Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeira Secretária – Ivana Maria França de Negri
Segunda Secretária – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



Seguidores

sábado, 5 de janeiro de 2013

Fim e Início : renovam-se as esperanças *

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella

            O saldo com as avaliações do ano que se despede prima pelos contrastes:tivemos o  bom e positivo, o mau e negativo. Um legado que aponta fatos marcantes para o Brasil e o mundo.
            No mundo, os avanços tecnológicos foram notáveis e até certo ponto, preocupantes,em vista de um marcante desvio comportamental que vem roubando de crianças e jovens prioridades indispensáveis à formação harmoniosa e ao necessário salto de qualidade de vida que não pode  excluir os vôos do sonho, da imaginação, da criatividade e da fertilidade espiritual. Embora não se menospreze a utilidade e o valor destes avanços, é preciso considerar que exageros e extremos na utilização destes benefícios podem conduzir a um outro lado danos e irremediável. É preciso dar à tecnologia e à máquina sua função específica, sem contudo deixar-se instrumentalizar por elas.
            Cada ser humano possui sua história pessoal e tem uma contribuição a oferecer ao bem comum. E o amor deve ser, de fato, a força maior que une e harmoniza as relações humanas.O homem não é fruto do acaso, sua vida não se esgota neste mundo, e o fundamento de sua dignidade está em sua colaboração, livre e responsável, com Deus, seu Criador. Os conflitos e as guerras pelo mundo apontam o inverso dessa concepção que surge como obstáculo à visão cristã do homem, sua inimizade contra o outro homem – “homo homini lúpus”.   
          Na Síria, a saída de Kofi Annan do posto de mediador da Liga Árabe e da Organização das Nações Unidas foi um retrocesso da esperança de paz no território árabe. O conflito entre os rebeldes agravou-se, apontando chacinas inimagináveis, inclusive contra as crianças, perpetradas pelo ditador Bashar Assad e seu regime.
            A comunicação instantânea e compartilhada atingiu um nível extraordinário e  deveria criar e constituir um elo maior de fraternidade entre os povos, tendo em vista   a criação de um mundo melhor e mais humano, renovado pela esperança e o empenho mais solidário de cada um. Chacinas como a mais recente, ocorrida numa cidade pacata dos Estados Unidos, deveriam ser pouco divulgadas, sem as explorações espalhafatosas  da Mídia sensacionalista que estimulam mentes doentias  a práticas semelhantes.
            A humanidade atingiu, no presente, uma situação que deve levá-la a uma reflexão profunda quanto aos rumos a tomar, no sentido de aprimorar as sociedades  e conduzi-las a uma nova fraternidade. Trata-se de uma questão da própria sobrevivência do planeta Terra. 
            No Brasil, embora a violência e os acidentes alarmantes e progressivos tenham sido um dado extremamente negativo, tivemos um alento pedagógico, que reacendeu na sociedade a esperança de que a lei, finalmente, é para todos. O julgamento do Mensalão, iniciado em agosto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), livrando-se da alcunha de Tribunal da Impunidade, condenou por crimes contra a República ex-ministros, ex-parlamentares, dirigentes de partidos, diretores de bancos e funcionários graduados de empresas de publicidade.Este escândalo político, considerado o maior da história do país, foi o fato mais relevante de 2012, que significou para o Brasil um avanço institucional, representado pela consolidação do estado de direito, estabelecendo o princípio de que todos são iguais perante a lei. 
            Esperemos que em 2013, este julgamento se consolide, estendendo-se àqueles , até aqui, considerados inimputáveis, porém, sabidamente criminosos. Os problemas endêmicos e graves que vimos enfrentando, como os da saúde, da educação e da segurança precisam ser encarados com acerto por responsáveis competentes.

* Artigo publicado na Gazeta de Piracicaba

Nenhum comentário:

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)