Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

sábado, 29 de agosto de 2015

O TEMPO AZUL

 Marisa F. Bueloni
Cadeira no 32 - Patrono: Thales Castanho de Andrade


Ao começar minha crônica semanal, penso no leitor. Que assunto levar a ele, como tocar e encantar seu coração. Estaria ele cansado da vida, das trágicas notícias à sua volta, da aspereza destes dias de estiagem? Vejo como o tempo seco mexe conosco. As viroses parecem aumentar, deixando muita gente combalida e sem energia. Os pequeninos também sofrem e é uma preocupação constante com a saúde.

Então, traço um esquema mental e, na condição de também leitora deste jornal, imagino que o leitor já passou pelas outras páginas, leu notícias diversas, artigos sobre política ou economia, e talvez esteja precisando de um pouco de alento. Sim, seria muita pretensão da minha parte achar que, nestas humildes linhas, seja capaz de transmitir ânimo e coragem. Contudo, tento. Luto com as palavras e com a temática da semana, para brincar com o sonho.

Desenho na página branca do computador um tempo de bonança e de ventura. Nada de sobressaltos ou presságios. Que todos os perigos se afastem de nós e possamos prosseguir serenos na longa estrada da vida. Penso num tempo azul, azul, como a cor do céu que desaba sobre a nossa insignificante existência.
         
Um tempo azul é aquele em que estamos em paz conosco, com nossa consciência e com o próximo. É o tempo de sentir regozijo, alegria, de sentir o amor de Deus. Por vezes, passamos temporadas de tribulação e desassossego, sem nos dar conta do quanto ficamos exauridos. Sabemos perfeitamente quando necessitamos de uma pausa, de um repouso. O corpo emite sinais importantes e devemos prestar atenção neles. Ignorá-los pode ser perigoso.
          
 Quem não tira férias há muito tempo, comece a pensar nisso. Quem não sai da frente da pia e do fogão, tente comprar algumas coisas prontas para comer e reserve para si mesmo algumas horas de lazer. Quem é escravo do trabalho e do dinheiro, revise seus conceitos. Quem está cansado da rotina e da mesmice, aprenda algo novo, lance-se neste desafio de descobrir as muitas possibilidades da vida.
          
 Todo o tempo que vier depois destas descobertas será um tempo azul. Será o tempo que teremos para contemplar o céu. Serão as horas abençoadas para ouvir música. Os longos silêncios, quando isso é possível, na cidade ou no campo. Já morei no campo e me iludi. O som alto também chegou por lá. Nem sempre a sinfonia de pardais é o que prevalece nos recantos ditos bucólicos. Agraciado é aquele que, seja onde for a sua casa, vive num local de paz e de sossego.  

Lutemos por este tempo azul, pelo desfrute de  algumas horas sublimes, momentos de enlevo e de doçura. Aquele passeio que nossa alma precisa dar de vez em quando, ou adoecerá mortalmente. Que cada um aprenda o valioso exercício de encontrar no relógio este tempo precioso, a sabedoria para administrar seus anseios e projetos, salvar sua saúde, seu bem estar, sua lucidez.
          
 Envolvidos pela crise política e econômica do país, é inevitável a nossa inquietação. Mas não escreverei sobre isso aqui, caro leitor. Meu desejo é que você se encante, sinta-se em paz e brinque com o sonho...

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

CORAGEM


Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme
Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges

Logo cedo descobri,
Da vida, no amanhecer
Leve como colibri,
Rima rica pra coragem
Que não há de envelhecer 
Mas é só para os que agem,
Como rio que aceita a margem,
Mas não aceita a barragem.

A margem é necessária( ao seu ativo),
Para seguir o seu curso, 
Atingir o objetivo
E não alagar percurso...

Coragem é para os que agem ,
Que criam e não copiam...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Falecimento do acadêmico Elias Salum

Elias Salum
Cadeira n° 5 - Patrono: Leandro Guerrini

Com profundo pesar comunicamos o falecimento do acadêmico Elias Salum. 
O velório está sendo realizado na Loja Maçônica da Rua XV de Novembro, 124 e sairá às 15h00 para o Cemitério da Saudade.
NOSSAS SINCERAS CONDOLÊNCIAS A TODA FAMÍLIA.
Elias Salum nasceu em Piracicaba a 20 de agosto de 1929. Filho de Issa Salum e Jamile Abdalla Salum que tiveram os filhos Antonio, Pedro, Faride, Elias, João. Elias Salum é Ex-membro do Conselho de Ensino e Pesquisas da Unimep, Membro fundador do Primeiro Diretório da E.C.A. – Escola de Contabilidade e Administração, origem da Unimep, Ex-Chefe do Departamanto Municipal da Educação, Ex-Gerente Administrativo e Financeiro da CIPATEL, Companhia Telefônica de Piracicaba, Radioamador Classe “A”, remido da LABRE. Fundador de vários grupos de escoteiros em Piracicaba, Limeira, Americana, Fundador do Primeiro Jornal “O Funcionário Público” da municipalidade local. Membro do Conselho de Sentença do Fórum de Piracicaba. Membro fundador da ADERP (Associação dos Administradores de Empresas). Membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico do qual foi por duas vezes presidente. Membro fundador da Sociedade “Amigos do Museu Prudente de Moraes”. Presidente de Honra da Sociedade Sírio Libanesa. “Persona Grata” da Câmara de Comércio Árabe de São Paulo. Autor de dezenas de artigos jornalísticos. Autor do livro “Memórias dos 20 anos do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba”. Por mais de 10 anos atuou como Relações Públicas da UNIMEP. Detentor de dezenas de diplomas e certificados de conclusão e participação em cursos em diversas áreas. Colaborador na criação da Universidade Metodista de Piracicaba. Presidiu a fundação do Instituto Histórico de Rio das Pedras. Detentor de inúmeras medalhas de mérito e condecorações culturais. Orador oficial da Academia Piracicabana de Letras. Professor 1º,2º,3º graus, Contabilista, Radiotécnico, Administrador de Empresas com especialização em Engenharia Econômica, Graduado em Letras e Literatura Luso Brasileira, Orador oficial do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, Delegado da LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores). Participou de Conferências e Debates sobre Cultura Brasileira em 1990 na Syria, (Universidade de Damasco), na Jordânia, Universidade de Ibert-Amã. Orientador de vários Congressos Culturais e Técnicos Radio amadorísticos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Poemas e aquarelas da exposição PIRACICABA EM RECORTES

Poesias dos poetas do Centro Literário de Piracicaba - CLIP- e aquarelas de Denise Storer expostos no Centro Cultural Martha Watts



Colégio Nossa Senhora da Assunção
(há décadas distantes...)
Lourdinha Piedade Sodero Martins

Oh! Colégio altaneiro, Nossa Sra. da Assunção!
Monumento à prova rara da Cultura e Educação,
a orientar tantas vidas na formação singular,
no verdadeiro preparo da arte de ser mulher!
Adolescência encantada no régio educandário
deixou registros marcantes em curiosas cinderelas!
Muitos os sonhos vividos, planos para o futuro
nobres ensinamentos semeados com maestria,
(por irmãs de São José) no coração das donzelas!
A capela como marco, silenciosa, tão divina,
magnífico interior, pleno em arte e devoção.
Orações clássicas, missas, puras bênçãos celestiais
compunham o pleno viver no distante cotidiano,
saudoso outrora “que os anos não trazem mais”!
A cúpula da capela de lindíssima arquitetura,
abóboda majestosa, insigne referência
a moldurar a pracinha bem à frente,
disputada e conhecida como “o jardim dos namorados”
Naquele recanto, em cálidas noites cantantes,
com a cumplicidade de um altivo ipê florido,
doçuras trocadas selavam belos momentos!
Entre juras, promessas e ais...edificou-se o amor
verdadeiro, sem malícias de muitos felizes casais!
Um “VIVA” ao Colégio “ASSUNÇÃO”!
Suntuosa Escola de Piracicaba!


O coreto da praça
Elda Nympha Cobra Silveira

Muitos iam para a praça
Logo depois do jantar.
Os jovens gostavam  de quadrar.
Os moços davam a volta pelo jardim
E as moças ao inverso,
Só... para poder paquerar.

No coreto o som expandia,
Cativando os namorados
Que aos beijos e afagos
Envolviam- se ao luar.
Tudo às escondidas,
O amor era sagrado!
.
Do bucólico coreto
Os sons invadiam a praça.
O chafariz esguichando,
Ao compasso da retreta
Só quem a viveu sabe,
Que tudo era uma graça!


Moldura
(no Engenho Central)
João Baptista de Souza Negreiros Athayde

Lá fora a tarde cai
solfejando silêncios verdes de seiva
ao compasso multicor
do canto de tantos pássaros

Entre paredes
a alma, em transe, emudece
descolorindo certezas
redesenhando esperanças

E tingindo de sonhos
os restos dourados do dia
...enquanto a noite não vem


A Magia dos Balões
Ivana Maria França de Negri

Balões risonhos
flutuam no azul.
Levando sonhos
entre nuvens e brisas.
Fazendo divisas
entre terra e céu
vagam ao léu
sobre a curva do rio

Lindos balões de ilusão!
Guardem  meus segredos
e levem para bem longe
meus medos...


Genius loci”  (o espírito do lugar)
Carmen Pilotto

A cidade e você em simbiose
se descobrindo lentamente
intrinsecamente afetuosas

Nos passos pelas calçadas domingueiras
Em ruas matinalmente vazias
Sinos festivos das carmelitas
Colorindo o casario do entorno

Seguindo a geografia - o rio
Como organismo vivo
Tão sentido pela seca
Mas intenso de passados
Como minha alma chuleada de fatos
Somos assim mesmo singulares

Apegada a Piracicaba
Eu desvairadamente intensa
Em sintonia com a cidade que acolhi
Tão provinciana e tão urbana
Confusa e feliz em meio ao concreto!


 
Flamboyant
Maria Madalena Tricanico C Silveira

Com  seus  longos  galhos,
Suas  flores  vermelhas
Aquece  os  corações
E  a  alma  centelha.
Seduz  namorados,
Flameja  seus  corações,
Deitam à  sua  sombra
E  entregam-se  em  louvação.
Olhar  para  o Flamboyant,
E  ver  a  esperança  no
Verde de  suas  folhas,
Sentir que  tudo  valeu  a pena.


Estação de trem
Raquel Delvaje

Na estação de trem
Meus olhos compridos
Percorrem os trilhos
E pulam de vagão em vagão
Tentando abraçar
O que faz saudade.



Trovas: Pesca, pescaria, pescador
Lídia Sendin

Pescador de correnteza,
No rio que passa ligeiro,
Da pesca não tem certeza,
Da vida é só passageiro.

Piracicaba é nubente
De eterna felicidade,
O povo é boa gente,
O lugar bela cidade.

O peixe aqui sempre para
Em água que não acaba,
Lugar de beleza rara
É o Rio de Piracicaba.

Com a vara, linha e isca,
Sacola ao lado vazia,
Pescador olha e nem pisca
Pescando sabedoria.


Caminhando na área de lazer
Leda Coletti

Caminhando lépida,
me encanto com a paisagem.
O verde gramado,
o lago sombreado
por árvores floridas.
Adultos e jovens
sozinhos ou aos pares,
caminham depressa
cruzando suas falas
aos cantos dos pássaros,
que aos bandos, em pares,
se pegam, se abraçam.
Pelo amigo vento
sou acariciada,
pelo amigo sol
de leve beijada,
e enquanto caminho
louvo e agradeço a Deus,
a ventura de caminhar
neste alegre lugar.


 
Rua do Porto
Ruth Carvalho L. Assumção

Balançando-se à beira do rio
Com seu casario e carisma
É a paisagem banhando-se nas águas
Em águas benditas, águas bonitas,
Águas de ninguém
Que nas marolas cantam e gemem
Num rolar constante,
Rolando como serpente,
Arrastando seu destino
Beijando desde menino
Os pés do Engenho Central
Na moldura das casinhas
Plantadas ao seu redor
Uma porta, uma janela, um quintal,
Brancas, azuis, amarelas
Trazendo dentro delas a memória
De um pescador a sonhar
Com tralhas e vara de pescar
Nas águas sempre a rolar
Buscando malhas finas
Seu alimento a dançar.


Largo São Benedito
Sílvia Oliveira

Nossa esta Piracicaba
: memórias tantas no seu largo
um Benedito que escutava
as preces negras quase só

Antigo mal não é mais regra
: lugar, igreja, o próprio santo
na história ao longo permanecem
marcando todos por igual


Velhas janelas de Piracicaba
Neu  Volpato

ruas passam espiando
essas velhas janelas
a ver se por elas
ressumam antigas saudades
devolvendo lembranças à cidade
de suas antigu/idades


  
Praça José Bonifácio
Aracy Duarte Ferrari

Praça central, altaneira, aconchegante
Traz ao presente reminiscências do passado.
Registra a história piracicabana ao vivo,
Tem à sua frente a Igreja abençoando.

Espaço aberto a todas as idades.
Idosos narram passagens de ontem
Interagem nas trocas de causos e prosas,
Tendo prioridade os acontecimentos locais.

Na primavera, festival esplêndido de flores
Embelezam e exalam seu perfume...

Em sintonia com a graça da praça
Estão o coreto, o chafariz e bustos históricos.
Que o tempo incumbiu-se de guardá-los
E fazer pulsar as emoções.

O chilreio dos pássaros cantores,
O som musical do Coronel Barbosa
Foram a natural orquestra sinfônica,
A praça sensibilizada adormece feliz.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

A figura paterna

 Acadêmica Myria Machado Botelho
Cadeira n° 24 - Patrona: Maria Cecília Machado Bonachella

            A presença do pai, no seio da família representa a unidade e a estrutura, fatores tão necessários ao desenvolvimento harmonioso dos filhos.
A crise que se abate sobre a família, em virtude de grandes transformações sociais, afetou grandemente este alicerce. A figura paterna, grande fator de agregação, precisa impor-se novamente garantindo aos filhos o amor, a disciplina, o respeito e a autoridade. Sobretudo o exemplo de uma boa conduta, muito mais convincente do que  a palavra  e o aconselhamento.
A estabilidade familiar está exigindo, com urgência, uma revisão de conceitos, ao lado de uma transformação de atitudes no relacionamento entre pais e filhos. O excesso de liberdade, uma característica da (des) educação moderna está fulminando os principais fundamentos da verdadeira formação.
O desenvolvimento de uma criança deve trazer embutido a função socializante de lhe dar noções do certo e do errado, a observância dos limites do que  pode e não fazer, ao lado da presença efetiva e qualitativa dos pais nos momentos necessários.Uma soma de responsabilidades que não pode ser excluída da missão do verdadeiro pai. Segurança, autenticidade, formação e caráter não se adquirem da noite para o dia; agrados e compensações com presentes materiais apenas, jamais substituem a presença necessária de um pai amigo.
A ausência de hoje será fatalmente o problema grave de amanhã, que deriva nos males comuns de nossa época: alienação, depressão, condicionamento virtual, desregramentos, prostituição e drogas.
Educar sempre foi e será a tarefa mais difícil de pais e responsáveis. Neste terceiro milênio dos avanços inacreditáveis e massificadores da tecnologia e da cibernética, esqueceu-se de aparelhar o ser humano em sua estrutura interior, para bem conviver com essa formidável potência que também pode aniquilar e destruir.
Os sentimentos humanos e próximos, a espiritualidade e o conhecimento de Deus, opostos ao egoísmo e ao comodismo, junto de uma valorização maior e um retorno a muitas práticas antigas, eficazes e não retrógradas, válidas na essência em qualquer época ou circunstância, poderão ser a garantia de um projeto de amor e fraternidade a refletir-se sobre as novas gerações, carentes e frágeis emocional e espiritualmente, em face das violentas transformações.
Aqueles que já perderam seus pais, especialmente os das gerações mais antigas sentem-se invadidos pela saudade de algo que já passou de forma irremediável e deveria ser restituído. As condições materiais e os recursos de que dispomos hoje não podem ser comparados com a vida de antes quando as dificuldades eram comuns a quase todos. Por certo, no enfrentamento destas dificuldades, resultavam têmperas mais fortes e capazes que definiam os ajustamentos e valorizavam muito mais as conquistas e os desafios. A cultura excessiva do bem estar e das facilidades extremas pode enfraquecer e até anular uma personalidade, incapacitando-a para a luta e a competividade. O que se consegue “de mão beijada’ e sem esforço não é devidamente valorizado, favorecendo o egoísmo de quem o recebe, invertendo as posições ao ponto de entender que tudo lhe é devido.
O modelo do pai de família- símbolo da segurança, do exemplo a ser imitado, do respeito e da proteção- esgarçou-se nas sociedades ocidentais, substituído por um clima anêmico, de grande fragilidade espiritual e moral. As drogas, especialmente o álcool, os desvios comportamentais, a falta de objetivos e de ideais, indicam uma crise difusa e profunda, relacionada, em parte com a figura paterna. Do pai, afetivamente distante e ausente da família, seja pela separação do casal, seja pelo trabalho excessivo ou pelo desemprego, seja pelo despreparo e ausência de vocação, ou por imaturidade, o fato é que essa abdicação paterna vem influindo negativamente sobre o desenvolvimento harmonioso dos filhos, gerando problemas de grandes proporções, de conflitos interiores que se manifestam em gestos extremos de violência contra si próprios e contra os outros.
Salvo exceções, a maioria dos filhos de hoje se ressente dessa ausência de educação, de formação e de assistência, de exemplos a serem  imitados.  Entregues a si próprios e a um isolamento perigoso e indisciplinado quanto aos deveres e às obrigações e até `as modalidades do lazer saudável e necessário ao desenvolvimento  físico e mental, o número de desajustados  se  acentua,  e já se tornou uma problemática  dos tempos modernos.

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz