Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Elias Salum
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Rosaly Curiacos de Almeida Leme
Myria Machado Botelho


Seguidores

domingo, 21 de agosto de 2016

Convite - Lançamento do livro dos 110 anos do Lar dos Velhinhos de Piracicaba "RETRATOS de VIDAS" - A Beleza do Envelhecimento


Autoras do livro: Elisabete Bortolin, Madalena Tricanico, Lourdinha Sodero Martins, Ivana Negri, Carmen Pilotto e Leda Coletti.
Todas integram o Grupo Oficina Literária de Piracicaba (GOLP), o Centro Literário de Piracicaba (CLIP) e são voluntárias do Recanto dos Livros do Lar dos Velhinhos de Piracicaba.
Quatro das escritoras são acadêmicas da Academia Piracicabana de Letras (APL).
O livro teve o patrocínio do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP)


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

LEITURAS MÁGICAS

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  


Ao longo da vida, quem gosta de ler, obviamente vai se inteirando de temas que os livros trazem para nos dar prazer e cultura. E esse prazer vai se ampliando á medida que aumentam nossos anos de leitura envolvente, cheirosa, sim cheirosa, porque o olfato se delicia com o perfume das folhas viradas em sequência.
Seu  cheiro é uma combinação de grama, ácidos, baunilha e mofo.  Mas, ao contrário do que pensa o senso comum, os primeiros livros impressos sobreviveram por mais de 500 anos devido à pureza do papel. Quando entramos nesses lugares onde se vendem livros usados e antigos, sentimos aquele aroma particular de livros envelhecidos pelo tempo. Alguns amam o cheiro e outros o detestam. Depende da idade o tema que nos agrada.
Quando criança gostávamos de livros infantis e cheio de figuras, que os tornavam mais chamativos para ajudar a criar os personagens na nossa imaginação como os de Monteiro Lobato com “Caçadas de Pedrinho” que ganhei da minha madrinha, Fábulas dos Irmãos Grimm com a história do Chapeuzinho Vermelho, Esopo que escreveu  “A Raposa e as Uvas” e “A Cigarra e a Formiga”, Perrault “A Bela Adormecida”,  Andersen que escreveu “João e Maria”, Carrol nos conta sobre “Alice no Pais das Maravilhas”, e em 1980 Ziraldo com “O Menino Maluquinho” foi ao auge, Mauricio de Souza com A Turma da Monica, Lewis Clive com as “Crônicas de Nárnia”.
Já na adolescência  temos um diferencial, por causa dos hormônios, que estavam despertando, preferíamos romances se fossemos  garotas e os meninos revistas  de super-heróis, e assim sucessivamente íamos transformando nosso gosto pelas leituras, de acordo com a faixa etária.
Várias décadas atrás a juventude amava ler livros de M. Delly, Agatha Cristhie, romances para adolescentes, Erico Veríssimo, Machado de Assis, e outros bem famosos como “A Moreninha” “O cortiço”. “Moby Dick”, “O pequeno Príncipe”, “O Retrato de Dorian Gray”, “Dom Quixote”, “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen, “A escrava Isaura” de Bernardo Guimarães.
Em sequência vieram os livros de Julio Verne, clássicos da literatura que até hoje alimentam o imaginário das pessoas e que foi adaptado ao cinema, como também  “Moby Dick”, “Vinte Mil léguas Submarinas”, Hemingway, “A metamorfose”, de Francis Kafka, “O Morro dos Ventos Uivantes” de Emily Brontë.
Jorge Amado com “Capitães de Areia”, “Vidas Secas”, também o livro brasileiro “Feliz Ano Velho”, de Marcelo Rubens Paiva, e “Crime e Castigo” de Dostoievski, e daí em diante, já com boa bagagem literária, vai-se escolhendo certos Best Sellers,  ou não. na coleção de livros com muito conteúdo de literatura.
Hoje a série “Crepúsculo” é o livro predileto da maioria dos adolescentes ou quase todo jovem  leu ou está lendo, “O Senhor Dos Anéis”, Harry Potter de J. K. Rolwing, “O Hobbit”, “Os filhos”, de Húrin, Silmarillion e “Contos Inacabados”.
A juventude está interessada em Sagas, Histórias Mitológicas, Super Heróis mitológicos, Dan Brown com o  “Código Da Vinci” e assuntos sobre  viagens estelares, e assuntos  de terror de  violência e crime.
Creio eu, que o assunto romântico está meio jogado pra escanteio pela maioria, muito diferente de nós mais velhos, que gostávamos tanto. O sentimento sutil  do amor e do romantismo parece que caiu em desuso. Não se morre mais por amor!

Será que até as expressões de amor se modificaram? Caíram as cartas de amor, tudo bem, mas só não gosta quem não as recebeu. Bem, agora é pelo WhatsApp, não é?

domingo, 14 de agosto de 2016

RETRATO DE UM PAI

Aracy Duarte Ferrari
Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion


O  Dia dos Pais acelera emoção,
Adentra o íntimo com vibração.
Seu coração inflado bate forte,
É presença, liderança e dedicação.

Chefe de família e provedor,
É um farol de intenso archote.
Com sensibilidade e amor
Exerce atividades mil.

No trabalho produtividade e qualidade,
Capacidade e dedicação.
Com vivências entrosadas
Num ritmo exclusivo e pessoal.

Sempre conquista espaços
Ao cuidar de toda família.
Pai dê sua mão e conduza-me.
No seu dia, parabéns!

domingo, 7 de agosto de 2016

A CHUVA

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco
                                                                  
Como o recém-nascido  precisa do leite, principalmente o materno, nós seres humanos precisamos  da chuva para que a água  nunca nos falte. Quão bem ela faz às plantas, aos mananciais, rios e mares!
Quando vem brava acompanhada de vento forte nos assusta. Parece que ela se torna exigente, lembrando aos homens, o dever de tomar conta adequadamente do universo.
Se ela encontra um ambiente receptivo, chega mansa, macia. Os seus pingos melodiosos inspiram até poesia.
Chuva miúda, serena,
respingando  as folhas das árvores ,
lavando  as telhas dos prédios,
enchendo   rios e mananciais.
Chuva amiga,
centelha  de vida
revigora,  dá alento
à natureza sofrida
pela  seca  e poluição.
Quando ela demora a chegar sentimos sua falta. Se ela vem demais e provoca  enchentes, inundações que assolam cidades, muitas vezes causando a morte pelo desabamento das casas, interrompendo programas de viagens, passeios, começamos a reclamar. Mas ela entende que as pessoas não são iguais .Há sempre os insatisfeitos!
“Mãe chuva”, “chuva irmã”,
sua visita é sempre bem-vinda.
Um banho de chuva fria,
desnuda   o nosso  íntimo
faz bem à alma e ao coração.


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Fatos Pitorescos de uma Piracicaba Antiga

(Foto cartão postal- fonte Google)

Leda Coletti

Por volta de 1920, meus pais contavam que Piracicaba tinha uma população aproximada de 20  a 30 000 habitantes. A zona rural era então bastante povoada. Os meios de transporte mais usados por seus moradores eram o carrinho e a charrete. Só depois de 1929 é que surgiram os primeiros carros. Havia um intercâmbio grande entre campo e cidade, principalmente nas festas religiosas.
Por volta de 1947, moradora que era de sitio próximo participei de uma delas. Foi uma procissão na Vila Rezende. Eu, e outras meninas vestidas de anjos, ficamos sentadas ao redor da imagem da Imaculada Conceição, na carroceria de um caminhão. Os homens nos seus ternos domingueiros acompanhavam a pé, separados das mulheres e crianças. Muitos eram congregados marianos e como as filhas de Maria, jovens solteiras  trajando vestidos brancos, usavam a fita azul no pescoço. Outros adultos tinham as fitas vermelhas, lembrando o Sagrado Coração de Jesus. As crianças que eram cruzadas eucarísticas ostentavam uma fita amarela, com cruz azul, colocada transversamente nos ombros, Geralmente na parte final vinha a banda, com os músicos uniformizados e tocando músicas sacras.
Anos após, já morando na cidade, participava das cerimônias da Igreja dos Frades. Gostava de ver os Franciscanos leigos, - homens e mulheres-, usando túnicas tecidas de algodão na cor marrom, amarradas por um cordão (semelhantes aos frades capuchinhos).  Nessa metade do século passado, as senhoras, jovens e crianças cobriam a cabeça com uma mantilha para receber a Santa Hóstia. As solteiras, com a cor branca e as casadas, preta ou cinza. Já os homens tinham a cabeça descoberta.
Igualmente as festas de casamento, eram acontecimentos esperados por todos. Após a festa, os mais abonados ofereciam almoço nos restaurantes. Macarronada, bife e salada formavam o cardápio. À noite armava-se um palizado para o arrasta-pé (quando era no sitio) e punha-se palha de arroz no chão batido, para não levantar muito pó. Os músicos eram da redondeza, geralmente da zona rural. Era raro acontecer viagem de núpcias e, se acontecesse os lugares escolhidos eram São Bom Jesus de Pirapora, São Paulo e Santos. Mais tarde, (da metade do século em diante), Poços de Caldas, o Circuito das Águas de Lindóia, Serra-Negra e Campos do Jordão  entraram  no roteiro dos recém-casados.

Eram outros tempos e também outra era a vida que levavam os piracicabanos do século passado. O que para nós foram bons tempos, certamente para os habitantes jovens do século XXI, são vistos sob outra ótica. Talvez na virada do novo século muitos dos adolescentes e crianças de agora, ao contarem trechos de suas vidas atuais, serão considerados estranhos pelos do século XXII. É o preço do progresso, evolução, que vêm confirmar as mudanças sociais, culturais, ocorridas entre as diferentes gerações. 

domingo, 31 de julho de 2016

Pirada por Pira

Ipê florido na área de Lazer da Rua do Porto / foto Ivana Negri

Ivana Maria França de Negri

Piracicaba dos ipês róseos e amarelos
Da Esalq e do Engenho, tão belos
Das cascatas formosas
E das pamonhas famosas
Terra da boa gente
E da pinga ardente
Do engraçado linguajar caipira
Carinhosamente chamada de “Pira”!

domingo, 24 de julho de 2016

Dia do Escritor - Homenagens

(fotos João Nassif e Ivana Negri) 

Evento realizado no RECANTO dos LIVROS, que fica no Lar dos Velhinhos de Piracicaba

 Mural de poesias e textos dos homenageados já falecidos
Geraldo Victorino de França- escritor homenageado - aos 90 anos publicou seu quarto livro
 Escritora e poetisa Leda Coletti lendo a homenagem
 Antonio Vitti, irmão do Príncipe dos Poetas Lino Vitti, lendo um poema do irmão falecido recentemente
 Andrea, Ediana, Ivana e Ana Clara

 Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba Valdiza Capranico e Noedi Monteiro
 Professor, jornalista e historiador Noedi Monteiro durante palestra
                  Lia Carvalho,  Lourdinha Piedade Sodero Martins, Leda Coletti e Dulce Ana Fernandez
 Geraldo Victorino de França e duas das filhas: Ivana e Graziela
Paparazzi João Nassif
 Cyonea, presidente do Lar dos Velhinhos de Piracicaba
 Leda Coletti e Dulce Ana Fernandez

 Daniel, ao centro, atendendo visitantes do Recanto

 Dorinha Vitti com seu tio Antonio Vitti
 Voinho e bisneta Ana Clara

 Cida Gregolin Abe homenageando sua mãe, poetisa Virginia Pratta Gregolin
 Professor Noedi e Carmen Pilotto
 João Baptista Athayde falando em nome do CLIP (Centro Literário de Piracicaba)

Noedi e Valdiza
 Isadora, Agnes e Ana Clara
 Ana Clara e Graziela Helene
 Dançarinos interpretando a Umbigada, dança africana
 Graziela Helene e Vera Nassif
 Cida Abe e irmã e professor Cornélio
 Giovana Cassab lendo um poema de sua mãe, Marlene Abbas Cassab
 Vera e João Athayde, Noedi e Pedro Caldari
 Madalena Tricanico e Elda Cobra Silveira

Crianças amigas da leitura
 Cyonea e Ediana 
 Filhas da poetisa  Virgina Pratta Gregolin
Ediana Raetano e João Nassif
 Valdiza, Ivana, Athayde, Carmen e Madalena
Noedi e Valdiza











terça-feira, 19 de julho de 2016

Comemorações do Dia do Escritor

Comemora-se o Dia Nacional do Escritor em 25 de Julho.
Como em anos anteriores, as entidades literárias unem-se para comemorar a data: o Centro Literário de Piracicaba, o Grupo Oficina Literária de Piracicaba, a Academia Piracicabana de Letras e o Clube dos Escritores.
Neste ano serão homenageados alguns escritores piracicabanos falecidos neste século, os mais ligados aos grupos literários ou que escreviam amiúde na imprensa, como uma forma de eternizar e divulgar seus nomes e suas obras.
Também um escritor piracicabano, na ativa, será foco de homenagens, o engenheiro agrônomo aposentado e membro da Academia Piracicabana de Letras, Geraldo Victorino de França, que aos 90 anos lançou recentemente mais um livro, o quarto da série "Aprendendo com o Voinho".
O evento será no Recanto dos Livros, que fica nas dependências do Lar dos Velhinhos de Piracicaba, a partir das 9h quando o professor e historiador Noedi Monteiro fará uma palestra abordando o tema Origem e Evolução das Palavras, seguida de apresentação de dança africana.
Convidamos os familiares e amigos dos escritores homenageados para esta celebração.
Geraldo Victorino de França (Voinho)
Noedi Monteiro


Escritores piracicabanos falecidos neste século
serão homenageados no Dia do Escritor

Almir de Souza Maia
Antonieta Rosalina da Cunha Losso Pedroso
Adriano Nogueira
Antonio Henrique Carvalho Cocenza
Elias Salum
Ercilio Antonio Denny
Erasmo Prestes de Souza
Erasto da Fonseca
Euripedes Malavolta
Fernando Ferraz de Arruda
Flavio Toledo Piza
Guilherme Vitti
Haldumont Nobre Ferraz
Hugo Pedro Carradore
Homero Anefalos
Ilze Munia Correa
Lino Vitti
Ludovico da Silva
Marcos Salvador de Toledo Piza
Maria Cecília Machado Bonachella
Maria Emília Leitão M. Redi
Maria Helena Gaspar Bueloni
Marina Rolim
Mario Evangelista
Marlene Abas Cassab
Miguel Gonzales
Olênio Sacconi
Samuel Pfromm Netto
Virgínia Pratta Gregolin

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carlos Morais Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Francisco de Assis Ferraz de Mello - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Homero Conceição Moreira de Carvalho - Cadeira n° 31 - Patrono: Victório Ângelo Cobra
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Lino Vitti - Acadêmico Honorário
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz