Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)
Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)
Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)
Diretoria 2025/2028
Presidente: Raquel Araujo Delvaje
Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky
Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva
1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin
2a secretária: Ivana Maria França de Negri
1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
2o tesoureiro: Edson Rontani Junior
Conselho fiscal:
Antonio Carlos Fusatto
Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal
Cássio Camilo Almeida de Negri
Jornalista responsável: Evaldo Vicente
Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri
Conselho editorial:
Aracy Duarte Ferrari
Eliete de Fatima Guarnieri
Leda Coletti
Lídia Sendin
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins
Seguidores
sábado, 28 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
Pausa necessária
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| Marisa F. Bueloni Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade |
Por alguns momentos, a vida exige a parada necessária. Estrelas conspiram à vista de um noivo cíclico que fecunda os céus com seu brilho de cometa. Paro para procurar na noite o astro luminoso. Paro para rezar o Pai-Nosso e a Ave-Maria. Quantas vezes paramos para ouvir nosso próprio coração?
Paramos para descansar nossas costas depois de um trabalho estafante, detemo-nos nas subidas mais íngremes. E as paradas forçadas, o repouso por recomendação médica? Ninguém gosta de observá-los, sobretudo quando se é dinâmico, com muitos sonhos fervilhando na alma. Pedimos ao corpo para estar de pé todos os dias, selamos um pacto com o Criador e fazemos a nossa parte, religiosamente, esperando que Ele cumpra a Sua.
Às vezes, vamos até a porta para receber a graça que não veio e também para agradecer a que chegou sem que esperássemos. Não queiramos jamais decifrar os desígnios divinos. São caminhos muito diferentes dos nossos e haveremos de aceitar tais situações, pois Deus trabalha com o conhecimento pleno de nossas vidas. Sem passado ou futuro, num eterno presente.
Aqui e ali, paramos. Para acolher a manhã que desponta suave, prenunciando tons invernais. Ela vem carregada de bons frutos, outono de graças. A abundância e a riqueza da vida nos obrigam a parar. Louvor à glória de toda coisa criada sobre a Terra, à beleza das noites estreladas, dos rios e mares, da natureza e dos bichos, do trabalho e do pão.
Parar para comer um pedaço de pão. Eu paro. Não perco, por nada, este “agora” abençoado. O pão que mata a nossa fome acaba, mas há o outro Pão, aquele que alimenta, dá vida e nos ensina a amar. Amar e perdoar. Não se conhece atitude mais bela, mais generosa e mais humana.
Parar para a contemplação pura e simples, deixando-se tocar pelo invisível aos olhos, profetizando em silêncio, e guardando para si o que o espírito captou nas paradas concedidas às almas que buscam a Deus sem cessar.
Há o momento certo da paragem, creio eu, para a profunda reflexão. Não podemos nos entregar ao turbilhão que se alastra à nossa volta, sem raciocinar sobre o que está acontecendo de momento a momento. Tudo é importante, tudo tem seu peso e seu valor. Um pensamento, um abraço, um gesto decidido, o desfecho do que pôde ser bem realizado. Tudo está na tela eterna do universo.
Nas muitas esquinas e cruzamentos do nosso coração há faróis apontando o caminho. Um deles está sempre na cor verde, a passagem é livre, o acesso é de graça. Talvez seja necessário pagar um pedágio que é refletir profundamente para seguir adiante.
Prosseguir ou parar. Eis a questão. Até onde posso ir, quando há sinais avisando o perigo à frente? De onde virá a sabedoria mais bela para o devido discernimento? Se a ousadia da coragem pode nos oferecer o céu na terra, é decisão nossa continuar, mesmo sabendo dos riscos.
Que saibamos compreender a gênese desta pausa que cura e salva. Este momento abençoado de erguer nossos olhos para o alto e receber o entendimento pleno da vida.
No momento, estou parada, esperando o amor!...
terça-feira, 10 de maio de 2016
Método lúdico para o ensino da Gramática
domingo, 8 de maio de 2016
Conto para o Dia das Mães
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Antonio Carlos Fusatto
Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
|
Tudo começou
com uma visita a um lugar que abriga pessoas idosas. Em nossa normal
curiosidade, começamos a questionar, tentando entender porque tantos idosos ali
concentrados!
Não teriam
família, filhos, netos? Ou qualquer pessoa que pudesse compartilhar com eles um
pouco do aconchego e carinho de um lar?
Foi quando
chamou-nos a atenção a figura enigmática de uma senhora; idosa como os demais,
mas com um magnetismo diferente dos outros; forçando-nos constantemente a
voltar o olhar para aquela misteriosa mulher. Devido a nossa indisfarçável
curiosidade, alguém nos confidenciou: “Está meio gagá...” “É o tempo...”,
outras diziam. E outras, ainda: “De há muito foi deixada aqui... Ela é bastante
velha apesar de não aparentar tanto. Dizem que foi muito rica e poderosa,
estudou até no exterior”.
Passamos
então, a observá-la melhor: ora olhava as pessoas como se não existissem;
outras vezes, seu olhar triste, cansado, perdia-se na contemplação do vazio. Parecia
até que lembranças de um passado distante convulsionavam-se em sua mente, como
se coisas proibidas pudessem desnudar segredos pelos quais devaneava sua alma
sofrida.
Aproximamo-nos
dela e não pudemos conter a curiosidade em saber-lhe o nome... Um leve rubor
deixou transparecer, na face mutilada pelo tempo, mas cujos traços deixavam
nítida uma beleza de outrora; um par de olhos azuis parecendo águas-marinhas,
incrustadas num rosto macilento, à sombra de vário bucres brancos que
adornavam-lhes a cabeça, emoldurando a alva tez.
Muitos
a tinham visto sorrindo demoradamente ao pôr-do-sol, até adormecer por algum
tempo, recostada ao tronco de sua árvore preferida, deixando transparecer em
seus lábios um sorriso quase infantil.
“É
a saudade!” diziam os que a conheceram anteriormente. Talvez saudade de uma
infância perdida no tempo... Ela, mulher, mãe e avó, também fora criança, jovem
e tivera uma mãe.
Várias
vezes visitamos aquela senhora, agora atraído mais pelo estranho magnetismo que
pela curiosidade.
Aos
poucos ganhamos sua amizade e tornamo-nos confidentes dela. Seu nome? Não
importa, passamos a chamá-la carinhosamente de vovó.
Contou-nos
fatos de sua infância e adolescência, passadas numa fazenda a região, de suas
viagens para estudar, de seu casamento até a viuvez, dos trabalhos sem
esmorecimento para criar e educar os filhos, hoje todos com família
constituída. Enquanto tivera algum capital para distribuir aos filhos e
disposição para cuidar dos netos, fora tolerada, mas, na medida que os anos
foram se acumulando, e doenças minando-lhes as forças, foi por eles abandonada,
e a família resolveu interná-la naquele local. A princípio, amiúde a visitavam,
mas com o passar do tempo esqueceram-na completamente.
Em
minha cabeça, naquele momento, um turbilhão impedia-me de entender tanta
desventura.
Quantas
noites a pobre anciã chorou e gemeu em sua solidão?...
Num
certo domingo de maio, voltamos a visitá-la para levar algumas guloseimas, e a
encontramos em seu leito bastante debilitada.
Brancas
madeixas emolduravam um rosto ainda altivo, apesar da doença, deixando
transparecer que, aquela mulher fora realmente uma figura bela, cheia de vida e
energia.
Olhou
com espanto e emoção para os pacotes depositados sobre a cama e, de repente em
lágrimas, balbuciou algumas frases quase sussurrando; beijou as mãos deste
visitante, os embrulhos e todos os que estavam a sua volta.
Com
certa dificuldade, voltou a balbuciar quase monologando: “Neste dia, a maioria
das mães ganham presentes e carinhos redobrados dos filhos, outras só
decepções, algumas choram de saudade porque também são filhas, outras escondem
o pranto no sorriso”.
Confidenciou
que durante o sono, havia sonhado o regresso junto aos seus filhos e, que na
casa havia grandes preparativos para recebê-la e comemorarem o DIA DAS MÃES.
Sorria envaidecida com os carinhos recebidos dos netos, que dia maravilhoso
estava passando, os preparativos se intensificavam, o aroma da comida caseira
tomava conta do ar, fitas multicores, papéis para embrulhar presentes, risos e
algazarras dos netos enchiam o casarão do sonho...
Estava
cada vez mais fraca, mas teimava em descrever o sonho minuciosamente. Coisa
incrível! Ante a evidência do que se descortinava, ela se mostrava agora com
uma felicidade transcendente, como se pressentisse a aventura que estava para
começar...repentinamente tudo acabou... junto com o vento que entrava pela
janela, foram-se os últimos suspiros da querida “Vovó”.
De
não muito longe, chegavam os acordes do sino do campanário, chamando os fiéis
para a missa e a meditação.
Exceto
eu, somente as nuvens choravam neste momento; uma chuva fina e persistente
lambia os vidros das janelas, enquanto o vento, seu companheiro de todos os
dias, insistia em entrar novamente, querendo talvez dar um último passeio pelo
quarto.
Um
anônimo abriu uma cova no Solo Santo, que serviu-lhe de morada final, enquanto
a chuvinha fria fustigava as poucas pessoas que, qual sombra no ocaso, deixavam
o local silenciosamente.
E hoje, quantas mães ainda continuam sozinhas
e abandonadas pelos filhos? Quantos ainda choram e se revolvem na solidão?
Quantas sonham em abraçar os filhos e dizer-lhes: ‘Valeu meus queridos, eu vos
amo muito... muito..., muito!... sábado, 7 de maio de 2016
MÃE
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Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz
|
Quase um século, mãe, a andar de trilho em
trilho,
de trabalho em trabalho e de espinho em
espinho.
Pela vida a lutar, deixando a cada filho
um pedaço de amor, um sonho de carinho.
Abriste a cada qual esplêndido caminho,
deixaste-me uma luz na estrada que palmilho.
Foste rever Geraldo, o querido irmãozinho
que tão cedo se foi, como um astro sem brilho.
Se vais gozar no céu a presença divina
como prêmio final ao que com Deus convive,
vais abrir-nos a senda eterna e peregrina.
Os teu filhos estão agora, na orfandade,
mas a tua figura excelsa ainda vive
entre nós a esperar que chegue a Eternidade.
Quase um século, mãe, a andar de trilho em
trilho,
de trabalho em trabalho e de espinho em
espinho.
Pela vida a lutar, deixando a cada filho
um pedaço de amor, um sonho de carinho.
Abriste a cada qual esplêndido caminho,
deixaste-me uma luz na estrada que palmilho.
Foste rever Geraldo, o querido irmãozinho
que tão cedo se foi, como um astro sem brilho.
Se vais gozar no céu a presença divina
como prêmio final ao que com Deus convive,
vais abrir-nos a senda eterna e peregrina.
Os teu filhos estão agora, na orfandade,
mas a tua figura excelsa ainda vive
entre nós a esperar que chegue a Eternidade.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
MINHA MÂE
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| Elda Nympha Cobra Silveira Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior |
Mamãe,
como a vida retira de mim
Sua presença?
Agradeço-lhe a minha nascença.
Nossos anos juntaram-se!
Os meus junto aos seus,
Mas o tempo os truncou e...
Você partiu e foi para o etéreo,
O infinito...
Lá deve ser mais bonito!
Ultrapassei sua idade finita.
Hoje prossigo sem você,
mas com sua descendência
Vejo você nos filhos, netos e bisneto.
Eles são meus amores prediletos.
Vejo você nos abraços que recebo,
nas palavras de amor e carinho,
com que todos me presenteiam...
domingo, 1 de maio de 2016
Campos do Jordão – Amor e Paz
Os
majestosos pinheirais
Resquícios
da Mata Atlântica,
As
esculturas de Letícia Leirner
Numa
visão ecológica,
A
Serra da Mantiqueira e seus ais
Contorna
a cidade e o coração.
Nos
convidam alegres a adentrar
O
Auditório Cláudio Santoro.
Músico,
maestro, compositor amazonense,
Fundador
de importantes orquestras,
De
renome nacional,
E
reconhecimento internacional.
Seu
nome lembrado será,
Na
cidade turística Campos de Jordão.
Conhecida,
visitada, apreciada,
Cultura
contagiante...
A
produção deste poema
Culmina
com a apresentação,
Da
Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
Emocionou
turistas de todo o Brasil.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
IHGP - Posse da nova diretoria do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba
A
professora e escritora Valdiza Maria Capranico é a nova presidente do Instituto
Histórico e Geográfico de Piracicaba.
A
diretoria eleita e empossada dia 27 de abril vai comandar o Instituto por dois
anos.
A nova diretoria na noite
da posse:
Vice Vitor Pires
Vencovsky, 1º secretário Edson Rontani Junior, 2o secretário Pedro Caldari, 1º
tesoureiro Alexandre Neder, 2o tesoureiro Toshio Icizuca, orador Gustavo Alvim,
diretor de acervo Antonio Carlos Angolini, suplentes da diretoria João Nassif,
Jamil Abib e Rubens Leite do Canto Braga, conselho fiscal Antonio Messias
Galdino, Luis Antonio Balaminut e Claudio Pollesel, suplentes Antonio Carlos Neder, Geraldo Mello
Ayres e Legardeth Consolmagno.
Auditório lotado com presenças ilustres
quarta-feira, 27 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Rua Samuel Pfromm Netto
|
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Galeria Acadêmica
1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz










