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Francisco de Assis Ferraz de Mello - cadeira no 26 |
− Veja esta árvore, filho, como é bela.
Como se veste sem qualquer vaidade.
Com toda a colossal simplicidade
Como é sublime essa beleza dela.
− E como nos conforta o peito vê-la
Dando frutos e sombra com bondade
Ao caminheiro de qualquer idade
E à passarada alegre e tagarela.
− Quem foi, meu pai, essa alma generosa
Que cuidou desta planta, a mais formosa,
Entre todas aquelas que já vi?
− Meu filho, foram mãos desconhecidas,
Anônimas, por certo, redimidas.
Talvez de um santo que parou aqui.
Como se veste sem qualquer vaidade.
Com toda a colossal simplicidade
Como é sublime essa beleza dela.
− E como nos conforta o peito vê-la
Dando frutos e sombra com bondade
Ao caminheiro de qualquer idade
E à passarada alegre e tagarela.
− Quem foi, meu pai, essa alma generosa
Que cuidou desta planta, a mais formosa,
Entre todas aquelas que já vi?
− Meu filho, foram mãos desconhecidas,
Anônimas, por certo, redimidas.
Talvez de um santo que parou aqui.
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