Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

A dança das estrelas



Ivana Maria França de Negri

            Observar os corpos celestes, em seu bailado no céu, desde tempos remotos, sempre foi algo que despertou curiosidade e encantamento.
            Estudar a formação dos astros, sua evolução, seus movimentos, é apaixonante, pois parecem flutuar no espaço,  presos por fios invisíveis.
            Antigamente, sem celulares, tablets, computadores, e outros dispositivos que tomam todo o tempo das pessoas, era muito comum elas olharem para o céu, a fim de observar a dança dos astros, o pôr do sol, as várias fases da lua. Hoje, pouca gente tira os olhos do celular e eleva o olhar para observá-los. Será que o Universo perdeu a magia? O recém falecido astrofísico e estudioso do Cosmos, Stephen Hawking, dedicou sua vida a explicar o Universo. Deixou um legado riquíssimo para a humanidade e um best seller: “Uma Breve História do Tempo”.
            Dia destes, estive no SESC com minha neta Ana Clara, para uma aula introdutória do Projeto Astronomia Cidadã, com o astrônomo Warner Berenger, do Observatório Astronômico de Piracicaba. Um evento totalmente gratuito e aberto à população. Mas poucas pessoas compareceram. Se fosse um show de algum funkeiro, certamente iria lotar. Isso mostra qual tipo de cultura interessa aos jovens atualmente.
            As mídias dão espaço imenso para a cultura de massas, mas quando é algo cultural de verdade, só uma notinha num canto. Isso, se sobrar espaço.
            A Cosmologia,  estudo da formação das galáxias, é fascinante! Vejo tanta gente se achando o centro do Universo, mas se estudassem um pouquinho de astronomia, chegariam à conclusão de que somos um nada, um grãozinho ínfimo de poeirinha cósmica diante da imensurável amplidão do Universo. O estudo é tão arrebatador, que não podemos ter a arrogância de imaginar que só neste planetinha exista vida.
            Aprendendo um pouco sobre o Universo, não temos como negar a existência de uma mente superior, uma energia inimaginável e poderosa que criou tudo.
            O brilho de uma estrela que avistamos no céu, até chegar a nós, leva anos-luz. E essa estrela pode nem existir mais, pois sua luz, dependendo da distância, até chegar à nossa visão, já pode ter-se apagado há séculos. Existem estrelas a milhões de anos-luz distantes da terra. E outras galáxias a bilhões de anos-luz... Dá para imaginar isso? 
            Como todos devem saber, ano-luz  é a distância que a luz percorre no vácuo no período de um ano. Até onde nossas descobertas nos permitem chegar, a velocidade da luz é a coisa mais rápida de que se tem notícia.
            O Sol está a oito minutos-luz da Terra e a Lua está apenas a um segundo-luz. Parece pouco, não é mesmo? Sabendo-se que a velocidade da luz é 300.000 km por segundo, é só fazer as contas! Um segundo-luz, dá 7 voltas e meia em torno da Terra!
            Até o conceito de tempo modifica-se em nossa cabeça.  A galáxia Herbble Deep-Field está a 10 bilhões de anos-luz da Terra. De suas 20 bilhões de estrelas, 90% já morreram, mas seu brilho continua a atravessar o espaço na velocidade da luz.
            Quem esteve no SESC, aprendeu muito, quem não foi, perdeu. Mas o Observatório Municipal abre aos sábados, e quando o céu está sem nuvens, pode-se observar as estrelas através de telescópios de grande precisão.
            Não deixem de levar as crianças. Certamente elas aprenderão muito, de uma maneira lúdica e divertida. Uma experiência que jamais esquecerão.

Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA

domingo, 8 de abril de 2018

Um brinde àqueles que sonham


Marisa Bueloni

Haverá Deus de se orgulhar por ter criado o sonho. O sonho para o coração do homem. Penso que tudo é criação divina e o sonho faz parte de um plano perfeito, onde a terra, o fogo, a água e o ar se encaixam e se completam maravilhosamente. Ter um sonho é ter o melhor desta vida.
Deus não desenharia o homem apenas de barro. Nem lhe daria a mulher por companheira, para apenas habitarem um paraíso irretocável. O primeiro casal teria sonhado com algo mais. Sabiam-se criaturas terrenas e existiam para si mesmos. O que sonhavam enquanto se descobriam?
Ao longo dos séculos, o homem sonha. E ao sonhar, construiu cidades, ergueu catedrais, fez jardins de esplendor. Criou a história do sonho. Aposto, leitor, que seu espírito se inquieta enquanto lê estas linhas, com seu coração cheio de sonhos.
Um brinde aos que sonham. Sim, um brinde aos que sofrem, aos corações partidos. De fato, eles causam muita desordem, desculpem. Os sonhadores subvertem a ordem natural das coisas e não podem ser penalizados por isso. Estão encantados demais, isentos de qualquer culpa.
Os sonhadores são logo reconhecidos. Nem frágeis demais, nem fortalezas invencíveis. Sabem chorar na hora extrema e fatal, convertendo as lágrimas em alívio para o cansaço e a dor. Não desistem por nada. E esperam. Quem sonha espera.
São notórios os intrépidos, os construtores, os empreendedores. Sofrem a espera, porém se adiantam, confiando na sorte, no destino, na fé. Audaciosos, saem na frente. Comem de suas próprias mãos e bebem de suas próprias águas. Matam a sede de amor e de beleza no sonho realizado.
Belo é estar junto de um sonhador. Não vê passar as horas aquele que caminha ao lado de quem sonha. Não são apenas palavras, palavras, palavras. Não. A concretude começa a tomar corpo e o sonho vai ganhando forma. Até surgir aquilo que germinou no mais fundo da alma.
Que fundura tem nossa alma? Talvez seja igual à densidade do sonho. Com peso, massa, volume. Quanto mais fundo está dentro de nós, mais profunda é sua essência, sua gênese, sua admirável identidade.
Ah, um brinde aos que sonham. Um brinde aos sofredores. Sem sofrimento não se chega a lugar algum. A dor é a coroa do sonho. É a luta, o empenho, as noites em claro que trazem o brilho nos olhos, a febre, o anseio e a esperança.
Um brinde a todos os sonhadores. O mundo seria menos belo sem eles. Nenhuma partitura musical, nenhum poema, nenhuma dança, nenhuma obra para contemplar e permitir o êxtase dos sentidos. Nenhuma casa para morar dentro do sonho.
Felizes os construtores, os realizadores. Há de haver uma estrada só para eles, um lugar de partida e de chegada. Há de haver abraços para o derramamento do desejo e da lucidez, da competência e do acerto. Há de haver reconhecimento, aplauso e glória.
Compreendo o sonho na sua grandeza e na sua pequenez. Há sonhos pequeninos e aparentemente fáceis de serem realizados. No entanto, quanta insônia, ansiedade e incertezas.
Feliz de quem parte para o sonho, seja qual for, seguro de si, confiante e capaz. Ainda que o persiga a vida inteira, ainda que o persiga a vida inteira...

domingo, 1 de abril de 2018

Cristo Ressuscitou Aleluia!



“Jesus é um espírito de infinita luz”

Aracy Duarte Ferrari


Páscoa, principal celebração da fé cristã. Cristo morreu para redimir nossos pecados. Ele é nosso Senhor e Salvador!
Refletindo sobre as passagens bíblicas dos Evangelhos, Atos dos Apóstolos, Epístolas, Cartas e Apocalipse sabe-se que Jesus transcendeu a morte, ressuscitou trazendo a todos, esperança de uma vida nova. Encontramos muitas mensagens deixando por Cristo, documentadas, comprovadas e testemunhadas pelos apóstolos e por pessoas que tiveram contato com Ele: João Batista, Nicodemos, Marta, Maria, Lázaro, Zebedeu, Jairo, José.
Para entendermos melhor é preciso lembrar que Jesus de Nazaré, da descendência do profeta Davi, nasceu, viveu e morreu dentro do contexto histórico do século I.
Ele nasceu em Belém, da Judeia, viveu em Nazaré, Galileia, Cafarnaum e morreu em Jerusalém terminando sua missão terrena, Ressuscitou após o terceiro dia e subiu aos céus. Jerusalém foi o ponto de chegada do caminho de Jesus e também o ponto de partida, do caminho da Igreja, que prossegue a missão de Jesus.
No dia a dia, a leitura das mensagens nos ajudará a acionar nossa sensibilidade e nos aproximar de Deus.

Mensagens:
Pai nosso que ... Oração suprema;
Amar o Senhor teu Deus de todo coração e alma;
Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei;
Quem comer do meu pão terá a vida eterna;
Convertem – se porque o reino de Deus esta perto;
Felizes os puros de coração porque verão a Deus;
Se alguém quer me seguir, renuncie a se mesmo tome sua cruz e me siga.
Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus;
O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar;
A fé direciona e ilumina a vida;
Eu sou a videira e vósos ramos;
Quem vive e crê em mim jamais morrerá;
O que deres a meu irmão, a mim o dará;
O sermão da montanha.

Analisando as passagens citadas, percebemos que Jesus estabeleceu a aliança entre Deus e os homens e nos contemplou com sua Glória do filho único do Pai, cheio de amor e fidelidade, é filho do Altíssimo e se fez homem trazendo para a história o plano da salvação.
Refletindo sobre os milagres de Jesus, nos sensibilizamos.
Curou leprosos, cegos, surdos paralíticos, expulsou demônios, ressuscitou Lázaro, a filha da viúva de Nain e o filho de Jairo, Bodas de Caná transformou água em vinho.
Profundas são as suas Parábolas
O filho Pródigo,  Multiplicação dos Pães e Peixes, Tesouros Escondidos...
Realmente Jesus Cristo é maravilhoso, Onipresente, Onisciente e Onipotente.


Aleluia! Aleluia! Jesus Ressuscitou.



terça-feira, 27 de março de 2018

Recanto dos Livros - Retrospectiva Literária

Algumas fotos do Nascimento e outras de celular
Aqui tudo começou, meu primeiro prêmio literário, aos 10 anos, num concurso de poesias organizado pelo Diário de Piracicaba





















sexta-feira, 23 de março de 2018

Constatação


Elda Nympha Cobra Silveira

No silencio, a noite escureceu
Sem fazer ruído e, as sombras
Caminhando vieram do jardim.
Cansadas desvaneceram na penumbra
Entre os móveis escuros como breu.

O vento trouxe perfumes
Impregnando de odores a solidão.
No vazio de presenças,
Onde só a morte trazia a lume,
O tempo se esvaía em lentidão.

Recostado na poltrona,
Mitigando suas carências,
Ele aceitava toda a amargura.

Não foi amado,
Não soube amar,

Viveu em vão...

quarta-feira, 14 de março de 2018

Eu venho como labareda



Raquel Delvaje

 Às vezes morro para renascer...
Às vezes renasço bem devagar...
Quase imperceptível!
Mas não dessa vez!
A lava saiu de mim,
Escorreu pelas montanhas
E mudou o curso do rio.
Eu, Vesúvio do Golfo de Nápoles,
Só adormeço!

segunda-feira, 12 de março de 2018

Inauguração da sede no IHGP - Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba

Inauguração da sede do IHGP no bairro Jaraguá

Galeria dos Presidentes

Obras patrocinadas pelo Instituto



Elisabete Bortolin, Carmen Pilotto, Valdiza Caprânico, Ivana Negri, Sonia de Oliveira e Ana Camilla de Negri Kantovitz

Monsenhor Jamil Nassif Abib que deu a bênção à nova sede
A atual presidente, Valdiza Maria Caprânico com o prefeito de Piracicaba Barjas Negri
A presidente Valdiza com o vice, Vitor Pires Vencovsky
Escritoras Ivana Negri e Carmen Pilotto representado entidades culturais CLIP e GOLP




sexta-feira, 9 de março de 2018

terça-feira, 6 de março de 2018

CONVITE

CONVITE


A diretoria do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba tem o prazer de convida Vª. Sª. para conhecer suas novas instalações.

Dia 10 de março, sábado às 10 horas
Local: Rua Professor José Martins de Toledo, 109 - Jaraguá - Piracicaba (SP)

Informações: 3434-8811

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Acadêmico Gustavo Alvim no Recanto dos Livros

O Recanto dos Livros do “Lar dos Velhinhos de Piracicaba” retomou  seus encontros mensais com personalidades ligadas ao campo da cultura em Piracicaba. O convidado desta vez foi o prof. Gustavo Jacques Dias Alvim.
Alvim é piracicabano adotivo, nascido na cidade de Vera Cruz, mas cuja trajetória profissional consolidou-se em Piracicaba onde foi membro da equipe diretiva das indústrias Dedini, vereador, presidente do XV de Novembro e reitor da Universidade Metodista de Piracicaba. 
Membro atuante de clubes de serviço, do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (do qual é orador), preside a Academia Piracicabana de Letras e mantém vínculo com atividades culturais na cidade há muitos anos.
Para o coordenador do Recanto dos Livros, João Nassif, “a partir deste ano entregaremos aos palestrantes e amigos do Recanto um diploma de gratidão, especialmente confeccionado e com o aval do nosso presidente do Lar dos Velhinhos, Jairo Matos. Mais do que um gesto simbólico de gratidão aos que colaborarem conosco nestas Retrospectivas, será um estimulo a participação das várias gerações de intelectuais da nossa cidade para que ajudem a divulgar o espaço Recanto dos Livros, tragam os seus amigos e, especialmente, conheçam um pouco do nosso acervo, hoje superior a 15 mil livros, cuja venda tem possibilitado ajuda constante para as necessidades diárias e obras do Lar dos Velhinhos”.

(Fotos Nascimento)


João Nassif, organizador dos encontros, entregando o diploma de participação para Gustavo Alvim


sábado, 17 de fevereiro de 2018

Quietude


Sílvia Regina de Oliveira
Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos


Vim percorrendo caminhos molhados,
Todos os lados, com os passos lentos.
Quieta aventura, atmosfera leve
Tal qual a neve a clarear momentos.

Por entre nuvens surge o sol de inverno,
Silêncio terno vai nascendo em mim.
Sob a ponte passam as águas densas,
Dores imensas levadas assim.

Caminhos tantos eu vim percorrendo,
Me apercebendo de toda grandeza
Nos lugares vários, também na alma,
Em doce calma e singular beleza.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

250 anos de Caipiracicabanidade *



Ivana Maria França de Negri

Mais um livro do Cecílio Elias Netto que chega de presente ao povo piracicabano  pelos 250 anos da cidade. Mais uma pérola para o colar refulgente de histórias para adornar a Noiva da Colina.
Em seu breve discurso, no lançamento para a imprensa, Cecílio diz que não concorda com a assertiva atribuída a Thomas Edson de que a genialidade é 90% transpiração e apenas 10% inspiração. Eu também sempre discordei. Acredito que 90% é mesmo inspiração, pois ela grita, lateja e esperneia dentro da gente querendo libertar-se, e quando livre, nascem as obras mais sublimes e encantadoras.
Penso que seja um sopro divino, ou dos anjos, ou de espíritos iluminados  que habitam outra dimensão, mas nos sussurram diretamente à alma. E essa inspiração chega a qualquer momento, sem pedir licença, de dia, de noite, durante afazeres diários, numa missa, num concerto, numa viagem, até dormindo elas conseguem nos arrebatar em sonhos.
Nenhuma obra nasce se não for do Amor. E esse amor desvairado, Cecílio tem pela terra em que nasceu.
No princípio era só o rio, suas águas e peixes e as matas virgens. E vieram os índios e depois o homem branco. E a história foi se formando, se entrelaçando. Tantos heróis, valentes guerreiros, tantos humildes e trabalhadores, tantos visionários, tantas mulheres batalhadoras, tantos pacifistas, tantos empreendedores, cada qual com sua luta, com seu labor, deixando legados preciosos para a descendência. E tudo isso Cecílio vem resgatando, a História viva, pulsante, muitas vezes escrita com lágrimas, suor e sangue.
O bichinho do piracicabanismo o mordeu desde tenra idade, talvez, desde o nascimento, quando aqui enterraram seu umbigo. Esse bichinho costuma cravar os dentes nos artistas da terrinha,  que sempre louvam a cidade e seus encantos, em músicas, poesias, prosas, pinturas, esculturas,  teatro, em todas as artes.
Cecílio, um eterno apaixonado pela história, pelas lendas e crendices da sua Piracicaba, pelo povo de todas as épocas, pelos ipês brancos, amarelos e rosas explodindo em flores, pelo rio caudaloso e barrento e seus peixes saltando na piracema, pelo verde dos canaviais, até a gastronomia entra em sua paixão, o cuscuz suculento, a pamonha quentinha e tantas outras delícias. Sem falar no sotaque caipiracicabano que ele exalta em seu antológico “Arco, tarco e verva”.
E foram surgindo as pérolas: “Piracicaba que amamos tanto”, “Um rio que passou em minha vida”, “ A Doçura da Cana”, “A Florença Brasileira”,  e tantos outros nesta longa estrada. Caminha nela como a Doroty do Mágico de Oz, seguindo a trilha de sonhos dos ladrilhos dourados.
Enquanto um escritor gesta seu livro, num estado de torpor e introspecção, é só dele, aninhado em sua mente como num útero quentinho. É só amor. Desses amores que arrebatam e deixam em êxtase. Mas depois de impresso, passa a ter asas e voa.
E já não é mais seu, é do mundo inteiro!

* Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA - 28/01/2018

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz