Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sábado, 29 de abril de 2017

Lançamento do livro de Nair Barbosa sobre Marechal Rondon

O Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba lançou mais uma obra. 
Desta vez, relatos sobre Marechal Rondon, pela escritora Nair Barbosa de Almeida Leme, já falecida.
Os rascunhos foram encontrados por Pedro Caldari

(Fotos: Ivana Negri e Edson Rontani Jr)








terça-feira, 25 de abril de 2017

QUAL É A SUA GRAÇA?

Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 -
Patrono: Laudelina Cotrim de Castro


Qual é a sua graça?
Maria da Graça.
Fale sério, não faça graça.
É sério, não sei bancar a engraçada.
Mas, também, não precisa ficar sem graça.
Aliás, você é uma gracinha.
Você diz isso para me deixar sem graça.
Não é isso. A verdade é que estou engraçado por você!
Pois eu não o quero nem de graça.
Ah! Sua desgraçada !
Tenho recebido tantas graças! 
Mas, isso não mais vai acontecer.
Graças a Deus.

terça-feira, 18 de abril de 2017

O poder encantatório da literatura infantil


Ivana Maria França de Negri

            Por mais que a era da globalização se apresente cheia de novidades e ofereça farta e atraente gama de opções às crianças, tais como internet, videogames, livros virtuais, nada substituirá a magia de pegar um livro e lê-lo do começo ao fim. Aquele sentimento gostoso de cumplicidade, de sentar no cantinho preferido e degustar cada página gulosamente.
            Já no início do aprendizado das primeiras letras, quando já pode decifrar sozinha o código da escrita e dominá-lo, a criança adentra ao reino encantado dos livros. É um caminho sem volta ao mundo da fantasia e do sonho. Quando se pega o gosto de ler não se abandona jamais. É o melhor vírus que se pode adquirir e deixar-se contaminar.
            Quem não se lembra da emoção das primeiras leituras na infância? Até mesmo muito antes de aprender a ler, esse mundo nos era apresentado através das histórias da carochinha dos Irmãos Grimm ou de Andersen, que eram pacientemente contadas por nossos pais, tias e avós. Esses contos permitiam que adentrássemos o portal encantado onde fadas, anões, feiticeiros, heróis, príncipes e princesas viviam as mais apaixonantes aventuras. Aquilo tudo nos levava a um mundo tão maravilhoso, que, mesmo após nos tornarmos adultos, um cantinho dentro de nós ainda teima em manter viva essa memória que eventualmente aflora e dá vazão aos nossos sonhos.
            Atualmente não se poupam críticas ao herói aprendiz de bruxo, Harry Potter, recorde de vendas na área de literatura infanto-juvenil, verdadeira febre mundial. Não se pode negar seu mérito, já que é tudo uma questão temporal. Monteiro Lobato criou o universo do Sítio do Pica-Pau Amarelo, num cenário bucólico e campesino de fazenda, bem ao gosto da época. Hoje, os heróis passeiam em aeronaves, conhecem galáxias, seres extraterrestres e viajam no tempo. Tudo faz parte do contexto de uma certa época da história. O que não se pode perder, de maneira alguma, é a magia, o magnetismo encantado que a leitura exerce no imaginário infantil.
            Nem só a parafernália virtual faz concorrência com os livros infantis, mas também existem as dificuldades econômicas que a população enfrenta. O livro não é um artigo barato, visto que é necessária uma edição bem feita, em boas editoras. Não é costume usual oferecer livros de presente às crianças em seus aniversários. Numa época em que tudo vem da China a preços “quase de graça”, pode parecer dispendioso dar um livro de presente a uma criança, quando uma  série de bugigangas descartáveis e inúteis é encontrada a preços imbatíveis. Como o livro é um artigo considerado durável, e bem conservado pode ser útil a várias gerações, deveria haver um estímulo dos governos nesse sentido. A propaganda poderia incentivar: - dê um livro de presente a uma criança e ela ganhará de presente o mundo! Para os menorzinhos, sempre há a opção das edições ilustradas, de vários materiais, indo do tecido ao plástico, laváveis, atóxicos, tudo adaptado à idade do pequeno leitor. O fascínio das figuras e desenhos sempre aguçará mais a fértil imaginação infantil.
            A prova de que a literatura infantil não morreu é a grande quantidade de autores especializados nessa área e o crescente interesse dos editores em obras inéditas e recheadas de novidades para essa exigente faixa de público.

            Incentivar a leitura é o instrumento que forjará o gosto de ler pelo resto da vida. Como dizia o poeta: “Feliz o que semeia livros...”

sábado, 8 de abril de 2017

Falando de Saudade

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco
Saudade é um misto do passado remoto, outras vezes de algo bom que aconteceu recentemente. Nem sempre sabemos definir satisfatoriamente esse sentimento, ora gostoso, ora dolorido. Talvez isso aconteça, porque as emoções novas se encontram com as antigas...
Na cadência melódica das músicas de bossa-nova, revivemos a leveza de um banho de mar; ao ouvir músicas românticas evocamos um amor com final infeliz, precedido de noites suaves de amor, com madrugadas cheias de serestas, tendo a lua como cúmplice desses venturosos momentos.
Sempre associo à palavra saudade, outra que aprecio muito: esperança. Ela motiva uma vida cheia de alegrias, não importa se mescladas de nostalgias, mas dá a certeza de que estamos vivos e prontos para viver intensamente o presente.


Os sonhos que viraram realidade
foram momentos de felicidade,
transformaram a vida em suavidade.
deixando apenas gostosa saudade.

Quando as ilusões são levadas por súbita tempestade,
as lembranças se tornam doloridas saudades.

Com diferentes matizes
a vida fica bonita
e esses momentos felizes
muita saudade  suscita.

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz