Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria 2025/2028

Presidente: Raquel Araujo Delvaje Vice-presidente: Vitor Pires Vencovsky Diretora de Acervo: Christina Aparecida Negro Silva 1a secretária: Elisabete Jurema Bortolin 2a secretária: Ivana Maria França de Negri 1o tesoureiro: Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto 2o tesoureiro: Edson Rontani Junior Conselho fiscal: Antonio Carlos Fusatto Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal Cássio Camilo Almeida de Negri Jornalista responsável: Evaldo Vicente Responsável pela edição da Revista: Ivana Maria França de Negri Conselho editorial: Aracy Duarte Ferrari Eliete de Fatima Guarnieri Leda Coletti Lídia Sendin Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O VENTO

Elda Nympha Cobra Silveira
Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior  

O vento veio soprando
E levou meu xale branco
Foi levando bem pra longe
Das campinas

Ele era tão bonito!
Foi comprado no Egito,
Da terra dos faraós.
Tinha cheiro de cravo
De canela e gergelim
Com textura de gaze e seda
 Nas tramas do tecido,
 Ia junto minha saudade.

Cobria meus cabelos
Dos ventos do Oriente,
Dos escaldantes desertos.
Sonhei com uma vida:
Era a rainha, a preferida,
Envolta em aromas de almíscar
De mirra, de sândalo e jasmim.
E o Faraó junto de mim!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

ESPERANÇA

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella

            Eram quatro velas acesas e cada uma tinha um nome:  a primeira era a vela da fé; a segunda, a do amor;  a terceira, da paz e a quarta da esperança.  Pouco a pouco, as três primeiras foram-se apagando, uma a uma.  Restou apenas a última que continuou acesa.  Então, entrou ali uma criança radiosa que perguntou o porquê das velas apagadas.  A vela da esperança respondeu-lhe:  “Eu estava  a sua espera, para que você, criança, acendesse  as outras velas !...”
            Com efeito, é na criança que reside toda a esperança.  Em seu olhar puro e desarmado, em  sua alegria, no seu riso franco e confiante  temos a vida que se inicia; em suas lágrimas, em seu choro que depressa   esqueceu a mágoa anterior, em seus primeiros passos titubeantes e curiosos á procura do novo, sem temer o desconhecido; em sua completa inocência que ignora o mal ; no seu  tatibitate cheio de porquês  em sua entrega  aos que estão próximos, reside toda a gênese  do que deveria desabrochar, florir e frutificar mais tarde.  Se assim o quisermos, compenetrando-nos  da grande responsabilidade de ensinar a ser bom sendo bom, de ser alegre e acolhedor no sorriso, no cumprimento dos deveres, na boa disposição de tudo ver e fazer com os olhos e os gestos da gratidão , da fé, da paz  e do amor.
            Nesta historinha simples, ouvida há muito tempo, está contida uma profunda mensagem para o ano que se inicia. É preciso, portanto, nos conscientizarmos do papel que está reservado a nós adultos, nessa formação Não podemos ignorar a responsabilidade que temos. A  vida é uma sucessão de bons e de maus momentos alternando-se para ensinar  a mais difícil das artes, a arte de viver. Dom inestimável  de Deus, a vida nem sempre é  valorizada devidamente.  A grande família humana demonstra hoje o cansaço das velhas fórmulas. que precisam ser substituídas.  O materialismo, o egoísmo, o hedonismo e  o consumismo que já se tornou uma  doença do século, ao ponto  de  consumir o próprio corpo, transformando-o em objeto ou mercadoria, enfim todos esses ismos, tão nocivos e devastadores, que terminam sempre  nas lutas fratricidas, nas injustiças, nas explorações, nas vinganças, nos terrorismos, nas guerras, nos genocídios e o pior,  no sacrifício de crianças inocentes, estão a bradar um basta. Trata-se de uma realidade muito cruel  para ser aceita.
            Não é isto o que já deveríamos ter aprendido com o MESTRE de todos os mestres.  Sua lições que atravessam os séculos precisam ser ouvidas para que  não sejamos nós , os humanos, os responsáveis pela destruição do mundo.
No Brasil, o índice de violência é igual ou maior do que as guerras  no número de vítimas;  o quadro da corrupção e da irresponsabilidade dos homens públicos, daqueles que deveriam zelar pelo bem comum é assustador.  As crianças e os jovens  carecem de exemplos e de boa formação, eles tem fome de diretrizes saudáveis e normais, de formação, de famílias estruturadas, de mulheres íntegras, fortes e resistentes aos apelos desintegradores da comunicação de massa que alardeia uma felicidade fictícia e irreal, com base no ter e no relativismo desenfreado, o de que o mal e o pecado não existem, o de que somos os árbitros e os senhores de nossa própria vida, sem obstruções de qualquer espécie.  O importante é ser feliz, mesmo que esta felicidade seja obtida em detrimento ou prejuízo do outro.

            A fé, o amor e a paz  que constroem a fraternidade, a justiça e a união, a plena alegria  do dever cumprido precisam nascer no coração de cada um de nós, se nos dispusermos a viver uma espiritualidade que vai depender de nosso esforço, de nossa obstinação e de todo  nosso empenho.  Felizmente , esta reação, grandemente positiva,  já se manifesta em muitos segmentos sociais que, de forma silenciosa e perseverante, se empenham  na construção desse mundo renovado e vivificado pela esperança, aquele mundo proposto pelo próprio Deus  que não se cansa de repetir  uma velha  e conhecida fórmula de espiritualidade:  “Eu sou o Caminho, A verdade e a Vida.  Sem mim nada podeis fazer.”  

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

SINO OU TAMBOR?

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade

Meu coração pequenino,
num átimo de temor,
ouve o badalo de um sino
- um sino ou um tambor?
Seria o rufar do destino,
a luta, o desatino,
o som confuso da dor?
Tambor ou sino, sino ou tambor?
Que som é esse, Senhor?
Badala o sino grandioso,
troa o tambor furioso
- são anjos justiceiros, suponho, em terror.
Trazem as taças divinas,
abrem os livros lacrados,
vestem-se de dourados,
que terrível, que esplendor!
Que dias, que dias!
Ao som destas melodias,
batidas no bronze
e no surdo das algaravias.
Desperta minha alma curiosa,
desperta uma rosa.
Dorme, flor jardineira,
que a Hora não é chegada.
Não é dia ainda, é madrugada.
Dorme, rosa do tempo
e deixa que rufem tambores,
que sonhem os sonhadores,
que sinos badalem, eloquentes.
Cuida, rosa querida,
que despertem as gentes.
Meu coração pequenino,
às vezes, ouve um sino,
que badala nas alturas,
que se ouve nas lonjuras,
pentagrama de ternuras,
- ah, que sino, Senhor!
Meu coração pequenino,
às vezes, ouve um tambor,
que soa como um estrondo,
que bate um bumbo redondo
e para ele respondo:
- Eis! Vem chegando o Amor!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

O tempo de vida

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade
   
  A idade, nosso tempo de vida na Terra, confere-nos alguma autoridade. Ou um pouco de rigor moral, para saber emitir juízos de valor, onde a noção de certo e errado, do  bem e do mal, esteja fortemente alicerçada.
     O escritor Pedro Nava dizia que a experiência é um farol voltado para trás. Pode ser. Ele ilumina nosso passado, nos ajuda a enxergar a trajetória que faz de nós o que somos hoje.
     A idade e a contabilidade das nossas lutas e vitórias, dos erros e fracassos, emergem de um ponto onde as nossas forças se destacam solenemente. Aprecio, com imensa gratidão a Deus, os momentos em que nos encontramos combalidos, seja por uma simples gripe, uma enfermidade mais grave, ou um quadro de saúde que passe a exigir uma decisão imperiosa de nossa parte.
     E a idade vem em nosso auxílio. O acúmulo dos anos em nossas costas conta pontos preciosos. O estágio em que já não há os arroubos das atitudes impetuosas e ousadas pode ser uma bênção na vida de muitas pessoas, pois as livra de vexames e gafes inconfessáveis. A ponderação, o bom senso e a serenidade são coadjuvantes honestos nos passos e ações de quem tem a maturidade presa entre as mãos.
     O céu pode desabar sobre nossas cabeças e já não sentimos o peso desta catástrofe, pois aprendemos a usar o capacete da salvação. Privilegiados com o dom da fé, as vicissitudes terrenas passam a ser enfrentadas com amor e sabedoria. E isto independe da idade, mas é fato bem típico de quem começa a provar o lado provecto da vida.
     Olho para trás e nas retinas estão impressas lindas cenas de afeto e de bondade. Nas recordações da infância, sinto o cheiro das frutas colhidas no pé, vejo a beleza das tardes de domingo no sítio dos tios queridos, a madrinha adorada que me cercou de mimos e presentes. O amor e a luta dos meus pais, sua santidade e hoje a saudade profunda. Meus sogros também já partiram e, de certa forma, foram meus segundos pais, pessoas a quem amei devotadamente. Vejo gestos cheios de amor até o último instante de suas vidas.
     Olho para o presente e há uma riqueza cercando os meus dias. Família adulta, fortalecida, netos pequeninos, encanto deste tempo de vida. Olho para frente e vislumbro o mistério. Deparo-me com um oceano de profecias vaticinando a respeito do fim dos tempos, uma área de estudos do meu particular interesse.
     O Senhor virá em breve? Virá fisicamente ou virá apenas em nossos corações, numa experiência mística arrebatadora e individual? Houve um papa, no passado, que disse: “Oh, Senhor, há tantos sinais de que Vossa vinda não está longe”. E nós já estamos em 2014, em pleno século XXI.
     A idade, os anos vividos, a experiência e a prática, as cirurgias já enfrentadas, a força para a superação me fortalecem e me preparam para outros embates, aqueles que a vida tem reservado para cada um de nós.
Todos os dias, de joelhos, diante do quadro da Divina Misericórdia, a imagem do Senhor que Santa Faustina deu ao mundo, digo com fé a oração misericordiosa: “Jesus, eu confio em Vós”.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Retrospectiva 2014 – Literatura

Janeiro
15 - Lançamento do livro “Livre-me” de Caio Carmacho no Colombina Café
- Lançamento do romance “Laços do Sertão” de Camilo Irineu Quartarollo

Fevereiro
Lançamento do livro dos 80 anos da ACIPI (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) por Angela Furlan Nolasco, editora da Gazeta de Piracicaba

Maio
6 – Lançamento do livro digital ZION da escritora e poetisa Eloah Margoni, prefaciado por Cecílio Elias Neto
27 - Clovis Pinto de Castro lançou na ACIPI o livro de crônicas “Para não ficar ausente da vida”.

Junho
05 - lançamento do livro ATEMPORAL de Rodrigo Mendes na Nobel/Shopping
06 - lançamento do livro Piracicaba 1964 – O Golpe Militar no Interior – de vários autores que vivenciaram o golpe de perto e pesquisadores jovens.
10– lançamento da Revista número 20 do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba no Museu Prudente de Moraes Barros.
27 – lançamento da Revista número 9 da Academia Piracicabana de Letras

Julho
19 -  lançamento do livro ZION de Eloah Margoni na Nobel do centro
30 - Cecílio Elias Netto autografou seu livro “Bom Dia - Crônicas do Autoexílio e da Prisão” na PASCA (Pastoral do serviço da caridade)

Agosto
9 - lançamento do livro “PENSAMENTO REALISTA” de Paulo Pereira da Costa na livraria Nobel do centro
9 -  historiador Claudinei Pollesel lançou um livro “Paróquia Imaculado Coração de Maria – 60 anos de vida e missão”

Setembro
25- Lançamento do livro de Gilberto Pompermayer “ Ativando o contato com Deus”
27 -Lançamento do livro de poemas “Cantos de Paz” de Felisbino de Almeida Leme.

Outubro
27 - Lançamento do livro “SILÊNCIOS” de Newman Ribeiro Simões nas dependências do SENAC
Novembro
01 – Lançamento do livro “Dicas do arquiteto João Chadad” na lotérica Copa 70
- Lançamento do livro de crônicas de Walter Naime “Do começo ao fim de um começo”

14 – Pelo Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba os autores: Adolpho Queiroz, Cecília Elias Neto me Evaldo Vicente lançam o livro “Folclore Político em Piracicaba e outras Plagas”.

Dezembro
6- Lançamento do livro AD-VENTURUM, de Irineu Volpato na Casa do Povoador

20 – Lançamento do livro de poesias “Na calada da noite” de Benedito Daniel Valim e Maísa Valim prefaciado por Ivana Negri

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

NASCE O SALVADOR

Felisbino de Almeida Leme
Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Neto


Luz de esplendor.
Ilumina Belém. 
Nasce o salvador,
Para nosso bem.

Hinos de louvor,
Cantam anjos.Amém !
Tudo é amor,
Na paz e no bem.

Ajoelhado na oração,
O homem é abençoado .
Divide seu coração ,
Pelo Pai é amado.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O NATAL JÁ FOI MAIS BONITO...

             

Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira no3 - Patrono: Luiz de Queiroz

            Infelizmente esta é uma grande verdade! No entanto não é possível deixar de valorizar uma data tão importante e fazer o mais bonito que se puder a fim de não permitir que a desilusão e o desencanto afastem ou enfeiem um tempo sagrado, sobretudo para os cristãos fazendo tudo principalmente, para, nesta época “endireitar os caminhos do Senhor” nem que seja a duras penas, acreditando firmemente que haverá dias melhores com novas ideias e ideais e menos dissabores tanto nos relacionamentos e nos comportamentos, quanto na perspectiva de se alcançar um mundo menos doente, infeliz e mais amadurecido. E, em meio a tanto conturbação que temos presenciado, torna-se urgente sejam tomadas providências de muita reflexão, força, coragem e perseverança para que a fé seja sacudida e acordada a tempo, e, restabelecida na verdade Daquele que vem e, levada mais seriamente em direção ao Cristo que veio ao mundo para salvar os homens de boa vontade.
            Não importa que o Natal já tenha sido mais bonito... O mundo mudou, a Vida mudou, os valores mudaram e tudo hoje ficou tão diferente, entretanto existe sim uma espera que precisa ser relembrada e aquecida, existe sim um desejo imperioso da necessidade de encontros e reunião de famílias e amigos como antes aconteciam. Isso não pode nem deve ficar esquecido num canto, nem desprezado ou largado em algum lugar do passado... É isso exatamente, o que há de conservar sem permitir apagar! Emoções ternas e ingênuas nas lâmpadas que se acendem em milhares de formatos e de cores que cintilam significando que o Natal Daquele Menino que está para chegar novamente deve ser conservado e, assim “preparado”, nada conseguirá destruir ou arruinar.
            Confiar e acreditar que, este mundo ainda tem jeito e que esse jeito depende da mudança e da crença no retorno da dignidade do Homem que, sem estar satisfeito com suas atitudes grotescas e degeneradas, no íntimo de si desejaria momentos que demonstrassem valer a pena viver, como lembrar-se de abraçar seu próximo, carentes os dois, os que oferecem seus braços, e os que anseiam ser abraçados, os que estendem suas mãos para amparar e, os que as seguram sofregamente como num grito de socorro, de piedade e esperança que poderão trazer a ambos, a tranquilidade e a paz.
            E assim, nesse ato de puro amor ressurgido em meio ao turbilhão das violências e dos desequilíbrios que se instalaram em tantos lugares da Terra, fazer surgir naquele horizonte, mesmo ainda longínquo, a Luz salvadora em forma desse Jesus que se aproxima mais no Natal desejando novamente compartilhar com Sua sagrada Face e doce presença, o porvir de um “novo Homem” mais limpo, mais caridoso, mais justo e mais renovado. Um Homem bom. Um Homem melhor!
            Então, quem sabe, ainda possa acontecer um milagre e, se conseguir fazer essa data do Natal, tão bonito como era antigamente...

            Um Feliz Natal a todos!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Mensagem de Natal

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco

Seria maravilhoso se todos os homens assimilassem o sentido cristão do NATAL
-NATAL é NASCIMENTO. Para nós cristãos que aceitamos Jesus como o Deus-Filho é a festa maior de nossas vidas.
-NATAL é SIMPLICIDADE. O Seu Testemunho de Vida, foi um ato de doação para toda a humanidade.
-NATAL é ALEGRIA. Com ELE o Reino de Deus já começou. Só depende de nós torná-lo  realidade nessa curta passagem pelo planeta Terra.
- NATAL é SER. Só seremos se buscarmos o equilíbrio entre os bens eternos e os passageiros e não valorizarmos apenas o ter.
-NATAL é FESTA de verdade, quando nos tornamos crianças e nos sentimos felizes, não só em receber, mas, sobretudo dar presentes, principalmente se estes forem flores  e frutos  colhidos no jardim de nossos  dons e talentos. dons e talentos.
- NATAL pra ser NATAL é aceitar todos os irmãos e conscientizar-se de que a humanidade é uma só e grande família, caminhando para uma Vida Feliz com DEUS.

        Muita LUZ, Muita PAZ, no Novo Ano, é o que desejamos a você e a todos os seus familiares.

sábado, 13 de dezembro de 2014

NATAL

Antonio Carlos Fusatto
Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda

Na praça, festa de luzes,
mãos carregadas de pacotes e ilusão.
Crianças ricas ganham presentes,
crianças pobres, fome e decepção.!

                                   Dos pinheiros garbosos nas salas,
                                   descem festões multicores, em curvas graciosas.
                                    Aguardavam Menino Deus, com festas tão caras,...
                                   ao longe na capela, coral de vozes maviosas.

Lá fora, chuva fina persistente,
vento mensageiro, cansado de correr mundo.
Penetra pela fresta, som estridente,
sussurra ao pinheiro todo segredo oriundo...

                                   De repente, num repente tão gostoso,
                                   lampadinhas começam a piscar.
                                   Sininhos tocam festivos e garbosos,
                                   meia noite! Menino Deus vai chegar!

Noite maravilhosa, abraços, mãos que acariciam,
festões, bolas, presentes, risos crianças.
Anônimos meninos de rua, só presenciam!
É!... meninos de rua: só Menino Deus traz esperanças!...



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Lançamento do livro do acadêmico Valter Naime

(Foto Isabela Borghese - Jornal de Piracicaba)

O arquiteto Walter Naime, que também é escritor e membro da APL (Academia Piracicabana de Letras), realiza nesta terça-feira (02/12), às 19h, o lançamento do seu primeiro livro, Do Começo ao Fim de Um Começo. A noite de autógrafos acontece no salão da Acipi, seguida com coquetel aos convidados.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Lançamento da Revista de número 10 da APL


Evento realizado na Casa do Médico
Luiz Abrahão e Maria Helena Corazza
 Vera e João Nassif

Silvia Oliveira e Irineu Volpato
Felisbino e Rosaly de Almeida Leme
 Gustavo Dias Alvim e Marly Germano Perecin

Madalena Tricânico e Ivana Negri
Maria Helena Corazza, Rosaly Curiacos de Almeida Leme, Leda Coletti e Carmen Pilotto

Leda Coletti e Carmen Pilotto

Cassio Negri , Ana Clara, Ana Liz e Ana Laura

Galeria Acadêmica

1-Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
2- Maria Madalena t Tricanico de Carvalho Silveira- Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
3-Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
4-Marcelo Batuíra da Cunha Losso Pedroso - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
5-Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
6-Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
7-Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
8-Christina Aparecida Negro Silva - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
9-Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
10-Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
11- Antonio Filogênio de Paula Junior-Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz de Arruda Pinto
12-Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
13-Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
14-Bianca Teresa de Oliveira Rosenthal - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
15-Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
16-Lídia Varela Sendin - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
17-Shirley Brunelli Crestana- Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
18-Marcelo Pereira da Silva - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
19-Carmelina de Toledo Piza - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
20-Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
21-Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
22-João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
23-João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
24-Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
25-Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - cadeira no 26 Patrono Nelson Camponês do Brasil
26-Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
27-Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
28-Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
29-Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
30-Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
31-Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
32-Angela Maria Furlan – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
33-Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
34-Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
35- Elisabete Jurema Bortolin - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
36-Eliete de Fatima Guarnieri - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
37-Valdiza Maria Capranico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
38-Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
39-Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
40-Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz