Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)
Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)
Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)
Diretoria 2025/2028
Presidente: Raquel Araujo Delvaje
Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky
Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva
1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin
2a secretária: Ivana Maria França de Negri
1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
2o tesoureiro: Edson Rontani Junior
Conselho fiscal:
Antonio Carlos Fusatto
Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal
Cássio Camilo Almeida de Negri
Jornalista responsável: Evaldo Vicente
Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri
Conselho editorial:
Aracy Duarte Ferrari
Eliete de Fatima Guarnieri
Leda Coletti
Lídia Sendin
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins
Seguidores
sábado, 31 de outubro de 2015
Nota de falecimento - Ludovico da Silva
Faleceu o fundador do GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba) , escritor Ludovico da Silva, aos 86 anos.
Natural de Piracicaba, São Paulo.
Contabilista, Professor, Economista e Jornalista.
Membro fundador do Grupo Oficina Literária de Piracicaba.
Contista e cronista. Escrevia para jornais e revistas.
Participante de diversas antologias.
Premiado em concursos nacional e internacional. Teve o texto "O Brasil que Cabral não viu", vencedor do I Festival Literário, promovido pela E. S. A. "Luiz de Queiroz", da Universidade de São Paulo, ano 2000, encenado em espaços culturais piracicabanos, em comemoração dos 500 anos do descobrimento do Brasil.
Agraciado com dezenas de medalhas e troféus, entre as quais a primeira Medalha de Literatura "Profa. Branca Motta de Toledo Sachs", no ano de 2006, prêmio instituído pela Secretaria de Ação Cultural da Prefeitura Municipal de Piracicaba.
Um dos coordenadores da página Prosa & Verso, publicada semanalmente pelo jornal A Tribuna Piracicabana, há 15 anos. Autor do livro "Diário de Um Ano Bissexto".
Uma perda irreparável para a literatura e para o grupo que fundou em 1989, há exatos 26 anos.
A APL envia condolências a toda a família.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Coletivos contemporâneos
![]() |
| Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara |
Novos tempos se anunciam
enigmáticos... Observo a solitude
voluntária de alguns e o temor da solidão de outros que se juntam em
bandos nas situações pontuais: casamentos, velórios, eventos festivos,
cerimônias civis, redes sociais entre outras. E se aquietam com seus pares na
esperança de dias melhores.
domingo, 18 de outubro de 2015
Ação-reflexão
Rosaly Ap. Curiacos de Almeida Leme
Há quem construa riqueza,
Casas palácios ,talvez,
Há quem cuide da beleza,
Das roupas ou da nudez .
Há quem cuide da saúde
Da vida ou do “açude”.
Há quem busque enriquecer,
“coisificando” o saber.
Quanto a mim construo sonhos,
Talvez durem um só momento,
Um a um eu os exponho
Num encontro sentimento.
Esta è a minha coleção,
encontros para unidade
trabalho a emoção
dentro da realidade.
Sou “semeadora de sonhos “
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Oficina de Poesias no Colégio Dom Bosco Assunção - Piracicaba
Crianças do 4o ano escrevendo poesias após a oficina
Leitura dos poemas produzidos
Com duas das professoras do 4o ano
As poesias produzidas farão parte de um varal de poemas em outubro
Poesias ilustradas pelos próprios alunos
Oficina de Poesia
O
que é uma oficina de poesia?
A
palavra oficina deriva-se de ofício, trabalho, então, numa oficina de poesia
trabalham-se palavras.
Quando
me perguntam o que é poesia, eu respondo que é escrever com o coração.
Mergulhados
no silêncio, ouvir a voz interior que sempre tem muito a dizer, mas que na
correria não paramos para ouvir.
E o poeta é aquele que consegue captar essa
poesia e traduzir a linguagem do coração.
A
verdadeira poesia nunca vai morrer porque ela está em tudo.
E
o universo pode caber inteirinho em um só verso.
Poesia
é um momento especial sendo eternizado.
Poesia
é a arte de exprimir as emoções em palavras.
É
a linguagem do coração. Ele dita e o poeta escreve.sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Queria, quero...
| Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges |
Queria sentir uma brisa suave a acariciar o meu rosto,mas ocorre uma tempestade
com raios que ofuscam minha visão cansada.
Queria o bem rondando a vida de todos, mas os noticiários me falam de crimes,
de mortes, de roubos, de corrupção, maldades contra tudo e contra todos...
Apesar disto é preciso ter esperança. Esperança
de dias melhores.
Esperança de brisa suave acariciando nosso rosto, sussurrando paz.
É preciso ter entusiasmo, alegria de viver e de proteger a vida e a vida
em abundância como nos diz Jesus .
Queria sentir uma brisa suave a acariciar o meu rosto,mas ocorre uma tempestade
com raios que ofuscam minha visão cansada.
Queria o bem rondando a vida de todos, mas os noticiários me falam de crimes,
de mortes, de roubos, de corrupção, maldades contra tudo e contra todos...
Apesar disto é preciso ter esperança. Esperança
de dias melhores.
Esperança de brisa suave acariciando nosso rosto, sussurrando paz.
É preciso ter entusiasmo, alegria de viver e de proteger a vida e a vida
em abundância como nos diz Jesus .
Queria sentir uma brisa suave a acariciar o meu rosto,mas ocorre uma tempestade com raios que ofuscam minha visão cansada.
Apesar disto é preciso ter esperança. Esperança de dias melhores.
Esperança de brisa suave acariciando nosso rosto, sussurrando paz.
É preciso ter entusiasmo, alegria de viver e de proteger a vida e a vida em abundância como nos diz Jesus .
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Medalha de Mérito Cultural na área de Literatura/2015
Artistas de várias modalidades receberão medalhas de mérito cultural por destacarem-se em suas áreas e por promover a cultura piracicabana.
Leda Coletti, integrante da Academia Piracicabana de Letras, do Grupo Oficina Literária de Piracicaba, do Centro Literário de Piracicaba e do Clube dos Escritores, recebe a medalha "Branca Motta de Toledo Sacks" na área de Literatura / 2015.
Leda Coletti, integrante da Academia Piracicabana de Letras, do Grupo Oficina Literária de Piracicaba, do Centro Literário de Piracicaba e do Clube dos Escritores, recebe a medalha "Branca Motta de Toledo Sacks" na área de Literatura / 2015.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
ANACRONISMO
![]() |
| Acadêmica Myria Machado Botelho Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella |
Visitei minha terra. Depois de algum tempo, o ser humano sente
necessidade de um retorno, espécie de aconchego e reencontro com suas
raízes. As cidades pequenas possuem
afinidades e características semelhantes, um cunho de simplicidade e de ternura
que fala mais profundo ao coração.
Em São Simão, o sol mais claro e o
céu mais azul, livres da poluição, iluminam e destacam as paredes de pintura
nova de casario de telhado brilhante, quase todo no alinhamento das calçadas. Em acordo tácito, os moradores
resolveram renovar suas casas que
contrastavam a velhice com as
construções recentes.
Andei pelas ruas e calçadões estreitos
e altos, cumprimentando parentes, conhecidos e desconhecidos, surpresos com a
interpelação e a curiosidade da visitante.
Debrucei-me sobre as velhas pontes do rio que corta a cidade e olhei
longe para os grandes pomares com suas
mangueiras amarelinhas de frutos, recordando-me do tempo em que vivia
empoleirada sobre seus galhos ou no balanço
de corda, ganhando as alturas e sonhando alto.
Em frente ao Grupo Escolar, detive-me por algum tempo. Ali se desdobraram meus primeiros contatos
disciplinados com o saber e o dever transmitidos por mestres dedicados e capazes que me
acentuaram o gosto pelos livros. Na
pracinha da Igreja Matriz, defronte ao Grupo, lembrei-me das quermesses e das
festas religiosas, num tempo em que a confraternização era mais cordial e mais
simples, as comadres atualizavam os
mexericos e os “correio-elegantes” funcionavam a todo vapor, endereçando
declarações de amor aos namorados... As
crianças, na barraca das pescarias brincavam e sonhavam, num tempo em que o
“faz de conta” e o medo gostoso das histórias de assombração, do saci Pererê e
das bruxas com poderes sobrenaturais eram pura ficção sem maiores
consequências...
Muita coisa se extinguiu na terrinha
e não está como antes. A estação
ferroviária da Mogiana, bem pertinho da casa onde nasci, transformou-se em
Rodoviária. Já não se ouvem os apitos
sincopados e compridos, os vagões arrastando-se nos trilhos, em manobras ou
arranques definitivos. A chegada dos “Rápidos”
da manhã e da tarde, sempre atrasados, e dos “Noturnos”, constituía um
acontecimento. Nas plataformas um
alvoroço: quem vem, quem não vem, os “despejos” dos passageiros e as despedidas
com acenos de mãos e de lenços, lágrimas e sorrisos que sugeriam a busca do
desconhecido e das aventuras.
Na
sorveteria, bem na esquina da “Rua do Meio”, perto da praça principal, pedi um
picolé de chocolate, o “sorvete de pauzinho” de minha infância, tão desejado e
proibido, em razão da provável dor de garganta.
Na praça maior, uma decepção: as
espirradeiras, os chapéus de sol foram substituídos e o coreto, em volta do
qual se brincava de ciranda, de amarelinha, de fura-bolo e samba- lelê, ouvindo
a “banda” ou a “retreta”, já não existe.
Sentei-me no banco de pedra, diante
dos morros e do Cruzeiro, bem no alto, que já acendia suas luzes. O sol se despedira desmaiando em sua apoteose
derradeira. Os sinos da Matriz do
meu batismo , os mesmos sinos tangiam
docemente, enquanto eu usufruía o silêncio,
quebrado apenas pelo rumorejo do ribeirão ali próximo e o pio dos pássaros,
aninhando-se sob as árvores... Senti-me
proprietária daquela doçura e daquele envolvimento... Súbito, ouço os acordes de uma antiga música:
uma oferta anônima para completar um dia muito pleno em que me debrucei sobre o
passado, com saudade da menina que lá ficou!...
terça-feira, 15 de setembro de 2015
A saga dramática dos refugiados
![]() |
| Acadêmica Myria Machado Botelho Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella |
O
contraste é muito grande : de um lado, um mundo em pleno progresso material, avançando em suas conquistas
tecnológicas e espaciais e empregando nestas pesquisas bilhões de euros e de
dólares; de outro lado e bem sob nossas
vistas, graças à celeridade da
comunicação global, milhões de imigrantes e refugiados cruzando fronteiras (
quando podem) e fugindo do inferno em que se transformou suas pátrias de
origem. São mais de 51 milhões e nunca
foram tantos, desde a segunda guerra mundial.
O
êxodo é dramático e, para muitos, comovente, dolorido, inaceitável! A imagem do
pequenino sírio Aislam, de três anos, vítima do naufrágio de um barco, e
atirado na praia como adormecido é de arrancar lágrimas de impotência e de
revolta. Onde está o coração dos países
ricos que assiste a esse êxodo
desesperado à procura de um abrigo, em busca de melhores condições de vida,
fugindo do horror dramático das guerras,
dos fundamentalismos, das perseguições e dos exploradores, dos genocídios e das
misérias de toda ordem?
Tenho
comigo uma inquietação talvez mais acentuada com relação à condição humana, `a
sua valorização, aquilo que o ser humano traz em seu coração como participante
da vida livre, no sentido de construir a paz e seu próprio destino no mundo.
Aquela face terrível do”homo homini lupus”se me apresenta como um paradoxo, uma
contradição, uma deformação de tudo aquilo que o Criador, em Sua infinita
sabedoria deseja para nós, embora nos
tenha legado o livre arbítrio, a decisão só nossa em todas as opções. Nisto,
sim, sou inconformada. Preocupo-me com os rumos da sociedade moderna,
imediatista, que vem colocando em primeiro lugar e como norma de vida, o
relativismo absoluto que esconde enormes carências, a de Deus, sobretudo. E
nunca, penso eu, a humanidade se viu tão ameaçada e infeliz, às voltas com
problemáticas tão agudas, como a de agora.
Os conflitos, os condicionamentos, a
massificação, a mediocridade e o desinteresse por objetivos mais elevados; uma
certa arrogância irresponsável quanto ao dever tão necessário de observar e respeitar os valores que dão sentido à vida,
numa forma de rebaixamento e de cinismo; o
desrespeito à vida numa intenção insana de destruí-la em todas as suas
formas,manifestado contra a criança nas etapas de seu desenvolvimento, a partir
da concepção, no menosprezo e no preconceito contra os mais velhos, na
destruição da natureza, tudo indica um retrocesso de condição, extremamente
preocupante. Em ponto menor, relativo ao dever pessoal de cada um fazer a sua
parte, as guerras cruéis e genocidas de países e nações não expressam somente o
sentimento dos governos beligerantes,elas exprimem a guerra interior dos
próprios indivíduos, desprovidos de princípios, de aspirações e de esperanças. No fundo, no fundo, são pessoas infelizes,
incapazes de amar. Uma incapacidade que se torna aberração. A caridade,
expressa notavelmente pelo Apóstolo, na 1ª Carta aos Coríntios,cap.13, nos diz
respeito. Quem sabe amar é feliz, experimenta a paz de consciência, aquela paz
que não é a deste mundo, prometida por Jesus.
O problema de
assistência aos refugiados está cada vez mais sob a responsabilidade de países
com poucos recursos que abrigam 86% dos emigrantes, enquanto os países ricos
atendem apenas 14%. Após o ataque
terrorista de 11 de setembro nos Estados Unidos foram adotadas regras mais
rígidas para a aceitação de refugiados.
Apesar disso, a
queda na taxa desta recepção nos países ricos não implicou na redução de
vítimas de conflitos ao redor do mundo, cujo número aumentou e passou a ser
maior a procura de abrigo nos países em desenvolvimento. Este aumento se deve à
multiplicação e ao agravamento de conflitos armados pelo mundo, além do
fechamento de fronteiras por países que estão na região de conflito.O
endurecimento das leis e políticas migratórias em países desenvolvidos também
elevou o número de pessoas em busca de um novo país como opção.
De qualquer
forma e no fundo, no fundo, o que existe
aí é um esfriamento , uma crise
humanitária de governos e dirigentes no sentido de que o ser humano precisa ser
acolhido em qualquer lugar do mundo. É um direito que lhe cabe, o da inclusão,
o da acolhida, da solidariedade e da ajuda.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Poesia triste
Não há
lugar para eles...
Ivana Maria França de Negri
Um
anjinho veio à terra
Pra
nos dar grande lição
De que
vale tanto ouro
Se o
verdadeiro tesouro
Dentro
está do coração?
Nestas
guerras fratricidas
Irmão
luta contra irmão
E o
saldo se acumulando:
A perda
de tantas vidas
Não têm
nome e nem nação,
Sem
casa e sem compaixão
Vão
sucumbindo aos milhares
Pelo
egoísmo dos povos
Que
não os querem por perto
E nem
lhes estendem a mão...
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Oficina Literária
O GOLP - Grupo Oficina Literária de Piracicaba - retomando o antigo projeto das oficinas motivacionais literárias em suas reuniões, oferece a segunda oficina, a cargo da escritora e poetisa Ivana Negri, membro da Academia Piracicabana de Letras, e tem por tema “Egrégora Literária”
Aberta a quem gosta de escrever.
sábado, 29 de agosto de 2015
O TEMPO AZUL
![]() |
| Marisa F. Bueloni Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade |
Ao começar minha crônica semanal, penso no leitor. Que assunto levar a ele, como tocar e encantar seu coração. Estaria ele cansado da vida, das trágicas notícias à sua volta, da aspereza destes dias de estiagem? Vejo como o tempo seco mexe conosco. As viroses parecem aumentar, deixando muita gente combalida e sem energia. Os pequeninos também sofrem e é uma preocupação constante com a saúde.
Então, traço um esquema mental e, na condição de também leitora deste jornal, imagino que o leitor já passou pelas outras páginas, leu notícias diversas, artigos sobre política ou economia, e talvez esteja precisando de um pouco de alento. Sim, seria muita pretensão da minha parte achar que, nestas humildes linhas, seja capaz de transmitir ânimo e coragem. Contudo, tento. Luto com as palavras e com a temática da semana, para brincar com o sonho.
Desenho na página branca do computador um tempo de bonança e de ventura. Nada de sobressaltos ou presságios. Que todos os perigos se afastem de nós e possamos prosseguir serenos na longa estrada da vida. Penso num tempo azul, azul, como a cor do céu que desaba sobre a nossa insignificante existência.
Um tempo azul é aquele em que estamos em paz conosco, com nossa consciência e com o próximo. É o tempo de sentir regozijo, alegria, de sentir o amor de Deus. Por vezes, passamos temporadas de tribulação e desassossego, sem nos dar conta do quanto ficamos exauridos. Sabemos perfeitamente quando necessitamos de uma pausa, de um repouso. O corpo emite sinais importantes e devemos prestar atenção neles. Ignorá-los pode ser perigoso.
Quem não tira férias há muito tempo, comece a pensar nisso. Quem não sai da frente da pia e do fogão, tente comprar algumas coisas prontas para comer e reserve para si mesmo algumas horas de lazer. Quem é escravo do trabalho e do dinheiro, revise seus conceitos. Quem está cansado da rotina e da mesmice, aprenda algo novo, lance-se neste desafio de descobrir as muitas possibilidades da vida.
Todo o tempo que vier depois destas descobertas será um tempo azul. Será o tempo que teremos para contemplar o céu. Serão as horas abençoadas para ouvir música. Os longos silêncios, quando isso é possível, na cidade ou no campo. Já morei no campo e me iludi. O som alto também chegou por lá. Nem sempre a sinfonia de pardais é o que prevalece nos recantos ditos bucólicos. Agraciado é aquele que, seja onde for a sua casa, vive num local de paz e de sossego.
Lutemos por este tempo azul, pelo desfrute de algumas horas sublimes, momentos de enlevo e de doçura. Aquele passeio que nossa alma precisa dar de vez em quando, ou adoecerá mortalmente. Que cada um aprenda o valioso exercício de encontrar no relógio este tempo precioso, a sabedoria para administrar seus anseios e projetos, salvar sua saúde, seu bem estar, sua lucidez.
Envolvidos pela crise política e econômica do país, é inevitável a nossa inquietação. Mas não escreverei sobre isso aqui, caro leitor. Meu desejo é que você se encante, sinta-se em paz e brinque com o sonho...
Assinar:
Postagens (Atom)
Galeria Acadêmica
1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz




















