enxergar a verdadeira essência das coisas. E enquanto não se coloca a emoção para fora, fica uma espécie de dor, de sufocamento, de angústia, que só se afasta quando as palavras fluem, quando a obra vai tomando forma.
E o que dizer do poeta, que vê tudo com olhos de paixão, extasia-se com coisas frugais e coloca a alma na ponta da caneta para trazer à luz seus tesouros ocultos? Feliz dele que consegue acordar os sonhos, comungar as belezas da vida e traduzir a voz das plantas e dos animais. Às vezes enxerga o mar inteirinho dentro de uns certos olhos verdes.
Poetas não costumam passar sua obra pelos filtros da razão. E ainda conseguem a proeza de encaixar toda cadência do universo infinito no espaço restrito de um só verso.
Com o esboço pronto, vem a sensação de saciedade, de paz, de missão cumprida. Compara-se ao gesto de um famoso escultor italiano, que ao ver sua obra acabada, em êxtase exclamou: “parla!”.  Ou ao pintor quando dá a última pincelada no quadro e sente-se um deus diante da obra-prima. E o poeta, assim que termina o poema, se apaixona perdidamente pela musa.
Que coisa fascinante é trazer à luz um texto como se fosse um filho querido. E depois dividi-lo com o mundo, dar-lhe asas, e deixá-lo voar livremente, para que pouse nas mentes de quem os lê e frutifique. Escrever é como adejar asas sem tirar os pés do chão. O escritor possui nadas, mas ao mesmo tempo é dono do mundo.
Escrever é um ato fascinante. Desde tempos imemoriais, nossos antepassados já careciam dessa comunicação com outras cabeças pensantes e queriam dividir suas criações com amigos ou deixar de herança aos descendentes o que levavam em suas almas, suas experiências, suas sagas. De maneira rudimentar “escreviam” com tintas vegetais nas rochas, com gravetos na areia, e onde mais sua imaginação indicasse. Eram os primeiros e incipientes passos da literatura antes do surgimento dos papiros e da pena, precursores da era da informática, quando o mundo se tornou pequeno e globalizou-se.
Para se escrever bem é preciso ler muito. E para isso é necessário que haja bons escritores. As ideias vão se entrelaçando e cadeias de pensamento coletivo vão se formando
Depois da criação do alfabeto e da literatura, nunca mais a humanidade foi a mesma. 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A CHUVA


Leda Coletti

A chuva é a mãe da Terra. Como o recém-nascido não sobrevive sem o leite, principalmente o materno, nós seres humanos  também. Quão bem ela faz às plantas, aos mananciais, rios e mares!
Quando vem brava acompanhada de vento forte nos assusta. Parece que ela se torna mãe exigente, lembrando aos homens, o dever de tomar conta adequadamente do universo.
Se ela encontra um ambiente receptivo, chega mansa, macia. O seu pinga pinga melodioso inspira até poesia.

 Chuva miúda, serena,
respingando as folhas das árvores ,
lavando as telhas dos prédios,
enchendo rios e mananciais.
Chuva amiga,
centelha de vida
revigora, dá alento
à natureza sofrida
pela peste e poluição.

Quando ela demora a chegar sentimos sua falta. Se ela vem demais e estraga programas de viagens, passeios, já começamos a reclamar. Mas ela como mãe do Planeta entende que nem todos os filhos são iguais. Há sempre os insatisfeitos!

~Mãe chuva”, “chuva irmã”,
sua visita é sempre bem-vinda.
Um banho de chuva fria,
desnuda   o nosso  íntimo
faz bem à alma e ao coração.



quarta-feira, 15 de julho de 2015

Lançamento do livro SAGA de PALAVRAS


Autografando
Autoras do livro , sendo 3 integrantes da Academia Piracicabana de Letras
Cassio Negri vice presidente da Academia Piracicabana de Letras

Vendedoras de livros




















 João Athayde falando pelo CLIP


segunda-feira, 13 de julho de 2015

UNICULT - Concurso Literário




As inscrições para o 11° Concurso de Contos será de 10 á 25 de Agosto de 2015.

Segue link para demais informações.
http://www.unimep.br/mostraacademica/index.php?fid=66&ct=1090

N.U.C.
Núcleo Universitário de Cultura da UNIMEP
Tel: 19 3124-1603
Web: http://www.unimep.br/nuc
Visite nossa página do facebook:www.facebook.com/unimepnuc

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Convite - Lançamento do livro Saga das Palavras

O livro foi patrocinado pela Oji papéis e será vendido no dia do lançamento por $20 reais.
A renda será revertida ao Recanto dos Livros - Lar dos Velhinhos de Piracicaba

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz