Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

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sábado, 25 de maio de 2013

O QUE FALTA É A ALEGRIA NO CORAÇÃO

                          Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira no3 - Patrono: Luiz de Queiroz

            Particularmente, não gosto de escrever sobre situações que preocupam prefiro as otimistas, mas, nos dias atuais, não adianta “esconder o sol com a peneira”. Tudo incerto, insano. Muita coisa errada. Muita maldade! Mundo conturbado. Dificuldade de tudo quanto é jeito. Relacionamentos deformados, principalmente os familiares, e consequentemente, os sociais de todos os tipos e tamanhos, que nem adianta mencionar. É isso aí o que anda acontecendo, infelizmente. Sociedade aos “trancos e barrancos”. Competição, concorrência e traições, e a Família “sem eira nem beira”, aos “sopapos e solavancos”, tentando sobreviver com suas emoções destruídas (uma verdadeira “gozação”!), sem rumo e sem disciplina nem autoridade, sem sinalização em seu trajeto ou limites trombando e se arrebentando em acidentes físicos ou mentais (sem contar os “espirituais”, imprescindíveis, mas tão esquecidos...), em cada segundo dos caminhos, os mais diversos.
 A palavra de ordem, porém, precisa ser: “Reação”. Dar uma “benéfica marcha à ré”, a fim de recordar, quando existiam atitudes que eram (ou foram) mais justas, sérias e sensatas que, com certeza havia, antes desse desequilíbrio mórbido, desrespeitoso, cruel e imoral, que conseguiu desarrumar e tirar tudo do lugar deixando a vida assim, exatamente descontrolada e inconsequente como está.
Tudo estaria muito bem, não fossem tanta discórdia, desmoralização, confusão e desarmonia, contrastes que colocam à prova qualquer paciência, lucidez e sossego, para se conseguir ir ao encontro de algo mágico e tão fácil de aprender e “apreender dentro de si”, que é “um pouco mais de alegria”, antes de tudo ser colocado num lugar muito precioso e seguro que é, “dentro do coração de cada ser”.
            Então, o medo de errar, de não querer se envolver a começar com tipos de sentimentos amorosos (só para dar um exemplo já que este “artigo” tem um espaço limitado), com filhos (sobretudo os adolescentes), temendo constrangê-los com cuidados dos quais nessa idade, eles tanto se esquivam, mas, necessitam. Sua natureza precisa disso! Nada de temores ao dar-lhes conselhos ou a máxima atenção, dialogar com eles sem críticas ou ofensas, ouvir suas angústias e tensões, abraçá-los uma montanha de vezes... Eles gostam disso! Aparentam ao contrário, mas no fundo torcem para serem acarinhados. Sentem-se gente, pessoas que tem quem cuidem deles e se orgulham muito, e a própria sociedade carece disso, daí estar assim tão desarvorada. O mito de não se poder demonstrar amor é o que está enfeando o mundo fazendo-o deslocado como está e acabando com os “valores” dessa mesma sociedade que se desmancha e se deteriora dia a dia pela carência de criaturas que, afastadas do amor da família, não saberão mesmo se comportar a não ser mentirosa e sacanamente como estão fazendo. Assim, a fraternidade, a solidariedade e o amor entre os homens só irão cada vez mais por água abaixo.
            Falta coragem de cada qual “cumprir sua missão”, e jamais desistir de amar enfrentando problemas que parecem não ter mais remédio ou solução. Falta força para continuar na busca da “alegria de viver” no nosso coração, neste mundo tão sofrido! Falta uma fé inabalável “Naquele” que tudo pode fazer pelos homens!
Quem sabe, porém com dedicação, conhecimento e vontade férrea, não conseguiremos um dia chegar lá?

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Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz