Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeira Secretária – Ivana Maria França de Negri
Segunda Secretária – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



Seguidores

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Minas Gerais

(Foto Guia Turismo Brasil)


Luciano Martins Verdade

Um lugar cheio de montanhas não deveria se chamar Minas Gerais. Minas são a desconstrução das montanhas, primeiro cavando buracos cada vez mais profundos à procura de ouro, depois retirando a rocha – e consequentemente – o solo, a flora e a fauna, em busca do ferro que enlata o automóvel, o trem, o avião e o navio e quem vai dentro deles, cada vez mais como sardinhas.
Montanhas são obras primas da natureza, mas são apenas matérias-primas para as mineradoras. E a lógica que determina a logística de seu uso é a do uso à exaustão e sucessiva substituição por outro recurso, otimizando assim procedimentos industriais como extração, processamento e expedição. O problema é que, no caso das mineradoras, o principal produto é a rocha, que dá origem ao solo, que suporta a flora, que alimenta a fauna, que se realimenta antes de retornar ao solo e um dia à própria rocha. Assim montanhas são reduzidas à lama toxica, esvaziando a paisagem e a história.
Mineradoras não geram riquezas. Elas roubam riquezas de lugares cheios de montanhas. O ouro que saiu de Minas enriqueceu São Paulo, Portugal, depois a Inglaterra e, por fim, os Estados Unidos. É a sua parte nesse ouro que mineiras do vale do Jequitinhonha vão buscar nas casas das madames paulistas como empregadas domésticas. É atrás de sua parte nesse ouro que os incautos mineiros de Governador Valadares vão quando tentam entrar como imigrantes ilegais nos Estados Unidos. O irônico é que lá esse ouro foi recolocado num buraco ainda mais impenetrável que nas minas de Minas.
Minas deveria se chamar apenas Gerais ou Serras Gerais. Ou Montanha, como fizeram os americanos com seu estado, mas acho que isso não soa tão bem em português quanto no espanhol importado pelos norte-americanos anglo-fônicos. Minas também poderia se chamar São Francisco, seu rio mais importante, e que nasce em suas montanhas.
Chamasse como chamasse Minas deveria honrar suas montanhas e mantê-las íntegras com seu solo, sua flora, sua fauna, sua história natural e sua história humana. Chamasse como chamasse Minas deveria manter sua riqueza e não se deixar destruir pela ganância de quem é capaz até mesmo de devorar suas montanhas e seu solo, sua flora, sua fauna, sua história natural e humana.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Lançamento da Revista da Academia de número 17

 Nas dependências do Instituto Beatriz Algodoal, numa animada festa junina, reuniram-se os acadêmicos para confraternização e lançamento da Revista
























sexta-feira, 5 de julho de 2019

Condecoração do acadêmico Armando Alexandre dos Santos

 Armando Alexandre dos Santos com a escritora Ana Maria Martins
Foto com Ignácio de Loyola Brandão e o casal Zuza e Maria Ercilia Homem de Mello


O acadêmico da APL Armando Alexandre dos Santos, autor de 43 livros,  recebeu o "Colar Guilherme de Almeida" em cerimônia no Salão Nobre Presidente João Brasil Vita em São Paulo, honraria outorgada aos que se destacam na área de Literatura e Cultura. Ele é paulistano, mas reside em Piracicaba há 14 anos. Licenciado em História e Filosofia, pós graduado em Docência do Ensino Superior e História Militar. Doutor na área de Filosofia e Letras pela Universidade de Alicante, na Espanha.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

PALAVRAS FUGITIVAS



Lídia Sendin

O que há em mim? Não faço mais poesia?
Olhos no céu, o pensamento em pedra,
Calou-se das palavras a alegria,
Aquela inspiração em mim não medra.

Fugiram minhas letras em rebeldia,
Mergulharam nos mares da inconsciência,
O que da alma me saiu um dia,
Agora só me vem como ciência.

Não quero estudar cada partícula,
Preciso que me venham improvisos,
Que brotem como folhas em radículas,
Que surjam como espanto, sem avisos.

Não é preciso rima ou tanta métrica,
- Ó musas! Não me deixem sem amparo,
Vagando louca na paisagem tétrica,
Tirando este verbo que me é caro.

Qualquer linha já basta para a alma,
Qualquer verso me levará ao céu,
Dará ao meu espírito essa calma
Que só vem com as palavras no papel.



domingo, 23 de junho de 2019

VIDA

Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende



A vida é um lenço, que vai embora com o vento,
pela janela de um trem.
O analogismo aqui, quebra-se!
Nem todos os lenços voarão pela janela de um trem,
Porém, todas as vidas voarão como lenços
levados ao vento
pela janela de um trem...
que passa por trilhos
de cronos

sexta-feira, 21 de junho de 2019

LAGO INSPIRADOR


                                             

                                                                       À minha filha
                                                           Lourdinha Piedade Sodero Martins

Bem-vindo,  aconchegante sol de inverno a comandar fulgidos  raios para atrair a Primavera, estende-se sobre o lago a circundar esta residência , verdadeiro “home sweet home”.  Assisto da espaçosa vidraça uma cena linda, deveras repousante, onde famílias de patos selvagens seguem o fluxo natural da correnteza.  Esta,  sob o comando do ventinho atrevido  a se espalhar suavemente,  autorizando o balanço ritmado dos pinheiros e arbustos do imenso gramado a tingir-se do verde primaveril.
Posso ver cabecinhas verde azuladas de filhotes aprendizes que, inesperadamente afundam-se na água,  ainda bem gelada, para voltarem à tona alguns segundos depois.  Acompanhados  dos pais no treino diário, as pequeninas aves   emolduradas pela suave ondulação do lago  e a  brilhante atmosfera,  me permitem “viajar” e alimentar minha alegria interior movida por Inspiração Divina, após um período de intensa preocupação e dúvidas, seguro apenas pelo respaldo da fé e da esperança ,  do carinho e orações recebidas dos amigos,  de modo tão fraterno.
Tudo em paz agora!  Retomo o ritmo cotidiano para o “degustar” silencioso e profundo do meu espírito pacífico após a comprovação do verdadeiro Milagre Pascal!
Eterna gratidão à Providencia Divina, à própria vida e a todos que abraçaram nossa causa.
Minha filha renasceu neste seu dia! Parabéns!  Bênçãos e  Feliz aniversário, Ana Cláudia! 
Com amor e admiração!  Sua mãe, aos 9 de abril de 2019!
                                                                                                            Bargersville,In.                        


domingo, 26 de maio de 2019

Banalização fotográfica



Edson Rontani Junior 
Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida

Recentemente, numa sala de espera, uma pessoa manuseava seu smartphone fotografando algumas cenas que por nossa frente ocorriam. Na piscina de um clube, duas jovens abusaram dos selfies, de forma frenética, como se a câmara fosse um brinquedo de outrora.
O mercado lançou smartphones de uma forma tão absurda que acabou criando o efeito da banalização fotográfica. Não que isso seja errado. Ter acesso aos avanços tecnológicos é uma situação inevitável e a popularização da fotografia nos  remete  à instantaneidade  tão  almejada pelo homem.
Desde  que  lançada,  a  fotografia  exigia  habilidade, conhecimento, dinheiro e utilização de máquinas grandes e pesadas. Vale lembrar dos lambe-lambes e das máquinas fotográficas tipo “caixão” com lente reflexiva.
A máquina fotográfica virou opção de “bolso” já nos anos 60, mas se popularizou nos anos 70 e 80 com as nostálgicas Instamatic da Kodak com flashes descartáveis que conseguiram iluminar quatro “poses”. Ainda nos anos 70, a instantaneidade veio com a máquina Polaroid. Fotografar e revelar na própria máquina era algo fantástico. Cabe lembrar que a fotografia antiga, ainda revelada em papel, demorava dias para que nos fosse entregue, uma vez que o negativo era levado à loja, passava por processos químicos,  ampliado e depois devolvido. Até tempos atrás era possível assistir este processo das vitrines de uma loja do Shopping !
A  fotografia,  desde  sua  criação,   pelo  longínquo ano de 1826, sempre foi um artigo de luxo. Era acessível a poucos. Sua popularização no Brasil veio pela família real através de Dom Pedro II. Materiais para fotografar e revelar viajavam de navio, da Inglaterra ou da Alemanha. Foi Dom Pedro quem importou as primeiras máquinas e financiou a vinda de profissionais europeus como Marc Ferrez ou Louis Compte.
A princípio, a ideia de preservar aquele instante para o futuro era algo mágico. Houve até quem dissesse que a fotografia roubaria a alma do fotografado. Sim. Falou-se até que aquilo era bruxaria.Antigamente, a foto era feita ao ar livre, para aproveitar a luz natural. Não era permitido mexer, pois qualquer movimento borraria o retratado. Daí a questão de aparecermos sérios nos documentos de identificação. Não há lei que nos proíba de ter uma foto sorrindo no RG, o que existe é um tabu criado pelo “olha o passarinho e não se mexa!”.
Fato curioso são as “mães fantasmas”, encobertas por mantos escuros segurando fi lhos para não borrar a fotografia, já que eram necessários incansáveis segundos – ou até minutos – sem respirar.  Fotógrafos chegaram a ser coadjuvantes de luxo ao lado das debutantes e de jovens noivos. Os álbuns demoravam para serem ampliados e revelados, angustiando as famílias. Porém, um álbum sempre foi motivo para reunião familiar. Quanta gente não se reuniu ao redor de um deles para juntos ver as fotos, após a macarronada de domingo ? Este, aliás, é outro hábito que caiu em desuso.
Piracicaba teve inúmeros profissionais que defenderam e defendem esta arte, entre os mais contemporâneos que   partiram  Isolino  Nascimento,  Henrique  Spavieri, Diógenes  Banzatto,  Lacorte,  Cícero  Correa  dos  Santos... Quantas  lojas  também  nos  ajudaram  a  manter  a  magia, com  suas  revelações?  Bischof,  Budasom,  Cantarelli,  Iris Jetcolor, Outsubo...Se pegarmos fotos do século 19, notamos que um dos principais adereços dos “retratos” estava um livro, símbolo da sabedoria, ícone de que o retratado era de uma casta privilegiada, pois o ensino ainda não era obrigatório no país, ou seja, acessível a uma pequena minoria. Hoje a máxima  empregada no Facebok: “um dos primeiros astronautas ao pisar na Lua tirou com muito custo sete fotos; adolescente foi ao banheiro do shopping e diante do espelho ... tirou 47 fotos fazendo biquinho !”.
Não há bastão de selfie que nos salve !


sábado, 18 de maio de 2019

O PRÓXIMO SUSPIRO



Luciano Verdade
(À Denise Dedini)

Não te amo pela paisagem da Toscana
ou por Paris
que estarão sempre lá esperando por nós
como num filme.
Não te amo tampouco pela sinfonia do amor
de algum compositor
tão clássico ou romântico quanto possa ser o amor
– ainda que Paris ou Piazolla tornem meu amor mais claro.
Não te amo pelas crianças
que gritam ou choram
quando sobrevivem
ou pelas que se aquietam
realistas, modernas, mas mortas
nos noticiários de um mundo
que ainda teima em ser apenas clássico ou romântico.
Não te amo pela terra,
o vento, a água e o fogo
ainda que eles sejam parte de mim
e eu deles.
Te amo pelo oxigênio que vou respirar
no próximo minuto
pelo suor dos meus poros
pela próxima batida do meu coração.
Não pelo que fui ou sou
mas pelo futuro próximo
do que serei, já sendo
assim que o pensamento termine.
Te amo pela próxima refeição
pelo próximo nascer do sol
pelo único sentido da vida
pelo átimo de segundo
em que a vida ainda não é nem passado nem futuro
pelo futuro real quase presente
pelo presente efêmero quase passado
pelo passado eterno e vazio
quase sem passado.
Pelo vir a ser imediato,
quase sendo.
Mas que só é, de fato, se você estiver presente.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Pincéis e tintas




Lídia Sendin

Você é tela branca em que se pinta,
A sua arte é você quem faz,
Em suas mãos estão pincéis e tinta,
Misture as cores como for capaz.

Retoque e mude tudo até que sinta
Que em cada cor a forma é veraz,
Porque não é preciso que se minta
Quando na obra o ser se mostra audaz.

A arte é sua, esqueça preconceitos,
Se a tela for redonda pinte o mundo
E entre nele num mergulho em cor.

O que importa sempre é o seu jeito:
Na cor amena ou no tom profundo,
O quadro mostrará seu esplendor.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Mães e outros tais quais...

(Arte Luzia Trabold)


Lídia Sendin

A vida de quem cuida tem raiz
Tem a seiva que nutre suas folhas.
Quem cuida dá abrigo e é a nutriz,
Tem sol, vive na luz da boa escolha.

Pode ser mãe, avós, tia ou babá,
Pode ser tio, papai ou um irmão...
Precisa ter amor, encaminhar,
Precisa ter paciência e coração.

Quem cuida tem um dom, uma centelha,
E um dia deverá soltar ao vento
Sua cria, que em seu amor se espelha,
Carregando o maior dos sentimentos.

E no adeus seus cuidados serão flores,
Suas mãos guardarão doces carinhos,
E olhando para seus novos amores,
Saberá que estarão no bom caminho.


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Oração pelas Mães



                                                                       Leda Coletti

Gosto das orações espontâneas.  Hoje vou orar pelas mãezinhas do mundo inteiro.  O dia das mães se aproxima e, embora em todos os dias devam ser lembradas com carinho, nesse dia oficial do calendário (na realidade mais comercial), nós oramos por todas.
-Pai, que está no céu e em toda parte, protegei as mães bem amadas, mas, sobretudo as esquecidas pelos filhos.
Protegei as que têm condições materiais para oferecer uma vida física e social digna aos seus filhos, como também as que não possuem sequer recursos para o pão de cada dia.
Protegei as de diferentes raças e nações, para serem aceitas nos grupos em que convivem e mostrem que o amor de mãe é voltado para o bem-estar da família, seja em que parte do mundo estiver.
Protegei as mães que não geraram filhos, mas são mães do coração, sejam recompensadas através do carinho, respeito pelos filhos adotados.
Protegei as mães que por limitações pessoais (doença, trabalho, separação de cônjuge) não conseguem se dedicar com zelo e amor aos filhos, sejam compreendidas e não criticadas.
Protegei as mães das diferentes etnias, crenças, jovens, adultas, idosas e anciãs, que não são tratadas c com igualdade e justiça social, para que os governantes cumpram as leis das quais são merecedoras.
Protegei as mães passageiras que contribuem com a família na instrução e formação das crianças e adolescentes nas diferentes instituições sociais e religiosas, para que continuem a semear o Bem, possibilitando torná-los conscientes e responsáveis  cidadãos do futuro.
Protegei as nossas mães presentes e ausentes. Muitos de nós não a temos presente fisicamente, porque já fazem parte da morada dos céus, mas elas continuam nos nossos corações. As mães não morrem nunca para um filho reconhecido. Para elas nosso eterno afeto e gratidão.
. Queridas mães, seres benditos, quase divinos, sinônimas do amor maior, verdadeiro. O mundo não existiria e nem teria sentido sem vocês.
Ao Senhor o nosso agradecimento  por ter criado a mulher e a ter dotado desse amor do tamanho do mundo. Que todas se sintam amadas e abençoadas pela Nossa Mãe do Céu.



terça-feira, 30 de abril de 2019

Academia de Letras empossou novos membros

Luciano, Lídia, Carmelina e Elisabete

A Academia Piracicabana de Letras empossou quatro novos membros. Carmelina de Toledo Piza, Elisabete Jurema Bortolin, Lídia Varela Sendin e Luciano Martins Verdade ocuparão, respectivamente, as cadeiras cujos patronos são Laudelina Cotrim de Castro, Helly de Campos Melges, Fortunato Losso Netto e Ricardo Ferraz de Arruda Pinto. A posse ocorre em decorrência ao falecimento e transferência domiciliar dos associados anteriores.
Segundo o presidente da Academia, Vitor Pires Vencovsky, são 40 disponíveis na entidade, ocupadas por escritores, professores, estudiosos em literatura, historiadores e outros profissionais que se dediquem à história e à escrita com ênfase em Piracicaba. Com essa posse, todas as cadeiras literárias ficam ocupadas. Estavam vagas as cadeiras do ex-presidente Gustavo Jacques Dias Alvim e do empresário Cezário de Campos Ferrari, ambos falecidos ano passado, além de dois outros membros que mudaram de endereço domiciliar de Piracicaba.
A entidade tem por finalidade promover a Cultura da Língua Portuguesa, descobrir novos talentos literários, realizar trabalhos em escolas, ministrar palestras e principalmente motivar as pessoas à prática da leitura. A Academia Piracicabana de Letras conta com 40 acadêmicos e 40 patronos, todos piracicabanos. Foi fundada em março de 1972 por João Chiarini.
A solenidade ocorrerá às 19h30 deste sábado na Biblioteca Municipal Ricardo Ferraz de Arruda Pinto (Rua do Vergueiro esquina com a Rua Saldanha Marinho). O evento é aberto a todos os interessados, com entrada gratuita.

Novos membros

Carmelina de Toledo Piza é natural de Tietê. Veio para Piracicaba com seis anos de idade. É contadora de histórias, professora, formada pelo Instituto Educacional Piracicabano. Cursou a Faculdade de Ciência e Letras na Unimep. Fez psicopedagogia e mestrado em Educação Comunitária na UNISAL/Americana. Integrou o GOLP, participando de diversas antologias. Ministra aulas de contação de histórias na pós-graduação da UNIP. Ocupará a cadeira 29 da patrono Laudelina Cotrim de Castro.
Elisabete Jurema Bortolin nasceu em Piracicaba. Formou-se em Letras pela Unimep. Publicou seus primeiros poemas na Página Literária do jornal “O Diário de Piracicaba”. Seu primeiro livro individual, “Eu Sou poesia”, são cânticos em forma de poesia que foi publicado e lançado em Santos 2009. Participou de 10 coletâneas. Faz parte dos grupos literários CLIP e GOLP. Tem no prelo um novo livro, a ser lançado em junho, na FLISP, Feira Literária de São Paulo. Ocupará a cadeira 7 cujo patrono é Helly de Campos Melges.
Lídia Varela Sendin é licenciada em filosofia. Começou na poesia participando da “Noite da Seresta e da Poesia” no SENAC Piracicaba. Tem poesias e textos em diversas coletâneas como Prêmio de Edição, além de ter participado do Centro Literário de Piracicaba (CLIP). É colaboradora da página literária Prosa & Verso da Tribuna Piracicabana. Publicou o livro “Trivialidades e Relevâncias: As escolhas poéticas no murmurar de um dia”. Tem cerca de 25 premiações em concursos diversos de prosa e de poesia. Ocupará a cadeira 8 cujo patrono é Fortunato Losso Netto.
Luciano Martins Verdade nasceu em São Paulo e aos 17 anos mudou-se para Piracicaba para cursar agronomia na ESALQ, onde atuou como professor entre 1998 e 2011. É Ph.D. em Ecologia e Conservação de Vida Silvestre pela Universidade da Florida (EUA) e desde 2011 é professor associado do CENA/USP. É autor de mais de 150 artigos científicos e de sete livros técnicos sobre a relação entre a biodiversidade e os seres humanos. Entre 1989 e 2018 publicou cinco livros de poemas. Ocupará a cadeira 12 que tem como patrono Ricardo Ferraz de Arruda Pinto.

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Luciano Martins Verdade-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)