Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras 2018/2021

Presidente– Vitor Pires Vencovsky
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Ivana Maria França de Negri
Segundo Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Primeiro Tesoureiro – Edson Rontani Junior
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal
Gustavo Jacques Dias Alvim
Alexandre Neder
Walter Naime

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Evaldo Vicente
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Ivana Maria França de Negri
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A IDADE

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  

A idade é a somatória dos anos vividos,  simples definição e lógica, mas cada ano acrescentado  se torna mais satisfatório e gratificante. Na época infantil toda criança tem sua graça. É a fase dos por quês, uma fase lúdica onde a imaginação é a tônica para despertar sonhos, muitas vezes pelo faz-de-conta,  que despertam as marionetes e os fantoches  que aparecem na TV. Assim a “Galinha Pintadinha” é cada vez mais, trocada por fatos reais. Mais para frente chegam histórias de príncipes e princesas e o lado romântico é despertado ocupando os sonhos românticos das adolescentes.
O sonho de namorar, casar e ter filhos ainda  permanece nos ideais de qualquer jovem, embora não com a mesma dinâmica de anos atrás, porque hoje o anseio de ter uma carreira de sucesso representa a realização e é a meta de qualquer jovem.
As fases vão sendo ajustadas na idade madura, pois bem ou mal, já se passaram muitas experiências e pode “se dar ao luxo” de devanear sobre o passado. Reciclar  nas recordações os anseios trabalhados ao longo da vida. E parece que o tempo é curto para isso, que esse contar dos anos, não passou.  As lembranças são vívidas e ainda pode-se recordar os amigos do tempo escolar, da época do namoro no portão e de todo romance nele envolvido, até com detalhes, estes configurados como exclusivos, vivenciados com tanta intensidade. Os problemas se diluem com essa volta ao passado e até fantasiam certos momentos de má recordação, mas tudo é desconsiderado, minimizado, pelos efeitos benéficos que emanam das recordações. Chegamos á conclusão que foi benéfico para a energização da realidade e para nosso crescimento espiritual. Sabemos e temos capacidade para fazer um balanço dos prós e contras que se degladiaram em nossa vida.
Cada filho já adulto, com suas características de personalidade, é lembrado. E facilmente misturamos os tempos para que os meninos ou as meninas voltem de nossa lembrança, com tanta facilidade que, mesmo com o tempo vivido,  misturamos numa só realidade filhos, netos e bisnetos como se fossem iguais.
Como é bom perceber características dos parentes se revelando nos mais novos, pela madeira de andar, pelo temperamento, as feições fisionômicas, tendências e preferências. È tão prazeroso deixar sua marca nos seus herdeiros!
Como é prazeroso rir de manias, jeitos de ser, que representavam problemas na época vivida com marido, pais, avós, parentes, porque tudo isso ficou marcado como coisa inesquecível. A tal ponto, que na hora de pegar no pé, o trejeito ou maneirismo é identificado pelo nome daquele que os tinha.
Ao assistirmos um filme de décadas atrás, cheio de romantismo,  vem-nos à mente essa fase de  ilusão onde o sexo não era tão imediato como agora. Os jovens estão perdendo esse envolvimento, que era mais sutil mais refinado. Havia mais respeito pela mulher.
Os filhos por sua vez, pediam a benção dos pais ao irem dormir. Tenho um sobrinho, hoje de cabelos brancos, que ainda pede-me a benção beijando minha mão.
 Educação de berço! Estamos caminhando para o lado permissivo, em nome da evolução de novos costumes, novos valores, dando entrada para condutas perniciosas e problemáticas. A falta de respeito grassa por toda mídia e se estende no nosso cotidiano.

Enfim, a idade nos traz pensamentos envolventes e memórias gratas de um passado. “Recordar é viver.”

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Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2-André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11-Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35-Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz
Lino Vitti - Acadêmico Honorário (in memoriam)