Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Lançamento do livro "Cartas a Piracicaba" do acadêmico Edson Rontani Júnior

 O lançamento foi nas dependências do Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes

Edson com a esposa Marcia e o filho Gabriel






                                                      Acadêmicos Ivana e Cassio de Negri

                                                    Acadêmicas Valdiza e Marly Perecin
                                                              José Otávio Menten

                                             João Batista Alves, Oswaldo Novello e Sylvana Zeina
                                                       Cassio Negri e Mauro Rontani
O autor, membro da Academia Piracicabana de Letras e presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba
                                               Edson Rontani com o casal Cássio e Ivana Negri
                                     Edu Fogaça, Ana Fogaça, Marly Perecin e João Nassif
                                                                    Eliete e Marcos Guarnieri
                                              Acadêmico Barjas Negri e Maurício Beraldo
                                                                       Celso e Sonia Godoy
                                             Ivana Negri, Eliete Guarnieri e Graziela Helene

                                                             Lineu e Marina Cardoso

                              Edson com as acadêmicas Lourdinha Piedade Sodero e Raquel Delvaje
Lourdinha Sodero, Sioneia Ramos e a presidente da Academia Piracicabana de Letras Raquel Delvaje
                                                    Antonio Messias e Genoveva Galdino
                                                    Lourdinha, João Nassif e Marly Perecin

                                               Edson e o assessor de Cultura Maurici Scarpari
                                                                      Edu e Ana Maria Morales Fogaça


 

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Sorteio da rifa

O artista plástico Palmiro Romani doou um quadro para ser sorteado numa rifa pelo Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba. E a ganhadora foi a acadêmica e membro do IHGP Ivana Maria França de Negri.
A entrega foi na sede pelo presidente do Instituto Edson Rontani Junior





 

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

A Foto e a História - Piracicaba

 


O livro "A Foto e a História- Piracicaba", de autoria do jornalista e escritor Edson Rontani Júnior, acadêmico da APL e também presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, foi lançado em concorrida noite de autógrafos no dia 21 de julho nas dependências do Museu Histórico e Pedagógico de Piracicaba, com as presenças de familiares, amigos e autoridades. O livro baseia-se na coluna que o autor mantém na Tribuna Piracicabana.
(Fotos Martim Vieira, Vitor Prates e Internet)

                                                               Edson Rontani Júnior


Composição da mesa

                         Gabriel Rontani, Marcia Rontani, Edson Rontani Júnior e Valdiza Capranico
                                                                    Auditório lotado
                            O editor da Tribuna Piracicabana Evaldo Vicente fazendo uso da palavra
                                            Autografando para a historiadora Marly Perecin

domingo, 26 de maio de 2019

Banalização fotográfica



Edson Rontani Junior 
Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida

Recentemente, numa sala de espera, uma pessoa manuseava seu smartphone fotografando algumas cenas que por nossa frente ocorriam. Na piscina de um clube, duas jovens abusaram dos selfies, de forma frenética, como se a câmara fosse um brinquedo de outrora.
O mercado lançou smartphones de uma forma tão absurda que acabou criando o efeito da banalização fotográfica. Não que isso seja errado. Ter acesso aos avanços tecnológicos é uma situação inevitável e a popularização da fotografia nos  remete  à instantaneidade  tão  almejada pelo homem.
Desde  que  lançada,  a  fotografia  exigia  habilidade, conhecimento, dinheiro e utilização de máquinas grandes e pesadas. Vale lembrar dos lambe-lambes e das máquinas fotográficas tipo “caixão” com lente reflexiva.
A máquina fotográfica virou opção de “bolso” já nos anos 60, mas se popularizou nos anos 70 e 80 com as nostálgicas Instamatic da Kodak com flashes descartáveis que conseguiram iluminar quatro “poses”. Ainda nos anos 70, a instantaneidade veio com a máquina Polaroid. Fotografar e revelar na própria máquina era algo fantástico. Cabe lembrar que a fotografia antiga, ainda revelada em papel, demorava dias para que nos fosse entregue, uma vez que o negativo era levado à loja, passava por processos químicos,  ampliado e depois devolvido. Até tempos atrás era possível assistir este processo das vitrines de uma loja do Shopping !
A  fotografia,  desde  sua  criação,   pelo  longínquo ano de 1826, sempre foi um artigo de luxo. Era acessível a poucos. Sua popularização no Brasil veio pela família real através de Dom Pedro II. Materiais para fotografar e revelar viajavam de navio, da Inglaterra ou da Alemanha. Foi Dom Pedro quem importou as primeiras máquinas e financiou a vinda de profissionais europeus como Marc Ferrez ou Louis Compte.
A princípio, a ideia de preservar aquele instante para o futuro era algo mágico. Houve até quem dissesse que a fotografia roubaria a alma do fotografado. Sim. Falou-se até que aquilo era bruxaria.Antigamente, a foto era feita ao ar livre, para aproveitar a luz natural. Não era permitido mexer, pois qualquer movimento borraria o retratado. Daí a questão de aparecermos sérios nos documentos de identificação. Não há lei que nos proíba de ter uma foto sorrindo no RG, o que existe é um tabu criado pelo “olha o passarinho e não se mexa!”.
Fato curioso são as “mães fantasmas”, encobertas por mantos escuros segurando fi lhos para não borrar a fotografia, já que eram necessários incansáveis segundos – ou até minutos – sem respirar.  Fotógrafos chegaram a ser coadjuvantes de luxo ao lado das debutantes e de jovens noivos. Os álbuns demoravam para serem ampliados e revelados, angustiando as famílias. Porém, um álbum sempre foi motivo para reunião familiar. Quanta gente não se reuniu ao redor de um deles para juntos ver as fotos, após a macarronada de domingo ? Este, aliás, é outro hábito que caiu em desuso.
Piracicaba teve inúmeros profissionais que defenderam e defendem esta arte, entre os mais contemporâneos que   partiram  Isolino  Nascimento,  Henrique  Spavieri, Diógenes  Banzatto,  Lacorte,  Cícero  Correa  dos  Santos... Quantas  lojas  também  nos  ajudaram  a  manter  a  magia, com  suas  revelações?  Bischof,  Budasom,  Cantarelli,  Iris Jetcolor, Outsubo...Se pegarmos fotos do século 19, notamos que um dos principais adereços dos “retratos” estava um livro, símbolo da sabedoria, ícone de que o retratado era de uma casta privilegiada, pois o ensino ainda não era obrigatório no país, ou seja, acessível a uma pequena minoria. Hoje a máxima  empregada no Facebok: “um dos primeiros astronautas ao pisar na Lua tirou com muito custo sete fotos; adolescente foi ao banheiro do shopping e diante do espelho ... tirou 47 fotos fazendo biquinho !”.
Não há bastão de selfie que nos salve !


Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz