Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeira Secretária – Ivana Maria França de Negri
Segunda Secretária – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
Antonio Carlos Fusatto
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto



Seguidores

terça-feira, 8 de julho de 2014

Um brado retumbante





Marisa Bueloni

    Sim, é cantando o Hino Nacional que o povo brasileiro vem dando um brado retumbante. Dei uma passada no Aurélio do computador para traduzir melhor o verbo “retumbar”, que significa “refletir com estrondo; estrondear, ecoar, ressoar, ribombar”.
     Este belo som tem chegado aos nossos ouvidos de muitas formas, por meio dos torcedores apaixonados nas arenas e estádios; no som das cornetas de jovens e crianças que festejam este momento histórico, ou mesmo nos rojões retumbantes após cada vitória da seleção brasileira.
     Hoje é dia de jogo. Deus Pai! Prepare o seu coração. Acerte o seu aí, que eu acerto o meu aqui, diz Silvio Luiz, nas suas folclóricas transmissões, marcando o relógio. Famoso também é o seu “olho no lan-cê!”. Osmar Santos costumava dizer “pimba na gorduchinha”. Grande locutor! Que um dia ele possa retornar ao trabalho esportivo. “Linda, linda, linda”, exclamava Geraldo José de Almeida, quando a jogada era de mestre, e a bola entrava redonda na rede. Fiori Gigliotti ficou famoso com o seu bordão desesperado “o teeeempo passa”, deixando todo mundo nervoso, à beira de um colapso. 
    Ari Barroso, o grande compositor de “Aquarela do Brasil”, também atuou como locutor esportivo. Seu time do coração era o Flamengo e quando a coisa ficava confusa na pequena área, ele dizia quase enfartando: “Eu não quero nem olhar!”.
Mas hoje, todos nós vamos olhar. Nossos olhos desejam ver de novo os bravos heróis das arenas em fileira, em mais um brado retumbante saído do fundo da alma. Não podemos perder este jogo de hoje, Brasil X Alemanha, nas semifinais desta Copa do Mundo de 2014. Esta será, de fato, uma partida inesquecível, porque estará ausente o jovem Neymar, o atacante da camisa 10, ídolo de uma geração que o copia até nos extravagantes cortes de cabelo.
Os ídolos lançam moda, como foi com Ronaldo e aquela mini-franjinha engraçada. E agora, Neymar consegue arrastar uma leva de meninos aos salões para um corte de cabelo não muito fácil de ser executado. Haja talento para acertar na cabeleira da moçada.
É curiosa a evolução dos tempos. Vemos as fotos dos atletas na Copa de 70, por exemplo, e os cabelos eram bem comportados, ninguém de brinco, as chuteiras eram todas pretas e nenhuma ousadia no visual. Jogador de seleção tinha de entrar em campo na maior compostura, despojado de tudo, era o uniforme e só. Hoje, é um festival de adereços, tiaras, rabos de cavalo, brincos, chuteiras coloridas, cabeleiras cacheadas, cabelos eriçados em estilo moicano, cuja releitura nos diverte. Uma das mais célebres cabeleiras é a de Valderrama, o famoso goleiro da Colômbia.
E o nosso craque Neymar? Teve a infelicidade de topar com um Zuñiga abestado, que o atacou sem piedade pelas costas, sofrendo uma agressão física das mais violentas, a ponto de ter fraturado a terceira vértebra da coluna lombar.
Hoje, vamos enfrentar os alemães e seus canhões, não é Chico? E que no apito final, o chope da festa seja regado pela boa cerveja brasileira. Quem sabe? Em possível homenagem a Neymar. Gesundheit!(Saúde!).

Nenhum comentário:

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)