Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

Seguidores

sábado, 31 de outubro de 2015

Nota de falecimento - Ludovico da Silva


Faleceu o fundador do GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba) ,  escritor Ludovico da Silva, aos 86 anos.
Natural de Piracicaba, São Paulo. 
Contabilista, Professor, Economista e Jornalista. 
Membro fundador do Grupo Oficina Literária de Piracicaba. 
Contista e cronista. Escrevia para jornais e revistas. 
Participante de diversas antologias. 
Premiado em concursos nacional e internacional. Teve o texto "O Brasil que Cabral não viu", vencedor do I Festival Literário, promovido pela E. S. A. "Luiz de Queiroz", da Universidade de São Paulo, ano 2000, encenado em espaços culturais piracicabanos, em comemoração dos 500 anos do descobrimento do Brasil. 
Agraciado com dezenas de medalhas e troféus, entre as quais a primeira Medalha de Literatura "Profa. Branca Motta de Toledo Sachs", no ano de 2006, prêmio instituído pela Secretaria de Ação Cultural da Prefeitura Municipal de Piracicaba.
Um dos coordenadores da página Prosa & Verso, publicada semanalmente pelo jornal A Tribuna Piracicabana, há 15 anos. Autor do livro "Diário de Um Ano Bissexto".
Uma perda irreparável para a literatura e para o grupo que fundou em 1989, há exatos 26 anos.
A APL envia condolências a toda a família.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Coletivos contemporâneos

 Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara

Novos tempos se anunciam enigmáticos... Observo a solitude  voluntária de alguns e o temor da solidão de outros que se juntam em bandos nas situações pontuais: casamentos, velórios, eventos festivos, cerimônias civis, redes sociais entre outras. E se aquietam com seus pares na esperança de dias melhores.


domingo, 18 de outubro de 2015

Ação-reflexão


Rosaly Ap. Curiacos de Almeida Leme

Há quem construa riqueza,
Casas palácios ,talvez,
Há quem cuide da beleza, 
Das roupas ou da nudez .

Há quem cuide da saúde 
Da vida ou do “açude”.
Há quem busque enriquecer,
“coisificando” o saber.

Quanto a mim construo sonhos,
Talvez durem um só momento,
Um a um eu os exponho 
Num encontro sentimento.

Esta è a minha coleção,
encontros para unidade
trabalho a emoção
dentro da realidade.

Sou “semeadora de sonhos “

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Oficina de Poesias no Colégio Dom Bosco Assunção - Piracicaba

Crianças do 4o ano escrevendo poesias após a oficina
Leitura dos poemas produzidos

Com duas das professoras do 4o ano

As poesias produzidas farão parte de um varal de poemas em outubro


Poesias ilustradas pelos próprios alunos





Oficina de Poesia

O que é uma oficina de poesia?
A palavra oficina deriva-se de ofício, trabalho, então, numa oficina de poesia trabalham-se palavras.

Quando me perguntam o que é poesia, eu respondo que é escrever com o coração.
Mergulhados no silêncio, ouvir a voz interior que sempre tem muito a dizer, mas que na correria não paramos para ouvir.
 E o poeta é aquele que consegue captar essa poesia e traduzir a linguagem do coração.
A verdadeira poesia nunca vai morrer porque ela está em tudo.
E o universo pode caber inteirinho em um só verso.
Poesia é um momento especial sendo eternizado.
Poesia é a arte de exprimir as emoções em palavras.
É a linguagem do coração. Ele dita e o poeta escreve.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Queria, quero...


Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme
Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges


              Queria sentir uma brisa suave a acariciar o meu rosto,mas ocorre uma tempestade com raios que ofuscam minha visão cansada.
            Queria o bem rondando a vida de todos, mas os noticiários me falam de crimes, de mortes, de roubos, de corrupção, maldades contra tudo e contra todos...
              Apesar disto é preciso ter esperança. Esperança de dias melhores.
               Esperança de brisa suave acariciando nosso rosto, sussurrando paz.
               É preciso ter entusiasmo, alegria de viver e de proteger a vida e a vida em abundância como nos diz Jesus .

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Medalha de Mérito Cultural na área de Literatura/2015

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco
Artistas de várias modalidades receberão medalhas de mérito cultural por destacarem-se em suas áreas e por promover a cultura piracicabana.
Leda Coletti, integrante da Academia Piracicabana de Letras, do Grupo Oficina Literária de Piracicaba, do Centro Literário de Piracicaba e do Clube dos Escritores, recebe a medalha "Branca Motta de Toledo Sacks" na área de Literatura / 2015.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

ANACRONISMO

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella

            Visitei minha terra.  Depois de algum tempo, o ser humano sente necessidade de um retorno, espécie de aconchego e reencontro com suas raízes.  As cidades pequenas possuem afinidades e características semelhantes, um cunho de simplicidade e de ternura que fala mais profundo ao coração.
            Em São Simão, o sol mais claro e o céu mais azul, livres da poluição, iluminam e destacam as paredes de pintura nova de casario de telhado brilhante, quase todo no alinhamento das calçadas.  Em acordo tácito, os moradores resolveram  renovar suas casas que contrastavam a velhice  com as construções recentes.
            Andei pelas ruas e calçadões estreitos e altos, cumprimentando parentes, conhecidos e desconhecidos, surpresos com a interpelação e a curiosidade da visitante.    Debrucei-me sobre as velhas pontes do rio que corta a cidade e olhei longe para os  grandes pomares com suas mangueiras amarelinhas de frutos, recordando-me do tempo em que vivia empoleirada sobre seus galhos ou  no balanço de corda, ganhando as alturas e sonhando alto.
              Em frente ao Grupo Escolar, detive-me por algum tempo.  Ali se desdobraram meus primeiros contatos disciplinados com o saber e o dever transmitidos  por mestres dedicados e capazes que me acentuaram o gosto pelos livros.  Na pracinha da Igreja Matriz, defronte ao Grupo, lembrei-me das quermesses e das festas religiosas, num tempo em que a confraternização era mais cordial e mais simples, as comadres  atualizavam os mexericos e os “correio-elegantes” funcionavam a todo vapor, endereçando declarações de amor aos namorados...       As crianças, na barraca das pescarias brincavam e sonhavam, num tempo em que o “faz de conta” e o medo gostoso das histórias de assombração, do saci Pererê e das bruxas com poderes sobrenaturais eram pura ficção sem maiores consequências...
            Muita coisa se extinguiu na terrinha e não está como antes.  A estação ferroviária da Mogiana, bem pertinho da casa onde nasci, transformou-se em Rodoviária.  Já não se ouvem os apitos sincopados e compridos, os vagões arrastando-se nos trilhos, em manobras ou arranques definitivos.  A chegada dos “Rápidos” da manhã e da tarde, sempre atrasados, e dos “Noturnos”, constituía um acontecimento.  Nas plataformas um alvoroço: quem vem, quem não vem, os “despejos” dos passageiros e as despedidas com acenos de mãos e de lenços, lágrimas e sorrisos que sugeriam a busca do desconhecido e das aventuras.
            Na sorveteria, bem na esquina da “Rua do Meio”, perto da praça principal, pedi um picolé de chocolate, o “sorvete de pauzinho” de minha infância, tão desejado e proibido, em razão da provável dor de garganta.  Na praça maior, uma decepção:  as espirradeiras, os chapéus de sol foram substituídos e o coreto, em volta do qual se brincava de ciranda, de amarelinha, de fura-bolo e samba- lelê, ouvindo a “banda” ou a “retreta”, já não existe.

            Sentei-me no banco de pedra, diante dos morros e do Cruzeiro, bem no alto, que já acendia suas luzes.  O sol se despedira desmaiando em sua apoteose derradeira.  Os sinos da Matriz do meu  batismo , os mesmos sinos tangiam docemente, enquanto  eu usufruía o silêncio, quebrado apenas pelo rumorejo do ribeirão ali próximo e o pio dos pássaros, aninhando-se sob as árvores...  Senti-me proprietária daquela doçura e daquele envolvimento...  Súbito, ouço os acordes de uma antiga música: uma oferta anônima para completar um dia muito pleno em que me debrucei sobre o passado, com saudade da menina que lá ficou!...

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A saga dramática dos refugiados

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella


            O contraste é muito grande : de um lado, um mundo em pleno progresso  material, avançando em suas conquistas tecnológicas e espaciais e empregando nestas pesquisas bilhões de euros e de dólares;  de outro lado e bem sob nossas vistas, graças à celeridade  da comunicação global, milhões de imigrantes e refugiados cruzando fronteiras ( quando podem) e fugindo do inferno em que se transformou suas pátrias de origem.  São mais de 51 milhões e nunca foram tantos, desde a segunda guerra mundial.
            O êxodo é dramático e, para muitos, comovente, dolorido, inaceitável! A imagem do pequenino sírio Aislam, de três anos, vítima do naufrágio de um barco, e atirado na praia como adormecido é de arrancar lágrimas de impotência e de revolta. Onde está o coração  dos países ricos que assiste a esse êxodo   desesperado à procura de um abrigo, em busca de melhores condições de vida, fugindo  do horror dramático das guerras, dos fundamentalismos, das perseguições e dos exploradores, dos genocídios e das misérias de toda ordem?  
            Tenho comigo uma inquietação talvez mais acentuada com relação à condição humana, `a sua valorização, aquilo que o ser humano traz em seu coração como participante da vida livre, no sentido de construir a paz e seu próprio destino no mundo. Aquela face terrível do”homo homini lupus”se me apresenta como um paradoxo, uma contradição, uma deformação de tudo aquilo que o Criador, em Sua infinita sabedoria  deseja para nós, embora nos tenha legado o livre arbítrio, a decisão só nossa em todas as opções. Nisto, sim, sou inconformada. Preocupo-me com os rumos da sociedade moderna, imediatista, que vem colocando em primeiro lugar e como norma de vida, o relativismo absoluto que esconde enormes carências, a de Deus, sobretudo. E nunca, penso eu, a humanidade se viu tão ameaçada e infeliz, às voltas com problemáticas tão agudas, como a de agora.
 Os conflitos, os condicionamentos, a massificação, a mediocridade e o desinteresse por objetivos mais elevados; uma certa arrogância irresponsável quanto ao dever tão necessário de observar  e respeitar os valores que dão sentido à vida, numa forma de rebaixamento e de cinismo; o  desrespeito à vida numa intenção insana de destruí-la em todas as suas formas,manifestado contra a criança nas etapas de seu desenvolvimento, a partir da concepção, no menosprezo e no preconceito contra os mais velhos, na destruição da natureza, tudo indica um retrocesso de condição, extremamente preocupante. Em ponto menor, relativo ao dever pessoal de cada um fazer a sua parte, as guerras cruéis e genocidas de países e nações não expressam somente o sentimento dos governos beligerantes,elas exprimem a guerra interior dos próprios indivíduos, desprovidos de princípios, de aspirações e de esperanças.  No fundo, no fundo, são pessoas infelizes, incapazes de amar. Uma incapacidade que se torna aberração. A caridade, expressa notavelmente pelo Apóstolo, na 1ª Carta aos Coríntios,cap.13, nos diz respeito. Quem sabe amar é feliz, experimenta a paz de consciência, aquela paz que não é a deste mundo, prometida por Jesus.
O problema de assistência aos refugiados está cada vez mais sob a responsabilidade de países com poucos recursos que abrigam 86% dos emigrantes, enquanto os países ricos atendem apenas 14%.  Após o ataque terrorista de 11 de setembro nos Estados Unidos foram adotadas regras mais rígidas para a aceitação de refugiados.
Apesar disso, a queda na taxa desta recepção nos países ricos não implicou na redução de vítimas de conflitos ao redor do mundo, cujo número aumentou e passou a ser maior a procura de abrigo nos países em desenvolvimento. Este aumento se deve à multiplicação e ao agravamento de conflitos armados pelo mundo, além do fechamento de fronteiras por países que estão na região de conflito.O endurecimento das leis e políticas migratórias em países desenvolvidos também elevou o número de pessoas em busca de um novo país como opção.

De qualquer forma e no fundo, no fundo, o que existe  aí  é um esfriamento , uma crise humanitária de governos e dirigentes no sentido de que o ser humano precisa ser acolhido em qualquer lugar do mundo. É um direito que lhe cabe, o da inclusão, o da acolhida, da solidariedade e da ajuda.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Poesia triste



Não há lugar para eles...
Ivana Maria França de Negri

Um anjinho veio à terra
Pra nos dar grande lição
De que vale tanto ouro
Se o verdadeiro tesouro
Dentro está do coração?

Nestas guerras fratricidas
Irmão luta contra irmão
E o saldo se acumulando:
A perda de tantas vidas

Não têm nome e nem nação,
Sem casa e sem compaixão
Vão sucumbindo aos milhares
Pelo egoísmo dos povos
Que não os querem por perto

E nem lhes estendem a mão...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Oficina Literária



O GOLP - Grupo Oficina Literária de Piracicaba -  retomando o antigo projeto das oficinas motivacionais literárias em suas reuniões, oferece a segunda oficina, a cargo da escritora e poetisa Ivana Negri, membro da Academia Piracicabana de Letras, e tem por tema “Egrégora Literária”
Nesta quarta-feira, 2 de setembro,  às 19h30, na Biblioteca Municipal de Piracicaba.
Aberta a quem gosta de escrever.


sábado, 29 de agosto de 2015

O TEMPO AZUL

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade


Ao começar minha crônica semanal, penso no leitor. Que assunto levar a ele, como tocar e encantar seu coração. Estaria ele cansado da vida, das trágicas notícias à sua volta, da aspereza destes dias de estiagem? Vejo como o tempo seco mexe conosco. As viroses parecem aumentar, deixando muita gente combalida e sem energia. Os pequeninos também sofrem e é uma preocupação constante com a saúde.

Então, traço um esquema mental e, na condição de também leitora deste jornal, imagino que o leitor já passou pelas outras páginas, leu notícias diversas, artigos sobre política ou economia, e talvez esteja precisando de um pouco de alento. Sim, seria muita pretensão da minha parte achar que, nestas humildes linhas, seja capaz de transmitir ânimo e coragem. Contudo, tento. Luto com as palavras e com a temática da semana, para brincar com o sonho.

Desenho na página branca do computador um tempo de bonança e de ventura. Nada de sobressaltos ou presságios. Que todos os perigos se afastem de nós e possamos prosseguir serenos na longa estrada da vida. Penso num tempo azul, azul, como a cor do céu que desaba sobre a nossa insignificante existência.
         
Um tempo azul é aquele em que estamos em paz conosco, com nossa consciência e com o próximo. É o tempo de sentir regozijo, alegria, de sentir o amor de Deus. Por vezes, passamos temporadas de tribulação e desassossego, sem nos dar conta do quanto ficamos exauridos. Sabemos perfeitamente quando necessitamos de uma pausa, de um repouso. O corpo emite sinais importantes e devemos prestar atenção neles. Ignorá-los pode ser perigoso.
          
 Quem não tira férias há muito tempo, comece a pensar nisso. Quem não sai da frente da pia e do fogão, tente comprar algumas coisas prontas para comer e reserve para si mesmo algumas horas de lazer. Quem é escravo do trabalho e do dinheiro, revise seus conceitos. Quem está cansado da rotina e da mesmice, aprenda algo novo, lance-se neste desafio de descobrir as muitas possibilidades da vida.
          
 Todo o tempo que vier depois destas descobertas será um tempo azul. Será o tempo que teremos para contemplar o céu. Serão as horas abençoadas para ouvir música. Os longos silêncios, quando isso é possível, na cidade ou no campo. Já morei no campo e me iludi. O som alto também chegou por lá. Nem sempre a sinfonia de pardais é o que prevalece nos recantos ditos bucólicos. Agraciado é aquele que, seja onde for a sua casa, vive num local de paz e de sossego.  

Lutemos por este tempo azul, pelo desfrute de  algumas horas sublimes, momentos de enlevo e de doçura. Aquele passeio que nossa alma precisa dar de vez em quando, ou adoecerá mortalmente. Que cada um aprenda o valioso exercício de encontrar no relógio este tempo precioso, a sabedoria para administrar seus anseios e projetos, salvar sua saúde, seu bem estar, sua lucidez.
          
 Envolvidos pela crise política e econômica do país, é inevitável a nossa inquietação. Mas não escreverei sobre isso aqui, caro leitor. Meu desejo é que você se encante, sinta-se em paz e brinque com o sonho...

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz