Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

Seguidores

sábado, 23 de junho de 2018

Posse da diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Nas dependências do anfiteatro da Biblioteca Municipal, tomou posse a nova diretoria para o mandato de 2018/2021 em 22 de Junho
 Integrantes da nova diretoria

Presença da Secretária Municipal de Cultura Rosangela Camolese



 Acadêmico Barjas Negri dando as boas vindas
 Acadêmico Edson Rontani Junior






 Orador - acadêmico Alexandre Neder


 Acadêmicas Elda Nympha Silveira e Aracy Duarte Ferrari
 Acadêmicas Lourdinha Piedade Sodero Martins, Raquel Delvaje e sua filha Maittê
 Diretora da Biblioteca Rosana Oriani e Lourdinha
 Jocely Cerqueira Lazier - diretora do Centro Cultural Martha Watts, Vera e Gustavo Alvim,  Valdiza Caprânico -presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, acadêmicos Walter Naime e João Nassif - coordenador do Recanto dos Livros
 Acadêmicos Cássio e Ivana Negri
 Jocely, Vera e Gustavo

 Acadêmicas Carmen Pilotto e Leda Coletti

 Acadêmico João Baptista Negreiros Athayde e sua esposa Vera
 Familiares do novo presidente Vitor Vencovsky

 Acadêmica Carla Ceres e seu esposo Leroy
 Vera e Gustavo Alvim, Alexandre Neder, Vitor e Catarina
 Acadêmicos João Nassif, Valdiza Caprânico, Waldemar Romano e Aracy Ferrari

 Dulce Fernandez, Carmen Pilotto, Luciana e Marcelo Maroun
 Dulce Ana Fernandez e Aracy Duarte Ferrari
 João Nassif e João Batista de Camargo


 Vitor, Catarina e os filhos Leonardo e Eduardo

quinta-feira, 14 de junho de 2018

BUSCANDO PASÁRGADA



Antonio Carlos Fusatto
Por
     este mundo protervo,
                 mal legislado,
recheado de misérias, falcatruas,
                      vilipêndios
                              e,
                 indébitas apropriações.
                                                       Sou,
                                                            dentre muitos,
                                                       obstinado caminheiro;
                                                             a
                                                       caminhar
                                                              por caminhos sem
                                                                                  trilhas.
Quero deixar
           pegadas visíveis
                   e
              seguras,
          para
                que outros
          me possam seguir;
                com
                      responsabilidade
                            e,
                 nobreza
                            de
                               caráter!...
                                                       Princípios que
                                                                    faltam
                                                   para muitos políticos
                                                                    e,
                                                                    alguns
                                                           magistrados...

VOCABULÁRIO
Obstinado: Pertinácia, persistente, perseverança, birra, timbre, tenacidade.
Superar: Vencer, subjugar, dominar, livrar-se, afastar, destruir, aniquilar. Passar além, ultrapassar.
Tenacidade: Obstinado, perseverante.
Protervo: Insolente, petulante, imprudente, descarado.
Pasárgada: “Possivelmente, antiga cidade da Pérsia, metáfora de local fantasioso onde reina a felicidade plena”. “Vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei, em Pasárgada tem tudo, é outra civilização” (Manuel Bandeira) – Definição extraída do Jornal Tribuna de Piracicaba, artigo assinado por Ivana M. França de Negri.
Vilipêndio: Desprezo, aviltamento, menoscabo.
Indébito: Improcedente, que não é devido, que não se tem direito, imerecido.
Falcatrua: Ardil, fraude, logro, embuste, artifício para burlar.

domingo, 10 de junho de 2018

EU E O TEMPO



Antonio Carlos Fusatto
   Olho pelo retrovisor
                   do tempo;
Tudo passou e passa
              rapidamente;
                 A ampulheta
                           não para;
              Assim como
                           meus
                             pensamentos.
Meus cabelos
               branqueados,
sintoma
            das
                 poeiras,
                 de
uma existência
                 septuagenária
                        Abraçado à
                                     saudade
                                         e,
                                         conversando com
                                                o tempo,
                                       sigo meu
                                                caminho
Com o vento
    apagando
           meus
                       passos!...





domingo, 20 de maio de 2018

SOBRE AVES E ALMAS





(uma brincadeira que fizemos há muitos anos...)
Quartetos de Lino Vitti e tercetos de Ivana Negri

Esperamos que um dia esta gaiola,
onde nossa alma vive aprisionada
e a gente, pouco a pouco, se estiola,
se parta e a alma saia em revoada.

E que o mundo, infeliz e triste bola,
muitas vezes vaidosa e malograda,
role pelo infinito, como rola
a bola por atletas mil, chutada...

A vida vai além desta gaiola,
toda vaidade é vã, não somos nada.
E  chega o dia em que ela se extrapola!

E noss´ alma no fim desta jornada                                         
saltará do corpo como uma mola
 para viver eternal alvorada.       
                                     
Eu vejo o mundo como grande escola,
viver não é nenhum conto de fada
e nem passeio numa barcarola

Termina um dia aqui a nossa estada,
salta do corpo a alma como mola
 rumando ao infinito, burilada.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

TOQUE NO CORAÇÃO



Elda Nympha Cobra Silveira

João sempre se preocupava em prover uma vida financeira melhor para sua família e por essa razão pouco tinha convívio familiar com todos,  sua esposa procurava compreender, mas sentia muita falta desse relacionamento. Onde ficaram seus sonhos de parceria e companheirismo, formadores de um verdadeiro lar? Seus filhos pouco o viam e o sentia excluso de suas vidas. Ele diariamente saia com o raiar da aurora e só voltava com o luar, encontrando seus filhos ainda pequenos dormindo em suas caminhas. Só pensava na parte financeira, no consumismo, galgar um status condizente com a exigência da sociedade.
Ele pensava que a vida era efêmera e que era necessário se tornar realizado o mais breve possível, para poder gozar melhor sua vida com sua família e assim visando só vivia para o futuro e não vivia o presente.
Os seus sentiam falta do colo que acolhe,  a carícia de um olhar, um sorriso contagiante e a disponibilidade de trocas de amor e momentos lúdicos.
Certa noite pode chegar mais cedo em casa e ao passar pelo quarto do seu filhinho ouviu-o orando:- “Papai do Céu meu papai está vivo e não posso vê-lo, nem brincar  com ele. Ele só está comigo quando sonho com ele. Se ele morrer ele terá tempo para mim, como nos sonhos?  Mas não quero assim!”
João ouviu tudo e emocionado percebeu que a vida era muito curta e que nada de sua vida teria sentido se não tocasse o coração das pessoas que amava, e que eram seu maior tesouro e davam sentido ao seu viver enquanto durasse.
Não era tarde para mudar e refazer seu modo de viver em família. O filho e sua esposa  ainda teriam muito com que se orgulhar dele e usufruir do seu amor. 

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Retrospectiva Literária


Mais uma retrospectiva literária foi realizada, dia 28 de abril, no Recanto dos Livros
Ésio Pezzato, poeta, cronista e contista foi o convidado
(fotos Nascimento)




quarta-feira, 25 de abril de 2018

Resiliência



Ivana Maria França de Negri

            Resiliência é a capacidade de enfrentar as piores situações, lidar com elas, e adaptar-se às mudanças que se seguem. Resiliência é perseverança, superação, é o popular “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.
            Ser otimista ajuda bastante, e manter acesa a chama da esperança é fundamental.
Resiliência é a habilidade de se manter sereno diante de uma situação estressante, ter autocontrole, não se desesperar. Falar sobre resiliência parece fácil, mas vivenciar é outra coisa.
            Lembro-me de um desenho animado onde os personagens principais eram um leão otimista e uma hiena pessimista e depressiva. Eram amigos, mas completamente opostos um do outro. Enquanto o leão via a beleza e sentia o perfume das flores, a hiena só enxergava os espinhos. A hiena vivia a dizer: “Eu sei que não vai dar certo... Oh, dia, oh, céus, oh, azar..., eu sei que não sairemos vivos daqui”...E o leão: “Calma, no final,  tudo vai dar certo!”
            Quando vemos certas pessoas passarem por traumas, tragédias, catástrofes, logo pensamos: “se fosse eu, não suportaria”. Só que quando um evento traumático acontece com a gente, não temos escolha: enfrentar ou sucumbir. E sempre optamos por lutar, enfrentar e tentar superar as dificuldades.
            Não é uma tarefa fácil. Numa guerra, por exemplo, vemos pessoas perdendo tudo: entes queridos, a casa, pertences, emprego, perdem até a dignidade, pois têm que esmolar, depender da ajuda dos outros. Muitos têm que recomeçar do zero.  E ter vontade e forças para recomeçar, depois de ver tudo o que alcançaram na vida desmoronar-se em segundos,  é ter resiliência!
            No famoso romance “E o vento levou”, que fez muito sucesso no cinema, a personagem principal, Scarlett O’Hara, interpretada pela bela atriz Vivien Leigh, era filha de um rico proprietário de terras, escravagista, que vivia suntuosamente, mas quando o Norte avança contra os sulistas com ideais de liberdade contra a escravidão, é que começa a história. E em meio à guerra civil que é deflagrada, Scarlett se apaixona platonicamente por Ashley, mas quem aparece em sua vida para ajudá-la realmente, é Rhett Butler.
            O filme é bastante longo, mostra dramas e conflitos intensos e como o curso da vida pode ser totalmente modificado em situações de guerra. Scarlett perde os pais, a casa, a riqueza, perde até a única filhinha que teve com Rhett, num acidente. De personalidade forte, mimada, egoísta e manipuladora, acaba ficando sozinha. Até o marido que a amava, não suportou conviver com ela. Na cena final, consegue administrar todas as emoções e resolve seguir em frente, mesmo sem nada e só. Pega um punhado de terra da fazenda Tara, outrora exuberante e luxuosa,  que pertenceu aos pais, lugar onde nasceu. No cenário, tudo seco, descampado, só escombros. Diz para si mesma: “eu vou sobreviver a tudo isso e nunca mais passarei fome!”
            É o momento crucial do filme, sob um céu alaranjado e com o fundo musical maravilhoso que todos conhecemos. A resiliência de uma mulher sofrida,  sobrevivente de uma longa guerra, que passou por todas as privações possíveis. Quando se joga ao chão, seu corpo se confunde com a terra de Tara. Inesquecível!
            E todos saíam das salas dos cinemas com olhos marejados e a certeza de que vale a pena ser resiliente e lutar pela vida. Sempre!

* Texto publicado na Gazeta de Piracicaba

terça-feira, 24 de abril de 2018

Faleceu Cezário Ferrari

Comunicamos o falecimento do acadêmico Cézario Ferrari


 Cezário de Campos Ferrari faleceu no último sábado (21), aos 77 anos. Sócio-fundador do Grupo Bom Jesus Assistência Funeral desde 1970. Também foi diretor da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba e durante mais de 20 anos fez parte da diretoria da Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba).
Ferrari também era voluntário e apoiava obras assistenciais e ações culturais em Piracicaba. Integrou o Instituto Histórico de Geográfico de Piracicaba e era acadêmico da Academia Piracicabana de Letras, cadeira número 12, patrono Ricardo Ferraz do Amaral.
 Ferrari deixou a esposa Vera Cuch e os enteados Juliano, Bianca, Giovana, Carlos e Alex, além de parentes e amigos

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz