Acadêmico da cadeira 27, tendo como patrono Salvador de Toledo Pisa, Voinho, como era conhecido pelos familiares e amigos próximos, faleceu aos 93 anos dia 23 de julho de 2019.
Era professor aposentado da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e escreveu 5 livros da coleção Aprendendo com o Voinho, várias publicações na Enciclopédia Agrícola Brasileira, verbetes variados e participação em coletâneas.
BLOG DO VOINHO
Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)
Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)
Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)
Diretoria 2025/2028
Presidente: Raquel Araujo Delvaje
Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky
Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva
1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin
2a secretária: Ivana Maria França de Negri
1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
2o tesoureiro: Edson Rontani Junior
Conselho fiscal:
Antonio Carlos Fusatto
Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal
Cássio Camilo Almeida de Negri
Jornalista responsável: Evaldo Vicente
Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri
Conselho editorial:
Aracy Duarte Ferrari
Eliete de Fatima Guarnieri
Leda Coletti
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Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins
Seguidores
segunda-feira, 29 de julho de 2019
quarta-feira, 17 de julho de 2019
Minas Gerais
(Foto Guia Turismo Brasil)
Luciano Martins Verdade
Um lugar cheio de montanhas não deveria
se chamar Minas Gerais. Minas são a desconstrução das montanhas, primeiro
cavando buracos cada vez mais profundos à procura de ouro, depois retirando a
rocha – e consequentemente – o solo, a flora e a fauna, em busca do ferro que enlata
o automóvel, o trem, o avião e o navio e quem vai dentro deles, cada vez mais
como sardinhas.
Montanhas são obras primas da natureza,
mas são apenas matérias-primas para as mineradoras. E a lógica que determina a
logística de seu uso é a do uso à exaustão e sucessiva substituição por outro recurso,
otimizando assim procedimentos industriais como extração, processamento e expedição.
O problema é que, no caso das mineradoras, o principal produto é a rocha, que
dá origem ao solo, que suporta a flora, que alimenta a fauna, que se realimenta
antes de retornar ao solo e um dia à própria rocha. Assim montanhas são
reduzidas à lama toxica, esvaziando a paisagem e a história.
Mineradoras não geram riquezas. Elas roubam
riquezas de lugares cheios de montanhas. O ouro que saiu de Minas enriqueceu São
Paulo, Portugal, depois a Inglaterra e, por fim, os Estados Unidos. É a sua
parte nesse ouro que mineiras do vale do Jequitinhonha vão buscar nas casas das
madames paulistas como empregadas domésticas. É atrás de sua parte nesse ouro
que os incautos mineiros de Governador Valadares vão quando tentam entrar como
imigrantes ilegais nos Estados Unidos. O irônico é que lá esse ouro foi
recolocado num buraco ainda mais impenetrável que nas minas de Minas.
Minas deveria se chamar apenas Gerais ou
Serras Gerais. Ou Montanha, como fizeram os americanos com seu estado, mas acho
que isso não soa tão bem em português quanto no espanhol importado pelos norte-americanos
anglo-fônicos. Minas também poderia se chamar São Francisco, seu rio mais
importante, e que nasce em suas montanhas.
Chamasse como chamasse Minas deveria
honrar suas montanhas e mantê-las íntegras com seu solo, sua flora, sua fauna,
sua história natural e sua história humana. Chamasse como chamasse Minas
deveria manter sua riqueza e não se deixar destruir pela ganância de quem é
capaz até mesmo de devorar suas montanhas e seu solo, sua flora, sua fauna, sua
história natural e humana.
terça-feira, 9 de julho de 2019
Lançamento da Revista da Academia de número 17
Nas dependências do Instituto Beatriz Algodoal, numa animada festa junina, reuniram-se os acadêmicos para confraternização e lançamento da Revista
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Condecoração do acadêmico Armando Alexandre dos Santos
Armando Alexandre dos Santos com a escritora Ana Maria Martins
Foto com Ignácio de Loyola Brandão e o casal Zuza e Maria Ercilia Homem de Mello
O acadêmico da APL Armando Alexandre dos Santos, autor de 43 livros, recebeu o "Colar Guilherme de Almeida" em cerimônia no Salão Nobre Presidente João Brasil Vita em São Paulo, honraria outorgada aos que se destacam na área de Literatura e Cultura. Ele é paulistano, mas reside em Piracicaba há 14 anos. Licenciado em História e Filosofia, pós graduado em Docência do Ensino Superior e História Militar. Doutor na área de Filosofia e Letras pela Universidade de Alicante, na Espanha.
quarta-feira, 26 de junho de 2019
PALAVRAS FUGITIVAS
Lídia Sendin
O que há em mim? Não faço mais poesia?
Olhos no céu, o pensamento em pedra,
Calou-se das palavras a alegria,
Aquela inspiração em mim não medra.
Fugiram minhas letras em rebeldia,
Mergulharam nos mares da inconsciência,
O que da alma me saiu um dia,
Agora só me vem como ciência.
Não quero estudar cada partícula,
Preciso que me venham improvisos,
Que brotem como folhas em radículas,
Que surjam como espanto, sem avisos.
Não é preciso rima ou tanta métrica,
- Ó musas! Não me deixem sem amparo,
Vagando louca na paisagem tétrica,
Tirando este verbo que me é caro.
Qualquer linha já basta para a alma,
Qualquer verso me levará ao céu,
Dará ao meu espírito essa calma
Que só vem com as palavras no papel.
terça-feira, 25 de junho de 2019
Falecimento do acadêmico Antonio Carlos Neder
Faleceu no dia 25 de Junho , Antonio Carlos Neder, aos 85 anos, deixando os filhos Silvia e Alexandre e a esposa Jamile Sarkis Neder. Seu corpo foi velado na Câmara de Vereadores de Piracicaba e seu sepultamento ocorreu no final da tarde de ontem, no Cemitério da Saudade.
Professor Neder, como era conhecido, foi ex-diretor da FOP (Faculdade de Odontologia de Piracicaba) – de 1978 a 1982 -, farmacologista, professor universitário e pesquisador. Também foi reitor e vice-reitor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), além de diretor-executivo da Funcamp e coordenador geral das Faculdades da Unicamp. E integrou a Cadeira n° 15 - Patrono Archimedes Dutra da Academia Piracicabana de Letras
domingo, 23 de junho de 2019
VIDA
![]() |
| Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende |
A vida é um lenço, que vai embora
com o vento,
pela janela de um trem.
O analogismo aqui, quebra-se!
Nem todos os lenços voarão pela
janela de um trem,
Porém, todas as vidas voarão como
lenços
levados ao vento
pela janela de um trem...
que passa por trilhos
de cronos
sexta-feira, 21 de junho de 2019
LAGO INSPIRADOR
À
minha filha
Lourdinha
Piedade Sodero Martins
Bem-vindo, aconchegante sol de inverno a comandar
fulgidos raios para atrair a Primavera,
estende-se sobre o lago a circundar esta residência , verdadeiro “home sweet
home”. Assisto da espaçosa vidraça uma
cena linda, deveras repousante, onde famílias de patos selvagens seguem o fluxo
natural da correnteza. Esta, sob o comando do ventinho atrevido a se espalhar suavemente, autorizando o balanço ritmado dos pinheiros e
arbustos do imenso gramado a tingir-se do verde primaveril.
Posso ver
cabecinhas verde azuladas de filhotes aprendizes que, inesperadamente
afundam-se na água, ainda bem gelada,
para voltarem à tona alguns segundos depois.
Acompanhados dos pais no treino
diário, as pequeninas aves emolduradas
pela suave ondulação do lago e a brilhante atmosfera, me permitem “viajar” e alimentar minha alegria
interior movida por Inspiração Divina, após um período de intensa preocupação e
dúvidas, seguro apenas pelo respaldo da fé e da esperança , do carinho e orações recebidas dos amigos, de modo tão fraterno.
Tudo em paz
agora! Retomo o ritmo cotidiano para o
“degustar” silencioso e profundo do meu espírito pacífico após a comprovação do
verdadeiro Milagre Pascal!
Eterna gratidão
à Providencia Divina, à própria vida e a todos que abraçaram nossa causa.
Minha filha
renasceu neste seu dia! Parabéns! Bênçãos
e Feliz aniversário, Ana Cláudia!
Com amor e
admiração! Sua mãe, aos 9 de abril de
2019!
domingo, 26 de maio de 2019
Banalização fotográfica
Edson Rontani Junior
Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Recentemente, numa sala de espera,
uma pessoa manuseava seu smartphone fotografando algumas cenas que por nossa
frente ocorriam. Na piscina de um clube, duas jovens abusaram dos selfies, de
forma frenética, como se a câmara fosse um brinquedo de outrora.
O mercado lançou smartphones de uma
forma tão absurda que acabou criando o efeito da banalização fotográfica. Não
que isso seja errado. Ter acesso aos avanços tecnológicos é uma situação
inevitável e a popularização da fotografia nos remete à
instantaneidade tão almejada pelo homem.
Desde que lançada,
a fotografia exigia habilidade,
conhecimento, dinheiro e utilização de máquinas grandes e pesadas. Vale lembrar
dos lambe-lambes e das máquinas fotográficas tipo “caixão” com lente reflexiva.
A máquina
fotográfica virou opção de “bolso” já nos anos 60, mas se popularizou nos anos
70 e 80 com as nostálgicas Instamatic da Kodak com flashes descartáveis que conseguiram
iluminar quatro “poses”. Ainda nos anos 70, a instantaneidade veio com a
máquina Polaroid. Fotografar e revelar na própria máquina era algo fantástico.
Cabe lembrar que a fotografia antiga, ainda revelada em papel, demorava dias
para que nos fosse entregue, uma vez que o negativo era levado à loja, passava
por processos químicos, ampliado e
depois devolvido. Até tempos atrás era possível assistir este processo das
vitrines de uma loja do Shopping !
A fotografia, desde sua
criação, lá pelo
longínquo ano de 1826, sempre foi um
artigo de luxo. Era acessível a poucos. Sua popularização no Brasil veio pela
família real através de Dom Pedro II. Materiais para fotografar e revelar
viajavam de navio, da Inglaterra ou da Alemanha. Foi Dom Pedro quem importou as
primeiras máquinas e financiou a vinda de profissionais europeus como Marc Ferrez
ou Louis Compte.
A princípio, a ideia de preservar
aquele instante para o futuro era algo mágico. Houve até quem dissesse que a fotografia
roubaria a alma do fotografado. Sim. Falou-se até que aquilo era bruxaria.Antigamente, a foto era feita ao ar livre, para
aproveitar a luz natural. Não era permitido mexer, pois qualquer movimento
borraria o retratado. Daí a questão de aparecermos sérios nos documentos de
identificação. Não há lei que nos proíba de ter uma foto sorrindo no RG, o que
existe é um tabu criado pelo “olha o passarinho e não se mexa!”.
Fato curioso são as “mães fantasmas”,
encobertas por mantos escuros segurando fi lhos para não borrar a fotografia, já
que eram necessários incansáveis segundos – ou até minutos – sem respirar. Fotógrafos chegaram a ser coadjuvantes de
luxo ao lado das debutantes e de jovens noivos. Os álbuns demoravam para serem
ampliados e revelados, angustiando as famílias. Porém, um álbum sempre foi
motivo para reunião familiar. Quanta gente não se reuniu ao redor de um deles para
juntos ver as fotos, após a macarronada de domingo ? Este, aliás, é outro
hábito que caiu em desuso.
Piracicaba teve inúmeros profissionais
que defenderam e defendem esta arte, entre os mais contemporâneos que já partiram
Isolino Nascimento, Henrique Spavieri, Diógenes Banzatto,
Lacorte, Cícero Correa dos Santos...
Quantas lojas também nos
ajudaram a manter
a magia, com
suas revelações? Bischof,
Budasom, Cantarelli, Iris Jetcolor, Outsubo...Se pegarmos fotos do século 19, notamos que um dos
principais adereços dos “retratos” estava um livro, símbolo da sabedoria, ícone
de que o retratado era de uma casta privilegiada, pois o ensino ainda não era
obrigatório no país, ou seja, acessível a uma pequena minoria. Hoje a máxima empregada
no Facebok: “um dos primeiros astronautas ao pisar na Lua tirou com muito custo
sete fotos; adolescente foi ao banheiro do shopping e diante do espelho ...
tirou 47 fotos fazendo biquinho !”.
Não há bastão de
selfie que nos salve !
sábado, 18 de maio de 2019
O PRÓXIMO SUSPIRO
Luciano Verdade
(À Denise Dedini)
Não te amo pela paisagem da Toscana
ou por Paris
que estarão sempre lá esperando por nós
como num filme.
Não te amo tampouco pela sinfonia do amor
de algum compositor
tão clássico ou romântico quanto possa ser o amor
– ainda que Paris ou Piazolla tornem meu amor mais
claro.
Não te amo pelas crianças
que gritam ou choram
quando sobrevivem
ou pelas que se aquietam
realistas, modernas, mas mortas
nos noticiários de um mundo
que ainda teima em ser apenas clássico ou romântico.
Não te amo pela terra,
o vento, a água e o fogo
ainda que eles sejam parte de mim
e eu deles.
Te amo pelo oxigênio que vou respirar
no próximo minuto
pelo suor dos meus poros
pela próxima batida do meu coração.
Não pelo que fui ou sou
mas pelo futuro próximo
do que serei, já sendo
assim que o pensamento termine.
Te amo pela próxima refeição
pelo próximo nascer do sol
pelo único sentido da vida
pelo átimo de segundo
em que a vida ainda não é nem passado nem futuro
pelo futuro real quase presente
pelo presente efêmero quase passado
pelo passado eterno e vazio
quase sem passado.
Pelo vir a ser imediato,
quase sendo.
Mas que só é, de fato, se você estiver presente.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Pincéis e tintas
Lídia Sendin
Você é tela branca em que se
pinta,
A sua arte é você quem faz,
Em suas mãos estão pincéis e
tinta,
Misture as cores como for capaz.
Retoque e mude tudo até que sinta
Que em cada cor a forma é veraz,
Porque não é preciso que se minta
Quando na obra o ser se mostra
audaz.
A arte é sua, esqueça
preconceitos,
Se a tela for redonda pinte o mundo
E entre nele num mergulho em cor.
O que importa sempre é o seu
jeito:
Na cor amena ou no tom profundo,
O quadro mostrará seu esplendor.
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Mães e outros tais quais...
![]() |
| (Arte Luzia Trabold) |
Lídia
Sendin
A
vida de quem cuida tem raiz
Tem
a seiva que nutre suas folhas.
Quem
cuida dá abrigo e é a nutriz,
Tem
sol, vive na luz da boa escolha.
Pode
ser mãe, avós, tia ou babá,
Pode
ser tio, papai ou um irmão...
Precisa
ter amor, encaminhar,
Precisa
ter paciência e coração.
Quem
cuida tem um dom, uma centelha,
E
um dia deverá soltar ao vento
Sua
cria, que em seu amor se espelha,
Carregando
o maior dos sentimentos.
E
no adeus seus cuidados serão flores,
Suas
mãos guardarão doces carinhos,
E
olhando para seus novos amores,
Saberá
que estarão no bom caminho.
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Galeria Acadêmica
1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz




































