Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeira Secretária – Ivana Maria França de Negri
Segunda Secretária – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



Seguidores

quinta-feira, 14 de junho de 2018

BUSCANDO PASÁRGADA



Antonio Carlos Fusatto
Por
     este mundo protervo,
                 mal legislado,
recheado de misérias, falcatruas,
                      vilipêndios
                              e,
                 indébitas apropriações.
                                                       Sou,
                                                            dentre muitos,
                                                       obstinado caminheiro;
                                                             a
                                                       caminhar
                                                              por caminhos sem
                                                                                  trilhas.
Quero deixar
           pegadas visíveis
                   e
              seguras,
          para
                que outros
          me possam seguir;
                com
                      responsabilidade
                            e,
                 nobreza
                            de
                               caráter!...
                                                       Princípios que
                                                                    faltam
                                                   para muitos políticos
                                                                    e,
                                                                    alguns
                                                           magistrados...

VOCABULÁRIO
Obstinado: Pertinácia, persistente, perseverança, birra, timbre, tenacidade.
Superar: Vencer, subjugar, dominar, livrar-se, afastar, destruir, aniquilar. Passar além, ultrapassar.
Tenacidade: Obstinado, perseverante.
Protervo: Insolente, petulante, imprudente, descarado.
Pasárgada: “Possivelmente, antiga cidade da Pérsia, metáfora de local fantasioso onde reina a felicidade plena”. “Vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei, em Pasárgada tem tudo, é outra civilização” (Manuel Bandeira) – Definição extraída do Jornal Tribuna de Piracicaba, artigo assinado por Ivana M. França de Negri.
Vilipêndio: Desprezo, aviltamento, menoscabo.
Indébito: Improcedente, que não é devido, que não se tem direito, imerecido.
Falcatrua: Ardil, fraude, logro, embuste, artifício para burlar.

domingo, 10 de junho de 2018

EU E O TEMPO



Antonio Carlos Fusatto
   Olho pelo retrovisor
                   do tempo;
Tudo passou e passa
              rapidamente;
                 A ampulheta
                           não para;
              Assim como
                           meus
                             pensamentos.
Meus cabelos
               branqueados,
sintoma
            das
                 poeiras,
                 de
uma existência
                 septuagenária
                        Abraçado à
                                     saudade
                                         e,
                                         conversando com
                                                o tempo,
                                       sigo meu
                                                caminho
Com o vento
    apagando
           meus
                       passos!...





domingo, 20 de maio de 2018

SOBRE AVES E ALMAS





(uma brincadeira que fizemos há muitos anos...)
Quartetos de Lino Vitti e tercetos de Ivana Negri

Esperamos que um dia esta gaiola,
onde nossa alma vive aprisionada
e a gente, pouco a pouco, se estiola,
se parta e a alma saia em revoada.

E que o mundo, infeliz e triste bola,
muitas vezes vaidosa e malograda,
role pelo infinito, como rola
a bola por atletas mil, chutada...

A vida vai além desta gaiola,
toda vaidade é vã, não somos nada.
E  chega o dia em que ela se extrapola!

E noss´ alma no fim desta jornada                                         
saltará do corpo como uma mola
 para viver eternal alvorada.       
                                     
Eu vejo o mundo como grande escola,
viver não é nenhum conto de fada
e nem passeio numa barcarola

Termina um dia aqui a nossa estada,
salta do corpo a alma como mola
 rumando ao infinito, burilada.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

TOQUE NO CORAÇÃO



Elda Nympha Cobra Silveira

João sempre se preocupava em prover uma vida financeira melhor para sua família e por essa razão pouco tinha convívio familiar com todos,  sua esposa procurava compreender, mas sentia muita falta desse relacionamento. Onde ficaram seus sonhos de parceria e companheirismo, formadores de um verdadeiro lar? Seus filhos pouco o viam e o sentia excluso de suas vidas. Ele diariamente saia com o raiar da aurora e só voltava com o luar, encontrando seus filhos ainda pequenos dormindo em suas caminhas. Só pensava na parte financeira, no consumismo, galgar um status condizente com a exigência da sociedade.
Ele pensava que a vida era efêmera e que era necessário se tornar realizado o mais breve possível, para poder gozar melhor sua vida com sua família e assim visando só vivia para o futuro e não vivia o presente.
Os seus sentiam falta do colo que acolhe,  a carícia de um olhar, um sorriso contagiante e a disponibilidade de trocas de amor e momentos lúdicos.
Certa noite pode chegar mais cedo em casa e ao passar pelo quarto do seu filhinho ouviu-o orando:- “Papai do Céu meu papai está vivo e não posso vê-lo, nem brincar  com ele. Ele só está comigo quando sonho com ele. Se ele morrer ele terá tempo para mim, como nos sonhos?  Mas não quero assim!”
João ouviu tudo e emocionado percebeu que a vida era muito curta e que nada de sua vida teria sentido se não tocasse o coração das pessoas que amava, e que eram seu maior tesouro e davam sentido ao seu viver enquanto durasse.
Não era tarde para mudar e refazer seu modo de viver em família. O filho e sua esposa  ainda teriam muito com que se orgulhar dele e usufruir do seu amor. 

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Resiliência



Ivana Maria França de Negri

            Resiliência é a capacidade de enfrentar as piores situações, lidar com elas, e adaptar-se às mudanças que se seguem. Resiliência é perseverança, superação, é o popular “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.
            Ser otimista ajuda bastante, e manter acesa a chama da esperança é fundamental.
Resiliência é a habilidade de se manter sereno diante de uma situação estressante, ter autocontrole, não se desesperar. Falar sobre resiliência parece fácil, mas vivenciar é outra coisa.
            Lembro-me de um desenho animado onde os personagens principais eram um leão otimista e uma hiena pessimista e depressiva. Eram amigos, mas completamente opostos um do outro. Enquanto o leão via a beleza e sentia o perfume das flores, a hiena só enxergava os espinhos. A hiena vivia a dizer: “Eu sei que não vai dar certo... Oh, dia, oh, céus, oh, azar..., eu sei que não sairemos vivos daqui”...E o leão: “Calma, no final,  tudo vai dar certo!”
            Quando vemos certas pessoas passarem por traumas, tragédias, catástrofes, logo pensamos: “se fosse eu, não suportaria”. Só que quando um evento traumático acontece com a gente, não temos escolha: enfrentar ou sucumbir. E sempre optamos por lutar, enfrentar e tentar superar as dificuldades.
            Não é uma tarefa fácil. Numa guerra, por exemplo, vemos pessoas perdendo tudo: entes queridos, a casa, pertences, emprego, perdem até a dignidade, pois têm que esmolar, depender da ajuda dos outros. Muitos têm que recomeçar do zero.  E ter vontade e forças para recomeçar, depois de ver tudo o que alcançaram na vida desmoronar-se em segundos,  é ter resiliência!
            No famoso romance “E o vento levou”, que fez muito sucesso no cinema, a personagem principal, Scarlett O’Hara, interpretada pela bela atriz Vivien Leigh, era filha de um rico proprietário de terras, escravagista, que vivia suntuosamente, mas quando o Norte avança contra os sulistas com ideais de liberdade contra a escravidão, é que começa a história. E em meio à guerra civil que é deflagrada, Scarlett se apaixona platonicamente por Ashley, mas quem aparece em sua vida para ajudá-la realmente, é Rhett Butler.
            O filme é bastante longo, mostra dramas e conflitos intensos e como o curso da vida pode ser totalmente modificado em situações de guerra. Scarlett perde os pais, a casa, a riqueza, perde até a única filhinha que teve com Rhett, num acidente. De personalidade forte, mimada, egoísta e manipuladora, acaba ficando sozinha. Até o marido que a amava, não suportou conviver com ela. Na cena final, consegue administrar todas as emoções e resolve seguir em frente, mesmo sem nada e só. Pega um punhado de terra da fazenda Tara, outrora exuberante e luxuosa,  que pertenceu aos pais, lugar onde nasceu. No cenário, tudo seco, descampado, só escombros. Diz para si mesma: “eu vou sobreviver a tudo isso e nunca mais passarei fome!”
            É o momento crucial do filme, sob um céu alaranjado e com o fundo musical maravilhoso que todos conhecemos. A resiliência de uma mulher sofrida,  sobrevivente de uma longa guerra, que passou por todas as privações possíveis. Quando se joga ao chão, seu corpo se confunde com a terra de Tara. Inesquecível!
            E todos saíam das salas dos cinemas com olhos marejados e a certeza de que vale a pena ser resiliente e lutar pela vida. Sempre!

* Texto publicado na Gazeta de Piracicaba

terça-feira, 24 de abril de 2018

Faleceu Cezário Ferrari

Comunicamos o falecimento do acadêmico Cézario Ferrari


 Cezário de Campos Ferrari faleceu no último sábado (21), aos 77 anos. Sócio-fundador do Grupo Bom Jesus Assistência Funeral desde 1970. Também foi diretor da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba e durante mais de 20 anos fez parte da diretoria da Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba).
Ferrari também era voluntário e apoiava obras assistenciais e ações culturais em Piracicaba. Integrou o Instituto Histórico de Geográfico de Piracicaba e era acadêmico da Academia Piracicabana de Letras, cadeira número 12, patrono Ricardo Ferraz do Amaral.
 Ferrari deixou a esposa Vera Cuch e os enteados Juliano, Bianca, Giovana, Carlos e Alex, além de parentes e amigos

quinta-feira, 12 de abril de 2018

A dança das estrelas



Ivana Maria França de Negri

            Observar os corpos celestes, em seu bailado no céu, desde tempos remotos, sempre foi algo que despertou curiosidade e encantamento.
            Estudar a formação dos astros, sua evolução, seus movimentos, é apaixonante, pois parecem flutuar no espaço,  presos por fios invisíveis.
            Antigamente, sem celulares, tablets, computadores, e outros dispositivos que tomam todo o tempo das pessoas, era muito comum elas olharem para o céu, a fim de observar a dança dos astros, o pôr do sol, as várias fases da lua. Hoje, pouca gente tira os olhos do celular e eleva o olhar para observá-los. Será que o Universo perdeu a magia? O recém falecido astrofísico e estudioso do Cosmos, Stephen Hawking, dedicou sua vida a explicar o Universo. Deixou um legado riquíssimo para a humanidade e um best seller: “Uma Breve História do Tempo”.
            Dia destes, estive no SESC com minha neta Ana Clara, para uma aula introdutória do Projeto Astronomia Cidadã, com o astrônomo Warner Berenger, do Observatório Astronômico de Piracicaba. Um evento totalmente gratuito e aberto à população. Mas poucas pessoas compareceram. Se fosse um show de algum funkeiro, certamente iria lotar. Isso mostra qual tipo de cultura interessa aos jovens atualmente.
            As mídias dão espaço imenso para a cultura de massas, mas quando é algo cultural de verdade, só uma notinha num canto. Isso, se sobrar espaço.
            A Cosmologia,  estudo da formação das galáxias, é fascinante! Vejo tanta gente se achando o centro do Universo, mas se estudassem um pouquinho de astronomia, chegariam à conclusão de que somos um nada, um grãozinho ínfimo de poeirinha cósmica diante da imensurável amplidão do Universo. O estudo é tão arrebatador, que não podemos ter a arrogância de imaginar que só neste planetinha exista vida.
            Aprendendo um pouco sobre o Universo, não temos como negar a existência de uma mente superior, uma energia inimaginável e poderosa que criou tudo.
            O brilho de uma estrela que avistamos no céu, até chegar a nós, leva anos-luz. E essa estrela pode nem existir mais, pois sua luz, dependendo da distância, até chegar à nossa visão, já pode ter-se apagado há séculos. Existem estrelas a milhões de anos-luz distantes da terra. E outras galáxias a bilhões de anos-luz... Dá para imaginar isso? 
            Como todos devem saber, ano-luz  é a distância que a luz percorre no vácuo no período de um ano. Até onde nossas descobertas nos permitem chegar, a velocidade da luz é a coisa mais rápida de que se tem notícia.
            O Sol está a oito minutos-luz da Terra e a Lua está apenas a um segundo-luz. Parece pouco, não é mesmo? Sabendo-se que a velocidade da luz é 300.000 km por segundo, é só fazer as contas! Um segundo-luz, dá 7 voltas e meia em torno da Terra!
            Até o conceito de tempo modifica-se em nossa cabeça.  A galáxia Herbble Deep-Field está a 10 bilhões de anos-luz da Terra. De suas 20 bilhões de estrelas, 90% já morreram, mas seu brilho continua a atravessar o espaço na velocidade da luz.
            Quem esteve no SESC, aprendeu muito, quem não foi, perdeu. Mas o Observatório Municipal abre aos sábados, e quando o céu está sem nuvens, pode-se observar as estrelas através de telescópios de grande precisão.
            Não deixem de levar as crianças. Certamente elas aprenderão muito, de uma maneira lúdica e divertida. Uma experiência que jamais esquecerão.

Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA

domingo, 8 de abril de 2018

Um brinde àqueles que sonham


Marisa Bueloni

Haverá Deus de se orgulhar por ter criado o sonho. O sonho para o coração do homem. Penso que tudo é criação divina e o sonho faz parte de um plano perfeito, onde a terra, o fogo, a água e o ar se encaixam e se completam maravilhosamente. Ter um sonho é ter o melhor desta vida.
Deus não desenharia o homem apenas de barro. Nem lhe daria a mulher por companheira, para apenas habitarem um paraíso irretocável. O primeiro casal teria sonhado com algo mais. Sabiam-se criaturas terrenas e existiam para si mesmos. O que sonhavam enquanto se descobriam?
Ao longo dos séculos, o homem sonha. E ao sonhar, construiu cidades, ergueu catedrais, fez jardins de esplendor. Criou a história do sonho. Aposto, leitor, que seu espírito se inquieta enquanto lê estas linhas, com seu coração cheio de sonhos.
Um brinde aos que sonham. Sim, um brinde aos que sofrem, aos corações partidos. De fato, eles causam muita desordem, desculpem. Os sonhadores subvertem a ordem natural das coisas e não podem ser penalizados por isso. Estão encantados demais, isentos de qualquer culpa.
Os sonhadores são logo reconhecidos. Nem frágeis demais, nem fortalezas invencíveis. Sabem chorar na hora extrema e fatal, convertendo as lágrimas em alívio para o cansaço e a dor. Não desistem por nada. E esperam. Quem sonha espera.
São notórios os intrépidos, os construtores, os empreendedores. Sofrem a espera, porém se adiantam, confiando na sorte, no destino, na fé. Audaciosos, saem na frente. Comem de suas próprias mãos e bebem de suas próprias águas. Matam a sede de amor e de beleza no sonho realizado.
Belo é estar junto de um sonhador. Não vê passar as horas aquele que caminha ao lado de quem sonha. Não são apenas palavras, palavras, palavras. Não. A concretude começa a tomar corpo e o sonho vai ganhando forma. Até surgir aquilo que germinou no mais fundo da alma.
Que fundura tem nossa alma? Talvez seja igual à densidade do sonho. Com peso, massa, volume. Quanto mais fundo está dentro de nós, mais profunda é sua essência, sua gênese, sua admirável identidade.
Ah, um brinde aos que sonham. Um brinde aos sofredores. Sem sofrimento não se chega a lugar algum. A dor é a coroa do sonho. É a luta, o empenho, as noites em claro que trazem o brilho nos olhos, a febre, o anseio e a esperança.
Um brinde a todos os sonhadores. O mundo seria menos belo sem eles. Nenhuma partitura musical, nenhum poema, nenhuma dança, nenhuma obra para contemplar e permitir o êxtase dos sentidos. Nenhuma casa para morar dentro do sonho.
Felizes os construtores, os realizadores. Há de haver uma estrada só para eles, um lugar de partida e de chegada. Há de haver abraços para o derramamento do desejo e da lucidez, da competência e do acerto. Há de haver reconhecimento, aplauso e glória.
Compreendo o sonho na sua grandeza e na sua pequenez. Há sonhos pequeninos e aparentemente fáceis de serem realizados. No entanto, quanta insônia, ansiedade e incertezas.
Feliz de quem parte para o sonho, seja qual for, seguro de si, confiante e capaz. Ainda que o persiga a vida inteira, ainda que o persiga a vida inteira...

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)