Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Lançamento do livro infanto juvenil "Capitão Nhô Lica, o colecionador de pedras"

Site do Colégio Piracicabano
Autora: Ivana Negri e ilustradora: Ana Clara de Negri Kantovitz

A ilustradora do livro Ana Clara de Negri kantovitz


O lançamento do livro para crianças “Capitão Nhô Lica, o Colecionador de Pedras” faz parte dos festejos dos 250 anos de Piracicaba.
Escrevi, faz um tempinho, um texto na Gazeta de Piracicaba: “Somos todos Nhô Lica”, onde tecia comentários sobre a nossa mania de colecionar coisas, comparando com essa fixação de coletar pedras do lendário Nhô Lica.
Muita gente comentou, mandou e-mail ou contou pelo facebook  alguma experiência que teve com ele.
E a escolinha das minhas netas gêmeas, para minha surpresa,  fez um trabalho interessante com as crianças, baseado no meu texto. Fiquei muito feliz!



As crianças coletaram pedregulhos e levaram para a escola. E vieram contando animadas sobre a história do Nhô Lica.
Então, a minha amiga Carmen me deu a ideia de escrever um livrinho infantil recontando essa lenda da nossa terra para as novas gerações. 
O único livro que narra a saga do Nhô Lica foi escrito pelo escritor Chico Mello, parente dele.
Adaptei para o linguajar infantil e minha neta de 9 anos fez as ilustrações. Penso que essas lendas não devem morrer nunca, pois fazem parte da história e do folclore piracicabano.
A maioria das crianças não conhece esse personagem e poucos professores ainda contam para elas essa história.
E no final do livro, as quadrinhas para Nhô Lica.

Quadrinhas para Nhô Lica

Nhô Lica era um sonhador
Que se achava milionário!
Catava pedras nas ruas
E as guardava em seu armário

Pensava serem brilhantes
Aquelas pedras feiosas
Por isso suas histórias
Ficaram muito famosas

O som do seu  violão
Tocava o começo e o fim
Pois só tinha duas cordas
Dim, dim, dom dom, dim ,dim, dim

Dizia ser bandeirante
Que andou pela Patagonia
Por Goiás, por Minas e Andes
Em suas noites de insonia

Passou a ser uma lenda
A história desse guerreiro
E a saga do capitão
Vai rodando o mundo inteiro!

O livrinho encontra-se à venda na Livraria Jota Portes e no Recanto dos Livros


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Assembleia em comemoração aos 250 anos de Piracicaba


 Presidente da Academia Piracicabana de Letras Gustavo Alvim, Vera Alvim, Valdiza Caprânico e Marisa Bueloni
 Carla e Leroy Capeleti
Luciano e Shirley Brunelli Crestana e Marisa Bueloni
 João Nassif, Raquel Delvaje e Carmen Pilotto
Antonio Messias Galdino e Newman Ribeiro Simões



Palestrante da noite Antonio Messias Galdino 
 Representando o prefeito de Piracicaba Erotides Gil
 Raquel sendo empossada na Academia pelo Vice Presidente Cassio Negri

 Raquel Delvaje e Carmen Pilotto



 Galdino, esposa e Evaldo Vicente

 Lourdinha Piedade Sodero, Antonio Carlos Fusatto, Cassio e Ivana Negri e Valdiza Caprânico

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DIA DOS PAIS

    

Embora comercial, acho expressivo se comemorar em dia especial os pais queridos. Os filhos que sabem valorizar os presentes gratuitos da vida entenderão que ele é uma das dádivas do ser humano.
Quer no mais simples gesto de afagar seus filhos, quer  se responsabilizando  pela base da formação humanística e contribuindo, ou às vezes, sendo sozinho o provedor dos recursos financeiros, revela a sua importância para toda família.
Muitos de nós, não mais temos a felicidade da convivência com esta pessoa tão especial, pois já partiram deste mundo, mas a lembrança ( como é o caso do meu pai em particular) está sempre presente . É uma saudade gostosa, pois ficaram os momentos que ele  nos acompanhou na vivência de trabalho digno, honesto, proporcionando-nos bem-estar.
Os filhos que ainda têm a felicidade da presença física do pai querido, saibam reconhecer, respeitar e amar essa pessoa tão nobre e manifestar com gestos de amor o quanto eles são importantes na vida de cada um.
Para nós que só o temos próximo espiritualmente pedimos respeitosamente a sua benção e agradecemos a Deus a ventura de ter convivido com sua pessoa tão maravilhosa. Ficamos felizes e em paz, porque sabemos que na sua morada celestial estará abençoando toda nossa família.
O pai é o melhor amigo,
porto seguro, mar calmo
que o filho leva consigo
dia a dia, palmo a palmo.

Parabéns  a todos os pais!

domingo, 13 de agosto de 2017

ATCHIM!

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade

Meu pai enrolava entre os dedos
Um cigarro de palha caprichoso
Moviam-se ali tantos segredos
Daquele fumo sempre bem cheiroso

Meu pai me oferecia um pedacinho
Do fumo preto para que eu cheirasse
- Faz espirrar! - dizia com carinho,
Para que, em seguida, eu espirasse

Mas num  espirro, a saudade bate
Meu coração mais uma vez se abate
E na saudade, triste, me retiro...


Fumo de rolo e uma mangueira
Lembrança linda e tão verdadeira
Quero espirrar... e só suspiro!...

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Reminiscências de Piracicaba


Antonio Carlos Fusatto

De repente... abri a janela de minha vida e deparei-me com o alvorecer de uma existência setuagenária.
No horizonte, nuvens doiradas pelo sol do dia nascido, uma brisa leve passeia pelas folhas das árvores embalando-as suavemente, a fragrância das flores no ar, incansáveis colibris em harmoniosa coreografia bailam de flor em flor, sobre a relva, intensa revoada de insetos e, tendo como fundo deste cenário, o azul cerúleo.
Neste devaneio, o pensamento vagueia pelo tempo e direciona a atenção ora para o passado ora para o presente, a alma estremece, vibra diante das recordações, a sensibilidade é mais forte que palavras e sons; traz-me à lembrança a piracema do caudaloso Piracicaba, cardumes de peixes tentando transpor o Salto, como brocados enfeitando o Véu da Noiva; a velha ponte do Mirante com passarela de madeira e, a guarita do guarda da Sorocabana, cheia de cestos e jacás de bambus, construídos entre uma passagem e outra da "Maria Fumaça", como forma de passatempo e reforço de salário; o jardim da ponte com suas frondosas árvores quase engolindo o coreto; as pescarias noturnas e escondidas, no Salto do Piracicamirim dentro da ESALQ; das chaminés do Engenho Central, soltando fumaças negras voluteando no ar; das cerâmicas da Rua do Porto, contrastando com a densa mata ciliar e harmonizando-se com a Vila dos Pescadores. Ouço: o inconfundível sino do bonde, tocado pelo cobrador a cada passagem recebida, o berrante ao longe anunciando a chegada de mais uma boiada com destino ao matadouro, as melodias das orquestras tocando nos Clubes Coronel Barbosa e Cristóvão Colombo. A Banda Marcial “Cel. F. F. da Costa” (Escola Industrial) com seu garboso uniforme e eclético repertório musical, arrancando aplausos e provocando emoções em todas as apresentações, e da qual tive a honra e felicidade de ser integrante. A orquestra “Pedrinho e sua Orquestra”, formada em sua maioria por músicos da Corporação Musical “União Operária”, presença constante em grandes bailes da região. As brincadeiras dançantes animadas pelos inesquecíveis conjuntos musicais da cidade: Os Megassons, Os Cambitos, Super Som Sete, dentre outros que me fogem à memória; o som ensurdecedor dos teares da Fábrica de Seda, na Vila Rezende, e da Fábrica Boyes, o apito do trem chegando às 22:00 horas na Estação da Paulista, a algazarra dos engraxates na Praça José Bonifácio – disputando possíveis clientes para engraxar os sapatos. Em todo alvorecer, a quebra do silêncio pelos garotos jornaleiros em frente a tipografia do Jornal, aguardando liberação para as entregas domiciliares. A alegria da garotada ora brincando nas águas do cristalino Itapeva, ora jogando futebol com bola de borracha, bolinhas de gude, rodando pião, corrida de pega-pega, batendo figurinhas, entre tantas outras brincadeiras.
As meninas, brincando de roda e cantando canções folclóricas - hoje quase totalmente esquecidas -, pulando corda, amarelinha, jogando porquinhos, brincando de casinha com bonecas e tantas outras.
De repente... volto ao presente: o velho Piracicaba, qual esqueleto leuquêmico, curvado sob o peso da poluição, carregando toneladas de resíduos.
O jardim da Ponte não mais existe, o negrume do asfalto contrastante com a alvura das edificações: todo o verde foi engolido... E a velha "Maria Fumaça"? O bonde? O troar das boiadas na ponte? O cheiro gostoso de melado de cana do Engenho Central? O bosque da Casa do Povoador, com seu murmurante regato? Os saraus dançantes com famosas orquestras e conjuntos musicais? O encontro da boemia nas madrugadas, no Bar Bola Sete? O Jardim da Cerveja com músicas ao vivo? E as românticas serenatas?
Das cerâmicas da Rua do Porto, somente altivas chaminés persistem no tempo, como dedos da natureza em riste, denunciando o homem por suas agressões nefastas à natureza.
O Jardim da Cerveja cedeu espaço para o glorioso Cursinho “Luiz de Queiroz”; as serenatas ainda são relembradas com eventuais “Noite da Seresta”, em pontos estratégicos da cidade o que nos causa pequeno consolo e muito saudosismo; os prédios do Engenho Central resistem ao tempo e graças ao seu tombamento é hoje ponto turístico e de encontros sócio culturais da cidade.
Ah! Que nostalgia, que poder de juventude carrega meu coração; pulsa entusiasmo.
O tempo, na minha memória, vibra a emoção misteriosa das noites de luar, a estender réstias de pratas pelas árvores, telhados e o rio, e os acordes de violões seresteiros nas madrugadas frias. Bailes juninos nos terreiros, muitas vezes à luz de lampiões, e as brincadeiras com busca-pés. Os bate-papos nas calçadas até altas horas da noite, sem preocupações com seguranças.
Essas emoções ou ansiedades povoam o meu espírito, dando-me a sensação de que vivo perenidade.
Empolgado, o arrebatamento leva-me a cantarolar meio desafinado alguns boleros; enquanto irradiam ainda mais minhas emoções. Vem-me à lembrança o Trio ITOJUVAL composto por: Júlio carteiro, Toninho e Valter, presença constante nas noites piracicabanas e nos programas radiofônicos das: “A Voz Agrícola do Brasil” e PRD-6 “Rádio Difusora de Piracicaba”, interpretando com maestria o repertório do saudoso Trio IRAKITAN.
O passado deixou saudade, nostalgia, há canções que machucam o coração, pela poesia, melodia e ritmo das notas musicais.
Como é interessante o subjetivismo humano!
Em meu peito permanece a nostalgia de ontem, o que será amanhã?
Recomponho à mente todo o itinerário percorrido nas asas do tempo, e sinto que, no âmago do meu ser, ainda palpita forte a juventude, ainda há um garimpo de energias vitais.
Minh'alma é um relicário guardando inúmeros papéis, sou mais um protagonista no belo espetáculo da vida, cujo palco é o mundo e o tempo interminável.



terça-feira, 1 de agosto de 2017

Lembranças do Bicentenário de Piracicaba


Ivana Maria França de Negri

Finalzinho dos anos dourados, 1967. Eu,  pré-adolescente, com doze primaveras incompletas. Os festejos do Bicentenário de Piracicaba, nessa época, me marcaram profundamente.
Nossa Noiva da Colina era ainda uma cidade interiorana onde quase todos se conheciam. Mas crescia muito depressa sob o comando do dinâmico prefeito Luciano Guidotti.
Não havia shoppings e os pontos de encontros da juventude eram na saída da missa da Catedral, em algum barzinho, como o Karamba´s Lanches, nos cinemas como o Politeama, Palácio e Broadway, na bombonnière do Passarela ou no Jardim da Cerveja.
Os Beatles eram os ícones, e o iê-iê-iê e a Bossa Nova encantavam os adolescentes.
O movimento “Paz e Amor” dos hippies, se alastrava, e aumentavam as comunidades que rejeitavam produtos industrializados, o consumismo desenfreado, pregando o fim das guerras e ampliação dos direitos.
Tempo de passar as férias escolares em Santos, descer a serra de fusca, o que era uma aventura! Nem se falava em cinto de segurança e a criançada se espremia  no porta-malas que ficava dentro do carro. Uma festa!
As bebidas eram Crush e Cuba-Libre. Crianças não tomavam Coca-cola, só em ocasiões especiais. Bebiam laranjadas e limonadas que suas mães e avós preparavam, geralmente com as frutas colhidas frescas no pé, do quintal das residências.
Nossa casa estava um alvoroço porque minha irmã mais velha, Maria Graziela,  aos 15 anos, tinha sido convidada para participar do concurso que elegeria a Miss Bicentenário. O baile de gala seria no Clube Coronel Barbosa,  o top da cidade na época. Tempos de black-tie, smokings e ternos feitos sob medida com coletes, camisas com barbatanas, abotoaduras e vestidos vaporosos, rendados e bordados. Os convites para os bailes de gala pediam traje a rigor. E os que não estivessem de acordo eram barrados nas festas.
Os penteados eram bem elaborados, coques, cachos, apliques e litros de laquê, que os mantinham firmes, duros, sem desabar. Os “play boys” usavam cabelos bem compridos, uma afronta aos mais velhos, adeptos do corte quase zero dos barbeiros. Também havia os que usavam topetes à La Elvis Presley.
As roupas seguiam o estilo da atriz Brigitte Bardot, tubinhos e minissaias. Já para os rapazes, quem ditava a moda eram os Beatles, o famoso quarteto de Liverpool, com blusas de gola role e terninhos de pernas ajustadas.
Minhas tias, modistas finas – naquela época não havia muita opção de roupa pronta para comprar – sempre a postos com suas fitas métricas, tesouras, agulhas e linhas. Confeccionaram um lindo vestido para minha irmã que foi aclamada pelos jurados como a mais bela, sendo eleita a Miss Bicentenário de Piracicaba, recebendo o cetro, a capa e a coroa, que seriam dela por cem anos!
Eu não podia frequentar os bailes por conta da pouca idade, mas ficava “nos bastidores” participando de tudo. Para mim foi tudo muito mágico!
O tempo passa célere, mas não apaga as lembranças que ficam indelevelmente impregnadas em nossa memória. Saudades de minha mãe, das minhas tias e de um tempo que não volta mais.
E Piracicaba, no auge dos seus duzentos e cinquenta anos, continua sendo adorada, cheia de flores e de encanto, com seu famoso rio que “joga água pra fora quando chega a água dos olhos de alguém que chora de saudade”...

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz