Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

LABOR POÉTICO


Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31
Patrono Victorio Angelo Cobra

O Poeta trabalha, e seu duro trabalho
É visto com desdém, como um porto inseguro.
E sua inspiração mais lembra um espantalho
Feito de trapos sobre um monte de monturo.

O Poético Labor não serve de agasalho.
Ao corpo mais aquece o espírito, que é puro.
Cada rima tem brilho e o sol é como o malho
Que traz Força, Beleza e Saber sobre o escuro!

O hipócrita condena os versos do Poeta,
Mesmo assim ele, em transe, as suas rimas medra
E tudo o que ele sente em cantos interpreta.

Só o Poeta consegue em inóspita trilha
De ímpia mina tirar as lascas de atra pedra,
Dar-lhe a lapidação e deixá-la com brilho.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

FESTAS NO ARRAIÁ


Elda Nympha Cobra Silveira

Que noites frias de junho!
São noites de S.Antonio,
S. Pedro e S.João.
Com a caneca em punho,
Quero tomar meu quentão!
Com muita pinga e gengibre,
Pedindo a Deus que me livre,
De ficar meio doidão,
Senão olho pro céu
E não vejo o balão,
Que sobe bem de mansinho,
Levando pros treis santinho,

Meus pedido de montão!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Nova revista da APL


Capa e contracapa da revista da APL de número 14, publicada pela editora Audaxia
Foto da contracapa de autoria de Ivana Negri - Balão na Ponte Estaiada - Piracicaba - 2017
134 páginas de 29 acadêmicos

MINHAS BANDEIRAS DA PAZ


André Bueno Oliveira
Cadeira n° 14 - Patrona: Branca Motta de Toledo Sachs

Adoro a nuvem branca em céu sereno,
a brisa virginal das madrugadas,
a luz rubro-carmim das alvoradas,
o som da passarada em canto pleno!

Eu amo da cascata o pranto ameno,
os rios de minha infância:  as enxurradas...
Poeta infante-idoso, eu creio em fadas,
que aos céus proveem estrelas, num aceno!

Não dá para aceitar que um ser humano,
ansioso por tornar-se soberano,
destrua os seres vivos desta terra!

Países, povos, lares dizimados...
Os sonhos, fauna, flora, decepados...
                                    Não posso concordar que exista a guerra!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O relógio de minha avó


O relógio de minha avó
Ivana Maria França de Negri

.Reencontrei-o muito deteriorado, com a caixa consumida por cupins, ponteiros fora de lugar, vidros quebrados e faltando a chave de corda.
Fiquei triste porque pertenceu aos meus avós maternos que se casaram no início do século passado.
Não podia simplesmente jogá-lo fora... Fazia parte de toda uma saga familiar de imigrantes italianos que vieram de navio para o Brasil.
Não me recordo desse relógio na casa de minha avó, pois eu era muito pequena, mas lembro-me dele já na casa de minha mãe, que o herdou de seus pais quando ambos  faleceram. Ficava num lugar privilegiado da sala de jantar, onde presenciou almoços festivos, jantares de Natal, aniversários, bodas,  batizados e outras comemorações.        
E fico imaginando-o na parede da casa da Governador, residência de meus avós, que ficava entre as ruas XV e Rangel. O teto bem alto como era usual nas casas antigas, e ele marcando o tempo numa época em que não havia computadores, artigos eletrônicos, telefones e nem televisores. Os relógios eram peças essenciais. Elegantes, mas barulhentos, badalavam a cada quinze minutos alguns, a cada hora outros. Testemunhos de alegrias, tristezas, nascimentos e partidas. Quantas crianças cresceram sob a marcação do tic-tac dos segundos, minutos e horas desse relógio.
Posso sentir os olhos azuis de minha avó grávida, olhando de quando em quando para seus ponteiros, enquanto bordava o enxoval, contando o tempo para o nascimento de suas crianças, treze no total, dez que vingaram. Os partos, feitos em casa mesmo, com auxílio de parteiras.
Imagino-a suspirando, sob a cadência do pêndulo, quando os filhos, já moços, demoravam para chegar, quando viajavam de trem e tudo era longe e difícil.
Quantos segredos  ele presenciou? Se pudesse falar, quantas histórias teria para contar? O pêndulo em seu vai e vem ininterrupto avisando que era hora de dormir, hora de acordar, hora de brincar, hora de cuidar da horta, hora de comer. De quantas intimidades foi testemunha muda, abraços, carinhos, beijos, sermões quando os filhos faziam algo repreensível, natais e aniversários.
Antigamente os relógios eram peças fundamentais numa casa,  verdadeiras obras de arte, muitos artesanais, entalhados à mão,  a maioria de fabricação inglesa, duravam uma vida inteira, passando de geração em geração. Exerciam um fascínio irresistível nas pessoas por serem os marcadores do tempo,  essa incógnita.
Hoje, relógios são descartáveis. Parou, jogou. Pra que consertar se um novo fica mais barato? Peças de plástico, quebrando à toa, tudo vindo da China, neste mundo virtual dependente cada vez mais das tecnologias, de internet e da energia elétrica. Geramos toneladas de lixo. Nada mais tem valor. Não tenho bola de cristal para saber o que virá no futuro. Pessoas se reúnem em grupos de sites, de whatsapp, tudo  virtual. Não há mais troca de abraços, de sorrisos, de calor e energia física.
Encontrei um bom relojoeiro e um artesão habilidoso, que restauraram o mecanismo e a caixa de madeira.
Relógios sempre fizeram parte da magia infantil. O do castelo que badalava à meia noite  quebrando o encanto da Cinderela, o relógio do Coelho Branco da Alice,  e o carrilhão onde se escondia do lobo o cabrito esperto da história dos sete cabritinhos.
E esse contador do tempo,  que veio de tão longe de navio, embalado pelos sonhos de minha avó, continuará sua tarefa silenciosa de marcar o tempo de minha família, espargindo a energia boa dos ancestrais que certamente velam por nós.


(Texto publicado na Gazeta de Piracicaba)


quinta-feira, 11 de maio de 2017

SER MÃE

Antonio Carlos Fusatto
Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
                

Ser mãe é a poesia,
que dá vida à mais harmoniosa poesia.
Assim, de toda união quando bem nascida,
surge para o mundo, crianças mui queridas.
                                                           Criança tem a beleza d’um poema,
                                                           e a candura divinal.
                                                           Tenra flor, alma serena,
                                                           abençoada obra-prima angelical.
Ser mãe é poesia,
é vida gerando vida!
Qual nota procurando nota,
pra harmonizar uma melodia.
                                                           Gerar vida é semente, é como gota d’orvalho,
                                                           mostrando toda grandeza do Criador.
                                                           Qual rubra rosa a florir num vaso,
                                                           mãe é: um símbolo de amor!
Ser mãe é, tarefa interminável,
é perder horas de sono, é dedicação e calor.
É abelha que produz amor,
mais doce que favo de mel.

                                                           Ser mãe é Maria,
                                                           em pé frente à cruz.
                                                           A mater dolorosa, toda lacrimosa,
                                                           olhando o Filho que pendia!...

sábado, 29 de abril de 2017

Lançamento do livro de Nair Barbosa sobre Marechal Rondon

O Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba lançou mais uma obra. 
Desta vez, relatos sobre Marechal Rondon, pela escritora Nair Barbosa de Almeida Leme, já falecida.
Os rascunhos foram encontrados por Pedro Caldari

(Fotos: Ivana Negri e Edson Rontani Jr)








terça-feira, 25 de abril de 2017

QUAL É A SUA GRAÇA?

Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 -
Patrono: Laudelina Cotrim de Castro


Qual é a sua graça?
Maria da Graça.
Fale sério, não faça graça.
É sério, não sei bancar a engraçada.
Mas, também, não precisa ficar sem graça.
Aliás, você é uma gracinha.
Você diz isso para me deixar sem graça.
Não é isso. A verdade é que estou engraçado por você!
Pois eu não o quero nem de graça.
Ah! Sua desgraçada !
Tenho recebido tantas graças! 
Mas, isso não mais vai acontecer.
Graças a Deus.

terça-feira, 18 de abril de 2017

O poder encantatório da literatura infantil


Ivana Maria França de Negri

            Por mais que a era da globalização se apresente cheia de novidades e ofereça farta e atraente gama de opções às crianças, tais como internet, videogames, livros virtuais, nada substituirá a magia de pegar um livro e lê-lo do começo ao fim. Aquele sentimento gostoso de cumplicidade, de sentar no cantinho preferido e degustar cada página gulosamente.
            Já no início do aprendizado das primeiras letras, quando já pode decifrar sozinha o código da escrita e dominá-lo, a criança adentra ao reino encantado dos livros. É um caminho sem volta ao mundo da fantasia e do sonho. Quando se pega o gosto de ler não se abandona jamais. É o melhor vírus que se pode adquirir e deixar-se contaminar.
            Quem não se lembra da emoção das primeiras leituras na infância? Até mesmo muito antes de aprender a ler, esse mundo nos era apresentado através das histórias da carochinha dos Irmãos Grimm ou de Andersen, que eram pacientemente contadas por nossos pais, tias e avós. Esses contos permitiam que adentrássemos o portal encantado onde fadas, anões, feiticeiros, heróis, príncipes e princesas viviam as mais apaixonantes aventuras. Aquilo tudo nos levava a um mundo tão maravilhoso, que, mesmo após nos tornarmos adultos, um cantinho dentro de nós ainda teima em manter viva essa memória que eventualmente aflora e dá vazão aos nossos sonhos.
            Atualmente não se poupam críticas ao herói aprendiz de bruxo, Harry Potter, recorde de vendas na área de literatura infanto-juvenil, verdadeira febre mundial. Não se pode negar seu mérito, já que é tudo uma questão temporal. Monteiro Lobato criou o universo do Sítio do Pica-Pau Amarelo, num cenário bucólico e campesino de fazenda, bem ao gosto da época. Hoje, os heróis passeiam em aeronaves, conhecem galáxias, seres extraterrestres e viajam no tempo. Tudo faz parte do contexto de uma certa época da história. O que não se pode perder, de maneira alguma, é a magia, o magnetismo encantado que a leitura exerce no imaginário infantil.
            Nem só a parafernália virtual faz concorrência com os livros infantis, mas também existem as dificuldades econômicas que a população enfrenta. O livro não é um artigo barato, visto que é necessária uma edição bem feita, em boas editoras. Não é costume usual oferecer livros de presente às crianças em seus aniversários. Numa época em que tudo vem da China a preços “quase de graça”, pode parecer dispendioso dar um livro de presente a uma criança, quando uma  série de bugigangas descartáveis e inúteis é encontrada a preços imbatíveis. Como o livro é um artigo considerado durável, e bem conservado pode ser útil a várias gerações, deveria haver um estímulo dos governos nesse sentido. A propaganda poderia incentivar: - dê um livro de presente a uma criança e ela ganhará de presente o mundo! Para os menorzinhos, sempre há a opção das edições ilustradas, de vários materiais, indo do tecido ao plástico, laváveis, atóxicos, tudo adaptado à idade do pequeno leitor. O fascínio das figuras e desenhos sempre aguçará mais a fértil imaginação infantil.
            A prova de que a literatura infantil não morreu é a grande quantidade de autores especializados nessa área e o crescente interesse dos editores em obras inéditas e recheadas de novidades para essa exigente faixa de público.

            Incentivar a leitura é o instrumento que forjará o gosto de ler pelo resto da vida. Como dizia o poeta: “Feliz o que semeia livros...”

sábado, 8 de abril de 2017

Falando de Saudade

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco
Saudade é um misto do passado remoto, outras vezes de algo bom que aconteceu recentemente. Nem sempre sabemos definir satisfatoriamente esse sentimento, ora gostoso, ora dolorido. Talvez isso aconteça, porque as emoções novas se encontram com as antigas...
Na cadência melódica das músicas de bossa-nova, revivemos a leveza de um banho de mar; ao ouvir músicas românticas evocamos um amor com final infeliz, precedido de noites suaves de amor, com madrugadas cheias de serestas, tendo a lua como cúmplice desses venturosos momentos.
Sempre associo à palavra saudade, outra que aprecio muito: esperança. Ela motiva uma vida cheia de alegrias, não importa se mescladas de nostalgias, mas dá a certeza de que estamos vivos e prontos para viver intensamente o presente.


Os sonhos que viraram realidade
foram momentos de felicidade,
transformaram a vida em suavidade.
deixando apenas gostosa saudade.

Quando as ilusões são levadas por súbita tempestade,
as lembranças se tornam doloridas saudades.

Com diferentes matizes
a vida fica bonita
e esses momentos felizes
muita saudade  suscita.

quinta-feira, 30 de março de 2017

DESPERTAR DA ROSA


Elda Nympha Cobra Silveira.

Espreguiçando-se e sorrindo,
O botão foi pétala por pétala
Se abrindo,
Numa explosão de beleza.

Despertada pela luz do sol,
Seu olor espargiu por sobre o jardim.
Borboletas vieram cheirá-la e...
Voluptuosamente embriagadas,
Beijaram e sugaram seu mel.
A rosa pressentiu enfim,
E... docemente apaixonada
Entrelaçou-se no jasmim!

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz