Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

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Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A MAQUIAGEM

Toshio Icizuca
Patrono: Elias de Melo Ayres
Cadeira no 38

Antigamente, quando se falava em maquiagem entendia-se por maquiagem facial, um dos artifícios que as mulheres usavam para melhorar o visual, não somente para realçar as belezas naturais como também para esconder as imperfeições que lhes incomodam, e podem ser minimizadas através de produtos especialmente criados para essa finalidade.
Passaram-se os tempos, os costumes mudaram, surgiram-se novos problemas, mas com o avanço da tecnologia e a evolução da humanidade a criatividade do homem nos surpreende a cada dia, e muitas vezes  merecem os nossos aplausos, porém às vezes ela nos decepciona, causa mal estar, deixa-nos descrente em relação ao uso da inteligência para o bem da comunidade. Até palavra consagrada ao longo do tempo por embelezar as mulheres, é distorcida, usada indevidamente para esconder as falcatruas e resultados decepcionantes que não podem ser mostrados publicamente, pois assim fazendo a “cara” do autor ou responsável pela má condução da gestão ficará manchada.
Evidentemente, estamos falando da palavra maquiagem. O uso da maquiagem de resultados para esconder erros e índices decepcionantes se tornaram comuns ultimamente, principalmente na área federal. Todos os artifícios para maquiar os números indesejáveis são válidos, desde a mudança de parâmetros, alteração de leis, mudança de amplitude na compilação de resultados, relocação de verbas, enfim, não se medem “esforços” para apresentar números satisfatórios aos olhos do povo. Às vezes, mesmo com toda dedicação e “esforços” dos maquiadores, os números ficam escancarados, como os “pibinhos” de 2011 e 2012.
Enquanto o uso do artifício da maquiagem fica restrito ao noticiário interno, embora a prática seja condenável, a imagem do país perante o mundo não fica tão arranhada, porém, ao ser divulgado por um respeitável órgão de economia do mundo, a posição do País se tornará desconfortável e a sua credibilidade diante de outras nações ficará manchada. Infelizmente é  esta a situação atual do Brasil.
Vale lembrar também que o uso da maquiagem fez com que “aumentassem” consideravelmente a população de classe média brasileira. Convenhamos, não se pode dizer que uma família com renda de três salários mínimos pode ser considerada de classe média! Só se for no Haiti, um dos países mais pobres do mundo!
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 Texto publicado na Gazeta de Piracicaba

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Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz