Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sábado, 28 de setembro de 2013

Lançamento dos livros do acadêmico João Umberto Nassif - cadeira no 35 - patrono Prudente José de Moraes Barros

 Alguns momentos do evento que contou com a presença de amigos, familiares e pessoas ligadas à literatura
João Nassif com Sylvio Arzolla

João Umberto Nassif fala da realização da obra


Ivana  Negri e Lurdinha Sodero Martins
A presidente da Academia Piracicabana de Letras Maria Helena Corazza e Luis Abrahão
Anna Maria Meirelles de Mattos e Jairo Ribeiro de Mattos
Ivana e Cassio Negri
Parte do público que prestigiou o evento



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Um poema em cada árvore

Um poema em cada árvore - Piracicaba 2013
Na ESALQ ( Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz)
|No parque da rua do Porto


Carla Ceres aderindo ao evento "empoemando" árvores



Ao sabor do vento as palavras cantavam belezas das almas dos Poetas - Sarau Literário Piracicabano


Alunos da Escola Catharina Casale Padovani
Evento – um poema em cada árvore
As professoras de língua portuguesa da EE Profª Catharina Casale Padovani - Margarete Pagotto, Lourdes Vieira e Karen de Melo Pedreira levaram suas classes para um pic-nic cultural no parque de Santa Terezinha, bairro onde está localizada a escola em comemoração ao dia da árvore e também da poesia ( dias 19 e 20/09/13)
Os alunos, durante as aulas que antecederam o evento,  leram, selecionaram e escreveram poemas para serem afixados nas árvores do parque. Também tiveram contação de histórias com a diretora Christina Negro e uma palestra com a escritora Luzia Stocco.
Esta atividade pedagógica faz parte da programação cultural do município – uma iniciativa da Academia Piracicabana de Letras e outros grupos literários da cidade.
Alunos da Escola Catharina Casale Padovani
Alunos da Escola Catharina Casale Padovani
Alunos da Escola Catharina Casale Padovani

Na ESALQ

Aluno da professora Sonia Amaral (Escola Escola Municipal Nathálio Zanotta Sabino - Piracicaba)

Aluno da professora Sonia Amaral (Escola Escola Municipal Nathálio Zanotta Sabino - Piracicaba)
Aluno da professora Sonia Amaral (Escola Escola Municipal Nathálio Zanotta Sabino - Piracicaba)

Aluno da professora Sonia Amaral (Escola Escola Municipal Nathálio Zanotta Sabino - Piracicaba)

Poema na ESALQ




quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Desafios e perspectivas para o ensino da História

Armando Alexandre dos Santos
Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
                                     

Quais os desafios e quais as perspectivas do ensino da História, para as novas gerações? No meu modo de entender, se focalizarmos bem os desafios, poderemos ter uma visão, em perspectiva, do que nos espera nas próximas gerações.
O grande desafio, no momento presente, é que os jovens, neste início de século e de milênio, parecem ter perdido a noção histórica. Tradicionalmente, desde que o mundo é mundo, todos os seres humanos sempre se consideraram inseridos numa cadeia humana, como elos numa corrente. Cada pessoa se via inserida não só no espaço, geograficamente, num determinado contexto, mas também no tempo, historicamente, numa determinada sucessão biológica.
Essas duas dimensões humanas, tempo e espaço, eram muito claras para todos, até mesmo em culturas muito primitivas (desculpem o conceito “antropoliticamente incorreto”, como desculpem também o neologismo do advérbio...). Todo mundo se sentia num lugar e inserido numa comunidade que se projetava no tempo. Isso se manifestava de mil modos. Talvez o mais característico seja na Onomástica. Em todas as culturas, sempre e em todos os lugares, as duas formas mais usadas para designar um indivíduo sempre foram o local de procedência e a família da qual procede. Eu poderia dar milhares de exemplos, mas fiquemos em uns poucos, bíblicos: Paulo de Tarso (indivíduo Paulo, nascido em ou proveniente de Tarso); Simão de Cirene, ou Simão Cireneu (indivíduo Simão, nascido em Cirene); Simão Bar Jonas (Simão, filho de Jonas); Jesus de Nazaré (Jesus, proveniente de Nazaré) etc.
No sistema clânico dos celtas, privilegia-se a noção da origem comum; em outras culturas, a preferência vai mais para a procedência geográfica. Mas sempre é essa dupla dimensão, tempo e espaço, que permite aos indivíduos se identificarem e se definirem diante de si mesmos.
Daí também as duas ciências irmãs, a História e a Geografia, serem tão interligadas. Antropologicamente, as duas se explicam e se justificam por uma mesma necessidade psicológica inerente a todo ser humano: a necessidade de cada indivíduo se ver e se compreender a si mesmo, inserindo-se num conjunto humano e, ao mesmo tempo, diferenciando-se dos demais e individualizando-se.
Isso, repito, é inerente ao ser humano. Pois bem, é justamente isso que está em crise, e em crise profunda, no momento presente.
De um lado, a noção de espaço, no mundo moderno, se tornou muito relativa. Não só o transporte físico das pessoas foi facilitado, permitindo deslocamentos muito rápidos, mas sobretudo o transporte psicológico ficou instantâneo. A facilidade com que falamos hoje por telefone com qualquer parte do mundo é incrível. E, se entramos no mundo das tecnologias de computador, então, chegamos ao absurdamente incrível. Hoje, é possível fazer uma visita pormenorizada ao Taj Mahal, ou às Muralhas da China, ou aos castelos do Vale do Loire, sem sair de casa...
O mundo inteiro, tão imenso para nossos antepassados, virou uma pequenina aldeia global. Faleceu há poucos meses uma tia minha, em Portugal, com 96 anos, que nunca na vida tinha saído de duas pequenas aldeias, distantes uma da outra apenas 800 metros. Ela nasceu, casou, viveu, ficou viúva e morreu naquele pequeno mundinho. Nada mais conheceu a não ser aquilo. Isso, que hoje estranhamos tanto, durante milênios foi o habitual da imensa maioria das pessoas.
A relativização do espaço desorienta as pessoas, ainda que elas não se deem conta disso. Acredito que seriam necessárias muitas gerações até a espécie humana se adaptar convenientemente a essa transformação tão profunda nas suas condições de existência, que afeta tanto a vida cotidiana, o modo de ver o mundo e de cada qual se ver a si próprio.
Talvez mais ainda do que a relativização do espaço, a relativização da noção de tempo nos afeta. Antes, as transformações eram graduais, lentas, de geração em geração. Rupturas, sempre as houve na História, mas eram absorvidas com relativa facilidade, pela lenta sucessão das intermináveis continuidades. O elemento de contituidade e permanência, marcava muito mais do que o elemento mudança. Hoje, as transformações são rapidíssimas, e cada vez mais o são. Nos últimos 200 anos, a Humanidade mudou mais do que em milênios. E nos últimos 20 anos, mudou mais do que em séculos inteiros.
Esses verdadeiros saltos no tempo produzem, nos indivíduos, e sobretudo nas gerações mais jovens, uma desorientação, uma insegurança, que afeta profundamente os indivíduos e pode afetá-los psicologicamente de modo muito acentuado. O fenômeno é recente demais para poder ser inteiramente avaliado, mas já dá sinais de sua existência e de sua periculosidade eventual.
Hoje, há muitos adolescentes que perderam completamente a noção de tempo, a noção de que se inserem numa cadeia humana. Muitos não conhecem nem os pais, não têm a menor noção de quem são seus avós, não sabem de onde provêm, onde se situam na humanidade.
Curiosamente, nestes tempos de tanta desorientação existencial renascem, com força nova, os estudos de Genealogia. É cada vez maior o número de pessoas que se dedicam a pesquisar seus ancestrais, talvez numa busca subconsciente de um elemento de segurança que lhes falta na vida moderna.
O grande desafio, para nós, professores de História, é lidar com essa realidade. Despertar, nos espíritos dos jovens, esse gosto pelo estudo do Acontecer-Humano-ao-longo-do-Tempo (desculpem o neologismo, acho que estou lendo demais Guimarães Rosa...), e ao mesmo tempo despertar o gosto de sentir-se, cada indivíduo, inserido nesse processo milenar - esse é o grande desafio.
É, também, o que permite ter alguma perspectiva futura. Como a rapidez das transformações que vivemos é excessiva, desproporcionada com a natureza humana, podemos contar com um poderoso elemento favorável: a necessidade psicológica natural que, mais cedo ou mais tarde, de uma forma ou de outra, se manifestará em todos os espíritos.
Estou convencido de que essa rapidez de transformações não pode continuar por muito tempo, sem que a humanidade inteira enlouqueça. Acredito que, num futuro talvez não muito distante, algum fato novo de natureza imprevisível intervenha no panorama e reequilibre o ritmo das transformações, estabelecendo naturalmente um elemento de controle no mecanismo rupturas-continuidades. Os franceses dizem que, quando se expulsa a natureza, ela volta a galope. Acredito que num futuro mais próximo ou menos, a História voltará a um ritmo mais adequado e menos vertiginoso. Essa a grande perspectiva, a meu ver.


domingo, 22 de setembro de 2013

O sonho não acabou

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade

       Alguns amigos queridos, quase que sem o saber, estão sempre me inspirando. Sou fã deles e delas, leio seus textos e poemas, pego carona no sonho de cada um, no rastro de estrelas e pedaços de luar que vão deixando atrás de si. Pego na rabeira, me segurando para não cair na brecada da vida.
     O que seria de nós sem a influência bendita do que lemos, do que vemos e ouvimos? Uma frase solta, entreouvida no supermercado, ou de alguém no carro ao lado, em plena espera do farol, é matéria-prima para uma crônica do cotidiano. Abençoado momento de inspiração.
Alguém disse “no meu tempo”, e a expressão me reportou ao passado, embora ele esteja ali, bem pertinho, naquele lindo quarteirão onde ainda existe a nossa casa ancestral.
Quem não se lembra da casa onde morou quando criança? Eu lembro. O portãozinho gracioso rente à rua, a mureta encantadora para brincar de casinha, um jardim e a trepadeira agarrada às paredes do terraço sombreado.
     Que felicidade o quarto com uma janela dando para a magnífica visão do Paraíso: o quintal do vizinho, que deixava entrever a copa das árvores, os pés de frutas. Segundo o poeta, era o lugar mágico onde toda maçã nascia, todo balão caía.
     Não se pode falar de sonho e saudade sem falar das serenatas. Cadê a turma de violão em punho, pelas madrugadas, o sereno da noite e a voz que saía maviosa do peito apaixonado? A namorada lá dentro da casa tinha por obrigação acender uma luz externa, para indicar que estava acordada e ouvindo.
      Uma vez, meu pai, muito bravo com uma de minhas irmãs, não a deixava acender a luz. “Mas, pai, é falta de educação ficar de luz apagada com a serenata lá fora...”. Ela acendia, meu pai apagava. Eu era pequena, ainda não estava na idade de ganhar serenatas (depois ganhei muitas) e achava graça naquela briga deliciosa. Minha mãe andando de camisola pela casa, sonolenta, sem saber se ia contra ou a favor. O olhar de sofrimento da minha irmã! E a música romântica lá fora, tocando nossa alma. Que madrugada mais linda.
     Quem conseguia pegar no sono novamente, depois de uma cena daquelas? Puro sonho. Estas coisas maravilhosas somem da nossa frente como um sopro de fumaça. Ficamos perdidos, tateando aqui e ali, buscando o intangível.
     Lembro de uma valsa maravilhosa, “Rapaziada do Brás”, na voz inconfundível de Carlos Galhardo. Sim, os ternos madrigais, as noites de seresta, imagens de um passado que não volta mais. A letra diz assim: “Hoje os anos correm muito mais/ e as noites já não têm calor/ E uma saudade imensa / é tudo quanto resta ao velho trovador”.
     Felicidades, ó vida. Não deixes morrer o sonho que nos habita. Tu mereces uma felicitação pelo que fazes conosco, candidatos ao pó. Pois é nisto que nos tornaremos um dia. Meras cinzas, sinal de que uma fogueira poderosa nos consumia o tempo todo.
Que essa poeira de estrelas a que somos destinados nos reúna a todos num banquete, o mais belo e o mais eterno, onde a luz jamais se apaga. E lá, certamente, o sonho não terá fim...
                       

Convite - acadêmico João Umberto Nassif


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

DIA DA ÁRVORE


André Bueno Oliveira
Cadeira n° 14 - Patrona: Branca Motta de Toledo Sachs

André Bueno Oliveira

Aceite de presente esse soneto,
pois ele traz consigo outro presente:
- uma árvore escondida na semente,
Que ainda se apresenta como feto.

Um feto desejando o seio quente
da medula da terra: um lar de afeto,
que o fará desabrochar por completo
e  eclodir sua árvore dormente!

A mãe-terra, mulher de eterno cio,
compartilha seu ventre, no plantio,
com um vaso, pomar ou capoeira...

Opere este milagre! Esta proeza!
Devolva esta semente à Natureza
e adote a nascitura Pitangueira!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ao mestre Cotrim, com carinho

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade
   
Professores queridos, bons mestres, marcam nossa existência para sempre. Quem não se recorda de um determinado professor ou professora? Há nomes famosos de alguns deles, aqui em Piracicaba. Amado ou detestado, o professor zela em ensinar o que sabe. E são os heróis do seu tempo.
Contudo, creio que poucos ensinaram Português como o fez o professor e doutor Benedicto Antonio Cotrim, que partiu para a eternidade na semana passada, evocando em meu peito o abençoado tempo escolar. “Seu” Cotrim (assim o chamávamos) despertou em meu coração o amor à nossa língua pátria.
Ter aulas de Português com o professor Cotrim significava um aprendizado para toda a vida. Ninguém poderia esquecer a aula espetacular da Voz Ativa e da Voz Passiva, com seus gestos no ar, explicando de onde saía o objeto direto e onde entrava o sujeito, cruzando-os em nossas retinas. Eu vi.
“Seu” Cotrim foi meu melhor professor de Português. O mais sábio, o mais culto, o mais inteligente, o mais preparado. Não havia pergunta que ele não respondesse, nem questão do vernáculo para a qual ele não tivesse uma justificativa encantadora.
Amado Colégio Assunção, amados anos 60. Amados professores, livros adorados! As irmãs de São José, de tão grata memória: irmã Júlia, irmã Eulália, irmã Carmelita, irmã Edite, irmã Clara, irmã Amélia, madre Hortência. Como esquecer? Foi naquele tempo, usando o inesquecível uniforme azul-marinho, que a vida apresentou para mim a sua face mais bela.
Era um orgulho vestir a saia pregueada azul-marinho, cobrindo o joelho; a camisa branca com as três nervuras, na frente e nas costas; meias três quartos brancas e o “sapato preto de freira”, comprado na Sapataria Santana. Para completar o nobre vestuário juvenil, uma gravata azul-marinho, símbolo maior do Colégio das freiras.
“Seu” Cotrim nos elogiava em nossos uniformes e nunca impediu nenhuma aluna de permanecer na classe, por ter esquecido a gravata. Leu parte de uma redação minha numa aula e não dormi naquela noite, de tanta alegria! Creio que foi o grande incentivo para continuar escrevendo.
Tudo o que sei até hoje de gramática, devo-o ao querido professor Cotrim. Tive a graça de dizê-lo pessoalmente, num encontro com ele na Rua Boa Morte, há alguns anos. Eu o abordei e ele me reconheceu. Relembramos o amado Colégio Assunção e relatei: tudo o que sei da nossa língua-mãe, aprendera em suas aulas inesquecíveis. O professor pôs a mão na cabeça, num gesto saudoso, e disse: “Mas eu sofro de pensar no quanto judiei de vocês com a análise sintática”…
Respondi que não, que ele não havia “judiado” coisa nenhuma, pois nos fizera um bem imenso de nos ensinar a escrever e a construir bem uma frase. “E você tem uma boa sintaxe”, ele me disse, confessando-se meu leitor do jornal. Senti um grande orgulho e dei-lhe um abraço.
Professor Cotrim, o senhor nos ensinou a beleza das palavras. A fonética, a morfologia e a sintaxe que amo apaixonadamente. Há uma lousa no céu, tenho certeza. E nela, uma locução adverbial de paz paira eterna.

sábado, 14 de setembro de 2013

Um poema em cada árvore

Evento nacional



UM POEMA EM CADA ÁRVORE

Dia 21 de setembro será realizado simultaneamente em várias cidades brasileiras o evento “Um poema em cada árvore” (Mobilização Nacional), como um incentivo à leitura e com a finalidade de levar a poesia até onde o povo está.
Comemorando o Dia da Árvore e a chegada da Primavera, uma rede poetas, educadores, agentes culturais, clubes, escolas e redes sociais estarão mobilizados para realizar e divulgar o evento.
Em 2012 o evento aconteceu em 84 cidades brasileiras. Este ano, Piracicaba participa também através da Academia Piracicabana de Letras, Grupo Oficina Literária de Piracicaba, Centro Literário de Piracicaba, Poesia ao Vento, Sarau Literário Piracicabano e Clube dos Escritores de Piracicaba. Várias escolas aderiram também.


CIDADES E ARTICULADORES QUE REALIZARÃO O "UM POEMA EM CADA ÁRVORE MOBILIZAÇÃO NACIONAL - 2013"
CIDADE

ARTICULADOR
ALEXANDRIA - RN
INSTITUTO ZULMIRINHA VERAS

ALMENARA - MG
OSCIP MONSA

AROAZES - PI
CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – CRAS

BACABAL - MA
ACADEMIA BACABALENSE DE LETRAS

BAGÉ - RS
CIA DE COMÉDIAS BUFÕES DA RAINHA

BELO HORIZONTE - MG
ESCOLA MUNICIPAL TENENTE MANOEL MAGALHÃES PENIDO
ESPAÇO FLUXO

BOQUEIRÃO - PB
MIRTES WALESKA SULPINO

CAMPINA GRANDE - PB
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
NÚCLEO LITERÁRIO BLECAUTE
COLÉGIO MOTIVA
CAMPO GRANDE - MS
RONILÇO GUERREIRO

CAMPO NOVO DO PARECIS - MT
TEATRO OGAN

CANELA - RS
PABLO ANTUNES

CAXIAS DO SUL - RS
JUSSÁRA C GODINHO

CERQUILHO - SP
TEATRO MUNICIPAL DE CERQUILHO

CHAPADA GAÚCHA - MG
PONTO DE CULTURA ESPAÇO GERAL SEU DUCHIM DE FOLIAS

CONGONHAS - MG
CLUBE DO LIVRO DE CONGONHAS

CRUZ DO ESPÍRITO SANTO - PB
ONG ESPAÇO MÚLTIPLO

CURITIBA - PR
JUNIOR FRANCO

DIVINÓPOLIS - MG
BARKAÇA

DOURADOS - MS
INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE DE DOURADOS

ESPLANADA - BA
LULA RIBEIRO

FORTALEZA - CE
ELIZIO AYRES CARTAXO

GARANHUNS - PE
MÁRCIA MARACAJÁ

GOVERNADOR VALADARES - MG
INSTITUTO PSIA

GUARANESIA - MG
BIBLIOTECA PUBLICA MUNICIPAL DE GUARANESIA

IBATEGUARA - AL
INSTITUTO WALDA
ILHÉUS - BA
ASSOCIAÇÃO FILTRO DOS SONHOS

ITABAIANA - PB
ANTONIO COSTTA

ITABUNA - BA
PONTO DE CULTURA ASSOCIAÇÃO DO CULTO AFRO ITABUNENSE

LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA - BA
ESTER LÍGIA MACHADO ALMEIDA

MAJOR SALES - RN
MARIA CARLOS

MANAUS - AM
GRUPO FORMAS EM POEMAS

MARINGÁ - PR
MARCO HRUSCHKA

PELOTAS - RS
HELENA HELOISA MANJOURANY SILVA
PIRACICABA - SP
ACADEMIA PIRACICABANA DE LETRAS
GRUPO OFICINA LITERÁRIA DE PIRACICABA

PORTEIRINHA - MG
PREFEITURA MUNICIPAL

PORTO ALEGRE - RS
BENEDITO SALDANHA

PORTO VELHO - RO
COLETIVO MADEIRISTA

QUELUZ - SP
OSCIP VALE A PENA

RIBAS DO RIO PARDO - MS
BIBLIOTECA SESI

RIO DE JANEIRO - RJ
MARIO REZENDE

BIBLIOTECAS ESCOLARES MUNICIPAIS

RIO DOCE - MG
REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE RIO DOCE

SALVADOR - BA

CINE TEATRO SOLAR BOA VISTA
SANDRO NONATO ALMEIDA DA PAIXAO
SANTA CRUZ DO SUL - RS
FABIANA PICCININ

SANTA MARIA - RS
PIAZITO ARTE E CULTURA

SANTO ANDRÉ - SP
ANA MARIA REISKY VON DUBNITZ FUHR

SÃO FRANCISCO DE PAULA - RS
GRAZI CALAZANS

SÃO FRANCISCO DO SUL - SC
FUNDAÇÃO CULTURAL ILHA DE SÃO FRANCISCO

SÃO MATEUS -ES
ELIANE QUEIROZ AUER

SÃO PEDRO DA ALDEIA - RJ
LETICIA SOUZA DA COSTA

SOBRADINHO - DF
FERNANDO GURGEL FILHO

SOURE - PA
IVONE GAIA MAUES

TEIXEIRA DE FREITAS - BA
BIBLIOTECA SETORIAL DO CAMPUS X- UNIVERSIDADE ESTADUAL DA BAHIA

UBERABA - MG
ELISA MUNIZ BARRETTO DE CARVALHO

UIRAUNA - PB
DANILDA MARIA SANTIAGO ROLIM

UNAI - MG
GRUPO TEATRAL FÊNIX

VALENÇA - BA
CELESTE MARTINEZ

VILA VELHA - ES
GRUPO CÍRCULO DE LEITURA

VITÓRIA - ES
PONTO DE CULTURA MIRANTE

XAPURI - AC
CLENES GUERREIRO


Abraços poéticos,
Marcelo Rocha
Idealizador do Um poema em cada árvore

www.facebook.com/umpoemaemcadarvore

Modelo para impressão (Piracicaba)

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz