Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeira Secretária – Ivana Maria França de Negri
Segunda Secretária – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



Seguidores

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Retrospectiva Literária


Mais uma retrospectiva literária foi realizada, dia 28 de abril, no Recanto dos Livros
Ésio Pezzato, poeta, cronista e contista foi o convidado
(fotos Nascimento)




quarta-feira, 25 de abril de 2018

Resiliência



Ivana Maria França de Negri

            Resiliência é a capacidade de enfrentar as piores situações, lidar com elas, e adaptar-se às mudanças que se seguem. Resiliência é perseverança, superação, é o popular “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.
            Ser otimista ajuda bastante, e manter acesa a chama da esperança é fundamental.
Resiliência é a habilidade de se manter sereno diante de uma situação estressante, ter autocontrole, não se desesperar. Falar sobre resiliência parece fácil, mas vivenciar é outra coisa.
            Lembro-me de um desenho animado onde os personagens principais eram um leão otimista e uma hiena pessimista e depressiva. Eram amigos, mas completamente opostos um do outro. Enquanto o leão via a beleza e sentia o perfume das flores, a hiena só enxergava os espinhos. A hiena vivia a dizer: “Eu sei que não vai dar certo... Oh, dia, oh, céus, oh, azar..., eu sei que não sairemos vivos daqui”...E o leão: “Calma, no final,  tudo vai dar certo!”
            Quando vemos certas pessoas passarem por traumas, tragédias, catástrofes, logo pensamos: “se fosse eu, não suportaria”. Só que quando um evento traumático acontece com a gente, não temos escolha: enfrentar ou sucumbir. E sempre optamos por lutar, enfrentar e tentar superar as dificuldades.
            Não é uma tarefa fácil. Numa guerra, por exemplo, vemos pessoas perdendo tudo: entes queridos, a casa, pertences, emprego, perdem até a dignidade, pois têm que esmolar, depender da ajuda dos outros. Muitos têm que recomeçar do zero.  E ter vontade e forças para recomeçar, depois de ver tudo o que alcançaram na vida desmoronar-se em segundos,  é ter resiliência!
            No famoso romance “E o vento levou”, que fez muito sucesso no cinema, a personagem principal, Scarlett O’Hara, interpretada pela bela atriz Vivien Leigh, era filha de um rico proprietário de terras, escravagista, que vivia suntuosamente, mas quando o Norte avança contra os sulistas com ideais de liberdade contra a escravidão, é que começa a história. E em meio à guerra civil que é deflagrada, Scarlett se apaixona platonicamente por Ashley, mas quem aparece em sua vida para ajudá-la realmente, é Rhett Butler.
            O filme é bastante longo, mostra dramas e conflitos intensos e como o curso da vida pode ser totalmente modificado em situações de guerra. Scarlett perde os pais, a casa, a riqueza, perde até a única filhinha que teve com Rhett, num acidente. De personalidade forte, mimada, egoísta e manipuladora, acaba ficando sozinha. Até o marido que a amava, não suportou conviver com ela. Na cena final, consegue administrar todas as emoções e resolve seguir em frente, mesmo sem nada e só. Pega um punhado de terra da fazenda Tara, outrora exuberante e luxuosa,  que pertenceu aos pais, lugar onde nasceu. No cenário, tudo seco, descampado, só escombros. Diz para si mesma: “eu vou sobreviver a tudo isso e nunca mais passarei fome!”
            É o momento crucial do filme, sob um céu alaranjado e com o fundo musical maravilhoso que todos conhecemos. A resiliência de uma mulher sofrida,  sobrevivente de uma longa guerra, que passou por todas as privações possíveis. Quando se joga ao chão, seu corpo se confunde com a terra de Tara. Inesquecível!
            E todos saíam das salas dos cinemas com olhos marejados e a certeza de que vale a pena ser resiliente e lutar pela vida. Sempre!

* Texto publicado na Gazeta de Piracicaba

terça-feira, 24 de abril de 2018

Faleceu Cezário Ferrari

Comunicamos o falecimento do acadêmico Cézario Ferrari


 Cezário de Campos Ferrari faleceu no último sábado (21), aos 77 anos. Sócio-fundador do Grupo Bom Jesus Assistência Funeral desde 1970. Também foi diretor da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba e durante mais de 20 anos fez parte da diretoria da Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba).
Ferrari também era voluntário e apoiava obras assistenciais e ações culturais em Piracicaba. Integrou o Instituto Histórico de Geográfico de Piracicaba e era acadêmico da Academia Piracicabana de Letras, cadeira número 12, patrono Ricardo Ferraz do Amaral.
 Ferrari deixou a esposa Vera Cuch e os enteados Juliano, Bianca, Giovana, Carlos e Alex, além de parentes e amigos

quinta-feira, 12 de abril de 2018

A dança das estrelas



Ivana Maria França de Negri

            Observar os corpos celestes, em seu bailado no céu, desde tempos remotos, sempre foi algo que despertou curiosidade e encantamento.
            Estudar a formação dos astros, sua evolução, seus movimentos, é apaixonante, pois parecem flutuar no espaço,  presos por fios invisíveis.
            Antigamente, sem celulares, tablets, computadores, e outros dispositivos que tomam todo o tempo das pessoas, era muito comum elas olharem para o céu, a fim de observar a dança dos astros, o pôr do sol, as várias fases da lua. Hoje, pouca gente tira os olhos do celular e eleva o olhar para observá-los. Será que o Universo perdeu a magia? O recém falecido astrofísico e estudioso do Cosmos, Stephen Hawking, dedicou sua vida a explicar o Universo. Deixou um legado riquíssimo para a humanidade e um best seller: “Uma Breve História do Tempo”.
            Dia destes, estive no SESC com minha neta Ana Clara, para uma aula introdutória do Projeto Astronomia Cidadã, com o astrônomo Warner Berenger, do Observatório Astronômico de Piracicaba. Um evento totalmente gratuito e aberto à população. Mas poucas pessoas compareceram. Se fosse um show de algum funkeiro, certamente iria lotar. Isso mostra qual tipo de cultura interessa aos jovens atualmente.
            As mídias dão espaço imenso para a cultura de massas, mas quando é algo cultural de verdade, só uma notinha num canto. Isso, se sobrar espaço.
            A Cosmologia,  estudo da formação das galáxias, é fascinante! Vejo tanta gente se achando o centro do Universo, mas se estudassem um pouquinho de astronomia, chegariam à conclusão de que somos um nada, um grãozinho ínfimo de poeirinha cósmica diante da imensurável amplidão do Universo. O estudo é tão arrebatador, que não podemos ter a arrogância de imaginar que só neste planetinha exista vida.
            Aprendendo um pouco sobre o Universo, não temos como negar a existência de uma mente superior, uma energia inimaginável e poderosa que criou tudo.
            O brilho de uma estrela que avistamos no céu, até chegar a nós, leva anos-luz. E essa estrela pode nem existir mais, pois sua luz, dependendo da distância, até chegar à nossa visão, já pode ter-se apagado há séculos. Existem estrelas a milhões de anos-luz distantes da terra. E outras galáxias a bilhões de anos-luz... Dá para imaginar isso? 
            Como todos devem saber, ano-luz  é a distância que a luz percorre no vácuo no período de um ano. Até onde nossas descobertas nos permitem chegar, a velocidade da luz é a coisa mais rápida de que se tem notícia.
            O Sol está a oito minutos-luz da Terra e a Lua está apenas a um segundo-luz. Parece pouco, não é mesmo? Sabendo-se que a velocidade da luz é 300.000 km por segundo, é só fazer as contas! Um segundo-luz, dá 7 voltas e meia em torno da Terra!
            Até o conceito de tempo modifica-se em nossa cabeça.  A galáxia Herbble Deep-Field está a 10 bilhões de anos-luz da Terra. De suas 20 bilhões de estrelas, 90% já morreram, mas seu brilho continua a atravessar o espaço na velocidade da luz.
            Quem esteve no SESC, aprendeu muito, quem não foi, perdeu. Mas o Observatório Municipal abre aos sábados, e quando o céu está sem nuvens, pode-se observar as estrelas através de telescópios de grande precisão.
            Não deixem de levar as crianças. Certamente elas aprenderão muito, de uma maneira lúdica e divertida. Uma experiência que jamais esquecerão.

Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA

domingo, 8 de abril de 2018

Um brinde àqueles que sonham


Marisa Bueloni

Haverá Deus de se orgulhar por ter criado o sonho. O sonho para o coração do homem. Penso que tudo é criação divina e o sonho faz parte de um plano perfeito, onde a terra, o fogo, a água e o ar se encaixam e se completam maravilhosamente. Ter um sonho é ter o melhor desta vida.
Deus não desenharia o homem apenas de barro. Nem lhe daria a mulher por companheira, para apenas habitarem um paraíso irretocável. O primeiro casal teria sonhado com algo mais. Sabiam-se criaturas terrenas e existiam para si mesmos. O que sonhavam enquanto se descobriam?
Ao longo dos séculos, o homem sonha. E ao sonhar, construiu cidades, ergueu catedrais, fez jardins de esplendor. Criou a história do sonho. Aposto, leitor, que seu espírito se inquieta enquanto lê estas linhas, com seu coração cheio de sonhos.
Um brinde aos que sonham. Sim, um brinde aos que sofrem, aos corações partidos. De fato, eles causam muita desordem, desculpem. Os sonhadores subvertem a ordem natural das coisas e não podem ser penalizados por isso. Estão encantados demais, isentos de qualquer culpa.
Os sonhadores são logo reconhecidos. Nem frágeis demais, nem fortalezas invencíveis. Sabem chorar na hora extrema e fatal, convertendo as lágrimas em alívio para o cansaço e a dor. Não desistem por nada. E esperam. Quem sonha espera.
São notórios os intrépidos, os construtores, os empreendedores. Sofrem a espera, porém se adiantam, confiando na sorte, no destino, na fé. Audaciosos, saem na frente. Comem de suas próprias mãos e bebem de suas próprias águas. Matam a sede de amor e de beleza no sonho realizado.
Belo é estar junto de um sonhador. Não vê passar as horas aquele que caminha ao lado de quem sonha. Não são apenas palavras, palavras, palavras. Não. A concretude começa a tomar corpo e o sonho vai ganhando forma. Até surgir aquilo que germinou no mais fundo da alma.
Que fundura tem nossa alma? Talvez seja igual à densidade do sonho. Com peso, massa, volume. Quanto mais fundo está dentro de nós, mais profunda é sua essência, sua gênese, sua admirável identidade.
Ah, um brinde aos que sonham. Um brinde aos sofredores. Sem sofrimento não se chega a lugar algum. A dor é a coroa do sonho. É a luta, o empenho, as noites em claro que trazem o brilho nos olhos, a febre, o anseio e a esperança.
Um brinde a todos os sonhadores. O mundo seria menos belo sem eles. Nenhuma partitura musical, nenhum poema, nenhuma dança, nenhuma obra para contemplar e permitir o êxtase dos sentidos. Nenhuma casa para morar dentro do sonho.
Felizes os construtores, os realizadores. Há de haver uma estrada só para eles, um lugar de partida e de chegada. Há de haver abraços para o derramamento do desejo e da lucidez, da competência e do acerto. Há de haver reconhecimento, aplauso e glória.
Compreendo o sonho na sua grandeza e na sua pequenez. Há sonhos pequeninos e aparentemente fáceis de serem realizados. No entanto, quanta insônia, ansiedade e incertezas.
Feliz de quem parte para o sonho, seja qual for, seguro de si, confiante e capaz. Ainda que o persiga a vida inteira, ainda que o persiga a vida inteira...

domingo, 1 de abril de 2018

Cristo Ressuscitou Aleluia!



“Jesus é um espírito de infinita luz”

Aracy Duarte Ferrari


Páscoa, principal celebração da fé cristã. Cristo morreu para redimir nossos pecados. Ele é nosso Senhor e Salvador!
Refletindo sobre as passagens bíblicas dos Evangelhos, Atos dos Apóstolos, Epístolas, Cartas e Apocalipse sabe-se que Jesus transcendeu a morte, ressuscitou trazendo a todos, esperança de uma vida nova. Encontramos muitas mensagens deixando por Cristo, documentadas, comprovadas e testemunhadas pelos apóstolos e por pessoas que tiveram contato com Ele: João Batista, Nicodemos, Marta, Maria, Lázaro, Zebedeu, Jairo, José.
Para entendermos melhor é preciso lembrar que Jesus de Nazaré, da descendência do profeta Davi, nasceu, viveu e morreu dentro do contexto histórico do século I.
Ele nasceu em Belém, da Judeia, viveu em Nazaré, Galileia, Cafarnaum e morreu em Jerusalém terminando sua missão terrena, Ressuscitou após o terceiro dia e subiu aos céus. Jerusalém foi o ponto de chegada do caminho de Jesus e também o ponto de partida, do caminho da Igreja, que prossegue a missão de Jesus.
No dia a dia, a leitura das mensagens nos ajudará a acionar nossa sensibilidade e nos aproximar de Deus.

Mensagens:
Pai nosso que ... Oração suprema;
Amar o Senhor teu Deus de todo coração e alma;
Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei;
Quem comer do meu pão terá a vida eterna;
Convertem – se porque o reino de Deus esta perto;
Felizes os puros de coração porque verão a Deus;
Se alguém quer me seguir, renuncie a se mesmo tome sua cruz e me siga.
Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus;
O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar;
A fé direciona e ilumina a vida;
Eu sou a videira e vósos ramos;
Quem vive e crê em mim jamais morrerá;
O que deres a meu irmão, a mim o dará;
O sermão da montanha.

Analisando as passagens citadas, percebemos que Jesus estabeleceu a aliança entre Deus e os homens e nos contemplou com sua Glória do filho único do Pai, cheio de amor e fidelidade, é filho do Altíssimo e se fez homem trazendo para a história o plano da salvação.
Refletindo sobre os milagres de Jesus, nos sensibilizamos.
Curou leprosos, cegos, surdos paralíticos, expulsou demônios, ressuscitou Lázaro, a filha da viúva de Nain e o filho de Jairo, Bodas de Caná transformou água em vinho.
Profundas são as suas Parábolas
O filho Pródigo,  Multiplicação dos Pães e Peixes, Tesouros Escondidos...
Realmente Jesus Cristo é maravilhoso, Onipresente, Onisciente e Onipotente.


Aleluia! Aleluia! Jesus Ressuscitou.



Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)