Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Campanha "Uma Casa para a APL"

 


Um presente inesperado para a Academia de Letras

 

Armando Alexandre dos Santos

 

Continua repercutindo a campanha para que a Academia Piracicabana de Letras obtenha uma sede. Os três jornais diários da cidade estão, conjuntamente, promovendo essa campanha, em boa hora lançada pela poetisa Raquel Delvaje, atual presidente da APL

Não é a primeira vez que, no Brasil, uma Academia de Letras procura ansiosamente por um lar. Isso aconteceu até com a mais antiga e prestigiosa das Academias, a brasileira. Desde sua fundação, em 1897, por 26 longos anos andou ela afanosamente à cata e à espera de uma sede permanente, até que em 1923 um presente inesperado lhe caiu do céu... Vejamos como.

Realizou-se em 1922 uma grandiosa Exposição Internacional comemorativa do Centenário da Independência, projeto que ensejou a modernização da Capital Federal, com a derrubada parcial do Morro do Castelo, para dar lugar a uma ampla área na qual, bem no centro da cidade, puderam comodamente se instalar não apenas a Exposição Nacional, mas também representações estrangeiras.

As Exposições Universais, periodicamente realizadas no Velho Mundo ou nos Estados Unidos desde meados do século XIX, eram conhecidas como “vitrines do progresso”, porque nelas os diversos povos timbravam em exibir seus produtos naturais ou industriais, realizando dessa forma eficiente propaganda comercial e, ao mesmo tempo, adquirindo ou consolidando prestígio internacional. Recorde-se que D. Pedro II quis comparecer, em 1876, à Exposição Universal de Filadélfia, nos Estados Unidos, e foi ali que tomou contato com o telefone, que acabava de ser inventado por Graham Bell.

A Exposição Internacional de 1922 - a primeira realizada após o final da Grande Guerra - foi decidida no Brasil pelo Decreto nº 4.175, de 11/11/1920, e regulamentada pelo Decreto nº 15.066, de 24/10/1921, o qual também estipulou que a comemoração do Centenário comportaria, ademais da Exposição, eventos culturais em todo o país, com conferências e solenidades públicas, e lançamento de livros de cunho histórico, de dicionários e documentação cartográfica. Os Institutos Históricos e Geográficos, que a esse tempo já eram numerosos, chamaram a si, nos vários Estados, a responsabilidade de promover localmente eventos comemorativos, usando as respectivas revistas como veículos de difusão. O mesmo fez, em âmbito nacional, o tradicional Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, fundado em 1838.

A Exposição Nacional constou de oito grandes pavilhões: do Comércio; de Higiene e Festas; de Pequenas Indústrias; de Viação e Agricultura; de Caça e Pesca; da Administração; da Estatística, além de setores representativos dos vários Estados e da Grande Indústria. Segundo o “Livro de Ouro Comemorativo do Centenário da Independência e da Exposição Internacional de 1922” (Rio de Janeiro: Annuario do Brasil / Laemmert, 1923), mais de 6 mil expositores, provenientes de todos os Estados brasileiros, apresentaram seus produtos, e mais de 3 milhões de visitantes acorreram à exposição nos meses em que esteve aberta. 13 nações estrangeiras se fizeram representar, arcando cada qual com as despesas de instalação e exposição de suas delegações: Argentina, Bélgica, Dinamarca, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Japão, México, Noruega, Suécia, Tchecoslováquia e, em posição de destaque, Portugal. A Exposição Nacional, aberta a 7 de setembro, encerrou-se dois meses depois; a Exposição Internacional continuou aberta até julho de 1923.

Por que estou contando tudo isso? É porque foi graças à Exposição de 1922 que a Academia Brasileira de Letras obteve uma sede magnífica. O governo francês, que tinha mandado construir no Rio de Janeiro uma réplica do Petit Trianon de Versalhes, para abrigar a delegação francesa, resolveu generosamente doar, em 1923, o belíssimo edifício à ABL, que permanece na posse do imóvel até hoje.

No orçamento de uma grande empresa como a Hyundai, a Caterpillar, a Raízen ou a Dedini, o valor de um imóvel urbano é quase como uma gota de água no oceano. Será que alguma delas não poderia mostrar, com a cultura piracicabana, a mesma generosidade da França com a Casa de Machado de Assis? Fica aqui a sugestão.

 

 

 

(*) Doutor na área de Filosofia e Letras, membro da Academia Piracicabana de Letras e do IHGP.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Campanha por uma sede para a APL

 Gazeta de Piracicaba, Jornal de Piracicaba e Tribuna Piracicabana lançaram no domingo a campanha “Uma casa para a palavra”, que pretende sensibilizar autoridades e a comunidade em geral sobre a importância da Academia Piracicabana de Letras (APL) conquistar sua sede própria. O objetivo é preservar seu acervo, reunir escritores e leitores e fortalecer a atuação cultural da entidade.

Fundada em 11 de março de 1972, a APL chega aos 54 anos de história consolidada como referência na preservação da memória literária da cidade. Ao longo das décadas, promoveu debates, encontros e lançamentos de livros, além de incentivar jovens escritores e apoiar iniciativas culturais. Hoje, conta com 40 acadêmicos e respectivos patronos, todos nomes de destaque na cultura piracicabana.

Apesar da relevância, a Academia ainda não possui sede própria. Documentos e objetos históricos permanecem dispersos em casas de membros ou em espaços cedidos, como o Instituto Beatriz Algodoal e o Instituto Histórico e Geográfico. Uma sede definitiva significaria não apenas abrigo para o acervo, mas também um marco cultural para a cidade.

 A palavra merece uma casa. Piracicaba merece esse legado cultural.

A interação da APL com a comunidade é notada na promoção da Festa Literária de Piracicaba (Flipira), que atrai escritores e editoras do Brasil inteiro e centenas de visitantes. Além disso, os acadêmicos fazem parte do cotidiano das escolas, interagindo com estudantes. Ação que não se limita a incentivar a leitura, mas também revelar novos talentos da literatura. Uma atuação que já rendeu à entidade moção de Aplausos.


































segunda-feira, 16 de março de 2026

JESUS

Elda Nympha Cobra Silveira

 

Num jumento, triunfante

Jesus entra em Jerusalém.

Madalena unge seus pés com óleos e perfumes.

A cidade que o recebeu em festas,

Hoje o querem morto, e

Fora dos muros da cidade!

Sofria, mas sem queixume.

 

Certa noite, quando todos reunidos,

Parte o pão e dá-lhes vinho,

E... oferece seu corpo e sangue,

Prometendo retornar um dia.

Todos o abandonaram!

Ele já sabia!

 Indiferentes ao seu coração

Latejante de paixão!

È entregue, preso e torturado na cruz.

Morre, mas venceu a morte, até o fim.

Ressuscitou-  oh! Jesus

Abrindo-nos as portas do céu!

Para mim, para você,

Para todos que o amam, enfim!


Aleluia,  aleluia, aleluia...

 

Essência



Bianca Rosenthal

A essência feminina é como a brisa do mar,

Que acalenta o coração em meio à tempestade,

É o abraço que incentiva o caminhar,

E a coragem que busca a liberdade.

 

A música que toca a alma com maestria,

A força que move na adversidade,

A flor que desabrocha em harmonia

E a luz que afasta a obscuridade.

 

É a manifestação da arte,

Que colore o mundo com tons de esperança.

É a beleza da dança que em alguma parte

Propõe a metamorfose, a mudança.

 

Guia na jornada da evolução,

Natureza, mulher e pura essência.

Com sabedoria faz a condução

E dispensa o viver de aparência.   

sexta-feira, 13 de março de 2026

O Soneto e eu

 



João Baptista de Souza Negreiros

 

Difícil do soneto é encontrar a rima

que venha esmerilhada e com cesura pronta

na justa comunhão do som, da luz, do clima

que hão de permear os versos, ponta a ponta

 

Preciso é que a palavra que o verso anima

abrigo possa achar na imagem que desponta.

Que venha desbastada ao fim dessa vindima

as pérolas do Lácio unindo conta a conta

 

Por isso o meu desgosto em criar sonetos.

Fazer que rimem, suave, quadras e tercetos

e casem-se as estrofes no poema inteiro

 

São tantos os cuidados, e os grilhões são tantos!

Até que a Poesia verta seus encantos

nas sílabas finais do verso derradeiro.

 

 

domingo, 1 de março de 2026

FORMA E CONTEÚDO


Lídia Sendin
Se o homem planta o trigo que alimenta,
Você amassa e assa o pão de cada dia.
Se a força dele o arado aguenta
Você é quem embala a cria.
Você é água em rio corrente
Que desviada do seu leito
Reaparece insurgente
Em outro curso também perfeito
Pode iluminar,
Não como um luzeiro,
Brilhando em só um lugar,
Mas Sol no mundo inteiro
Que com qualidade,
Dá energia,
Força, calor...
É mãe, é guia,
O que quiser,
Não por acaso,
Mulher
Que é vaso
Também
É
Flor.

SER MULHER

​Elisabete Bortolin

 

​Ser mulher é ter o cálice de luz vivente,

resplandecente de energia pura,

onde faz brotar uma nova geração


do mais profundo do seu ser.

​Ser mulher é ter nas mãos o poder

de controlar o mundo através dos filhos

e, assim, conquistar uma liberdade de expressão

através da educação transmitida à humanidade.

​Ser mulher é caminhar lado a lado com o homem,

carregando as dores do mundo,

cumprindo a lei universal

de que só o amor é essencial.

​O mundo de hoje é

a expressão maternal

do amor de uma mulher

pelo homem em sua vida.

 












sábado, 14 de fevereiro de 2026

POMBOS EM DISCUSSÃO

 

Ivana Maria França de Negri

 

Usar a imagem de uma pomba branca para representar a paz, pode. Usar o pombo para representar a terceira pessoa da Santíssima Trindade, pode. Usar pombo para a Festa do Divino, pode. Usar pombinhos para convites de casamento, pode. Usar a ave como pombo correio, pode. Matar pombos para comer, pode. Mas dar milho ou farelo de pão para eles, não pode, e gera multa de 500 reais. Assim como também é proibido alimentar gatos abandonados e moradores de rua. Alegam os legisladores que é um problema de saúde pública. Como se as farmácias populares não estivessem sempre em falta com medicamentos, como se as filas para atendimentos não fossem imensas, além da falta de profissionais, etc...

De tempos em tempos retornam as discussões polêmicas sobre a presença dos pombos na cidade. Muita gente se incomoda com a sujeira e cobra ações da prefeitura. Dão até sugestões absurdas, como reduzir o número de árvores.

Medidas drásticas ou cruéis, tipo extermínio, de nada adiantam. Ações hitlerianas só denotam ignorância a respeito do assunto e nunca foram solução para questão alguma.

Segundo pesquisas, menos de 30% das fezes encontradas são de pombos, os restantes 70% são de outras aves. Não se pode esquecer que na região de Piracicaba existem seis espécies da família dos pombos que são nativas. Por isso as rações anticoncepcionais são condenadas, porque além de serem inviáveis devido ao custo e pela dificuldade de fazer com que se alimentem com a dose correta, podem afetar outras espécies de aves que também comeriam essa ração, comprometendo outros ecossistemas.

A população deve ser orientada a seguir condutas de higiene e saber sobre o contágio das principais doenças e como agir caso ocorram sintomas que prenunciem algumas dessas zoonozes.

Há muitas maneiras não agressivas de evitar que vivam no telhado das casas. Pombas não gostam de material brilhante como papel laminado. E nem do odor do cravo-da-india. Também o uso de fios de naylon a dez centímetros de onde elas costumam pousar, faz com que se afastem do local. Providenciar vedação de vãos nos forros e telhados e outros locais onde possam criar ninhos, colocando telas ou tapumes, conforme o caso. Colocar festões brilhantes ou manequins de predadores, tipo espantalho de corujas, falcões, também costuma dar bons resultados afastando-as do local.

As medidas têm que ser de acordo com a legislação para não causar danos às aves, nem ao meio ambiente, e devem ser aprovadas pelas sociedades protetoras de animais.

A presença de pombos em praças não é algo exclusivo de Piracicaba. São encontrados no mundo todo, exceto nas regiões polares. Chegaram ao Brasil trazidos por imigrantes europeus no século XVI como aves domésticas, adaptando- se muito bem aos grandes centros urbanos, devido a facilidade de encontrar alimento e abrigo. A diferença é que nos países desenvolvidos fazem a limpeza e desinfecção regularmente das praças, mantendo tudo higienizado.

Na Turquia há milhares de pombais, pequenas aberturas pintadas de branco ou decoradas com arabescos coloridos para atrair os pássaros, projetados para permitir a entrada dos pombos e protegê-los contra predadores, mantendo os ninhos seguros.

Na Capadócia existe o Vale dos Pombos, um local pitoresco perto da cidade de Uchisar, onde numerosos pombais foram escavados desde os tempos antigos. O vale, cujo nome deriva dos pombos, é um ponto turístico bastante visitado e protegido pelo governo, sendo o local patrimônio Mundial da UNESCO.

E aqui, quem é cruel, mata e maltrata animais, raramente é punido, mas quem tem compaixão e alimenta pombos e animais de rua, é condenado.

E que não sejam punidas pessoas de bom coração!

 






quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Primeira Oficina Literária de 2026

O Grupo Oficina Literária de Piracicaba (GOLP) foi criado em 1989, por sugestão do escritor Ignácio de Loyola Brandão, coordenador de duas oficinas em Piracicaba, com o objetivo de manter os então alunos em constante contato e promover o desenvolvimento do meio literário piracicabano, através de reuniões, estudos e produção de textos.

Os escritores Caio Fernando Abreu, duas vezes, e Márcia Denser também coordenaram oficinas literárias em Piracicaba, propiciando aos integrantes do Grupo a possibilidade de um aprofundamento e enriquecimento de estudos na área.  

E desde então, há quase 40 anos, as oficinas literárias são realizadas pelo grupo,  só interrompidas nos anos da pandemia.

E já há alguns anos que o GOLP tem o reforço da Academia Piracicabana de Letras e do Centro Literário de Piracicaba na realização das oficinas, com apoio da secretaria de Cultura e Prefeitura. 

Em cada oficina um escritor fica na coordenação para estimular os presentes a escreverem. Depois todos leem os textos que escreveram, que podem ser aproveitados para publicação nos blogs literários e na página semanal Prosa e Verso, publicada semanalmente na Tribuna Piracicabana há 25 anos, sem interrupções.

Nesta primeira oficina do ano – são mensais – a escritora e contadora de histórias Carmelina de Toledo Piza estará na coordenação e o tema será  “A incrível fabriqueta de palavras”

A oficina será realizada na quinta-feira, dia 5 de fevereiro, das 19h30 às 21h30

O endereço do Museu Prudente de Moraes é rua Santo Antônio, 641 - Centro














Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz