Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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quinta-feira, 4 de maio de 2023

Duplo lançamento de livros na Biblioteca Municipal de Piracicaba 29/04/2023

Os autores Armando Alexandre dos Santos e João Umberto Nassif
Os autores com o representante da ACIPI Palmiro Romani
João com Monsenhor Jamil Nassif Abib

Maria Graziela e Octavio Helene com os autores


 Armando e Cassio de Negri
Diretora da Biblioteca Melisse Martin, Aracy, Leda e Lourdinha

                                                                 Orador Alexandre Neder
Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, Edson Rontani Junior


                                Vice-Presidente da Academia Piracicabana de Letras Carmen Pilotto
                                                          Carmen, Leda, Raquel, Marly e Ivana
                                                        João Nassif com a esposa Vera Nassif






Octávio Helene, Cassio Camilo A. de Negri e Cássio Fernando França de Negri
                                                             Graziela, Cassio Fernando e Ivana
                                                      Armando Alexandre autografando o livro
João Nassif autografando 

                                       Aracy Ferrari, Melisse Martin, Ivana de Negri, Lourdinha Sodero, Leda Coletti e Sylvana Zein
 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

RETRATOS DE VIDA

João Umberto Nassif
Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros   

O fato é verídico, ocorreu na década de 70. Os nomes dos envolvidos foram alterados por razões óbvias.
Os ponteiros do relógio ficaram mais lentos no final daquela tarde de muito calor. O tempo não passava para os funcionários daquela repartição pública. Olavo Casqueiro, arquivista público, movimentava-se de um lado para outro, num interminável passeio. Sorriso dependurado no rosto, andar gingado, sapato macio, camisa social com as mangas arregaçadas soltas por fora da calça. Os cabelos negros pareciam estar sempre empastados de brilhantina, formando um imenso topete. Até mesmo a sempre carrancuda chefe da repartição, Dona Deolinda, estava entregue ao sabor de mesmice reinante no ar. Como chefe, sugeriu a Olavo:
– Conte aos meninos aquela sua história. Conte, Olavo!
Meninos, era um grupo de estagiários que seguiam o ritmo daquele departamento.
Sentaram-se todos em volta de uma mesa e Olavo passou a narrar.
Ele era motorista, pilotava um Fusca de chapa branca, veículo oficial, a serviço dos funcionários que necessitavam se deslocar para atender as funções do departamento. Todo final de tarde, ele e o compadre Tião, também motorista como ele, paravam no boteco do Mané Português para tomar umas “brejas” (era assim que eles chamavam a cerveja estupidamente gelada). Uma sexta-feira, final de expediente, antes de recolher o veículo à garagem Olavo e Tião bebiam animados o precioso líquido. Após muita animação, catalisados pelo álcool, surgiu a brilhante ideia, e Olavo disse:
– Tião, com esse calor um banho de mar seria muito bom!
Tião respondeu:
– Ia ser uma delícia, mas em São Paulo não tem mar!
Olavo retrucou:
– Tião, “ocê” recolhe a sua viatura e nós vamos de Fusca até Santos, é logo ali, compadre! A vida é para ser vivida!
Dito e feito. Algum tempo depois os dois desciam pela rodovia Anchieta rumo a Santos. Felizes e gargalhando, sem medir as consequências.
Logo estavam na Baixada Santista, e decidiram parar em um quiosque à beira da praia para tomar mais uma “breja”, já embalados pelo clima de festa dos turistas, muita gente passeando pelas calçadas. O único problema era achar vaga para estacionar o veículo. Tião sugeriu:
–  Compadre, põe a viatura em cima da calçada, é chapa branca.
Assim foi feito. A noite estava agradável.
–  Isso é que é vida! – disse Olavo.
–  Vidão! – arrematou Tião.
As ondas do mar eram um convite para um banho. Noite escura, ninguém iria perceber que os dois tinham deixado suas roupas no carro e usavam apenas cueca. Nadaram até cansar. Voltaram à praia. Tião foi buscar mais duas garrafas de cerveja.
Contemplando o espetáculo que a natureza oferecia, cansados, relaxados pelo efeito do álcool, adormeceram na areia.
Sequer perceberam que um caminhão do Departamento de Trânsito da Cidade de Santos estava rebocando o carro oficial que tinham estacionado na calçada, levando em seu interior roupas e pertences de ambos.
O nascer do sol despertou Olavo, que, sem ainda lembrar-se completamente onde estava, acordou o compadre.
–  Tião, acorde! Vamo embora, home!
Tião abriu os olhos e percebeu que tinham se metido em uma grande encrenca.
O resto da história: Olavo não entrou em detalhes de como saíram apenas de cuecas e voltaram a São Paulo, e nem de como a viatura daquele departamento foi resgatada. Disse apenas que foi aberto um processo administrativo, examinado por um médico, e veio o diagnóstico: “Transtornos psiquiátricos”. Foi afastado do serviço e passou alguns meses em uma clínica psiquiátrica.
Olavo voltou a ser motorista, agora de ambulância de um hospital público. Mas isso é outra história.
O retorno de Olavo.
No período em que ficou internado na clínica psiquiátrica, Olavo observou as ambulâncias que transitavam e pensou: “Um dia ainda vou dirigir uma dessas!”.
Com a interferência de um político, Olavo conseguiu o almejado cargo. Agora era motorista de ambulância. Achava que assim estaria desempenhando melhor suas funções. Mas o que gostava mesmo era de acionar a sirene e passar entre os veículos que se afastavam para dar-lhe caminho, conforme manda a lei de trânsito. Consciente de que corria contra o relógio, levando algum paciente em estado grave, ele logo se habituou a essa nova atividade. Exercia-a com orgulho.
Algumas vezes permanecia com o veículo estacionado em frente ao hospital, de plantão.
Em uma dessas ocasiões, apareceu José Pimenta, proprietário de uma chácara em Suzano, município próximo a São Paulo. Ele tinha um problemão. A sua mulher andava com umas dores no ventre e sem saber a quem procurar, viu Olavo encostado na ambulância. Logo imaginou que ali estava o homem que iria ajudá-lo. E de fato isso ocorreu. O hospital era público, Olavo conhecia todos os médicos, “encaixou” a paciente em uma consulta. O diagnóstico foi uma intervenção cirúrgica, bem sucedida. Extremamente grato, Zé Pimenta, como era mais conhecido, disse a Olavo:
– Vou engordar dois porquinhos e, no Natal, o senhor vai buscar em Suzano!
No início de dezembro, Olavo foi avisado de que os porquinhos estavam à sua disposição.
Um grande problema: como ele iria buscar? Após matutar muito, tomou a decisão. Comunicou a Alcides, seu superior:
– Chefe, hoje vou até Suzano com a ambulância!
Alcides sabia que não tinha outra saída a não ser concordar.
Animado por ir até uma área rural, Olavo entrou no clima. Logo na ida, parou em um boteco e tomou uma talagada de cachaça. E, de boteco em boteco, chegou a Suzano. Numa animação só. Lá encontrou Zé Pimenta e Dona Vilma, totalmente restabelecida, com muita saúde. A alegria era a tônica desse reencontro. O Natal que se aproximava deixava tudo em clima de festas. Confraternizaram-se com algumas doses de caninha que Zé Pimenta tinha como reserva pessoal. Hora de voltar. O coração do chacareiro era generoso. Colocaram na ambulância três porcos e algumas galinhas. Abraços de despedida e pé na estrada. Olavo voltava radiante. Enquanto isso seus “pacientes” estavam em desespero com a movimentação da ambulância.
Ao chegar, ao final da tarde, na Avenida Celso Garcia, o trânsito estava pesado, não andava. Foi quando Olavo decidiu usar sua poderosa sirene. Como um Moisés do asfalto viu a passagem abrir-se a sua frente.
Imprimiu maior velocidade. Esse conjunto de ações levou seus “pacientes” ao limite de tensão.
Tudo ia muito bem, passava em sinais fechados, a prioridade era para aquele veículo de emergências. Pedro Augusto, dirigindo um automóvel Opala, não percebeu que a ambulância vinha pela Avenida Celso Garcia com grande velocidade. O choque foi inevitável. Os danos materiais foram enormes. Inexplicavelmente nada aconteceu aos motoristas. O soldado José Siqueira estava a serviço naquela esquina quando ocorreu o acidente. Treinado para atender emergências, imediatamente foi socorrer o paciente. Estupefato, ao abrir a porta traseira da ambulância, viu três suínos virem em sua direção e seguirem pela via pública em desabalada carreira. As galináceas em total desespero seguiam em um cortejo inusitado. Boquiaberta, uma multidão contemplava o espetáculo. Olavo sofria a frustração de ficar sem um Natal gordo. Afastado por mais um período, voltou a trabalhar na repartição, agora bem perto da temida Dona Deolinda, em seu calcanhar. Ali o máximo que poderia fazer era trocar as pastas de arquivo de lugar.
A narrativa de Olavo deixou seus ouvintes entretidos por pelo menos uma meia hora. O expediente tinha chegado ao fim. Alguns o consideravam um desequilibrado, outros o viam como um ser determinado a não seguir o sistema com suas regras duras e inflexíveis. Um semi-herói. 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Feira de livros no Lar dos Velhinhos de Piracicaba




Recado do acadêmico João Nassif:

Feira do Livro no Lar dos Velhinhos, no próximo sábado dia 4 de outubro. 
Estamos fazendo uma promoção imperdível, milhares de livros de todos os gêneros a partir de R$ 1,00 Revistas a partir de R$ 0,50 Todos em bom ou excelente estado de conservação

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Feira do Livro - Lar dos Velhinhos


A primeira edição do sebo de livros foi um sucesso! 
Gente levando doações e gente comprando. 
Voluntários chegando e pessoas que foram só para conhecer, conversar e dar sugestões.
Dia 2 de agosto tem mais!

(fotos João Nassif e Ivana Negri)
Esse levou muitos livros!
O mais gostoso era garimpar títulos legais!
E valia até sentar no chão para poder escolher melhor
O diretor do Instituto Histórico e Geográfico Vitor Vencovsky prestigiou o evento
Carmen Pilotto e Vera Nassif com as sacolinhas/brinde com poemas confeccionadas pela Carmen  para a ocasião


Escritores prestigiando: Silvia Oliveira e Irineu Volpato


Tanta gente que chegou a formar fila!
João Nassif, Ivana Negri, Dulce Ana Fernandez, sua irmã, Carmen Pilotto e Vera Nassif



sábado, 5 de julho de 2014

Brechó de livros no Lar dos Velhinhos de Piracicaba



SEBO LAR DOS VELHINHOS 
05/07/14 (sábado) 8:00 às 14:00. 
*** Toda a renda obtida será doada ao Lar ***
Participem!

Organizado pelo acadêmico João Umberto Nassif 



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Livros que me encantaram

João Umberto Nassif
Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
                     
Não sei afirmar ao certo qual obra ou obras me marcaram, apenas descobri no mundo dos livros um universo pelo qual me encanto até hoje. Fiz uma pequena descrição de como foram meus primeiros contatos com livros. Lembro-me que ainda muito pequeno gostava de folhear a revista Cruzeiro.
As primeiras obras que me atraíram foram as adotadas pelo professor Hermann do Colégio Piracicabano, que nos fazia ler a cada dois meses uma obra de José Bento Renato Monteiro Lobato.  E resumi-las!  A principio li algumas que me lembro no momento:

Gostei tanto que acabei lendo as demais obras do autor.
De José Mauro de Vasconcelos li e me emocionei muito com “Meu Pé de Laranja Lima”. Barro Blanco.Vazante. Rosinha, Minha Canoa. Doidão As Confissões de Frei Abóbora. Rua Descalça
Li "2455-Cela da Morte" de  Caryl Whittier Chessman ou Caryl Chessman  que morreu em uma câmara de gás em 1960. Sua luta fez o Estado da Califórnia, assim como o resto do mundo, refletir sobre a pena de morte.
Wuthering Heights (traduzido para português como O Morro dos Ventos Uivantes) da escritora britânica Emily Brontë.
Um fato bastante curioso, eu já tinha lido muita coisa, Jorge Amado estava em voga, a Biblioteca Municipal funcionava na esquina da Rua Voluntários de Piracicaba com Rua Alferes José Caetano, em um prédio recém-demolido. Logo deois ela mudou para a Rua Prudente de Moraes entre as Ruas Governador Pedro  de Toledo, onde atualmente funciona o Sindicato dos Metalurgicos, no centro. Logo depois ela transferiu-se novamente para a Rua Moraes Barros entre as Rua do Rosário e Rua Tiradentes.
Eu queria ler as obras de Jorge Amado. Isso foi na decada de 60 a 70. Só que havia um grande problema: obras de Jorge Amado só eram emprestadas pela Biblioteca Municipal para maiores de 18 anos. Eu deveria ter entre 12 a 16 anos. Havia uma senhora, se não me engano Dona Jurema, que atendia aos consulentes durante o dia. Tentei tirar emprestado livro de Jorge Amado e ela zeloza pelos bons costumes me negou.  Condoido pela minha vontade de ler, lembro-me de um funcionário que trabalhava a noite, um grande camarada, o Pompeu. Passei a retirar e devolver os livros no período noturno. Asim pude ler as fantástiscas obras de Jorge Amado. Tais como:

sábado, 28 de setembro de 2013

Lançamento dos livros do acadêmico João Umberto Nassif - cadeira no 35 - patrono Prudente José de Moraes Barros

 Alguns momentos do evento que contou com a presença de amigos, familiares e pessoas ligadas à literatura
João Nassif com Sylvio Arzolla

João Umberto Nassif fala da realização da obra


Ivana  Negri e Lurdinha Sodero Martins
A presidente da Academia Piracicabana de Letras Maria Helena Corazza e Luis Abrahão
Anna Maria Meirelles de Mattos e Jairo Ribeiro de Mattos
Ivana e Cassio Negri
Parte do público que prestigiou o evento



Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz