Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Elias Salum
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Rosaly Curiacos de Almeida Leme
Myria Machado Botelho


Seguidores

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Pai Antonio e seu Fusca

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco

           Pai Antonio possuiu muitos carros em sua vida, mas dois são lembrados por mim com mais carinho, pois foram significativos para nossa família em terras rioclarenses e ipeunenses. O primeiro foi um Simca, carro grande e vistoso. Foi importante para nós crianças, porque servia de transporte de ida à cidade de Rio Claro. Diariamente nosso pai nos levava à escola. Voltávamos de jardineira, a qual passava na estrada de terra, no mesmo local onde é   hoje a via asfaltada e duplicada Piracicaba.- Rio Claro.
O segundo foi adquirido quando residia na zona rural de Ipeúna. Tratava-se de um Fusca  zero quilômetro de cor verde escuro. Aderiu à iniciativa do então presidente da República- Itamar Franco- para retornar o sucesso do “fusca” nas últimas décadas do século XX .Contou-me que, indiretamente eu influenciei sua escolha, pois na época que vivia pelas estradas, (quase sempre precisei do carro, como meio de locomoção para o trabalho), dava preferência aos carros da linha Volkswagen, os quais nunca me deram qualquer problema mecânico.
Para ele foram alguns anos de imensa satisfação, usufruindo bons momentos quando o dirigia. Contava a todos as suas peripécias e, dentre elas orgulhava-se do dia em que foi o único carro de passeio a ultrapassar uma ladeira íngreme com lama. –“Gente, vocês deviam ter visto o “besourinho”. Subiu sem deslizar um segundo os quase 100 metros”!..
Quando ficou impossibilitado de continuar a dirigir por problemas de saúde, percebíamos sua alegria, quando alguém o levava de Fusquinha para um passeio, ou à santa missa em Ipeúna, ou mesmo para sua consultas médicas.

 Nosso querido pai completaria 103 (cento e três anos) nesse mês de fevereiro de 2017. Quero homenageá-lo através dessa página. Acreditamos que na sua nova morada celestial, ele continue tocando seu  violão e cantando a música que gostava:: “fuscão preto”...

domingo, 5 de fevereiro de 2017

O IMIGRANTE


Francisco de Assis Ferraz de Mello - Membro Honorário da APL

Era um forte e sonhava sonhos altos
Deixou, por isso, um dia, a sua terra.
O trabalho, para ele, era uma guerra
Para vencer-se em mais de mil assaltos.

Transpôs rios e montes, mares saltos
Em busca de riquezas. Subiu serra.
E aprofundou o arado sob a terra.
No sonho louco dos homens incautos.

Mas foi-lhe ingrata a vida. E o coitado
Quando sentiu o sonho terminado,
Velho demais para que alguém se engane,

Olhou atrás de si o que ficara,
Com desencanto impresso-lhe na cara
Suspirou com tristeza:” – mondo cane.”

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

CONSELHOS DA VOVÓ

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  

Os anos foram chegando inadvertidamente ou sorrateiramente, sem que eu me desse conta e espero que quando estiver bem velhinha , não digo agora,  porque não sinto esse estado em que me enquadram.
Gostaria que meus filhos e netos se quedassem um pouco para ler oque escrevo agora,  como não sei se lerão isso pelo jornal,  vou deixar dentro de um envelope. Não precisei sofrer muito para aprender errando, mas sei que sofri por amar demais (será que se ama demais?). Não, amar sempre faz bem, quem usufrui é o sujeito do verbo amar.Porque o coração fica repleto, sem nenhum cantinho que se mostre desocupado.
Seu coração  comanda tudo, o cérebro  é apenas o condutor das prazerosas emoções.
Como ainda sou jovem, pelo menos dentro  desse cérebro, com muitos descontos, claro! Porque minha alma é saudável ainda, não quero me limitar com percursos no caminho de discrepâncias como colesterol, triglicérides, diabetes que são chatices.
Sem muitas marcas de idade, se for por comparação, obvio.
Para ser feliz é preciso acreditar em si mesmo, não pergunte para ninguém sobre você  o que interessa mesmo é a sua própria análise, porque você está dentro de si mesma.
Seu coração é a sua estrada.Ele sempre (a, o)  está abastecendo e conduzindo.
Escolha seu melhor caminho, o mais satisfatório e prazeroso, tenha desejos reais.
Deixe, se o possível, uma prole para poder viver com continuidade passando suas raízes, talentos, e princípios que marcaram sua existência senão sua passagem neste planeta será em vão. Não precisa ser um Einstein, um Beethoven, ou um Papa, apenas seja integro!
Não viva dizendo que “ no meu tempo era melhor”.Era nada, também havia guerras,  violências, mau governo, falcatruas, se bem que um fio de bigode valia como aval, e hoje me parece que seria uma insensatez quem se fiasse nisso. Será que houve uma decadência de moralidade? E o sexo?
Há, claro havia isso mas com qualidade mais pitadas de amor, romance e esperança, ilusão. Deixe seu coração bater descompassado como se fosse protagonista de um filme, de uma estoria de amor escrita num bom livro cheio de romance e drama.
Procure escolher seu marido que ama de verdade e que seja reciproco. Cante, dance, pinte, escreva, toque um instrumento, goste de cinema, televisão, não seja chata!
Procure entender seus pais quando não concordam com você porque eles (a o ) amam e são seus verdadeiros amigos e sua origem é ser um pedaço deles e  há um elo de amor.
Não queira se auto-afirmar contrariando-os porque você não tem a experiencia de vida que eles têm, mas tenha sua vida própria mas arque com seus erros e aprenda.
Cada ano vivido vem com experiências de vitorias e derrotas que ao longo da existência
 vai perceber que  cresceu e ganhou um enriquecimento de maturidade sem igual.
“A vida é bela”para quem sabe vive-la, e nem sempre o dinheiro é a tônica, lembre-se!

A saúde é necessária para que a vida seja prazerosa, com alegria e satisfação.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Posse na Academia Portuguesa de História

Armando Alexandre dos Santos
Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado

No mês de que vem, Armando Alexandre dos Santos irá a Portugal para tomar posse na Academia Portuguesa da História, uma instituição muito antiga e venerável, fundada em 1720 pelo Rei D. João V, extinta pela república em 1910 e restaurada pela mesma república em 1936 e uma das mais antigas da Europa e do Mundo inteiro. 


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016 - Literatura



FEVEREIRO
20  – Lançamento da revista do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba
João Baptista de Souza Negreiros Athayde lançou livro de poesias “Variações Poéticas sobre a Banalidade do Mal”

MARÇO
9 – O jornalista Leon Botão reúne num livro cinco mulheres reais. “Flores que choram” é lançado no Sindicato dos Bancários
13 – Lançamento da 12ª revista da Academia Piracicabana de Letras
19 – I Feira de Livros no Recanto dos Livros – Lar dos Velhinhos de Piracicaba
Paulo Affonso Leme Machado lança a 24ª edição revista, ampliada e atualizada do livro “Direito Ambiental Brasileiro”

ABRIL
9 – Lançamento do livro “Aprendendo com o Voinho” vol. 4 , de Geraldo Victorino de França no Recanto dos Livros.
Camilo Irineu Quartarolo lança “Em busca do Santo Gral”
19 – Beatriz Vicentini publicou “Meio século de oportunidades Construídas”, obra sobre os 50 anos do Instituto FORMAR

MAIO
A contadora de histórias Carmelina de Toledo Piza lança mais uma obra infantil “Digui, Digui, Digui, Passa o Ponto”.

JUNHO
Milton Martins lança o romance “Joana D´Art”
O diretor da Rádio Educativa FM publicou seu segundo livro de poesias “O som da pétala Ágata”
19- Falece o Príncipe dos Poetas Piracicabanos Lino Vitti aos 96 anos

JULHO
27 Cecílio Elias Netto lança o segundo livro da trilogia em comemoração aos 250 anos da cidade - “Piracicaba, um Rio que Passou em Nossa Vida” no Teatro Erotides de Campos

AGOSTO
28 - Lançamento do livro “RETRATOS DE VIDAS  - A Beleza do Envelhecimento”em comemoração aos 110 anos do Lar dos Velhinhos de Piracicaba das autoras Carmen Pilotto, Elisabete Bortolin, Ivana Maria França de Negri, Leda Coletti, Lourdinha Piedade Sodero Martins e Maria Madalena Tricanico
30- Sexta edição do livro do Dialeto Caipiracicabano “Arco, Tarco e Verva” de Cecílio Elias Netto

SETEMBRO
Ícaro Vitti Quartarolo , 12 anos, lançou seu primeiro livro de ficção científica “Clues - Controle Total”.

10 - No Recanto dos Livros, Adolpho Queiroz autografou seu mais novo livro, feito com a colaboração de vários alunos “ Nem choro e nem Vela”.

OUTUBRO
O livro “Uma História Silenciosa de Amor - Vida de Madre Teresa do Menino Jesus”, da autora Juliana Marília Coli, foi lançado no Mosteiro das Carmelitas.
29 - Inauguração do Quiosque de Literatura no Parque da Rua do Porto com o nome da poetisa e escritora falecida Maria Emília Leitão Medeiros Redi.
30-  Realização da primeira Festa Literária de Piracicaba – FLIPIRA no entorno do casarão do Turismo. Projeto da escritora Raquel Delvaje em parceria com os grupos literários Clip e Golp, Sarau Literário e Recanto dos Livros
NOVEMBRO
11 - Beth Ripoli lançou seu livro “A Auto-Confiança, Oxigênio da Vida-Respira...” na Nobel do Shopping

Lançamento da 13ª Revista da Academia Piracicabana de Letras com textos e poesias dos acadêmicos

DEZEMBRO
2 - Aconteceu no IBA – Instituto Beatriz Algodoal, o lançamento do livro “1973, quando tudo começou" que reconta as origens do I Salão de Humor do Brasil, ocorrido  em 1973 na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

10- Confraternização de final de ano reunindo o Centro Literário de Piracicaba, Grupo Oficina Literária, Sarau Literário Piracicabano, Academia Piracicabana de Letras e Recanto dos Livros.

15 – Felipe Marques de Menezes autografa sua obra “História e Memória do Teatro” – Piracicaba das monções aos dias atuais

20 – Lançamento da revista no 22 do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba no ICEN (Instituto Cecílio Elias Netto)

20 –  No Empório do Vovô Carmelina de Toledo Piza lançou seu 9º livro “Homens e Deusas no Erótico da Mulher”

20- Lançamento do livro “Sem Palavras” de Bijuka B. Camargo

Dulce Ana da Silva Fernandez lança "Janelas da Vida" - Poemas com ilustrações da própria autora



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

EMOÇÃO DO NATAL

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  


É noite de Natal!
Sei que aqui
Tem anjos de luz,
Trazendo pela mão
O nosso Menino Jesus.

Aqui é a manjedoura
Sinto o perfume de mirra,
Incenso e jasmim
Maria a tudo vela
Rogando a PAZ duradoura.

Parece até uma capela
Irradiando só amor.
Nisso Jesus Menino
Abre seus braços e
Sorri para mim.
Afastando toda dor...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

“Mudaram os Natais ou mudei eu?”

Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33
Patrono: Fernando Ferraz de Arruda

    Natal virou sinônimo de se empanturrar de comida, de beber além da conta e de consumir, consumir e consumir!
   Onde perdeu-se a essência do início? Onde ficou a magia da estrela, o deslumbramento com o presépio vivo, o Menino Sagrado, os reis do Oriente, a mensagem cristã?
Machado de Assis, numa de suas inspiradas elucubrações poéticas, criou a questão que empresta o titulo à minha crônica.
Muito se tem discutido sobre as mudanças que se operam com o passar dos anos. O Natal da infância é encantado, como encantados são todos os dias da aurora da nossa vida. O gosto das frutas colhidas no pé, o aroma dos bolos fofinhos da vovó, as histórias de bruxas e fadas das titias e madrinhas, o vai-e-vem na cozinha, o pinheiro feito de um galho de árvore e as cartinhas escritas com a ajuda  dos mais velhos, tudo tão maravilhoso...
Como era bom deixar a fantasia aflorar, e ver com olhos infantis toda a mágica atmosfera do Natal e enxergar as pessoas em sua essência e não pela sua posição social, pelo cargo que ocupam ou pelas cifras em suas contas bancárias.
Criança vibra com as novas descobertas, maravilha-se com as pequenas coisas e vive em estado permanente de encantamento. É o Natal inocente dos pequeninos, que esperam os presentes que o bom velhinho vai lhes trazer como prêmio pelo bom comportamento. Também tem a aura de sacralidade que envolve o presépio, o bebê rosado e sorridente entre os animaizinhos ao redor da manjedoura e os misteriosos reis magos com seus presentes esquisitos.
A gente cresce e o encanto se quebra, os sonhos viram pó, os problemas e as preocupações tomam conta da nossa vida, que perde a poesia. Entramos numa roda viva e não sabemos mais sair dela. Não se encontra mais a porta de saída. E chegam as neuroses, o esgotamento, o desânimo, a depressão, as doenças misteriosas que ninguém sabe como aparecem e muito menos o medicamento milagroso que vai curá-las. Mudaram os Natais? Ou mudamos nós?
É, meu caro Machado, certamente todos nós mudamos com o passar dos anos. Mas a celebração do Natal também vai ficando diferente ano a ano. Se nada é estático e tudo está em constante transformação, por que não mudaria o espírito do Natal?
 Alguns chamam a isso de progresso, outros de evolução. Crescemos e somos induzidos a enxergar o Natal de outra forma.
Mas há quem consiga sentir as sensações mágicas da infância, ter o encanto preservado, apesar de tudo.
Vamos buscar a criança que fomos um dia, e que jamais morreu no fundo do nosso ser.  É Natal! Tempo mágico de colorir a vida e de paz universal.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

NO MEU QUINTAL

Antonio Carlos Fusatto
Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
                
Ele vem todos os dias, quer faça
calor, frio, sol ou chuva.
Da pitangueira, com delicadeza e graça,
trilando sonoridade, me saúda!

            Sabiá-laranjeira canoro amigo,
            desfila na janela beleza e harmonia.
            Alado menestrel, busca alimento e abrigo,
            deixo sob árvore: mamão, banana ou laranja-baía.

Com seu canto mavioso me alucino,
volto ao tempo de menino, mágico retrocesso.
Caçava com arapuca, gaiola de caça, até visco!...

            Fico torcendo pro tempo não passar,
            No seu trinado nostálgico me regresso.
            Sou idoso,... sou menino,... não quero voltar!...



sábado, 19 de novembro de 2016

Qual é o caminho?

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco
Quantas vezes, a pé ou de carro, mesmo seguindo as orientações de um mapa nos perdemos em estradas e ruas de cidades. Ficamos indecisos diante das bifurcações, viadutos, placas de indicações, e diante da dúvida escolhemos o caminho que nossa intuição sugere. Muitas vezes acertamos de imediato. Em outras ficamos rodopiando e percebemos que voltamos  ao lugar  de onde partimos. No mundo violento de hoje podemos numa situação dessas invadir territórios proibidos e sermos até perseguidos. Pelos meios de comunicação sabemos de casos de motoristas que se perdem nas grandes metrópoles e são mortos, por serem confundidos com invasores e inimigos.
Felizes são os que se encontram perdidos e conseguem no meio do turbilhão enxergar um ponto de referência, como costumamos dizer “vislumbrar uma luz no fundo do túnel”. Acredito que para todos isso acontece algumas vezes.
Quer em se tratando de ambiente físico, quer psicológico estamos sempre buscando caminhos, ou então atalhos que nos conduzem a eles. Quantas vezes buscamos novas alternativas, para torná-los mais brandos. Pode até ser que nestas tentativas eles se compliquem  mais;  no entanto vale a pena enfrentá-los, .sermos persistentes para  encontrar o que almejamos.. .Cheguei até a fazer uma mensagem  como incentivo próprio  nesse sentido:, num dos meus livros já publicados: “ Não importa demorar. O importante é chegar bem” e  espero que isso sempre aconteça.
Nessa roda viva, nada seria possível se não houvesse um objetivo maior, que nos impele para frente. Diríamos mesmo que é uma força maior que exprime a razão de ser de nossa existência. Sua origem de essência divina só se satisfaz quando temos certeza que estamos no caminho  que nos levará a praticar atos de  amor e paz.
 Somos peregrinos no caminho do Bem e por ele trilharemos  até encontrarmos o Infinito.



domingo, 13 de novembro de 2016

Poesia Premiada - Carla Ceres


A acadêmica Carla Ceres ganhou 2º lugar na categoria Comerciários no 3º Festival de Poesia da Fecomerciários com o poema “Parte do Jogo”.


PARTE DO JOGO

Perto do belo jazigo,
um pokémon se sentava.

Embora fosse um fantasma,
trazia muitos amigos:
uns de fogo, outros de água,
dois morcegos e umas fadas.



Tão difíceis de pegar
quanto memórias de sonhos,
alguns sumiram no ar,
deixando somente o pó
ao qual logo voltaremos.

A vida é jogo de amar.
Saudade também faz parte.
Armando o real com arte,
só resta jogar. Joguemos!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Foi um sucesso a primeira edição da FLIPIRA - Festa Literária de Piracicaba

Créditos das fotos: João Carlos Nascimento, Ivana Negri, Leda Coletti, Claudia Assencio,
Luciano Vasconcelos, Reinaldo Diniz e Antonio Donizete Raetano






















Matéria na Gazeta de Piracicaba

Matéria no Jornal de Piracicaba
Matéria no Jornal de Piracicaba
Texto na GAZETA de PIRACICABA











































Matéria Emplacada
Flipirinha no Bloguinho
FLIPIRA no G1
FLIPIRA no GUIA Turístico de Piracicaba
RECANTO dos LIVROS
Sobre Notícias


Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carlos Morais Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Francisco de Assis Ferraz de Mello - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Homero Conceição Moreira de Carvalho - Cadeira n° 31 - Patrono: Victório Ângelo Cobra
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Lino Vitti - Acadêmico Honorário
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz