Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

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Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
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sábado, 21 de dezembro de 2013

Natal: Deus conosco!

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella

            O  Natal leva-me a um anseio maior de suavidade e harmonia... Anseio de paz, de recolhimento, de identificação com a simplicidade do Presépio despojado, em que a mensagem da fé fala por si mesma. É uma voz de silêncio, quase uma advertência para que nos calemos para refletir na grandeza dessa Encarnação e desse Nascimento.
             Na fragilidade e no despojamento daquela família reunida no interior de uma gruta, erguia-se uma força obstinada de princípios alicerçados na verdade, na justiça, na união, na solidariedade e no amor.  Em Maria,a obediência à Palavra revelada, a colaboração com os planos de Deus, o  “Fiat” que tornou possível o impossível, instaurando no mundo a certeza de uma redenção vitoriosa que resgataria todas as indagações.  Em José, o justo, a concordância aos desígnios divinos e o exemplo do trabalho digno que, por pequeno que seja, pode ser grande nas mãos de quem o faz. Em Jesus, naqueles braços estendidos, toda a misericórdia, o acolhimento, o perdão e o amor.
            Em três personagens reais uma História fundamentada na presença de um Deus conosco, o Deus que veio para ser um de nós, o Deus que virá mais uma vez para exercer a Sua justiça e inaugurar uma civilização em que o amor será a única lei.
            O Natal de Jesus deveria significar para todo mundo o anúncio de uma vida nova, de um mundo novo a propor uma transformação radical para gerar o triunfo da paz sobre as guerras; a solidariedade e a fartura do pão contra as desigualdades da miséria e da fome;a vitória da justiça contra a prepotência  e a injustiça;a queda do pecado e o advento da graça divina que une e reconcilia, que perdoa, ama e defende a vida.
         Este 2013 --  tão conturbado pela violência cada vez mais ousada e cruel, pelos fenômenos naturais provocados pelos temporais, as enchentes e os desabamentos ( desastres anunciados e repetidos), a cada ano mais intensos, sem mencionar a frieza, a indiferença  e os desvios escabrosos de nossos homens públicos  e uma espantosa desagregação familiar e social - parece conter uma advertência que os humanos  parecem ignorar. Não seria o momento urgentíssimo de uma transformação?
            Há dois mil anos, a civilização pagã perdia, como hoje, a consciência de sua dignidade. Escravizada pelos erros e o pecado, debatia-se no aviltamento, na perda do respeito próprio e do equilíbrio construtivo.
           Nasceu Jesus. Devagar, os cultos pagãos e exteriores, as imolações de vidas humanas, a imoralidade e as aberrações sexuais, as sodomias e ritos orgíacos, totalmente libertinos, foram sendo substituídos por algo superior, colocando o ser humano em sua verdadeira dimensão, restituindo-lhe a noção de sua própria grandeza como filho de Deus, a sua imagem e semelhança. Operava-se a revolução branda do amor contra os conceitos transitórios do egoísmo, da ambição e do materialismo. Era o ideal cristão, regado com o sangue de grandes mártires e santos, espalhando-se, atingindo os diversos níveis sociais, as raças, os continentes, abrangendo vastos horizontes e modificando tradições.
            Dois mil anos depois esta chama continua viva, para não apagar-se, embora o materialismo feroz que assola o mundo numa situação bastante similar à civilização pagã, leve-nos a crer na iminência das realizações proféticas. As fileiras de um contingente humano fiel, porém, se engrossam, vigilantes e atuantes, a sustentar a evidência das “coisas que passam”, proclamando com suas próprias vidas que os caminhos do mal são bastante tortuosos para que não se estabeleça dentro do coração humano a opção libertadora.  O Deus que veio e que vem sempre, em todo Natal nos pede, com insistência e paciência, a opção da conversão e do amor. Do amor que é paz e força na caminhada, esperança e luz para todos os que O acolhem de boa vontade!...



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Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
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Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
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Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
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João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
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Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
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Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
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Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz