Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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sábado, 20 de setembro de 2025

NHÔ LICA


Lino Vitti

 (20/06/1954 ano da sua morte)

 

Sob o silêncio cálido e jocundo

Do Lar dos Velhos - trôpego e hesitante,

Morreu o velho Nhô Lica - o Bandeirante,

O maior garimpeiro deste mundo.

 

''Para ele, cada pedra era um diamante,

Vertia veios de ouro o chão profundo.

 E, andava a tropeçar, cada segundo,

Em rubis e ametistas - delirante.

 

 Que grandeza naqueles ideais,

Naquela mente audaz de visionário,

Reformador da vida e dos mortais!

 

O Pobre embora era o grande proprietário

O maior, o maior latifundiário...

 Mais do quê? ... – De seus sonhos colossais

domingo, 10 de abril de 2022

CAPIVARAS



Lino Vitti

 

Quando Deus-Criador, numa atitude rara,

Num momento feliz de sua divindade,

Dentre os seres criou também a capivara

Com amor, com carinho, com bondade.

 

E disse-lhe: “crescei, multiplicai-vos” para

Povoar o universo e dar à humanidade

A beleza, a alegria; a Adão recomendara

Conservar, respeitar, lhe dar felicidade.

 

Adão desobedece e o homem com sua gula

Trucida os animais, das carnes se apetece,

E as regras do universo em pouco desregula.

 

E nesse “affaire” tristonho as vidas animais

Vão todas de roldão...A Deus não se obedece...

Maiores do que Deus querem ser os mortais.

domingo, 20 de maio de 2018

SOBRE AVES E ALMAS





(uma brincadeira que fizemos há muitos anos...)
Quartetos de Lino Vitti e tercetos de Ivana Negri

Esperamos que um dia esta gaiola,
onde nossa alma vive aprisionada
e a gente, pouco a pouco, se estiola,
se parta e a alma saia em revoada.

E que o mundo, infeliz e triste bola,
muitas vezes vaidosa e malograda,
role pelo infinito, como rola
a bola por atletas mil, chutada...

A vida vai além desta gaiola,
toda vaidade é vã, não somos nada.
E  chega o dia em que ela se extrapola!

E noss´ alma no fim desta jornada                                         
saltará do corpo como uma mola
 para viver eternal alvorada.       
                                     
Eu vejo o mundo como grande escola,
viver não é nenhum conto de fada
e nem passeio numa barcarola

Termina um dia aqui a nossa estada,
salta do corpo a alma como mola
 rumando ao infinito, burilada.

domingo, 26 de junho de 2016

Falecimento do Príncipe dos Poetas Piracicabanos, Lino vItti

 O Príncipe dos Poetas Piracicabanos nos deixou, mas sua poesia permanece eterna.
Poetas não morrem, ficam encantados...
A homenagem da Academia Piracicabana de Letras que lhe outorgou o título de Príncipe
dos Poetas Piracicabanos














































sábado, 7 de maio de 2016

MÃE


                               Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                       




Quase um século, mãe, a andar de trilho em trilho,

de trabalho em trabalho e de espinho em espinho.
Pela vida a lutar, deixando a cada filho
um pedaço de amor, um sonho de carinho.

Abriste a cada qual esplêndido caminho,
deixaste-me uma luz na estrada que palmilho.
Foste rever Geraldo, o querido irmãozinho
que tão cedo se foi, como um astro sem brilho.

Se vais gozar no céu a presença divina
como prêmio final ao que com Deus convive,
vais abrir-nos a senda eterna e peregrina.

Os teu filhos estão agora, na orfandade,
mas a tua figura excelsa ainda vive
entre nós a esperar que chegue a Eternidade.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A ETERNA PALHAÇADA


                               Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                      


Há uma igualdade atroz que concatena
Minha vida a essa vida do palhaço
Dando saltos de morte numa arena,
Girando em cambalhotas pelo espaço.

Ganha aplausos; é o ídolo da cena;
Não se deixa abater pelo cansaço.
Gargalha e chora, misturando a pena
Ao prazer, num só calix - como eu faço.

Eu faço assim, e, assim faz todo o bardo.
Há de seu um palhaço infelizardo,
Um títere a pular numa platéia.

Dançar na corda azul da fantasia,
Pendurar-se ao trapézio da poesia,
E, dar saltos mortais com sua ideia.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O FUTURO DA ÁGUA


                               Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                      

Estando eu a debicar pelos sites da internet, detive-me naquele que responde pelo http://www.indekx.com/ onde você poderá ver, saber e ler sobre a edição, na íntegra, dos jornais das maiores cidades e capitais do mundo inteiro, e no respectivo idioma. É uma das maravilhas da informática, da computação, da internet, da eletrônica, das comunicações, da ciência, das descobertas humanas, uma das maravilhas que está instalada em todas as casas bancárias, comerciais, industriais, educativas, leigas e religiosas, na cidade e no campo, ricas, normais, remediadas e até pobres. Crianças (sim, gente, crianças!!!), adolescentes, jovens, adultos, idosos, macróbios, estudantes, operários, analfabetos até, chefes e subordinados, a parafernália de usuários da internet é universal, arrasadora, incontrolável.
Não é esse que aí fica, entretanto, o assunto de minha incursão às colunas deste centenário e vitorioso matutino piracicabano, ao qual contribuo com minha humilde redação articulística há mais de 50 anos. Não. Estas linhas mal servem de ingresso ao principal, entrevisto no título acima: O FUTURO DA ÁGUA.
É verdade que pouco ou nada entendo dessa preciosidade universal e que existe desde o início da Criação e sem a qual a humanidade estaria fadada à morte há muitos séculos, mas a teimosia de escrever que adquiri nos meus muitos anos de JP, sempre insiste, me tenta : vamos lá, Lino, escreva. E o tolo escrevinhador lá vai ao teclado moderno e téque-téque-téque. Alguma coisa brota do velho bestunto e corre a clicar no “enviar” para que chegue logo a sua já barbuda colaboração , para o aprovado ou não da nobilíssima editoria.
Ora,desculpem,amigos. Estou de novo a digredir e esquecer do principal , do motivo que me convenceu a aparecer por estas paragens jornalísticas.
Estava eu falando de minha invasão internética quando o http://www.indekx.com/ me mostra umas linhas de um artigo do jornal francês Liberation.fr, poucas mas de um significado trágico para um futuro próximo. Nada mais nada menos do que o delicado e perigoso desaparecimento da água da face da Terra. Dizem as linhas da notícia: “O acesso à água potável é um dos maiores motivos dos próximos conflitos . Onde e como o acesso, onde e qual o modelo econômico, onde as soluções alternativas?”
São poucas, mas contundentes palavras. Fazem lembrar que o homem está insistindo em acabar com as florestas, com o verde sadio das capoeiras e das matas, em cujo seio se formam as nascentes que vão formar os rios, que vão dessedentar as populações citadinas e rurais. O homem está cavando o solo, em proporções inimagináveis, sugando as águas que lá se escondem há milênios. O homem está secando os rios e as fontes, ajudado pela trágica diminuição das chuvas e o desparecimento das nuvens nimbus de onde as chuvas emanam , raramente vistas hoje nos céus brasileiros. O homem desta metade do planeta especialmente devastou o solo e o está transformando em deserto, onde as águas não moram, nem vivem. O homem inventou os agrotóxicos que acabam com as ervas conservadoras da umidade do solo, de onde surdiam os vapores para a formação das nuvens pluviais , portadoras de chuvas para regar os campos e as matas. Diante de tudo isso o céu faz carranca, as nuvens fogem, os ventos ressecam ainda mais . E as fontes, os rios, os lagos, os poços, os regatos, os nevoeiros da terra e do céu , dizem adeus e entregam a sorte da vida humana e animal e vegetal às ordens do rei- sol causticante e dominador.
Esse estado terrível está em andamento inarredável, através dos séculos, pois todos querem sugar a água, beber, industrializar, jogar fora, usar mal dessa riqueza, enfim contribuir para que ela se reduza e desapareça paulatinamente. E terá o homem algum substituto ao preciosíssimo líquido? Terá a ciência como inventar algo semelhante para salvar o fim da era aquífera? Haverá um novo Criador que diga “Fiat aqua” e a água se fará como disse um dia “Fiat lux” e a luz se fez?
A advertência do jornal francês é válida em todos os sentidos. A menos que queiramos continuar nossa condenabilíssima tarefa de abusar e liquidar com o que ainda resta de água no mundo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O MEU ROMANCE


                               Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                       




O meu romance. Abri o meu romance.
Capítulo primeiro: a minha infância.
Reli tudo, reli lance por lance,
Cena por cena, na ânsia
De quem tenta agarrar uma coisa à distância
Que já ficou atrás fora do seu alcance.

Cromos de sol, painéis enluarados,
Minúcia de paisagem infantil!
Abril, abril,
Com voos cruzados
De andorinhas nas tardes borradas de anil.

O meu romance. Capítulo segundo:
Mocidade!
Sinto nessa leitura um sabor profundo,
Um gosto amargo, e, parece que me afundo
Num vácuo delicioso de ansiedade...
Capítulo segundo... Começo... Não releio.
Tenho receio...
É reler, devagar, toda minha saudade!

O meu romance. Capítulo terceiro:
Velhice. Estão as páginas em branco.
Ainda nada escrito. Será cedo!?

Sairá este capítulo mais triste que o segundo
E que o primeiro?
E eu novamente tenho medo...
Tenho medo de principiar.
Cismo... Enraiveço-me... Depois, arranco,
Uma por uma, num grandioso gesto fútil,

Todas as folhas desse meu romance inútil.         

domingo, 2 de novembro de 2014

O PRANTO

    


Verter pranto abundante, às vezes, que vergonha!
Mas as lágrimas sendo a linguagem da dor
Nada as detem; e é em vão, é inútil se lhes oponha
A força de um abafo enorme, sofredor.

Jorram. Serão talvez, uma ilusão tristonha
De um coração ferido aos pés de um findo amor.
Serão adeus, talvez; serão de alma que sonha
Os castelos de sol desfeitos com fragor. . .

Por que ter pejo quando a noite também chora,
Se o orvalho em pranto cai das pupilas da aurora,
Se as estrelas também são lágrimas de luz?!

Oh ! como é bom chorar esse pranto que é esmola,
Que desafoga o peito, e reanima, e consola,
E que apenas num gesto a alma inteira traduz!

sexta-feira, 14 de março de 2014

EU E A POESIA


                               Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                       

Meus primeiros versos, escritos a medo, pois o seminário religioso não admitia alunos poetas porque a poesia de nada servia para a vida sacerdotal, foram de cunho religioso e dedicados a Nossa Senhora. Não os guardei, mas lembro perfeitamente que agradaram a um clérigo poeta vindo de outra congregação de religiosos para a dos Padres Estigmatinos, e que vaticinou-me: o senhor vai ser um poeta de verdade.
Profecia cumprida. Há mais de 60 anos assumi o grato dever de poetar, publicando meus sonetos e poemas nos jornais, revistas e semanários da terra piracicabana, cuja conseqüência foi a edição de 7 livros de poesia e contos, distribuídos aos milheiros ao povo de Piracicaba e, ao que sei, aprovados por ele, tanto que a Academia Piracicabana de Letras me honrou com o significativo título de “Príncipe dos Poetas Piracicabanos”. Guardo-o com carinho, com alegria, como troféu e prêmio maravilhoso aos meus longos e felizes anos dedicados à arte escrita e rimada dos Bilacs, dos Raimundos Correia, dos Guilhermes de Almeida, dos Gustavos Teixeira, dos Franciscos Lagreca, das Marinas Tricânicos e de outros mais que dignificam a poesia desta, chamada que foi, de Atenas Paulista.
O professor universitário de literatura de São Paulo, Hildebrando de André, meu companheiro de seminário no Colégio Santa Cruz de Rio Claro, em correspondência trocada entre nós, afirmou sempre que Piracicaba era uma terra privilegiada, uma terra de poetas verdadeiros, um santuário de poesia – dizia ele – que tem a graça de contar com a cooperação feliz dos seus jornais matutinos, semanários, ou revistas, aqueles oferecendo semanalmente uma página de sua edição à poesia dos seus poetas, como podemos ver na sexta-feira, em A Tribuna e aos sábados no Jornal de Piracicaba, a cargo dos escritores Ivana Maria F. de Negri e Ludovico Silva.
Poucos têm a felicidade de ver seus poemas e ou sonetos publicados durante seis décadas para mais, por isso me julgo honrado pelos nossos jornais, dignificado pelos leitores da minha terra, realizado na arte dos versos, estrofes e rimas, graças à compreensão dos diretores, editores, paginadores, distribuidores, leitores e todos quantos trabalham para nos entregar a cada manhã, um nobre jornal como o Jornal de Piracicaba, a Tribuna de Piracicaba e o semanário Folha Cidade, todos acolhedores incontestes de minhas elucubrações poéticas de mais de 60 anos.
E diante de tão flagrante acolhida, diante do respeito que em Piracicaba a Poesia merece, diante da proliferação da arte que dignificou poetas como Dante, Shakespeare, Victor Hugo, Olavo Bilac, Gustavo Teixeira, Vicente de Carvalho, Guilherme de Almeida, Camões, e uma infinidade de nomes gloriosos e reais poetas, eu me curvo em dar graças a Deus, Poeta Criador do Universo, do Homem e do Amor, por haver premiado o mundo de Poesia e Poetas, e agradecer igualmente aos poetas do mundo e do universo por terem aprendido a Poesia de Deus, e por lhe darem continuidade até a consumação dos séculos, com tanta dedicação e tanto carinho como merece essa graça de Deus.
A Poesia é a história dos povos, escrita em estrofes, em versos, em baladas, em sonetos, em poemas, em rimas. Numa linguagem sublimada, figurada, sintetizada, onde falam mais a alma e o coração do que as datas, os fatos, as personalidades, a ciência. Ser poeta é ser beija-flor: sugar o mel da vida, ao librar das asas sempre no espaço e sem tocar o desencanto do solo. É sonhar que se é angelical e não ser nunca envolvido pelo pó. Ser beija-flor, cujos beijos pousam sobre qualquer tipo de flor, sem olhar para a cor, sem olhar para as alturas em que ela bebe a luz do sol, buscando sempre o dulçor melífluo que se esconde no âmago de cada uma delas. Ser poeta é isso: buscar sempre o que é belo, cantar sempre as harmonias das coisas e da vida, ter os pés na terra, mas o olhar nas alturas do infinito. Poesia há de ser alegre, pois se for triste não será poesia, será dor.
São mais de 60 anos que poetizo. São mais de 60 anos que me sinto feliz, pois a minha poesia rendeu frutos, foi lida, foi julgada, foi amada. Haja vista que se tempos atrás os poetas eram raros como os diamantes, hoje eles florescem como seara e a poesia deles espalha um perfume de beleza, de sonhos, de encantamento.
Graças a Deus, a picada que tentei abrir está transformada em caminho florido.

segunda-feira, 10 de março de 2014

DIA NACIONAL DA POESIA

POESIA
Lino Vitti
(Príncipe dos Poetas Piracicabanos)


De onde vens, Poesia, e para onde tu vais?
Que caminhos de luz são esses em que trilhas?
Acaso és dona tu de tantas maravilhas,
Acaso amas, também, os míseros mortais?

As virtudes do amor são todas tuas filhas?
Sois todos filhos dela oh! vós que tanto amais?
Onde moras , Poesia, em que céus abissais?
Por que és tão bela assim e por que tanto brilhas?

O mundo te pertence, a vida é tua amiga,
O poeta te encontra, o poeta te adora,
Falas linguagem nova e linguagem antiga.

Muita gente contigo, em sonhos, canta e chora...
Muitos chamam-te Amor...Que o mundo te bendiga,
Neste dia feliz,em que te comemora.


Lino Vitti Cadeira n° 37 - Patrono: Sebastião Ferraz                                       

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz