Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Mística hora

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade


    Quantas vezes, durante o dia, dirijo meu olhar  para o céu! Paro tudo que estou fazendo e contemplo o azul infinito.  Na vigência de todas as coisas, vislumbro um lugar, um plácido riacho correndo por entre o arvoredo da paz. Haverá a campina verdejante e as fontes de águas puras.
    Posso ver o cajado que me sustenta se eu passar pelo vale tenebroso. Também a mesa posta diante do meu inimigo, a unção com óleo sobre minha cabeça e a taça transbordando. Não sei se sou digna da bondade e da misericórdia que hão de me acompanhar em todos os dias da minha vida. E se habitarei os átrios do Senhor para sempre.
    Repito que o mundo carece de gentilezas e de delicadezas, de pequenos gestos como “bom dia”, “com licença”, “por favor” e “muito obrigado”. Ah, a doçura de certas palavras. Ah, a doçura de certas pessoas, incapazes de uma grosseria.
    Sempre me aproximo dos doces. Estas pessoas me atraem como abelhas no mel. É como se pudesse adivinhar a ternura angelical de suas almas. Abrem os braços de tal forma para nos acolher que levitamos de tanto amor.
    Encontro tanta felicidade em certos momentos e o mais intenso deles é como a comunhão de almas. O mesmo sentimento de entrega, de solicitude, de afeto. Abraçar certas pessoas nos eleva espiritualmente. Subimos muito alto, até este céu que contemplo várias vezes ao dia, rezando sem cessar.
    Em meio à aridez destes tempos funéreos, ouso cantar esta alegria de encontrar amizades. “A alegria não pode ser tamanha que encontrar gente vizinha em terra estranha”. O dito é benfazejo, é verdadeiro e milagroso. Em situações de dificuldade, se vemos vir ao nosso encontro um rosto amigo, é festa no coração.
    Bendito céu azul do qual me farto! Bendito vento da manhã em que aproveito para secar os cabelos, tomar sol e rezar o terço. Nas contas do rosário, toda a minha devoção, fé e esperança.
    O que esperar? Deixa a vida nos levar, ou tomamos as rédeas, pegamos nos remos e decidimos por nós mesmos? Fico onde estou ou mudo de casa? Troco de carro ou espero um pouco mais? Seu Marcos da Alfia diz que ainda está novo e bom, dá para mais alguns anos. Foi do meu lindo, tenho dó de trocar. Sou adepta de consumir com consciência, compro o necessário. Se algo tem vida útil, vou usando até acabar. Também isso foi ensinado por minha mãe.
    A vida precisa desta dignidade, deste apreço. A vida merece este respeito de nossa parte, a valorização do que temos e do que nos servimos tão bem. Não jogar fora algo que ainda tem sua utilidade e tomar de tudo a parte que nos cabe, sem grandes excessos ou extravagâncias.
    Há tanta beatitude em cada momento do dia. Feliz de quem deles tira proveito, conseguindo penetrar no âmago de toda imagem ou pensamento. Que nada passe despercebido por nós, nem mesmo a beleza invisível aos olhos, dona de nossos mais íntimos sentimentos.
    O céu que nos protege me fascina. Tão banal, está ali sobre nossas cabeças, simples e natural. Não para os que sonham, esperam e conhecem profecias. Não para a visão das nuvens chovendo justiça. Mística é a hora do amor.

domingo, 26 de junho de 2016

domingo, 5 de junho de 2016

Evento em homenagem aos 91 anos da Cultura Artística

Escritores do Centro Literário de Piracicaba, vereador Pedro Kaway e o presidente da Cultura Artística de Piracicaba Milton Antonio de Mori 

Homenagem aos 91 anos da Cultura Artística

Varal de poesias ilustradas dos integrantes do CLIP


Sorteio de livros




Lourdinha ao violão

Leda Coletti 
Elda Nympha Silveira
Escritores do CLIP  Carmen Pilotto, Elda Silveira, Leda Coletti, raquel Delvaje, Ivana Negri Elisabete Bortolin, Madalena Tricânico

Jogral do CLIP










Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz