Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Plágio é crime!


Ivana Maria França de Negri - cadeira no 33

Plagium – termo usado na antiga Roma para designar o furto de pessoas livres que eram vendidas como escravas. O ladrão era conhecido como plagiarius. Mais tarde, o termo foi usado por um poeta de nome Marcial para escritores que copiavam seu trabalho.
O plágio, tal como se aplica a palavra hoje, configura-se não só na apropriação indébita de textos literários, mas também de partituras musicais e nas artes plásticas.
Não se sabe muito bem até que ponto uma obra pode ser considerada adaptação artística ou uma simples cópia mesmo. Os parâmetros variam.
O autor da fraude quando copia, pensa que nunca será apanhado. Mas se for premiado e divulgado, a chance de alguém reconhecer a cópia aumenta bastante.
Hoje em dia, com a Internet, plagiar se tornou banal. Estudantes copiam e colam textos em trabalhos escolares e nem se dão ao trabalho de apagar o rodapé onde se lê o endereço do site utilizado. Também é costume enviar poesias, contos e crônicas para concursos apenas retirando o nome do verdadeiro autor e transferindo a autoria para si.
Quem está acostumado a participar de júris aprende depressa a identificar os plagiadores. Conheço uma pessoa que participou de uma banca de jurados noutra cidade e encontrou uma poesia de sua autoria concorrendo ao prêmio. Imediatamente entrou em contato com o plagiador que afirmou desconhecer que copiar uma poesia que gostou poderia ser um ato criminoso. Eu mesma, já tive uma poesia de minha autoria plagiada e publicada em jornal. A gente nem acredita quando começa a ler e pensa: conheço isso de algum lugar... Falta de criatividade, incapacidade ou mau caratismo mesmo?
Se o júri não for capacitado e não tiver conhecimento de algumas artimanhas, acabará selecionando plagiadores, e por conseguinte, criando fraudes e deixando de premiar quem realmente merece.
Os professores deveriam orientar seus alunos quanto a essa prática e incentivá-los sempre a escreverem textos próprios. Podem até se basear no estilo de um autor, mas não literalmente copiá-lo. Já está mais do que na hora de iniciarmos uma campanha nesse sentido, já que existe a lei de direitos autorais. Citações devem vir sempre acompanhadas de aspas e o nome do autor.
Muitos dos que escrevem para jornais copiam trechos inteiros sem citar a fonte. Talvez por preguiça de criar algo inédito ou por falta de inspiração. Em qualquer dos casos, melhor deixar para escrever num dia mais inspirado.
A escritora Silvana Duboc escreveu acerca dos plagiadores: “Eles têm nome, chamam-se ladrões de poesias. Gente que não teve a sorte de ser agraciada por Deus com a inspiração. Chamam-se autor desconhecido se preciso... Assim, arrancam nomes de autores de textos e poesias e lançam os seus com tamanha heresia, que nem sequer se dão conta do seu grau de patifaria. Coitados deles que acreditam mesmo que são donos daquilo que muitas vezes nem sequer sabem interpretar. Jamais Vinícius assinou algo de Veríssimo e nem Lispector de Cora Coralina. Pobre do ladrão de poesias, aquele que por não saber criar as suas próprias fantasias, vive a surrupiar as emoções que diante de seus olhos vê passar. Eles têm fome, têm gana de ser o que não são, mas acima de tudo, eles não têm perdão.”
Concordo plenamente com ela. Plagiar é um ato repulsivo que não deve ser tolerado. Só demonstra incapacidade e falta de traquejo na escrita.

Autor deconhecido não existe

Nenhum comentário:

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz