Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2022/2025

Presidente: Vitor Pires Vencovsky Vice-presidente: Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto Diretora de Acervo: Raquel Delvaje 1a secretária: Ivana Maria França de Negri 2a secretária: Valdiza Maria Capranico 1o tesoureiro: Edson Rontani Júnior 2o tesoureiro: Alexandre Sarkis Neder Conselho fiscal: Waldemar Romano Cássio Camilo Almeida de Negri Aracy Duarte Ferrari Responsável pela edição da Revista:Ivana Maria França de Negri

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domingo, 14 de julho de 2024

PONTE DE LUZ




Lídia Sendin

 

Bem ao longe, a neblina clara e fria

Vai subindo da terra mansamente

Anunciando o raiar dum novo dia

E a esperança, ainda, de um sol quente.

 

Escondido entre nuvens amoitadas,

O sol parece que não se dá conta

Que sua presença é tão esperada,

Quando no céu, enfim, ele desponta.

 

Pouco a pouco, porém, ele aparece,

Rasgando a neblina do horizonte,

Que humildemente assim desaparece.

 

Quando entre nuvens seu fulgor irrompe,

Manda pra terra a luz que nos aquece

E entre o céu e a terra faz a ponte.

terça-feira, 9 de julho de 2024

JOGATINA



Elda Nympha Cobra Silveira

A sala envolta em fumaça
Assiste o naipe  intruso
Ser jogado na mesa verde!

Faço um olhar vago
Indeciso ou descuidado,
Mente ativa, nada revelo
Ao adversário.
Minha certeza é contumaz.

Fazendo-me insolente,
Olho no olho,
Com confiança,
Sorrio num esgar dúbio
Provocando tensão.

E... dominante,
Como um sagaz amante,
Atiro no feltro verde:

A carta da mão triunfante!




sexta-feira, 5 de julho de 2024

Novos membros eleitos para a Academia Piracicabana de Letras

 Sejam muitos bem-vindos os novos acadêmicos

Marcelo Pereira da Silva

 


Piracicabano, 33 anos, casado, um filho.

Pós-graduando em Literatura, Artes e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Especialista em Linguagens, Seus Códigos e Mundo do Trabalho pelo Centro de Educação Aberta e a Distância (CEAD), da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Graduando em Teatro pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI). Graduado em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Professor da rede estadual de ensino da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP), em turmas dos Ensinos Fundamental e Médio. Em seu trabalho atual, além de lecionar Língua Portuguesa, ministra/ministrou disciplinas diversificadas (Protagonismo Juvenil, Práticas Experimentais - Produção de Textos, Tecnologia e Inovação) e eletivas relacionadas às Artes, como Cinema, Artes Cênicas e Música. Desde 2012, é dramaturgo, ator e diretor na Cia. de Artes RenovArte. Desde 2018, é coordenador e mediador do Projeto "Cine Debate", da Associação Paulista de Medicina Regional de Piracicaba (APM).

Participa do Grupo Oficina Literária de Piracicaba (GOLP).  Publica crônicas para a seção "Prosa e Verso", do jornal A Tribuna Piracicabana.

Em 2023, publicou o livro de contos e crônicas "Nos Intervalos da Pressa" (Editora Paladar Cultural).

Seus principais interesses de estudo são: Adaptações teatrais de obras cinematográficas; Adaptações cinematográficas de obras literárias; Análise fílmica; Gêneros cinematográficos; História do cinema e Estética do filme.

 


Eliete de Fátima Guarnieri


É piracicabana, 51 anos casada, uma filha.

Graduada em Direito pela USP, é Juíza do tribunal de Justiça de São Paulo.

Escreve textos desde a adolescência quando participou das oficinas literárias com o escritor Ignácio Loyola, e foi fundado o GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba)

Participou da obra coletiva “Mistérios do Engenho”, de 1991, publicada pela Coordenadoria de Ação Cultural da Prefeitura do Município de Piracicaba, com o conto “Afogando números”.

Participou da obra coletiva “Direito e Literatura – Justiça Paulista”

Em 21 de março de 2023, publicou seu primeiro livro de contos, “Quando o Estômago Grita”, pela Editora Patuá, cuja orelha foi escrita pelo escritor e membro da Academia Paulista de Letras Mafra Carbonieri, recebendo a Moção de Aplausos pela publicação.

Em 19 de outubro de 2023, recebeu a “Moção de Aplausos da Câmara Municipal de Santa Bárbara d ́Oeste pela publicação de seu livro “Quando o Estômago Grita”. Na mesma data, recebeu o Título de Cidadã Barbarense.

Participou da obra coletiva “Ser Juiz”, publicada pela Editora Processo em fevereiro de 2024.

Em 26 de março de 2024, lançou seu segundo livro de contos, “Quando a Alma Viaja”, pela Life Editora.

Amante de literatura, de línguas (português, francês e italiano) e de música, toca piano clássico desde os 9 anos e, em 2018, começou a tocar órgão de tubos, sendo organista da Catedral de Santo Antônio de Piracicaba.


segunda-feira, 24 de junho de 2024

TRICOTANDO CAMINHOS



Elda Nympha Cobra Silveira

 

Tricotando meus caminhos

Urdindo pontos em laçadas e meias,

Nos encontros e desencontros da vida,

Vou tecendo minhas teias.

 

Ao pegar dois pontos juntos,

Fica sempre uma lacuna,

Um vazio inacabado enfeando o conjunto,

E... estragando a carreira em coluna.

 

A maturidade nos traz

O melhor a percorrer.

Ela sempre nos faz,

Acertar sem perceber.

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Faleceu o poeta Chico Mello

 Francisco de Assis Ferraz de Mello faleceu em Botucatu no dia 20 de junho de 2024

Escritor, poeta e artista plástico, deixou grande contribuição às letras.

Membro do Centro Literário de Piracicaba e Academia Piracicabana de Letras, escreveu sobre a vida do lendário  Nhô Lica, com quem conviveu por alguns anos.  Participou de inúmeras coletâneas e publicou muitos outros livros de poesias.


O ladrão de flores

Francisco de Assis Ferraz de Mello

(Para Magdalena, minha esposa)

 

Dou-te esta flor, amiga e companheira,

Que roubei de um jardim no amanhecer.

O proprietário nem vai perceber

Que lhe falta uma flor numa roseira.

 

Homem rico, possui uma horta inteira

-Éden florido – não há de perder.

E eu nada tenho, o que te oferecer?

Toma esta flor, amiga e companheira.

 

Que ela seja a expressão do nosso amor

E que este seja cada vez maior

- A sagrada corrente a nos ligar.

 

E, quando a flor murchar, eu, bem cedinho,

Voltarei ao jardim:- devagarinho

Roubarei outra flor para te dar.


                                             Chico Mello e seu eterno amor, Magdalena

 
                                Inauguração da exposição de quadros do Chico Mello na ESALQ


[











Chico com os amigos Arzolla e Cocenza
                                           
                                         Ivana de Negri e Chico Mello ( em reunião do CLIP)



quinta-feira, 6 de junho de 2024

Oficina Literária de junho/2024

A escritora Marcela Montrazi, autora do livro infantil " As Aventuras de Capivalda", foi a coordenadora da Oficina Literária do mês de junho, na Biblioteca Municipal, com tema Meio Ambiente.

As oficinas acontecem toda primeira quarta-feira do mês, das 19h30 às 21h30.

As oficinas são realizadas pelos grupos literários CLIP (Centro Literário de Piracicaba ), GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba) e APL (Academia Piracicabana de Letras)














A Canonização do Humor

 


Consideremos as celebrações juninas e a sagrada comédia.

Com a chegada do mês de junho, os corações se enchem de alegria e os calendários se preparam para as festividades que celebram não apenas os santos padroeiros das festas juninas, mas também a canonização do humor. É um período de união, música, dança e, claro, muitas risadas.

Essas festas, tradicionalmente ligadas à cultura popular brasileira, celebram os três santos principais: São João, Santo Antônio e São Pedro. No entanto, nos bastidores dessas celebrações, há uma movimentação igualmente animada para reconhecer e honrar aqueles que contribuem para a alegria e o bom uso das festividades.

Ao explorar essa faceta humorística das festas juninas, nos deparamos com uma lista divertida de candidatos à canonização, cada um representando uma categoria única de humor:

**São Fona** - o santo dos músicos, que transforma até mesmo os desafinados em artistas renomados.

**São Riso** - o santo dos gozadores, que encontram alegria em todas as situações da vida.

**São Nitário** - o santo dos apertados, que nos faz rir das dificuldades cotidianas, que entram correndo e saem aliviados.

**São Dália** - o santo das flores que não se cheiram, que lembram as havaianas mal lavadas, que faz o encontro do humor na ironia da vida.

**São Duíche** - o santo dos famintos, que encontram prazer até mesmo nas refeições mais simples.

**São Boroso** - o santo dos gordinhos, que nos mostra que a alegria não tem tamanho.

**São Grento** - o santo dos churrasqueiros, que transforma um simples churrasco em uma comédia de erros mal passados ou bem passados.

**São São** - o santo dos que nada são, que nos ensina a encontrar humor na nossa própria insignificância.

**São Risal** - o santo dos embriagados, que nos faz rir de nossas próprias extravagâncias.

**São Maritano** - o santo dos acompanhantes, que torna até mesmo os momentos mais monótonos em ocasiões memoráveis.

**São Brá e Água Fresca** - o santo dos folgados, que nos lembra da importância de desfrutar os prazeres simples da vida.

**São Murai** - o santo dos lutadores, que nos mostra que até mesmo nas batalhas mais árduas, há espaço para o riso.

**São Guessuga** - o santo dos aproveitadores, que nos faz rir com suas artimanhas.

**São Bódromo** - o santo da dança, que transforma qualquer pista em um palco de comédia.

**São Natório** - o santo dos loucos, que nos faz questionar a sanidade com seu humor excêntrico.

**São Tificar** - o santo dos que não são Santos, que nos ensina que até mesmo os mais imperfeitos merecem uma boa risada.

Depois de celebrar a canonização dessas novas santidades, é hora de soltar um balão de sonhos "sem tocha", acompanhado do rojão da esperança pelo surgimento da paz em um mundo explosivo. Nas festas juninas, que sejamos todos abençoados com momentos de alegria, comunhão e, é claro, muitas risadas.

Que esses novos santos nos inspirem a encontrar o lado engraçado da vida e a celebrar a beleza da comédia, não apenas nas festas juninas, mas em todos os dias do ano.

sexta-feira, 31 de maio de 2024

Assim sêsse como tu has de for

 Walter Naime                  

Se você não entendeu o título não se preocupe. “Assim sêsse como tu hás de for”, ou melhor dizendo “Assim fosse como tu hás de ser”, não é um trocadilho, mas uma simples troca dos finais das palavras com inversão das iniciais. O cérebro que interprete como quiser.

Se a leitura tem um significado importante para você, para mim é motivo para continuar escrevendo.

Os conceitos, coisas e pensamentos são expressos por sons falados, escritos ou por gestos que representam palavras, que juntadas e pontuadas dão sentido e significado à comunicação.

Sendo assim, a mente humana é a hospedeira da linguagem e por conseguinte a casa do ser.

A palavra é o instrumento da nossa comunicação. Esse é o milagre da linguagem.

Chacrinha, de quem você deve se lembrar, dizia que “Quem não se comunica se estrumbica”. Ele estava certo. O homem sem a capacidade da comunicação fica perdido, fechado em si mesmo. Exemplo simbólico do que estamos dizendo é o episódio bíblico da Torre de Babel, quando o desentendimento e a confusão se instalou entre os homens e as nações por que de súbito todos passaram a falar em idiomas diferentes e ninguém mais se entendeu. Foi a forma irônica que Deus encontrou para punir os homens pela ambição de querer subir aos céus e conhecer a morada do próprio Deus. Isso me faz pensar na semelhança entre os desígnios de Deus e o nosso bom e velho Chacrinha, que dizia afirmativamente: “Não vim para explicar, mas para confundir”.

Hoje certos cultos religiosos incentivam seus adeptos a “falar em línguas” porque as palavras normais não atendem a necessidade de expressão do “espírito santo“ e outras entidades sobrenaturais. Dizer que “Deus escreve certo por linhas tortas” não deixa também de ser uma tentativa de elevar a linguagem coloquial a um nível filosófico e religioso.

Atualmente, devido ao tamanho das palavras e frases tornou-se necessário abreviá-las para que não tomassem grande espaço. Passaram a ser representadas por abreviações ou siglas: USA (United States of America), GPS (Global Positioning System), PSDB (Partido Social Democrático do Brasil), ONU (Organizações das Nações Unidas), CQD (como queríamos demonstrar) e assim por diante.

Já na linguagem digital, temos vg, simbolizando a vírgula, pt, simbolizando o ponto, vc simbolizando você.

A linguagem dos mudos é feita por meio de gestos dos membros e da face. A comunicação dos cegos se dá pelo toque dos dedos em a uma forma particular de escrita em relevo; o “Braile”.

Temos ainda a linguagem literária, poética, cientifica e outras.

No amontoado dessas formas de linguagem está o ser humano tentando se comunicar. O que seria a vida social sem a possibilidade da comunicação? Provavelmente o número de brigas e desentendimentos seriam insuportáveis e não seria viver em paz e harmonia.

Por isso, vamos usar a cabeça não apenas para colocar chapéu, mas também para progredir no entendimento.

Pela maneira como andam as coisas no mundo de hoje está mais fácil se comunicar com divindades do que com o nosso próximo. Estamos como no tempo da Torre de babel: não está dando para entender mais nada. Assim fosse como tu hás de ser.

terça-feira, 28 de maio de 2024

Nossa Senhora de Fátima

 



Aracy Duarte Ferrari

 

Dia 13 de maio de 1.917

Aparece na Cova da Íria

Em Portugal, nação cristã

Encantando e abençoando.

 

Aos três pastorinhos

Lúcia, Jacinta e Francisco

Que estavam juntinhos

Pastoreando as ovelhas.

 

Abençoados, sentiram a forte luz

Olharam para o céu

Viram a imagem que reluz.

terça-feira, 14 de maio de 2024

Da obsolescência das palavras, da poesia e da Arte





(foto Ivana Negri)

                                                 Carmen Pilotto

Olhando pela minha janela de trabalho observo as folhas douradas caindo com o vento do outono, cheias das lembranças das estações anteriores, que nos contam sobre vivências pelas quais suas texturas foram tomando forma e se converteram em lindos recortes de seiva que alimentaram as árvores e exalaram oxigênio para dar suporte ao o planeta... Mesmo após a queda, passam a ser os húmus da terra e com o tempo, após séculos, se transformarão em âmbar contando a história de uma região.

Quando chego ao trabalho, tomo contanto com um cenário lindo e agradeço a Deus pela oportunidade ímpar de poder captar lindas formas vegetais, aromas, pássaros no entorno e amplitude de céu azul.  Faço minha oração e inicio minhas tarefas.

Hoje foi especialmente um dia triste, lendo a notícia publicada por nossa amiga Sabrina Scarpare sobre a poetry.camera/, traduzindo a Câmera de Poesia. Trata-se de um equipamento que em vez de tirar fotos irá fazer um poema descrevendo sensações das imagens capturadas! Usará metáforas, registrando belas imagens, descrevendo com técnicas perfeitas tudo o que consideramos belo.

Meu questionamento é de quando poderemos perceber se quem escreveu foi uma máquina ou um ser humano? Imagens serão detalhadamente registradas com um desempenho além da capacidade das palavras de nosso âmbito. Assim, a ARTE está muito comprometida: quadros, fotos, textos, esculturas, partituras e tudo que a genialidade humana produz será replicada de forma mecânica e com perfeição.

Os humanos e suas emoções são realmente algoritmos de uma raça em extinção.

sexta-feira, 10 de maio de 2024

Arte para a FLIPIRA 2024


 Estamos selecionando  o LOGO da 5ª FlLIPIRA até dia 30/05/2024 e quem desejar participar do desenvolvimento da arte, favor enviar através dos  e-mails: 

raqueldelvaje@yahoo.com.br 

ou ivanamfn@yahoo.com.br, 

Pode participar qualquer pessoa maior de 18 anos.

Informações que a arte deve conter: FLIPIRA – FESTA LITERÁRIA DE PIRACICABA.  LOCAL: ENGENHO CENTRAL. DATA  25, 26 e 27 de OUTUBRO de 2024.

 O LOGO estará em todas as divulgações nas mídias, banners e folders da Festa.

Comissão Organizadora da 5a edição da Flipira/2024

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz