Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Ivana Maria França de Negri
Segundo Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



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Felisbino de Almeida Leme

Entrevistas
12/12/2004

O artista se não tiver uma dose de humildade ele desapareceFelisbino de Almeida Leme é nascido em Piracicaba,tem a formação acadêmica na Faculdade de Serviço Social,foi “mochileiro”nos anos 70,de 1966 a 1968 trabalhou na TV Excelsior nas novelas REDENÇÃO,O TEMPO E O VENTO,O MORRO DOS VENTOS UIVANTES,ANA TERRA,UM CERTO CAPITÃO RODRIGO.Entre 1968 e 1970 atuou nas novelas da TV RECORD entre elas ALGEMAS DE OURO,AS PUPILAS DO SENHOR REITOR,O TERCEIRO PECADO.Foi jurado do programa É PROIBIDO COLOCAR CARTAZES ,DA TV RECORD.Incentivou o jornalista José Roberto de Souza a seguir carreira no jornalismo televisivo,bem como estimulou Beto Surian a seguir carreira na música.Felisbino de Almeida Leme tem cerca de 220 poesias publicadas no Jornal de Piracicaba.É membro da Academia Piracicabana de Letras,do Centro Literário de Piracicaba,do Clube dos Escritores.Foi Diretor Cultural do Clube Cristóvão Colombo,jogou basquete no Estrela de Ouro,em 1964,1965,época do Pecente,Zé Carlos,do Zé Odinha.Após 28 anos de trabalho aposentou-se como funcionário do SEMAE (SERVIÇO MUNICIPAL DE ÁGUAS E ESGOTOS).Estamos recebendo em nossos estúdios Felisbino de Almeida Leme e sua esposa Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme.PROGRAMA PIRACICABA HISTÓRIAS E MEMÓRIAS
Produção e apresentação Jornalista e Radialista JOÃO UMBERTO NASSIF
Transmitido pela RÁDIO EDUCADORA DE PIRACICABA AM 1060KHERTZ
aos sábados das 10:00 ás 11:00 horas da manhã.
Contato com João Umberto Nassif :e-mail:joao.nassif@ig.com.br
Este programa está também transcrito no site www.teleresponde.com.br
ENTREVISTADO: FELISBINO DE ALMEIDA LEME (BINO) Entrevista realizada em 05 de janeiro de 2002,acompanhado da sua esposa Professora Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme.

Felisbino de Almeida Leme é nascido em Piracicaba,tem a formação acadêmica na Faculdade de Serviço Social,foi “mochileiro”nos anos 70,de 1966 a 1968 trabalhou na TV Excelsior nas novelas REDENÇÃO,O TEMPO E O VENTO,O MORRO DOS VENTOS UIVANTES,ANA TERRA,UM CERTO CAPITÃO RODRIGO.Entre 1968 e 1970 atuou nas novelas da TV RECORD entre elas ALGEMAS DE OURO,AS PUPILAS DO SENHOR REITOR,O TERCEIRO PECADO.Foi jurado do programa É PROIBIDO COLOCAR CARTAZES ,DA TV RECORD.Incentivou o jornalista José Roberto de Souza a seguir carreira no jornalismo televisivo,bem como estimulou Beto Surian a seguir carreira na música.Felisbino de Almeida Leme tem cerca de 220 poesias publicadas no Jornal de Piracicaba.É membro da Academia Piracicabana de Letras,do Centro Literário de Piracicaba,do Clube dos Escritores.Foi Diretor Cultural do Clube Cristóvão Colombo,jogou basquete no Estrela de Ouro,em 1964,1965,época do Pecente,Zé Carlos,do Zé Odinha.Após 28 anos de trabalho aposentou-se como funcionário do SEMAE (SERVIÇO MUNICIPAL DE ÁGUAS E ESGOTOS).Estamos recebendo em nossos estúdios Felisbino de Almeida Leme e sua esposa Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme.
Você se considera um jovem típico da década de 1960/1970?
Eu nasci em 1944.Nós pegamos uma época em que tinha um conjunto chamado OS MEGASONS,quando estava iniciando a Jovem Guarda aqui em Piracicaba.Também fazíamos serestas.Foi uma época em que era muito comum as viagens para o exterior.O lema era Colocar Uma Mochila nas Costas e Embarcar.Praticamente sem lenço sem documento.Dinheiro mesmo tinha pouco.Eu as vezes dormia em hotel de 8 estrelas.Ao abrigo de uma igreja,em banco de jardim.Era gostoso!A atriz Leila Diniz era um ícone da época.Tenho uma saudades muito grande desse passado.Em meados de 1966 a televisão estava iniciando suas novelas.A TV TUPI fez a novela Antonio Maria,foi um baluarte, foi o inicio de tudo.Infelizmente a TUPI saiu do ar e a EXCELCIOR acabou assumindo,montou seu elenco de novelas com diretores bons, atores bons,ficamos ali por um bom tempo.Eu fui para São Paulo para ter uma nova aventura na vida e acabei entrando para o rol artístico.
Como foi o seu ingresso na TV EXCELCIOR?
Através de um primo.Ele me levou para a Excelsior ,na época Canal 9, nós fazíamos os programas na Vila Guilherme.Existia um Estúdio na Nestor Pestana e um Estúdio de novelas na Vila Guilherme,ao lado de um lixão, com urubus, era muito ruim ali.O Estúdio era bem montado.Eu iniciei na área administrativa e aos poucos fui galgando os degraus até assistente na produção e direção de novelas.
Você quando saiu daqui pensava: -Vou trabalhar na Excelsior!
Eu já sai daqui com pretensões de ir trabalhar na televisão.Meu pai faleceu com 50 anos de atividades na área de musica.Meu pai tocava saxofone,clarinete, tinha vocação.E coube a mim uma parte dessa vocação artística.No fim acabei indo para a Excelsior e ali a gente fez a carreira.
Nessa época a televisão tinha uma programação em que constava o famoso Repórter Esso, Pullman Junior...
Nessa época nós tínhamos o Show Riso,com Ari Leite, que vinha do Rio para São Paulo,aliás quase todo o elenco do Show Riso vinha do Rio para São Paulo.O rio foi também um baluarte.O Rio lançou muita gente na carreira artística.O Ari Leite fazia o Saraiva, O Rony Cócegas quando vinha do Rio para São Paulo ficava hospedado comigo,em casa.O Rony era natural, você ria com ele em qualquer instante.O trabalho na televisão as vezes a gente entrava as 8 da ma nhá e saia as 9 da noite.Novela é uma seqüência.Você vai gravando os capítulos ,tem cenas que você não pode parar.As vezes chegava em casa meio desgastado,encontrava o Roney já mudava tudo.
Em termos de tecnologia a coisa era meio precária não era?
Era sim.Para nós fazermos uma cena externa,nós tínhamos que levar caminhão,trator,ônibus,era um grande desgaste.O pessoal era muito mal pago, tanto atores como atrizes.Lógico os demais funcionários também ganhavam muito pouco na época.Trabalhava-se mais pelo prazer.
A famosa Luta Livre é dessa época?
A Excelsior tinha a Luta Livre que tinha grande audiência aqui no interior, o pessoal vibrava,o Edson(Bolinha)Cury começou a sua carreira como apresentador de Luta Livre.O Ted Boy Marino era um lutador muito famoso que trabalhou no inicio dos Trapalhões.Era o Ted Boy, o Wanderley Cardoso o Ivon Cury ,Vanusa,Didi e o Dedé.Naquela época da luta livre tinha lutadores que eram ídolos do povo,oAquiles,Charles,Scoparin,Hercules,tinha as duplas Capanga e Caverna,era sempre a luta do bem contra o mal.O Tigre Paraguaio e o Torpedo .O Ted Boy lutava formando dupla com Rudy Paneas.As Duplas Corisco e La Barca, Moreto e Dan Rey.Na realidade a luta livre era um show.Era um teatro.Terminava tudo no teatro mesmo, na Rua Nestor Pestana.Tinha uns dois ou três barzinhos em frente da emissora, terminava o pessoal saia de braço dado,tomava uma cervejinha,comemorar o evento.O pau comia no palco só para apresentar o show.Depois o pessoal ia tomar cerveja junto.Mas quem assistia em casa,aqui no interior,naquele tempo nem todos tinham em televisão em casa,era em preto e branco,o pessoal ficava nervoso,sentia as reações das lutas.Na realidade era tudo um show mesmo...
E aquele sangue que saia do lutador?
O pessoal colocava um corante na boca,dava a impressão de que quando era atingido por um soco saia sangue.
Você conviveu com alguns astros de novela?
Convivi sim.Eu praticamente trabalhava junto com o diretor.Trabalhei com Dionísio de Azevedo,Walter Avancini,Regis Cardoso,foi o próprio Avancini que me levou da Excelsior para a Record.Quando a Excelsior faliu nós implantamos as novelas na TV RECORD.Era ali no próximo ao Aeroporto de Congonhas, na Rua Miruna.Trabalhei com Ivam Mesquita.O Regis Cardoso era casado com a Suzana Vieira.(nesse instante está tocando como musica de fundo MEU BEM com RONNY VON).Esse foi o grande sucesso de Ronny Von, aliás acho que foi o primeiro.Ronny Von era chamado de O PRINCIPE!
Quando deixamos a Excelsior e fomos para a Record convivemos com esse pessoal.
A TV RECORD teve a felicidade de iniciar o Festival da Musica Popular Brasileira.Nessa época surgiu Gilberto Gil,Caetano Veloso,Gal Costa,Elis Regina,Jair Rodrigues,um pessoal fera da musica.Foi o inicio da nossa Musica Popular Brasileira.Além disso tínhamos o Festival Roquete Pinto,Chico Viola,que revelava os melhores do ano.Tinha o Randall Juliano com o programa Astros do Disco.A RECORD foi muito rica.Na parte de humor ela também iniciou a Praça da Alegria com o Velho Manoel da Nóbrega, pai do Carlos Alberto da Nóbrega.Foi a época que nasceu isso tudo.
(Nesse instante Nelson Ned canta um trecho da música Domingo a Tarde)
Bino, você conviveu com esse baixinho não?
Nelson Ned gostava de tomar yogurt.Era diferente de alguns que quando iam fazer um show já iam embalados em whisky.Cantar é um prazer.E também o whisky é um prazer.Só que as vezes o excesso matou alguns precocemente.
Tivemos muitos atores mirins.Eram atores mirins muito bons.Eu dava toda assistência a eles, como zelava por aqueles que tinham compromissos.Naquela época Agnaldo Rayol era muito requisitado.Como a agenda dele era muito apertada, as vezes eu pegava o script(texto) dele,grifava os trechos em que havia a participação dele e levava até sua casa.Entregava para Dona Rosinha,mãe dele,ou seu Agnelo, que era o pai dele,deixa tudo mastigadinho para ele.
A Lolita Rodrigues no final de ano fazia questão de presentear todos os funcionários da RECORD.Um por um !Lolita e Airton Rodrigues apresentaram por muitos anos o programa ALMOÇO COM AS ESTRELAS.
O artista se não tiver uma dose de humildade ele desaparece.O Roberto Carlos até hoje permanece,já fez 27 shows na televisão (isso em 2002),a Hebe Camargo também teve essa humildade.
Foi a época do jornal mais importante que tivemos no período.O Reporter Esso.
Até a musica era característica.Era apresentado pelo Heron Domingues.Eu não tive contato com essa área.Ficava mais na produção de novelas.
Qual é a diferença que você vê entre a novela da época e a novela de hoje?
Na nossa época foi difícil realmente.O pessoal tinha muito amor pela camisa.Foi o inicio de tudo.A novela já esta no ar há 35 anos.Roberto Marinho deu uma ordem:- Futebol só depois da novela!A novela continua firme,é obvio que hoje se torna mais fácil você fazer uma externa,e hoje o próprio elenco de novelas, os coadjuvantes,os principiantes,os novatos,eles tem um apoio, por que cada novela tem pelo menos meia dúzia de atores experientes,que é o sustentáculo.O ator coadjuvante, o principiante, se sente realizado em contracenar com um ator do passado.Você trabalhar com Lima Duarte,com Tony Ramos,com Tarcisio Meira,Francisco Cuoco, é uma honra.Dá uma segurança fabulosa.Quem segura a novela são os artistas mais antigos.
(Nesse momento Don e Ravel cantam o grande sucesso da época EU TE AMO MEU BRASIL ,de 1970.)
Nessa época era muito comum ter um adesivo no carro com os dizeres:BRASIL,AME-O OU DEIXE-O!
O Roberto Carlos tinha lançado um tempo antes a musica que dizia: OLHA O BRUCUTU!Foi uma febre do anel Brucutu.O Fusca tinha um acessório sobre o capo do carro onde saiam dois jatos de água para esguichar água no para brisas com o fim de lavar o vidro.esse acessório se transformava em um anel muito comum, o anel Brucutu!Era um tal de Fusca sem o acessório,o pessoal simplesmente se apoderava!Eu usei anel Brucutu!
Você chegou a levar novela para Brasília para ser autorizada pela censura da época?
Cheguei a levar alguns capítulos.A censura na época era muito rígida.A emissora levava isso muito a sério.Cada capítulo passava pela censura.Para trabalhar na televisão tinha que ter uma autorização da censura federal.
Nota da produção:
Para lembrar um pouco da época,em 10 de outubro de 1964,o Cine Broadway que ficava na rua São Jose entre a Rua Alferes Jose Caetano e a Praça José Bonifácio, onde hoje existe um bingo, estava apresentando Cavaleiro da Távola Redonda,o Cine Colonial que ficava ali na Rua Benjamin Constant,quase esquina da Prudente de Moraes, ao lado de um posto de gasolina que existe até hoje,estava apresentando Sol,Mulheres e Nudismo,o Cine Palácio,ficava ali na Rua Benjamin Constant entre as Ruas XV de Novembro e Rangel Pestana, onde hoje existe uma igreja evangélica,estava apresentando O Advogado do Diabo,o Cine Paulistinha, que ficava na Rua Benjamin Constant entre as ruas Conselheiro Costa Pinto e Marques de Monte Alegre, onde hoje funciona uma oficina de freio de automóvel,era um cinema de bairro,com ingresso custando metade do preço dos cinemas do centro,os filmes que passavam no centro iam depois para o Cine Paulistinha, que tinha poltronas de madeira...sem estofamento!O Cine Plaza, ficava embaixo do prédio que caiu,o Comurba,estava projetando o filme: Vicio que mata.O Cine Politeama, na Praça José Bonifácio,onde hoje é estacionamento de um banco,passava o filme Paris,Cidade das Ilusões.
O canal 7 estava apresentando Sessão Zig Zag.Época dos palhaços Arrelia, Pimentinha.
Você trabalhou em programa de calouros?
Fiz parte do programa de calouros do Pagano Sobrinho,conheci muito bem o Pagano,foi uma excelente pessoa.Demos oportunidade para pessoas de Piracicaba participar do programa de calouros.Na época Waldemar Rocha,que era da Vila Resende, o próprio Beto Surian,tivemos a oportunidade de dar chance para algumas pessoas.
Por que você não seguiu a carreira de ator?
Quando eu fui para a televisão eu já tinha a intenção de trabalhar com o diretor.Acabei abraçando esse trabalho,fazia algumas pontas,as vezes precisavam de um elemento para cobrir uma falta na hora,cheguei a aparecer um pouco na telinha,mas eu ficava mais na retaguarda.
Você tem 220 poesias publicadas?
Exatamente. A poesia inspira.E quando isso acontece a gente tem que anotar.
A poesia Saudades do Meu Rio de Outrora foi feita em uma época de uma campanha para salvar o Rio Piracicaba, eu fiz essa poesia, o Cobrinha gravou, e nós apresentamos nas emissoras.(Nesse instante é executada a gravação da poesia cantada pelo Cobrinha, a música é de Cacilda Azevedo Cavagione).
Como essa música foi gravada?
Nós gravamos na casa do Cobrinha.Ele foi praticamente um pai para mim.Dia dos pais cedinho ele ligava na minha casa.E cantava uma musica homenageando o Dia dos Pais.(Papai...papaizinho...)Foi uma pessoa que aprendi a admirar, e ele também me admirava muito.O Cobrinha gravou essa musica na casa dele, você percebe uma esticadinha,é que ele errou um pouco e continuou.Foi muito natural essa gravação.Espontânea.O coral era formado por um grupo de amigos nossos.
Você tem uma poesia traduzida em árabe?
Tivemos a felicidade de recebermos duas primas da Rosaly(esposa do Bino),permaneceram algum tempo conosco,no retorno ao Líbano eu fiz uma poesia para elas, um jornal local divulgou,e essa poesia foi depois traduzida para o árabe por intermédio de um parente nosso,sendo que foi divulgada em um jornal no Líbano!
Qual foi o local mais inusitado onde você compôs uma poesia?

Eu me lembro que estava no SEMAE,fazendo as minhas necessidades fisiológicas,e o SEMAE fica bem em frente ao cemitério,no cemitério se toca o sino quando vem chegando um enterro,eu sentado ali, tranqüilo no meu trono,de repente bate o sino,me lembrei: morte!E me inspirei em uma poesia sobre a morte,passei essa poesia no papel higiênico,escrevi,do papel higiênico passei para uma lauda e mandei para o jornal,o jornal divulgou!Então inspiração vem a todo momento.Por falar em inspiração, tinha um amigo meu,muito querido por mim na Record,essa pessoa ficava quase diariamente na minha sala,ou no barzinho ali na Rua Miruna, em frente a TV Record, cantando bôu..bôu..bôu.. aquela voz meio rouca, gravadorzinho,e foi inspirando música e gravando, e fez tantas musicas...é o saudoso Adoniram Barbosa!
Nesse instante a ouvinte Sra.Páscoa faz sua partipação ao vivo no programa.
Sra.Páscoa:Moro aqui perto do colégio CLQ,quero dar os parabéns pelo programa,esse programa faz com que a gente recorde o nosso tempo,transporta a gente.Ë bom a gente voltar de vez em quando ao passado.Lembro-me dessa época, vivia com o caderninho na mão para copiar as letras das musicas que a gente ouvia no rádio, não tinha discos.O programa do Roberto Carlos, Jovem Guarda assistíamos com o caderninho na mão para copiar a música.Gosto das músicas do Roberto Carlos, do Wanderley Cardoso, do Jerry Adriani,todos eles.Essa música do Cobrinha que vocês tocaram agora é maravilhosa. O Cobrinha traz tanta recordação para nós! Muito obrigada pelo programa,mesmo !Ouço todos os sábados.




Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)