Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sábado, 31 de janeiro de 2015

FLASHES DO PASSADO


Elda Nympha Cobra Silveira

Que olhar enigmático
Com aquela pose estática
Naquela fotografia.
Dentro do incógnito tempo
Qual seria seu sentimento?
Esperança num futuro alvissareiro?
Devia estar com o coração pleno de amor
Sonhando com sedas e brocados, e
Que a vida só lhe daria vantagens.
Mas ela não sabia que, às vezes,
Tornam-se chitas ou
Panos de  aniagens.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A liberdade de expressão deve ter limites?

Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33
Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Um assunto bastante polêmico que veio à baila depois do episódio acontecido na França quando extremistas islâmicos mataram vários chargistas do Jornal Charlie Hebdo porque fizeram piada da sua crença.
Até que ponto vai a liberdade de expressão? Ela é ilimitada?
Tenho comigo que essa “liberdade” de exprimir o próprio pensamento e  ideologias, segue mais ou menos aquele adágio popular: “o seu direito termina onde começa o do outro”. Por isso a liberdade não pode ser irrestrita e absoluta. Respeito é fundamental.
A liberdade não pode jamais se apartar da responsabilidade. O discurso é livre, mas há que se ter cautela. Não se pode fugir do respeito e dos princípios básicos morais. Nada justifica as mortes acontecidas na França por ações terroristas. Mas acirrar ódios, debochar, ridicularizar, ironizar, desrespeitar crenças e raças, são formas de agressão.
Se a liberdade fosse irrestrita quem quisesse andar nu pelas ruas poderia fazê-lo sem restrições. Mas o que acontece se alguém sair pelado por aí? Certamente será preso por atentado ao pudor.
A democracia, num estado laico, consagra a liberdade de imprensa, condenando a censura. As pessoas se acham no direito de escrever qualquer ideia, acobertadas por essa tal liberdade de expressão. Só que as publicações, tipo jornais diários, não aceitam pornografia, obscenidades, apologias ao cigarro, às drogas, à prostituição e às aberrações – tudo o que não é natural e leva o ser humano a se degradar, afinal, essas leituras fáceis podem cair nas mãos de crianças e adolescentes com personalidades em formação, cujas mentes ainda não possuem discernimento para julgar o que é certo e o que é errado, e que acabam absorvendo ideias negativas que podem corromper para sempre o seu caráter.
Também não é lícito caluniar, difamar, insultar ou acusar sem provas.   Nem é sensato ofender outras crenças, raças, povos e nações, alegando o uso da livre expressão. As pessoas confundem criticar com ofender. Críticas, quando bem elaboradas, podem ser engraçadas e até construtivas, já a ofensa e a calúnia não tem graça alguma.
É claro que cada um tem o direito de escrever o que bem entender, mas os responsáveis pelos jornais e revistas de grande circulação, têm sob sua  responsabilidade o  publicar ou não, caso acharem conveniente ou prejudicial. Para isso existem publicações específicas e direcionadas a certas faixas de leitores. São espaços alternativos direcionados a um público restrito. Algumas revistas são devidamente embaladas e tarjadas como impróprias para menores pelo teor que encerram.
Hoje em dia o que se vê, são mordaças veladas, pois o capitalismo pode comprar as línguas e as penas, e abafar o que não achar conveniente. Os leitores engolem tudo o que a mídia apresenta sem investigar se é verídico ou não.
A liberdade de expressão e de imprensa têm de se pautar na ética, no bom senso e no respeito.
Será que os cartunistas do jornal Charlie Hebdo tinham noção de que estavam brincando com fogo?
Não se pode calar as bocas assim como não se pode deter as penas. Elas devem gritar, escrever e desenhar aos quatro cantos. Mas o bom senso e a prudência devem prevalecer sempre. Fanatismo tem limites e liberdade de expressão também.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

“Surto do bem”

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade

Não sei se tenho o que se poderia chamar de “melhores textos”. Às vezes, noto que alguns são melhores que outros, pela reação dos leitores. Aí vejo que peguei a turma na veia. Os e-mails me dão uma medida do que escrevo.
Bom, a gente não pode ter essa presunção, que pode ser tola, pedante. Ou que pode ser humilde e sincera. Apenas um auto-reconhecimento (tem hífen?) de que talvez tenhamos produzido algo que valeu a pena.
Enfim, dou sempre uma volta para chegar onde quero. É o meu jeito simples de ser, de viver. Que mania essa de sempre ter de me explicar. Alguém explica? Nem Freud explicou direito. Ficaram algumas lacunas, não?
Bom, meus “melhores textos”, se os tenho, foram escritos em um surto que eu chamo “do bem” (ui!). Sim, aquele. É uma maravilha quando se tem consciência e controle sobre ele. Alguém perguntou que febre me ataca em certas crônicas. É o surto amigo que me assalta e o teclado todo não é suficiente para meus dez dedos ágeis, pois digito com os dez, fiz datilografia aos 12 anos, pratiquei em máquina de escrever até o surgimento do computador e tive uma Olivetti Lettera 32, cor-de–rosa, companheira e cúmplice. Se eu fosse pra cadeia um dia, levava ela comigo.
E quase fui. Sim, nos anos 80, fui processada pela Lei de Imprensa. Por um ponto de exclamação, acredite. O diretor do jornal, juntamente com o editor da página de recadinhos que fazíamos aos domingos e eu. Os três mosqueteiros. Um por todos, todos por um!
Numa contenda com o prefeito, o diretor de um jornal onde eu colaborava  publicara uma frase considerada tendenciosa, por causa do ponto de exclamação no final. Foi processado pelo ponto exclamativo. O editor da página dos recadinhos e eu, solidários, entramos na onda, brincamos com o assunto e acabamos arrolados no processo.
Concluindo: “tocamos piano”, comparecemos à audiência no Fórum, fomos defendidos pelo presidente do Sindicato dos Jornalistas, que veio de São Paulo para nossa honra, e fomos todos absolvidos. Glória das glórias.
Mas meus “surtos do bem” é que são maravilhosos. Eles me levam a fazer coisas que eu não faria sem esta pequena e deliciosa alteração mental. Eles me salvam em momentos incríveis e, na minha sanidade, me dão uma noção de quão vasto e louco é este nosso mundo.
     Quando o “surto do bem” ataca, podemos ficar ousados e valentes, falamos muito, mais que o normal, e temos um poder imenso. Sim, nos achamos o máximo, somos capazes de proezas inimagináveis, sentimos uma força extraordinária, exterior e interior. Mas com o exato domínio e controle de tudo.
Este fenômeno deve vir do fundo dos neurônios, fruto de um processo químico e emocional que se auto-interage e cria um impulso elétrico formidável e fenomenal dentro da gente. Lá, lá. No cérebro nosso amado de cada dia. Santo cérebro, padre Otto!
Faz tempo que não sinto a maravilha desta natureza. Ando muito cautelosa com tudo e a realidade me faz pisar no freio. Ai, ai, ai... Melhor surtar?


------------------------------------------------------

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O VENTO

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  

O vento veio soprando
E levou meu xale branco
Foi levando bem pra longe
Das campinas

Ele era tão bonito!
Foi comprado no Egito,
Da terra dos faraós.
Tinha cheiro de cravo
De canela e gergelim
Com textura de gaze e seda
 Nas tramas do tecido,
 Ia junto minha saudade.

Cobria meus cabelos
Dos ventos do Oriente,
Dos escaldantes desertos.
Sonhei com uma vida:
Era a rainha, a preferida,
Envolta em aromas de almíscar
De mirra, de sândalo e jasmim.
E o Faraó junto de mim!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

ESPERANÇA

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella

            Eram quatro velas acesas e cada uma tinha um nome:  a primeira era a vela da fé; a segunda, a do amor;  a terceira, da paz e a quarta da esperança.  Pouco a pouco, as três primeiras foram-se apagando, uma a uma.  Restou apenas a última que continuou acesa.  Então, entrou ali uma criança radiosa que perguntou o porquê das velas apagadas.  A vela da esperança respondeu-lhe:  “Eu estava  a sua espera, para que você, criança, acendesse  as outras velas !...”
            Com efeito, é na criança que reside toda a esperança.  Em seu olhar puro e desarmado, em  sua alegria, no seu riso franco e confiante  temos a vida que se inicia; em suas lágrimas, em seu choro que depressa   esqueceu a mágoa anterior, em seus primeiros passos titubeantes e curiosos á procura do novo, sem temer o desconhecido; em sua completa inocência que ignora o mal ; no seu  tatibitate cheio de porquês  em sua entrega  aos que estão próximos, reside toda a gênese  do que deveria desabrochar, florir e frutificar mais tarde.  Se assim o quisermos, compenetrando-nos  da grande responsabilidade de ensinar a ser bom sendo bom, de ser alegre e acolhedor no sorriso, no cumprimento dos deveres, na boa disposição de tudo ver e fazer com os olhos e os gestos da gratidão , da fé, da paz  e do amor.
            Nesta historinha simples, ouvida há muito tempo, está contida uma profunda mensagem para o ano que se inicia. É preciso, portanto, nos conscientizarmos do papel que está reservado a nós adultos, nessa formação Não podemos ignorar a responsabilidade que temos. A  vida é uma sucessão de bons e de maus momentos alternando-se para ensinar  a mais difícil das artes, a arte de viver. Dom inestimável  de Deus, a vida nem sempre é  valorizada devidamente.  A grande família humana demonstra hoje o cansaço das velhas fórmulas. que precisam ser substituídas.  O materialismo, o egoísmo, o hedonismo e  o consumismo que já se tornou uma  doença do século, ao ponto  de  consumir o próprio corpo, transformando-o em objeto ou mercadoria, enfim todos esses ismos, tão nocivos e devastadores, que terminam sempre  nas lutas fratricidas, nas injustiças, nas explorações, nas vinganças, nos terrorismos, nas guerras, nos genocídios e o pior,  no sacrifício de crianças inocentes, estão a bradar um basta. Trata-se de uma realidade muito cruel  para ser aceita.
            Não é isto o que já deveríamos ter aprendido com o MESTRE de todos os mestres.  Sua lições que atravessam os séculos precisam ser ouvidas para que  não sejamos nós , os humanos, os responsáveis pela destruição do mundo.
No Brasil, o índice de violência é igual ou maior do que as guerras  no número de vítimas;  o quadro da corrupção e da irresponsabilidade dos homens públicos, daqueles que deveriam zelar pelo bem comum é assustador.  As crianças e os jovens  carecem de exemplos e de boa formação, eles tem fome de diretrizes saudáveis e normais, de formação, de famílias estruturadas, de mulheres íntegras, fortes e resistentes aos apelos desintegradores da comunicação de massa que alardeia uma felicidade fictícia e irreal, com base no ter e no relativismo desenfreado, o de que o mal e o pecado não existem, o de que somos os árbitros e os senhores de nossa própria vida, sem obstruções de qualquer espécie.  O importante é ser feliz, mesmo que esta felicidade seja obtida em detrimento ou prejuízo do outro.

            A fé, o amor e a paz  que constroem a fraternidade, a justiça e a união, a plena alegria  do dever cumprido precisam nascer no coração de cada um de nós, se nos dispusermos a viver uma espiritualidade que vai depender de nosso esforço, de nossa obstinação e de todo  nosso empenho.  Felizmente , esta reação, grandemente positiva,  já se manifesta em muitos segmentos sociais que, de forma silenciosa e perseverante, se empenham  na construção desse mundo renovado e vivificado pela esperança, aquele mundo proposto pelo próprio Deus  que não se cansa de repetir  uma velha  e conhecida fórmula de espiritualidade:  “Eu sou o Caminho, A verdade e a Vida.  Sem mim nada podeis fazer.”  

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

SINO OU TAMBOR?

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade

Meu coração pequenino,
num átimo de temor,
ouve o badalo de um sino
- um sino ou um tambor?
Seria o rufar do destino,
a luta, o desatino,
o som confuso da dor?
Tambor ou sino, sino ou tambor?
Que som é esse, Senhor?
Badala o sino grandioso,
troa o tambor furioso
- são anjos justiceiros, suponho, em terror.
Trazem as taças divinas,
abrem os livros lacrados,
vestem-se de dourados,
que terrível, que esplendor!
Que dias, que dias!
Ao som destas melodias,
batidas no bronze
e no surdo das algaravias.
Desperta minha alma curiosa,
desperta uma rosa.
Dorme, flor jardineira,
que a Hora não é chegada.
Não é dia ainda, é madrugada.
Dorme, rosa do tempo
e deixa que rufem tambores,
que sonhem os sonhadores,
que sinos badalem, eloquentes.
Cuida, rosa querida,
que despertem as gentes.
Meu coração pequenino,
às vezes, ouve um sino,
que badala nas alturas,
que se ouve nas lonjuras,
pentagrama de ternuras,
- ah, que sino, Senhor!
Meu coração pequenino,
às vezes, ouve um tambor,
que soa como um estrondo,
que bate um bumbo redondo
e para ele respondo:
- Eis! Vem chegando o Amor!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

O tempo de vida

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade
   
  A idade, nosso tempo de vida na Terra, confere-nos alguma autoridade. Ou um pouco de rigor moral, para saber emitir juízos de valor, onde a noção de certo e errado, do  bem e do mal, esteja fortemente alicerçada.
     O escritor Pedro Nava dizia que a experiência é um farol voltado para trás. Pode ser. Ele ilumina nosso passado, nos ajuda a enxergar a trajetória que faz de nós o que somos hoje.
     A idade e a contabilidade das nossas lutas e vitórias, dos erros e fracassos, emergem de um ponto onde as nossas forças se destacam solenemente. Aprecio, com imensa gratidão a Deus, os momentos em que nos encontramos combalidos, seja por uma simples gripe, uma enfermidade mais grave, ou um quadro de saúde que passe a exigir uma decisão imperiosa de nossa parte.
     E a idade vem em nosso auxílio. O acúmulo dos anos em nossas costas conta pontos preciosos. O estágio em que já não há os arroubos das atitudes impetuosas e ousadas pode ser uma bênção na vida de muitas pessoas, pois as livra de vexames e gafes inconfessáveis. A ponderação, o bom senso e a serenidade são coadjuvantes honestos nos passos e ações de quem tem a maturidade presa entre as mãos.
     O céu pode desabar sobre nossas cabeças e já não sentimos o peso desta catástrofe, pois aprendemos a usar o capacete da salvação. Privilegiados com o dom da fé, as vicissitudes terrenas passam a ser enfrentadas com amor e sabedoria. E isto independe da idade, mas é fato bem típico de quem começa a provar o lado provecto da vida.
     Olho para trás e nas retinas estão impressas lindas cenas de afeto e de bondade. Nas recordações da infância, sinto o cheiro das frutas colhidas no pé, vejo a beleza das tardes de domingo no sítio dos tios queridos, a madrinha adorada que me cercou de mimos e presentes. O amor e a luta dos meus pais, sua santidade e hoje a saudade profunda. Meus sogros também já partiram e, de certa forma, foram meus segundos pais, pessoas a quem amei devotadamente. Vejo gestos cheios de amor até o último instante de suas vidas.
     Olho para o presente e há uma riqueza cercando os meus dias. Família adulta, fortalecida, netos pequeninos, encanto deste tempo de vida. Olho para frente e vislumbro o mistério. Deparo-me com um oceano de profecias vaticinando a respeito do fim dos tempos, uma área de estudos do meu particular interesse.
     O Senhor virá em breve? Virá fisicamente ou virá apenas em nossos corações, numa experiência mística arrebatadora e individual? Houve um papa, no passado, que disse: “Oh, Senhor, há tantos sinais de que Vossa vinda não está longe”. E nós já estamos em 2014, em pleno século XXI.
     A idade, os anos vividos, a experiência e a prática, as cirurgias já enfrentadas, a força para a superação me fortalecem e me preparam para outros embates, aqueles que a vida tem reservado para cada um de nós.
Todos os dias, de joelhos, diante do quadro da Divina Misericórdia, a imagem do Senhor que Santa Faustina deu ao mundo, digo com fé a oração misericordiosa: “Jesus, eu confio em Vós”.

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz