Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Quietude


Sílvia Regina de Oliveira
Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos


Vim percorrendo caminhos molhados,
Todos os lados, com os passos lentos.
Quieta aventura, atmosfera leve
Tal qual a neve a clarear momentos.

Por entre nuvens surge o sol de inverno,
Silêncio terno vai nascendo em mim.
Sob a ponte passam as águas densas,
Dores imensas levadas assim.

Caminhos tantos eu vim percorrendo,
Me apercebendo de toda grandeza
Nos lugares vários, também na alma,
Em doce calma e singular beleza.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

250 anos de Caipiracicabanidade *



Ivana Maria França de Negri

Mais um livro do Cecílio Elias Netto que chega de presente ao povo piracicabano  pelos 250 anos da cidade. Mais uma pérola para o colar refulgente de histórias para adornar a Noiva da Colina.
Em seu breve discurso, no lançamento para a imprensa, Cecílio diz que não concorda com a assertiva atribuída a Thomas Edson de que a genialidade é 90% transpiração e apenas 10% inspiração. Eu também sempre discordei. Acredito que 90% é mesmo inspiração, pois ela grita, lateja e esperneia dentro da gente querendo libertar-se, e quando livre, nascem as obras mais sublimes e encantadoras.
Penso que seja um sopro divino, ou dos anjos, ou de espíritos iluminados  que habitam outra dimensão, mas nos sussurram diretamente à alma. E essa inspiração chega a qualquer momento, sem pedir licença, de dia, de noite, durante afazeres diários, numa missa, num concerto, numa viagem, até dormindo elas conseguem nos arrebatar em sonhos.
Nenhuma obra nasce se não for do Amor. E esse amor desvairado, Cecílio tem pela terra em que nasceu.
No princípio era só o rio, suas águas e peixes e as matas virgens. E vieram os índios e depois o homem branco. E a história foi se formando, se entrelaçando. Tantos heróis, valentes guerreiros, tantos humildes e trabalhadores, tantos visionários, tantas mulheres batalhadoras, tantos pacifistas, tantos empreendedores, cada qual com sua luta, com seu labor, deixando legados preciosos para a descendência. E tudo isso Cecílio vem resgatando, a História viva, pulsante, muitas vezes escrita com lágrimas, suor e sangue.
O bichinho do piracicabanismo o mordeu desde tenra idade, talvez, desde o nascimento, quando aqui enterraram seu umbigo. Esse bichinho costuma cravar os dentes nos artistas da terrinha,  que sempre louvam a cidade e seus encantos, em músicas, poesias, prosas, pinturas, esculturas,  teatro, em todas as artes.
Cecílio, um eterno apaixonado pela história, pelas lendas e crendices da sua Piracicaba, pelo povo de todas as épocas, pelos ipês brancos, amarelos e rosas explodindo em flores, pelo rio caudaloso e barrento e seus peixes saltando na piracema, pelo verde dos canaviais, até a gastronomia entra em sua paixão, o cuscuz suculento, a pamonha quentinha e tantas outras delícias. Sem falar no sotaque caipiracicabano que ele exalta em seu antológico “Arco, tarco e verva”.
E foram surgindo as pérolas: “Piracicaba que amamos tanto”, “Um rio que passou em minha vida”, “ A Doçura da Cana”, “A Florença Brasileira”,  e tantos outros nesta longa estrada. Caminha nela como a Doroty do Mágico de Oz, seguindo a trilha de sonhos dos ladrilhos dourados.
Enquanto um escritor gesta seu livro, num estado de torpor e introspecção, é só dele, aninhado em sua mente como num útero quentinho. É só amor. Desses amores que arrebatam e deixam em êxtase. Mas depois de impresso, passa a ter asas e voa.
E já não é mais seu, é do mundo inteiro!

* Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA - 28/01/2018

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Claraboia

 Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara

“Eu pinto o que penso, não o que vejo”
Pablo Picasso

Um mergulho no vácuo do contemporâneo
Traz uma dimensão de não-linear assustadora
E a ordem inversa dos valores
Leva o homem ao desequilíbrio da própria espécie
Neuroses
Esquizofrenias
Síndromes
Atopias
Sintomas de uma mente perturbada

Com o diagnóstico já predestinado
A alma escapa para outro quadrante
Na busca de luz própria

Que a faça sobreviver à Vida 

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

ALVORECER


Leda Coletti

Num leve lusco-fusco, de mansinho
desponta o dia em toda realeza
e matas, aves, flores com carinho
 saúdam essa matinal beleza.

Alunos indo à escola   bem cedinho,
operários com pressa e ligeireza
nos ônibus, metrôs, em burburinho
não querem perder hora, com certeza.

Todos andam, buscando atingir metas
fáceis, difíceis, às vezes sem setas,
aspirando dar conta da empreitada.

De sol a sol, após jornada inteira
esperam recompensa prazenteira,
plena realização nessa escalada.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

“Vou-me embora pra Pasárgada!” *


Ivana Maria França de Negri

            Os versos de Manuel Bandeira foram a inspiração desta crônica. Mas...onde fica Pasárgada? Existe mesmo esse lugar? Dizem que era uma antiga cidade da Pérsia, mas não existe mais. Restou apenas um sítio arqueológico e a metáfora de um local fantasioso, onde reinaria a felicidade plena. Em alguma fase da vida todos temos esse desejo de evasão, quando o mundo se apresenta cruel demais e queremos fugir da realidade e viajar para o mundo das ilusões.
Final de um ano, início de outro, ciclos que terminam, recomeços, e todos ficamos mais reflexivos, questionamos nossa existência e contabilizamos as conquistas e as perdas.
Sonhamos com um paraíso onde não há sofrimento, nem dor, que nos acena promessas de felicidade. Mas só poetas e crianças conseguem vislumbrá-lo em algum momento de suas vidas. Esse éden pode existir em outras dimensões inimaginadas.
“Além do horizonte existe um lugar, bonito e tranquilo pra gente se amar” diz a letra da música. E reza a lenda que no final do arco-íris tem uma ponte que liga a terra ao céu... Muitos tentam localizar o paraíso perdido, o Jardim do Éden descrito na bíblia. Talvez alguns até descubram o portal que se abre para esse Eldorado, mas se o encontram, não contam para ninguém, pois não querem ser chamados de loucos. A maioria dos pobres mortais, apenas o visitam em sonhos, quando estão nos braços do deus Morfeu, entre a vigília e o sono. E quando despertam, ficam com aquele sentimento de angústia, de nostalgia, de querer voltar, mas não sabem como chegar até lá, a não ser em sonhos mesmo.
No conto de Peter Pan, o menino que se recusava a crescer e virar adulto, existia uma ilha denominada Terra do Nunca, um lugar mágico e de localização indefinível. Talvez só exista no imaginário das crianças e dos adultos com alma de criança. Lá os meninos perdidos vivem aventuras sem fim, com piratas, índios, fadas, muitas descobertas,  surpresas e emoções. Emoções essas que só podem ser sentidas e não compreendidas.
E a gente conclui que tudo nesta vida tem que ter uma certa dose de fantasia. Existe o mundo real e o surreal. E às vezes, viver o real é bem doloroso. Por isso é bom sonhar!
Alice, a do país das maravilhas, em seu universo não menos mágico, pergunta ao coelho branco: “Quanto tempo dura o eterno? E ele responde para Alice: “às vezes, apenas um segundo...”
O Pequeno Príncipe, outro personagem intrigante e enigmático, traduz em sábias palavras o que é preciso para entrar nesse mundo onírico: “o essencial é invisível aos olhos e só se pode ver bem com os olhos do coração.”

Termino meu texto com Bandeira, tal como o iniciei: “Vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei, em Pasárgada tem tudo, é outra civilização! Lá a existência é uma aventura! E quando eu estiver mais triste, mais triste de não ter jeito, quando de noite me der, vontade de me matar, vou-me embora pra Pasárgada, aqui eu não sou feliz...”

* Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA - 9 de Janeiro 2018

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Retrospectiva da Literatura em 2017



Janeiro
26 - Faleceu aos 93 anos, o poeta piracicabano Sylvio Arzolla.

Fevereiro
O escritor Armando Alexandre dos Santos, membro da Academia Piracicabana de Letras, toma posse em Portugal como membro da Academia Portuguesa de História,  uma instituição muito antiga e venerável, fundada em 1720 pelo Rei D. João V, extinta pela república em 1910 e restaurada pela mesma república em 1936. É das mais antigas da Europa e do Mundo inteiro.

Barjas Negri, prefeito de Piracicaba,  autografa seu livro “Novos Tempos, Novos Caminhos 3” na ACIPI

Aracy Duarte Ferrari lança livro de contos, crônicas e poesias “Palavras Entrelaçadas em Pensamentos” no Recanto dos Livros e também no Casarão do Clube de Campo.

Março
Os grupos literários comemoram o Dia da Poesia e Dia da Mulher com um evento no Casarão de Turismo

11 – A educadora Neuza Mainard lançou o livro Interfaces entre Neurociência, Educação e Promoção da Saúde no Centro Cultural Martha Watts

Tomam posse na Academia Piracicabana de Letras os cinco novos acadêmicos: Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins, Ésio Antonio Pezzato, Vitor Pires Vencovsky , Newman Ribeiro Simões e Edson Rontani Júnior

Abril
29- O Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba lança o livro póstumo de Nair Barbosa de Almeida Leme, PAGMAJERA, sobre a vida do Marechal Rondon

Maio
 6 de maio – O escritor e historiador Cecílio Elias Netto autografou o livro Piracicaba a Florença Brasileira

Junho
Lançamento da revista de número 14 da Academia Piracicabana de Letras

Julho
 25 de julho os grupos literários GOLP e CLIP comemoram o Dia Nacional do Escritor, deixando livros em vários pontos da cidade com o projeto Livro com Pezinhos. Quem pega o livro, tem o compromisso de passá-lo adiante assim que terminar de ler

Evaldo Vicente mediou uma roda de conversas sobre artes com o escritor Cecílio Elias Netto em parceria com o SESC e ICEN (Instituto Cecílio Elias Netto) em 12 de Julho

Agosto
25 – No Centro Cultural Martha Watts, lançamento do livro infantil “Capitão Nhô Lica, o colecionador de pedras” autora Ivana Maria França de Negri com ilustrações de Ana Clara de Negri Kantovitz

Ivana Maria França de Negri também teve sua foto selecionada no concurso fotográfico em comemoração aos 250 anos de Piracicaba organizado pela ACIPI.  A foto estampou a revista de número 14 da APL.

As escritoras Leda Coletti, Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins, Dulce Ana Fernandes e Madalena Tricânico participaram da 15ª FLIP – Festa Literária de Paraty.

Setembro
Com o conto “MEMÓRIAS DE UMA CANETA”, Ivana Negri conquistou o segundo lugar no Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes, representando o Clube de Campo de Piracicaba. A premiação inclui publicação da obra em livro e $1000 reais.

Outubro
 Lançamento do livro infantil de Leda Coletti  “ A estrelinha de Natal”, com ilustrações de Ana Clara de Negri Kantovitz

A poesia "Espantalho", de autoria da escritora  Carla Ceres, classificou-se em segundo lugar no XX Prêmio Cidadão de Poesia da cidade de Limeira

Nos dias 27, 28 e 29 de Outubro realizou-se  a 2ª edição da FLIPIRA,  Festa Literária de Piracicaba, com participação de integrantes da Academia Piracicabana de Letras, Centro Literário de Piracicaba e Grupo Oficina Literária de Piracicaba

Novembro
Falece a escritora piracicabana Ana Marly de Oliveira Jacobino,aos 62 anos, idealizadora do Sarau Literário Piracicabano.

Lançamento da revista “Piracicaba em Letras e Imagens” pelos integrantes dos grupos literários CLIP (Centro Literário de Piracicaba)  e GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba) em comemoração aos 250 anos da cidade

“Do Estado da Violência à Violência de Estado” é o livro que o escritor João Baptista Negreiros Athayde autografou na OAB de São Paulo

Dezembro
O escritor Otacílio Monteiro autografou, em Limeira,  seu décimo terceiro livro:  “Poemas ao Pôr do Sol”.

Lançamento da revista número 15 da Academia Piracicabana de Letras

 A cada ano o Projeto Mensagens Natalinas, formado por integrantes dos grupos literários, leva a alguma entidade presentes, música e cartões de Natal. Neste ano a entidade contemplada foi a Casa Chadad

sábado, 30 de dezembro de 2017

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Projeto mensagens Natalinas

A cada ano o Projeto Mensagens Natalinas, formado por integrantes dos grupos literários, leva a alguma entidade presentes, música e cartões de Natal. Neste ano a entidade contemplada foi a Casa Chadad

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

JESUS CONOSCO


Elda Nympha Cobra Silveira

Desejo  ter bem perto de mim
Todos aqueles que amo!
Ah! Quero os sempre assim.
Filhos celebrando  o Natal
Netos  e bisnetos também...
E...  noite  chegando, as luzes piscando,
E Jesus pequenino se aconchegando,
Ele é criança também.
 Batendo palminhas Ele se aninha
Juntinho de nós.
Que  amor tão gostoso
Nessa noite festiva
Sob a luz do seu olhar!

domingo, 17 de dezembro de 2017

NATAL


Antonio Carlos Fusatto


                        Na praça, festa de luzes,
                        mãos carregadas de pacotes e ilusão.
                        Crianças ricas ganham presentes,
                        crianças pobres, fome e decepção.!

                                               Dos pinheiros garbosos nas salas,
                                               descem festões multicores, em curvas graciosas.
                                               Aguardam Menino Deus, com festas tão caras,...
                                               ao longe na capela, coral de vozes maviosas.

                        Lá fora, chuva fina persistente,
                        vento mensageiro, cansado de correr mundo.
                        Penetra pela fresta, som estridente,
                        sussurra ao pinheiro todo segredo oriundo...

                                               De repente, num repente quase mágico,
                                               lampadinhas começam a piscar.
                                               Sininhos tintinabulam delicados,
                                               meia noite! Menino Deus vai chegar!

Noite maravilhosa, abraços, mãos que acariciam,
                        festões, bolas, presentes, risos crianças.
                        Anônimos meninos de rua, só presenciam!

                        É!... meninos de rua: só Menino Deus traz esperanças!... 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ALGUM TEMPO


Sílvia Regina de Oliveira
Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos


Chegará um tempo
em que o homem
trará nos olhos novo brilho
e fará ressurgir a paz
continuamente buscada
embora essência primeira
de seu ser

Um tempo chegará
em que será fácil
vislumbrar o céu interior
azul na cor e infinito na forma
- nada mais parecerá uma ameaça
e o coração pulsará
num ritmo certo

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz