Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

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Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A IDADE

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  

A idade é a somatória dos anos vividos,  simples definição e lógica, mas cada ano acrescentado  se torna mais satisfatório e gratificante. Na época infantil toda criança tem sua graça. É a fase dos por quês, uma fase lúdica onde a imaginação é a tônica para despertar sonhos, muitas vezes pelo faz-de-conta,  que despertam as marionetes e os fantoches  que aparecem na TV. Assim a “Galinha Pintadinha” é cada vez mais, trocada por fatos reais. Mais para frente chegam histórias de príncipes e princesas e o lado romântico é despertado ocupando os sonhos românticos das adolescentes.
O sonho de namorar, casar e ter filhos ainda  permanece nos ideais de qualquer jovem, embora não com a mesma dinâmica de anos atrás, porque hoje o anseio de ter uma carreira de sucesso representa a realização e é a meta de qualquer jovem.
As fases vão sendo ajustadas na idade madura, pois bem ou mal, já se passaram muitas experiências e pode “se dar ao luxo” de devanear sobre o passado. Reciclar  nas recordações os anseios trabalhados ao longo da vida. E parece que o tempo é curto para isso, que esse contar dos anos, não passou.  As lembranças são vívidas e ainda pode-se recordar os amigos do tempo escolar, da época do namoro no portão e de todo romance nele envolvido, até com detalhes, estes configurados como exclusivos, vivenciados com tanta intensidade. Os problemas se diluem com essa volta ao passado e até fantasiam certos momentos de má recordação, mas tudo é desconsiderado, minimizado, pelos efeitos benéficos que emanam das recordações. Chegamos á conclusão que foi benéfico para a energização da realidade e para nosso crescimento espiritual. Sabemos e temos capacidade para fazer um balanço dos prós e contras que se degladiaram em nossa vida.
Cada filho já adulto, com suas características de personalidade, é lembrado. E facilmente misturamos os tempos para que os meninos ou as meninas voltem de nossa lembrança, com tanta facilidade que, mesmo com o tempo vivido,  misturamos numa só realidade filhos, netos e bisnetos como se fossem iguais.
Como é bom perceber características dos parentes se revelando nos mais novos, pela madeira de andar, pelo temperamento, as feições fisionômicas, tendências e preferências. È tão prazeroso deixar sua marca nos seus herdeiros!
Como é prazeroso rir de manias, jeitos de ser, que representavam problemas na época vivida com marido, pais, avós, parentes, porque tudo isso ficou marcado como coisa inesquecível. A tal ponto, que na hora de pegar no pé, o trejeito ou maneirismo é identificado pelo nome daquele que os tinha.
Ao assistirmos um filme de décadas atrás, cheio de romantismo,  vem-nos à mente essa fase de  ilusão onde o sexo não era tão imediato como agora. Os jovens estão perdendo esse envolvimento, que era mais sutil mais refinado. Havia mais respeito pela mulher.
Os filhos por sua vez, pediam a benção dos pais ao irem dormir. Tenho um sobrinho, hoje de cabelos brancos, que ainda pede-me a benção beijando minha mão.
 Educação de berço! Estamos caminhando para o lado permissivo, em nome da evolução de novos costumes, novos valores, dando entrada para condutas perniciosas e problemáticas. A falta de respeito grassa por toda mídia e se estende no nosso cotidiano.

Enfim, a idade nos traz pensamentos envolventes e memórias gratas de um passado. “Recordar é viver.”

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Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz