Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Ivana Maria França de Negri
Segundo Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



Seguidores

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

EMOÇÃO DO NATAL

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  


É noite de Natal!
Sei que aqui
Tem anjos de luz,
Trazendo pela mão
O nosso Menino Jesus.

Aqui é a manjedoura
Sinto o perfume de mirra,
Incenso e jasmim
Maria a tudo vela
Rogando a PAZ duradoura.

Parece até uma capela
Irradiando só amor.
Nisso Jesus Menino
Abre seus braços e
Sorri para mim.
Afastando toda dor...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

“Mudaram os Natais ou mudei eu?”

Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33
Patrono: Fernando Ferraz de Arruda

    Natal virou sinônimo de se empanturrar de comida, de beber além da conta e de consumir, consumir e consumir!
   Onde perdeu-se a essência do início? Onde ficou a magia da estrela, o deslumbramento com o presépio vivo, o Menino Sagrado, os reis do Oriente, a mensagem cristã?
Machado de Assis, numa de suas inspiradas elucubrações poéticas, criou a questão que empresta o titulo à minha crônica.
Muito se tem discutido sobre as mudanças que se operam com o passar dos anos. O Natal da infância é encantado, como encantados são todos os dias da aurora da nossa vida. O gosto das frutas colhidas no pé, o aroma dos bolos fofinhos da vovó, as histórias de bruxas e fadas das titias e madrinhas, o vai-e-vem na cozinha, o pinheiro feito de um galho de árvore e as cartinhas escritas com a ajuda  dos mais velhos, tudo tão maravilhoso...
Como era bom deixar a fantasia aflorar, e ver com olhos infantis toda a mágica atmosfera do Natal e enxergar as pessoas em sua essência e não pela sua posição social, pelo cargo que ocupam ou pelas cifras em suas contas bancárias.
Criança vibra com as novas descobertas, maravilha-se com as pequenas coisas e vive em estado permanente de encantamento. É o Natal inocente dos pequeninos, que esperam os presentes que o bom velhinho vai lhes trazer como prêmio pelo bom comportamento. Também tem a aura de sacralidade que envolve o presépio, o bebê rosado e sorridente entre os animaizinhos ao redor da manjedoura e os misteriosos reis magos com seus presentes esquisitos.
A gente cresce e o encanto se quebra, os sonhos viram pó, os problemas e as preocupações tomam conta da nossa vida, que perde a poesia. Entramos numa roda viva e não sabemos mais sair dela. Não se encontra mais a porta de saída. E chegam as neuroses, o esgotamento, o desânimo, a depressão, as doenças misteriosas que ninguém sabe como aparecem e muito menos o medicamento milagroso que vai curá-las. Mudaram os Natais? Ou mudamos nós?
É, meu caro Machado, certamente todos nós mudamos com o passar dos anos. Mas a celebração do Natal também vai ficando diferente ano a ano. Se nada é estático e tudo está em constante transformação, por que não mudaria o espírito do Natal?
 Alguns chamam a isso de progresso, outros de evolução. Crescemos e somos induzidos a enxergar o Natal de outra forma.
Mas há quem consiga sentir as sensações mágicas da infância, ter o encanto preservado, apesar de tudo.
Vamos buscar a criança que fomos um dia, e que jamais morreu no fundo do nosso ser.  É Natal! Tempo mágico de colorir a vida e de paz universal.

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)